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Empresas Bovinos

Biogénesis Bagó conquista premiação no Top Brands Quality 2020

Empresa foi vencedora da categoria “Proximidade com o Cliente” como reconhecimento pelas ações inovadoras de relacionamento antes da pandemia e mesmo em tempos de distanciamento social

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Foto: Divulgação

A Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, conquistou o prêmio Top Brands Quality 2020, na categoria “Proximidade com o Cliente”. Sempre na vanguarda da extensão pecuária e com um posicionamento inovador no mercado, a empresa foi reconhecida pelos produtores rurais e indicada por sua atuação diferenciada, recebendo nota máxima nos quesitos: inovação, criatividade, website, comunicação com o cliente e ações de Marketing.

“Esta conquista é o reflexo do comprometimento que temos com nossos clientes e que envolve todos os setores da empresa. Há um esforço diário do nosso time para manter um padrão de excelência nos atendimentos, de segurança e de qualidade aos nossos clientes. O prêmio é importante, mas a conquista da confiança com os parceiros é ainda o nosso maior troféu. Sermos lembrados como a primeira marca na memória dos participantes da pesquisa nos enche de orgulho, mas também nos traz maior responsabilidade para continuarmos transformando o futuro do agro”, comemora o explica o diretor-geral da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman.

Contribuíram para a conquista os programas de fidelização de clientes como o “Prova Canal” voltado para revendas, o “Prova Fazendeiros” para pecuaristas, o Reproduz+ para veterinários com foco em reprodução e o projeto “Na Estrada, considerado o mais inovador do varejo do segmento de saúde animal. O “Na Estrada” é composto por uma frota totalmente customizada de Fiorinos, Orochs e Amaroks 4X4 com uma equipe de consultores especializados que “rodam” o Brasil de ponta a ponta, transformando os veículos em verdadeiras oficinas de capacitação e exposição técnica, levando extensionismo rural diversificado a revendas e fazendas de todo o Brasil.

 

Reconhecimento dos clientes

O trabalho personalizado desenvolvido para parceiros comerciais e o estreitamento dos relacionamentos com os clientes refletem diretamente no crescimento dos seus negócios. Segundo Feres Soubhia Filho, diretor comercial do grupo Alvorada, mesmo diante das dificuldades que outros mercados apresentaram neste ano, a comercialização de produtos da Biogénesis Bagó na rede, composta por 30 filiais em sete estados, com forte atuação nas regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, cresceu entre 60 e 70%.

“Está sendo uma temporada surpreendente, mesmo com a pandemia. Somos parceiros há três anos e sempre numa crescente. Os produtos da Biogénesis Bagó são excelentes, mas um dos diferenciais da empresa que a coloca à frente é a atuação da equipe de campo, que dá toda a assistência nas fazendas e nas lojas. São técnicos muito capacitados e bem treinados. O suporte que a empresa nos dá com esses profissionais faz toda a diferença e é o que nossos clientes precisam”, ressalta.

Além de uma qualidade ímpar nos produtos, a assistência no pós-venda, a proximidade no relacionamento com o cliente e as ações de Marketing promovidas pela Biogénesis Bagó também se tornam um incentivo a quem está na ponta do atendimento, no balcão. É o que ressalta a vendedora de produtos veterinários Josiele Dorneles, da Veterinária Garupá, localizada em Alegrete (RS).

“Em primeiro lugar, destaco que a equipe técnica da Biogénesis Bagó nos dá uma assistência muito boa. Demonstram preocupação com o crescimento de suas atividades e conseguem criar um vínculo com os clientes, que, por sua vez, nos trazem somente feedbacks positivos dos produtos. As ações de Marketing promovidas pela empresa são totalmente diferenciadas e também se tornam um incentivo que só fortalecem nossa parceria”, comenta Josiele.

 

Investimento em pessoas e em treinamentos

Estimular a troca de experiências, oferecer atualização e diferenciação profissional aos médicos-veterinários, zootecnistas e técnicos do setor também é um dos modelos de investimentos que a Biogénesis Bagó aposta para o sucesso do negócio.

“A empresa tem toda uma preocupação com a atualização profissional e o aprendizado da equipe. Sempre são oferecidos cursos para que os médicos-veterinários possam se aperfeiçoar na atividade e ver o que está dando certo no campo, além de ser uma grande troca de experiência”, aponta o médico-veterinário João Abdon dos Santos, da JA Reprogen. Ele integra o grupo Reproduz+, uma iniciativa idealizada pela Biogénesis Bagó que reúne especialistas em reprodução do Brasil e além-fronteira para coletar e analisar resultados, oferecer atualização técnica e diferenciação profissional.

