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Biogénesis Bagó lança na Expointer produto essencial para protocolos de IATF em vacas de corte, complementando portfólio de linha reprodutiva

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A empresa de saúde animal Biogénesis Bagó lança no mercado brasileiro durante a Expointer, que se realiza de30 de agosto a 7 de setembro, em Esteio (RS) o EcEgon®, medicamento que corrige deficiências fisiológicas de animais em anestro e com baixa condição corporal e aumenta a fertilidade dos animais submetidos a protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), garantindo resultados mais precisos.
O EcEgon® é produzido à base de uma complexa glicoproteína obtida do soro de éguas prenhes conhecida como eCG (Gonadotrofina Coriônica Equina ou PMSG). Esta glicoproteína é purificada pelos processos Biogénesis Bagó através dos mais altos padrões de qualidade, o que permite obter um estímulo de ação prolongada nos animais, com potência e alta qualidade, garantindo resultados uniformes na IATF.
“O EcEgon®, quando administrado em protocolos de IATF, produz um estímulo de ação prolongada no momento certo, visto que corrige deficiências de LH principalmente nos folículos pré-ovulatórios de animais em anestro ou com baixa condição corporal. Este estímulo de LH está ligado a um aumento na fertilidade desses animais, seja por aumentar a taxa de ovulação dos folículos ou por minimizar os efeitos letárgicos que resultam na mortalidade precoce dos embriões. Isso se traduz em mais prenhez na IATF”, explica o médico veterinário, Lucas Souto, Gerente de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó.
O lançamento do EcEgon® no Brasil complementa a linha reprodutiva da Biogénesis Bagó, recomendada para os atuais protocolos de IATF, prática que vem se consolidando cada vez mais no País. Segundo estimativas baseadas na quantidade de venda de hormônios reprodutivos e na quantidade de sêmen bovino comercializados segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2014, cerca de 9 milhões de cabeças de bovinos deverão ser inseminadas via IATF, o que representa aproximadamente 12% do rebanho de fêmeas existentes no Brasil
“Com o EcEgon®, o mercado passa a contar com mais uma ferramenta disponível visando melhorar nossos índices reprodutivos, que assim como as vacinas reprodutivas e orientações técnicas nos permitem falar em reprodução com saúde. Reprodução com saúde é pensar na efetividade do sistema de cria que visa desmamar a maior quantidade de bezerros de qualidade por vaca por ano. Para isso devemos, além de emprenhar mais vacas, minimizar as perdas gestacionais existentes, programar o melhor momento para as parições, assim como garantir que os bezerros nascidos morram menos até a desmama”, complementa Souto.
Completam a linha reprodutiva da Biogénesis o Cronipres Mono Dose, o pioneiro em dispositivos de sincronização de uso único, cujo formato anatômico reduz perdas, facilita o manejo, minimiza erros humanos de anotações e armazenamento incorreto, reduz risco de transmissão de enfermidades, padroniza parâmetros de progesterona, contribuindo para um alto índice de prenhez na IATF; além das vacinas reprodutivas Bioabortogen H e Bioleptogen, e os produtos Bioestrogen (estradiol à base de benzoato) e Croniben (análogo sintético da prostaglandina).
 

Sobre a Biogénesis Bagó

A Biogénesis Bagó é uma empresa líder nos principais mercados da América Latina, com projeção global, e comprometida com o desenvolvimento de soluções para a saúde e sustentabilidade da produção pecuária por meio da biotecnologia.
A empresa desenvolve e comercializa produtos e serviços veterinários criados para garantir a saúde e melhorar a produtividade dos rebanhos bovinos de carne e leite. Conta com um portfólio de mais de 30 produtos e 600 registros em nível global.
Com escritórios na Bolívia, Brasil, América Central, México e Uruguai, sua sede está localizada na Argentina, com fábricas em Monte Grande e Garin (província de Buenos Aires).
A empresa é a maior provedora de vacinas antiaftosa do continente, tanto que três em cada 10 vacinas antiaftosa aplicadas na América são produzidas pela Biogénesis Bagó. A capacidade anual de produção da empresa é de 200 milhões de doses de vacinas contra febre aftosa, 30 milhões de doses de vacina antirrábica e 100 milhões de doses de vacinas combinadas

Fonte: Ass. Imprensa da Biogenesis Bago

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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