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Biogénesis Bagó leva "Fronteiras da América" aos pecuaristas de Rondônia

Equipe da empresa apresentou durante a InterCorte em Ji-Paraná soluções para auxiliar o pecuarista em busca de melhores resultados

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Auxiliar os pecuaristas de Rondônia a alcançar suas fronteiras produtivas foi o objetivo principal da equipe da Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, na etapa da InterCorte em Ji-Paraná (RO), realizada nos dias 12 e 13 de julho. 

A empresa levou para o evento, que percorre de forma itinerante os principais polos de produção pecuária do Brasil, mais uma edição do movimento “Fronteiras da América”, que visa encorajar os produtores da região a alcançar as chamadas “Fronteiras de Produção com Qualidade”. “Participar de um evento como a InterCorte é muito importante, pois aqui temos a possibilidade de estabelecer contato com um público mais focado, que certamente não conseguiríamos atingir apenas com o trabalho nas fazendas. Essa oportunidade de reunir os pecuaristas da região em um só local facilita a difusão da informação”, afirma o coordenador de Produtos e Relacionamento com Pecuaristas, João Paulo Lollato. 

Para Lollato, os temas e cases apresentados nas palestras agregaram muito ao presentes, pois retrataram a realidade da pecuária da região, com a presença de criadores que obtiveram sucesso mesmo com as dificuldades encontradas no estado. “Esse momento nos auxiliou a mostrar ao pecuarista que, apesar de todas os obstáculos encontrados no setor, ainda existe a oportunidade do crescimento por meio da utilização de ferramentas e tecnologias. Apenas com o investimento em tecnificação e com a troca constante de informação junto ao mercado conseguiremos alcançar melhores resultados”. 

Outro destaque da participação da Biogénesis Bagó do evento em Ji-Paraná foi a palestra do pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – CEPEA-Esalq/USP, Thiago Carvalho, promovida a partir de uma parceria entre a empresa e a instituição, que abordou o atual momento do mercado pecuário, seus desafios e perspectivas, dando uma visão de retorno da atividade pautado no aumento da produtividade e não somente em preço. “Esse momento é importante para debatermos que, apesar do momento delicado e de mudanças na cadeia, o dentro da porteira tem que deixar de lado a passionalidade e trabalhar com a razão, focando na gestão e no aumento de produtividade. O atual momento exige bom discernimento do setor produtivo, pois os pecuaristas-empresários que souberem administrar bem esses fatores conseguirão passar pelas turbulências do mercado”, afirma.

Além de reforçar o movimento “Fronteiras da América”, a empresa também levou aos pecuaristas de Rondônia o programa de relacionamento PROVA, criado para oferecer soluções e assistência técnica personalizadas em saúde e reprodução animal. O PROVA traz aos produtores uma proposta de valor diferenciada para a pecuária de forma a auxiliar o pecuarista a produzir mais e com melhor qualidade.

Fonte: Ass. de Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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