Para o médico-veterinário e gerente geral das Fazendas Pontilhão e Mandarim (Grupo Mercúrio Alimentos), João Túlio Braga, a parceria com a Biogénesis Bagó se consolidou devido à assistência técnica fornecida e, principalmente, ao investimento em treinamentos.

“Primeiramente, buscávamos o melhor custo-benefício do mercado em vacinas contra doenças respiratórias. Aos poucos, vimos todo o trabalho intenso e bem feito por parte da equipe de campo da Biogénesis Bagó que foi nos explicando sobre outros produtos e a real necessidade de cada um, o que nos deu a confiança de ampliarmos o portfólio. Além disso, vemos que o empenho e a preocupação em sempre trazer palestras e capacitações de atualização para os nossos funcionários é algo que difere a empresa no mercado”, ressalta.

 

Capacitações personalizadas

Em tempos nos quais o digital tem predominância com a realização de lives e webinares, a Biogénesis Bagó apostou num modelo diferente e focou em disponibilizar capacitações aos distribuidores e vendedores. Por isso, toda a equipe de campo foi treinada para oferecer soluções de negociação à distância, de uma forma diferenciada e inovadora para que o pecuarista e os profissionais das revendas e cooperativas continuem recebendo atendimento, reforçando o papel de extensão rural desempenhado pela indústria veterinária.

“Esta foi uma das maneiras de estarmos mais perto do cliente, mostrando solidariedade e oferecendo ferramentas e soluções para que ele enfrente da melhor forma possível esse momento difícil. Também fizemos a personalização das ações nas mídias sociais da nossa equipe com seus clientes, pois isso traz uma grande aproximação. Os clientes sentiram isso e o retorno foi positivo”, destaca o gerente de Marketing da Biogénesis Bagó, Carlos Godoy.

Esta é a 23ª edição da premiação Top Brands Quality, que é concedida anualmente pela Revista Rural e presta homenagem às melhores empresas agropecuárias do Brasil. A seleção dos ganhadores é feita por meio de uma pesquisa com os produtores rurais, que avaliam 20 itens que compõem o trabalho dos seus fornecedores e indústrias, sempre diretamente relacionados à qualidade dos serviços prestados.

Fonte: Assessoria

Empresas

Transição águas-seca: uso estratégico da suplementação proteica para potencializar o desempenho animal

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares

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Keuven dos Santos Nascimento - Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition - Foto : Assessoria

Por Keuven dos Santos Nascimento – Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition

A criação de bovinos de corte a pasto tem seu ápice produtivo no período chuvoso; momento em que é possível reduzir os custos com o aumento da produtividade baseando-se na quantidade e qualidade da forragem disponível. Com o avanço das estações, o fim do período chuvoso é marcado pelo amadurecimento do capim e pelo declínio considerável da quantidade e qualidade nutricional das pastagens – fato que pode resultar em deficiências dietéticas, prejudicando o desempenho animal.

Um dos principais fatores que afetam o ganho de peso é a redução da ingestão de matéria seca (MS) em decorrência da diminuição da oferta de forragem. De acordo com o NRC (National Research Council), principal base de informações para a formulação de dietas de bovinos, as pastagens com oferta menor que 2.000 kg de MS oferecem menor consumo de pasto e aumento do tempo de pastejo. Ou seja, o animal tem de caminhar e gastar mais horas do dia em busca de alimentos que atendam à sua exigência, muitas vezes sem sucesso, devido às limitações físicas e climáticas.

Além disso, o consumo também pode ser reduzido quando a forragem ingerida tem porcentagem de proteína bruta inferior a 6 a 8%, o que ocorre devido ao menor suprimento de nitrogênio no rúmen. Sendo necessário para o crescimento microbiano e a digestibilidade adequada do alimento ingerido.

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares. A suplementação ajuda a atender às exigências nutricionais dos animais em pastejo, desde que a disponibilidade de forragem não seja limitante. O fornecimento de suplementos proteicos permite ajustar o teor de nitrogênio na dieta total dos animais, maximizando o consumo de forragem que antes era limitado pela baixa digestibilidade.

Nesse sentido, é essencial oferecer suplementos que atendam a demanda proteica dos animais a pasto nos diferentes momentos de desenvolvimento da forragem. Como é o caso de Lambisk VS, suplemento proteico idealizado para animais a pasto no período de transição. Além de minerais e aditivos, o Lambisk VS possui em sua composição 40% de PB decorrente de um ajuste das diferentes fontes de proteína e nitrogênio ruminal (proteína verdadeira e NNP), que permitem corrigir o teor proteico da dieta a níveis que maximizem a ingestão e digestão de MS (i.e. retornando a dieta para valores entre 6 e 8% de proteína).

