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BioGene® e distribuição: parcerias de sucesso

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Na construção do seu caminho no agronegócio brasileiro a BioGene tem por objetivo trazer produtos de qualidade com alta performance e que atendam as mais variadas necessidades do agricultor. Dentro desta dinâmica, entendendo que toda atividade econômica precisa ser sustentável e otimizada em 100% da sua rentabilidade, a BioGene tem em seus parceiros comerciais e rede de distribuição o principal elo entre as soluções levadas pelos nossos produtos e serviços, gerando ótimos resultados no campo. Os parceiros comerciais conhecem a realidade de cada área e possuem um excelente relacionamento com seus clientes permitindo, assim, soluções criativas e de longo prazo para todos os envolvidos na atividade agrícola.

Veja abaixo depoimentos de nossos parceiros comerciais que mostram que, através do excelente trabalhado realizado pelos nossos parceiros comerciais, a BioGene está preparada para entregar um pacote de soluções efetivas aos nossos agricultores em todo o Brasil, com o desenvolvimento e evolução constante de produtos e serviços.

Distribuidora Frei Bruno – Rio do Sul / SC

              “A parceria Frei Bruno + BioGene teve seu início desde o surgimento da marca, fomos os pioneiros e acreditamos na empresa mesmo quando a BioGene iniciou com apenas um único híbrido e atualmente já possui um excelente portfólio. Atuamos como distribuidor exclusivo da BioGene para toda a região do Alto Vale do Itajaí, contamos com uma equipe técnica e juntamente com a atuação do representante estamos conseguindo levar ao campo informações principalmente sobre o posicionamento de produto e práticas de manejo assim estamos colhendo excelentes resultados. Ainda há muito a ser feito e com esse intuito estamos focado em continuarmos estreitando cada vez mais à nossa parceria.”  Gustavo Ferrari – Sócio Proprietário

Coamo Agroindustrial Cooperativa – Campo Mourão / PR 

“A Coamo Agroindustrial Cooperativa, desde sua fundação em 28/11/1970 em Campo Mourão – região Centro-Oeste do Paraná, sempre prezou por parcerias fortes e duradouras. Com o grupo Dupont Pioneer não foi diferente. A Coamo é parceira do grupo há anos e, em 2008, iniciou uma nova parceria com o grupo através da marca BioGene. As primeiras atividades desta parceria iniciou com o milho da safrinha 2009, sendo o primeiro negócio consolidado em 23/12/2008. 
A busca incessante por melhorias tecnológicas para o desenvolvimento do seu quadro social aliada a parceria com a BioGene foi fundamental para que os Cooperados da Coamo adquirissem confiança nos produtos BioGene e, desde então, sentem-se satisfeitos. 
Os investimentos em híbridos de alta tecnologia, dias de campo com Cooperados e área técnica da Cooperativa são pontos fortes da BioGene, e a interação dos seus representantes comerciais com as áreas técnicas e distribuição da Coamo em mais de 70 entrepostos são fundamentais para a divulgação e escoamento dos produtos. Com a chegada de novos híbridos e tecnologias para as próximas safras, a visão da Coamo é de fortalecimento da parceria alavancando os altos índices de produtividade de seus cooperados.” Eng. Agro. Aquiles de Oliveira Dias – Gerente da Central de Compras COAMO

Natural Verde Agronegócios – Monte Mor/SP
Natural Verde Sul Agronegócios – Taquarivai/SP
“Este ano está completando 4 anos de trabalho com a marca de sementes BioGene e gostaria de expressar aqui a nossa satisfação de estar trabalhando com esta marca, que durante estes anos vem nos apoiando com híbridos de excelente qualidade e de grande produtividade. A cada ano nós estamos crescendo neste mercado muito competitivo.
Gostaria de ressaltar também a parceria que temos com o nosso representante da BioGene, o Sr Renato Barbosa, que tem contribuído demais com o seu apoio comercial e também na parte técnica. Para acultura do milho é muito importante estar presente junto ao produtor desde a hora da venda da semente, no pós-plantio e durante a colheita, trabalho esse que ele tem feito muito bem. Estamos crescendo as vendas de cada produtor! O meu muito obrigado a todos da BioGene!”  Evandro Carlos Duarte de Medeiros – Sócio Proprietário
Global Produtos Agrícolas – Sidrolândia/MS
“Sidrolândia possui uma área de lavoura de aproximadamente 140 mil hectares,  com produtividade média de 90 sc/ha. É uma região de produção com alta tecnologia e agricultores cada vez mais exigentes. Neste sentido, há  um constante crescimento no município em área plantada, tecnologia e produtividade. 
Existem ainda alguns gargalos neste contexto, como o aumento crescente do custo de produção, principalmente com pragas e doenças, pelo uso contínuo de soja verão e milho safrinha, sem a devida rotação de culturas. Outro fator relevante são os preços das commodities cada vez mais baixos, diminuindo a rentabilidade, necessitando cada vez mais uma maior produtividade.
Neste cenário a BioGene vêm de encontro com as expectativas dos produtores trazendo materiais com alto índice de produtividade, com tecnologias adequadas às necessidades de mercado, tornando o preço da semente mais acessível para esta realidade. Ainda é cedo para quaisquer conclusões, mas neste ano que iniciamos a parceria, a BioGene atendeu as necessidades dos produtores, dentro das exigências expostas por este mercado cada dia mais competitivo com relação a novas tecnologias.” Jacob Meeuwis Breure – Proprietário