Por exemplo, animais de recria (300 kg) em pasto de transição com teor proteico 5%, ao serem suplementados, têm ingestão proteica de 120 g via suplemento. Esse ajuste nutricional tem o potencial de elevar o teor proteico da dieta em 1,7 pontos percentuais, ou seja, corrigindo a dieta para valores entre 6 e 8% de PB. Fato que melhora a utilização da forragem ingerida e o desempenho animal, com ganhos adicionais esperados de 150 a 200 g/cabeça/dia em relação ao sal mineral.

Além de uma ótima estratégia para maximizar a utilização de forragem no período seco, o Lambisk VS atua na melhoria dos processos digestivos e metabólicos do animal nesses períodos tão desafiadores do ponto de vista nutricional.

Referencias bibliográficas com o autor – via email: thiago@textoassessoria.com.br

Fonte: Assessoria
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Empresas Palestrante convidado

CEO da Agrifim LATAM levou experiências e visões sobre oportunidades e desafios para alunos da USP

Como palestrante convidado da 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia, Rodrigo Miguel, ex-aluno, contribuiu apresentando uma visão holística sobre as mudanças do consumidor e projeções sobre produção de proteína animal

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Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, durante sua palestra sobre oportunidades e desafios na produção de proteína animal

A Agrifirm marcou sua presença na 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia da USP, um evento organizado pelas agremiações acadêmicas Zotti Junior e Zooforte associadas à Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), que aconteceu entre os dias 15 e 18 de maio, no prédio principal do Campus.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, e ex-aluno da USP retornou à faculdade como palestrante convidado em um evento tradicional, apresentando aos graduandos o tema: “Tendências de Mercado da Proteína”. Segundo ele, “o propósito da Agrifirm é construir uma cadeia alimentar responsável e sustentável para as futuras gerações, e os profissionais que estão ingressando agora no mercado serão os protagonistas dessa realidade”.

Durante sua palestra, Rodrigo Miguel destacou a importância de eventos como a Semana da Zootecnia para o desenvolvimento dos futuros profissionais da área. Ele compartilhou sua visão sobre as mudanças no comportamento dos consumidores e as projeções para o futuro da cadeia de produção de proteína animal.

“Participar da Semana da Zootecnia foi muito importante. Eu tenho falado sobre as tendências do mercado de consumo de proteína no mundo para diversos públicos, mas o que mais me marcou aqui foi a atenção e o interesse dessa nova geração no tema. O assunto flui. As perguntas vieram de uma geração que já entendeu as mudanças de comportamento do consumidor e do perfil de consumo de proteína no mundo.”

Ele também ressaltou a relevância de eventos acadêmicos para a formação dos estudantes: “Aqui no ambiente universitário, é o local ideal para relembrar uma frase, um slogan que usamos muito: ‘esta turma está tendo acesso a mais conhecimento para se tornar à prova de futuro’, ou seja, participar ativamente e ser protagonista na construção do amanhã.”

Rodrigo Miguel expressou sua satisfação em retornar à USP como palestrante convidado: “Foi muito bom receber esse convite. Como fruto da casa, foi uma experiência gratificante. A USP segue sendo a referência em formação universitária e poder contribuir com isso nos dá a sensação de retribuição.”

A Agrifirm tem o compromisso em contribuir para o desenvolvimento do setor agropecuário, promovendo a troca de conhecimento e apoiando a formação de novos profissionais.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Com vocação em mercado internacional, Rio Pardo Proteína Vegetal chega à sua 4ª Fenagra

Empresa bateu marca de 21 países importadores de seu concentrado proteico de soja; processo de produção é patenteado em todo o mundo

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Estande da Rio Pardo Proteína Vegetal na Fenagra 2023 (Foto: Divulgação)

A 4ª participação na Fenagra (Feira Internacional da Agroindústria) por mais um ano, confirma, novamente, a vocação da Rio Pardo Proteína Vegetal: além de abastecer o mercado interno com o concentrado proteico de soja (SPC, para utilização na composição de rações) mais digestível do Brasil (segundo estudo da Universidade Federal de Viçosa, principal especialista do país no assunto), também ser um grande exportador do setor em diversos continentes. A empresa, que estará nos próximos dias 5 e 6 de junho (quarta e quinta-feira), com estande montado no setor I 12 do Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), pela 17ª edição do evento, já bateu a marca de 21 países para os quais exporta o seu principal produto: cinco asiáticas (Filipinas, Tailândia, Taiwan, Vietnã e Malásia), dez europeias (Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Dinamarca, Turquia, Lituânia, Portugal, Grécia e Holanda) e seis nas Américas (Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, Peru e Venezuela).

“Nossa ‘expansão’ continentes afora tem muito a ver com parcerias firmadas em contatos em feiras internacionais, como a Fenagra, que, neste ano, aumentou e terá presença ainda mais robusta de público e empresas multinacionais”, explica Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da empresa.

Na França e na Alemanha, por exemplo, o SPC da Rio Pardo chegou por meio de parceria com a Barentz, gigante mundial de distribuição de insumos alimentícios. “A Barentz representa a Rio Pardo nos principais países da Europa. Hoje, estamos em 22 países, contando o Brasil, e as feiras do setor são importantes ferramentas para o desenvolvimento desse mercado global”, adiciona.

 

Produção diferenciada

Fábrica da Rio Pardo Proteína Vegetal, em Sidrolândia (MS) (Foto: Divulgação/ Rio Pardo)

Patenteada no Brasil, nos Estados Unidos, na União Europeia, no Japão, no Chile e no Canadá, a tecnologia desenvolvida pela Rio Pardo traz vantagens que agregam em saúde e no melhor refino do SPC. A principal diferença é a unificação de etapas no processamento dos grãos de soja. “Nos tradicionais, primeiro, separa-se o óleo do grão e faz-se um aquecimento para remover os solventes. Em seguida, uma segunda etapa extrai os carboidratos solúveis, onde estão os fatores antinutricionais. Para isso, utiliza-se álcool e, para removê-lo, o grão é aquecido novamente. Em nosso processo, tudo isso é feito de uma só vez”, detalha Leandro Baruel, gerente de exportações da Rio Pardo.

Além de ser mais sustentável, pois reduz drasticamente o consumo das energias térmica e elétrica, a qualidade do produto aumenta. “Com menos aquecimentos dos grãos, diminuímos a possibilidade de ocorrer a ‘reação de Maillard’, que é a formação de um complexo da proteína com carboidrato e açúcares que interfere na digestibilidade”, adiciona.

Segundo recente artigo científico publicado pela revista Animal Nutrition, uma das mais respeitadas no mundo sobre nutrição animal, quanto maior a digestibilidade do ingrediente proteico da ração, além de melhorar a absorção dos nutrientes, mais saúde a leitões recém desmamados: tal fator reduz a transferência de proteínas não digeridas no intestino grosso, diminuindo a produção de resíduos tóxicos do metabolismo microbiano, resultando em profunda melhora da saúde intestinal dos animais. Assim, contribui diretamente para que cresçam com melhores desempenho, desenvolvimento muscular e ganho de peso.

“Proteínas altamente digestíveis permitem aos leitões absorverem os aminoácidos essenciais (blocos de construção das proteínas) mais eficientemente. Isso resulta na melhor utilização dos nutrientes, promovendo um crescimento mais rápido e saudável. Além disso, auxilia na melhora do sistema imunológico e da saúde da mucosa intestinal, com a redução de doenças e infecções”, complementa Baruel.

Grãos de soja são a principal matéria-prima da Rio Pardo (Foto: Pixabay)

Segundo o estudo da UFV, a digestibilidade de proteína e dos aminoácidos dos RPSOY700 e RPSOY180 (Concentrados Proteicos da Rio Pardo) foi significativamente superior (veja tabela com os principais produtos do mercado).

“A melhor digestibilidade das proteínas ainda proporciona economia ao produtor com a nutrição, que representa o maior custo da produção. E o impacto ambiental também diminui, pois uma ração mais digestível resulta em menor excreção de resíduos de nitrogênio pelos animais, poluindo bem menos o meio ambiente”, conclui.

 

Fenagra 2024

A Fenagra chega à 17ª edição e é a junção de seis grandes eventos no mesmo local e horário, dentro do Distrito Anhembi: Feed&Food: Tecnologia e Processamento; Reciclagem Animal; Expo Pet Food, Expo Aqua Feed, Expo Animal Feed e Expo Óleos & Gorduras. Desta forma, é a principal feira de negócios do setor de Nutrição Animal e Nutrição Humana juntas (e a maior do setor na América Latina no mercado Feed e Food), abrangendo setores importantes da economia brasileira como: Biodiesel, Frigoríficos e Graxarias, Nutrição Animal – Pet Food, Aqua Feed e Animal Feed (aves, suínos e bovinos), Indústria de Óleos e Gorduras Vegetais, Grãos e Derivados.

Em mais de 11 mil metros quadrados de área, ao todo, quase 260 expositores, 260 marcas e 120 palestras vão compor a programação durante os dois dias de evento, que deve passar da marca de 7,1 mil visitantes de 17 países, fora o Brasil. A organização, que gerou dois mil empregos diretos e injetou R$ 7 milhões em recursos na economia local, projeta um giro de mais de R$ 500 milhões em negócios.

Fonte: Assessoria
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CBNA – Cong. Tec.

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