Raiz Insumos Agrícolas – Jataí/GO
              “Distribuo a marca BioGene no município de Jataí. Trabalho com a BioGene há 6 anos e é notória a evolução da marca neste período. No início a gente trabalhava com apenas um híbrido, o BG7049H. Hoje contamos com 4 híbridos e conseguimos fazer um trabalho bem mais estruturado, com muito mais técnica de recomendação de plantio e tecnologia. São híbridos bem posicionados, responsivos, tolerantes à doenças que é uma característica importante para a nossa região. Percebemos que com essa maliabilidade, com estas opções que temos, a demanda, o pedido por parte do cliente está aumentando. São materiais que são reconhecidos e em termos de perspectivas estamos muito motivados, pois existe uma tendência para o próximo ano de emprego de tecnologia e teremos uma opção a mais para o produtor para que ele possa se posicionar e aplicar tecnologia.
Existe um respeito muito grande pela tradição da marca, nossa equipe do campo sente-se segura em recomendar estes materiais, bem como os produtores pelo que ela já faz em termos de tecnologia para a agricultura no Brasil.” Jorge Mesquita – Sócio Proprietário
Agroprima – Primavera do Leste/MT
                “A Agroprima tem uma parceria há 4 anos com a BioGene, neste sentido se tem um grande trabalho de geração de demanda com produtos de qualidade, produtividade e sanidade ofertados pela BioGene. Nesses anos houve um excelente ganho de share com os produtos (Soja e Milho) da marca BioGene.
Em parceria com a BioGene, esperamos aumentar nossa participação no mercado, levando a nossos clientes as melhores tecnologias para incremento de produtividade, atendendo a expectativa do produtor rural” Adriano Batista e Julio Cesar – Sócios Proprietários Agroprima
As marcas com ®, ™ ou RM são marcas e marcas de serviço da DuPont, Pioneer ou de seus respectivos titulares. © 2015 PHII
Tecnologia de proteção contra insetos Herculex® desenvolvida pela Dow AgroSciences e Pioneer Hi-Bred.
Herculex® e o logo são marcas registradas da Dow AgroSciences LLC. 
LibertyLink® e o logotipo são marcas registradas da Bayer.
Comunicado – Março / 2014
Observou-se redução na suscetibilidade e resistência à proteína Cry1F (tecnologias Herculex® I e OptimumTM IntrasectTM) em populações de Lagarta do Cartucho do Milho (Spodoptera frugiperda). Por favor, entre em contato com o Representante de Vendas de produtos marca BioGene® e informe-se sobre as Melhores Práticas no Manejo Integrado de Pragas.

Fonte: Ass. Imprensa

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Depois de quatro meses de alta, preço do suíno vivo estabiliza

Veja um panorama completo do mercado de suínos em setembro de 2024!

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Foto: Shutterstoke

Desde que as cotações do suíno começaram a subir de forma consistente, em maio deste ano, o setor se perguntava qual seria o teto. Depois de mais de 20% de aumento no preço do suíno vivo, tanto na Bolsa de Belo Horizonte/MG (tabela 1), quanto nas principais praças de comercialização do Brasil (gráfico 1), atingiu-se o maior patamar do ano em meados de agosto/24, se mantendo relativamente estável desde então.

Tabela 1. Preço da Bolsa de suínos Belo Horizonte (BSEMG) em cada semana do ano de 2024 (R$/kg vivo). Na legenda (cores) é possível verificar o destaque para alguns movimentos relevantes do mercado de suíno vivo – Elaborado por Iuri Pinheiro Machado com dados da BSEMG

 

Gráfico 1. Indicador suíno vivo CEPEA/ESALQ (R$/kg) em SP, MG, PR, SC e RS nos último 60 dias úteis, até dia 13/09/2024 (cotação indicada no gráfico) – Fonte: CEPEA

 

A cotação da carcaça suína na Grande São Paulo, ultrapassou a marca dos R$ 13,00 em setembro/24 (gráfico 2), algo que só ocorreu em novembro de 2020 (gráfico 3)

Gráfico 2. Preço médio mensal da carcaça suína especial em São Paulo (R$/kg) nos último 2 anos, até dia 13/09/2024 (cotação indicada no gráfico). Fonte: CEPEA.

Gráfico 3. Preço médio mensal da carcaça suína especial no atacado da Grande São Paulo (R$/kg) de 2020 até agosto de 2024. Fonte: CEPE-Esalq/USP

 

Certamente, uma das explicações para o preço do suíno atingir este teto momentâneo é a competitividade em relação às outras proteínas, com o preço da carcaça suína se aproximando da bovina e se afastando da de frango (tabela 2). Na referida tabela observa-se que a menor competitividade em preço no ano foi atingida em agosto/24 e nas primeiras semanas de setembro/24.

Tabela 2. Spread em porcento (R$/kg de carcaça) do boi em relação ao suíno, e do suíno em relação ao frango resfriado em São Paulo em 2021, 2022, 2023 e de janeiro a setembro de 2024 e no dia 13/09/24. Dados de setembro/24 até dia 13/09. – Elaborado por Iuri Pinheiro Machado com dados do CEPEA

O IBGE publicou em 05 de setembro os dados completos de abate do segundo trimestre/24, reforçando, no acumulado do 1° semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, a estabilidade na produção e disponibilidade interna das carnes de frango e suína e destacando a alta oferta de carne bovina (tabela 3). Na referida tabela a projeção de consumo per capita nos primeiros 6 meses do ano representa um aumento de 6,5% no consumo somado das três carnes, sendo quase praticamente todo este incremento se deve somente à carne bovina. Ou seja, o brasileiro está comendo 6 kg a mais de carne bovina no ano, sem diminuir o consumo das demais carnes.

Tabela 3. Produção brasileira, exportação e disponibilidade interna mensais (em toneladas) das três carnes no primeiro semestre de 2023 e 2024. Volumes de exportação líquidos (descontados volumes importados). Consumo per capita ano projetado p/2024 sobre a mesma população do ano passado. – Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE e Secex.

Analisando exclusivamente o mercado de carne suína, se por um lado houve estabilização da produção, com crescimento insignificante do abate no 1° semestre em relação ao mesmo período do ano passado e retração em relação ao segundo semestre de 2023 (tabela 4 e 5), as exportações no acumulado do ano, até agosto/24, continuam superando os volumes do ano passado (tabela 6), com quase 5% a mais de embarques de carne suína in natura, sendo que, pela primeira vez na história, dois meses consecutivos (julho e agosto/24) ultrapassaram a marca de 100 mil toneladas de carne in natura exportadas.

Tabela 4. Abate semestral de 2015 e 2024 em cabeças e em toneladas de carcaças de suínos e evolução percentual em relação ao semestre anterior e o mesmo semestre do ano anterior. – Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE.

Tabela 5. Abate do 1°  semestre de 2024 e 2023 por estado, em cabeças e toneladas de carcaças e diferença entre um período e outro. – Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE.

 

Tabela 6. Volumes exportados de carne suína brasileira in natura (em toneladas), mês a mês, em 2021, 2022, 2023 e 2024 e comparativo percentual de 2024 (de janeiro a agosto) com o mesmo período do ano passado. – Elaborado por Iuri P. Machado, com dados da Secex.

O mercado chinês e Hong Kong continuam em retração, enquanto Filipinas, Chile, Singapura, Japão, México e Coreia do Sul mais que compensam esta queda (tabelas 7 e 8), seguindo o tão esperado processo de pulverização das exportações.

Tabela 7. Principais destinos da carne suína brasileira in natura exportada entre janeiro e agosto de 2024, comparado com o mesmo período de 2023, com valor em dólar (FOB). Ordem dos países estabelecida sobre volumes de 2024. – Elaborado por Iuri P. Machado, com dados da Secex.

Tabela 8. Principais destinos da carne suína brasileira in natura exportada em agosto de 2024, com valor em dólar (FOB). – Elaborado por Iuri P. Machado com dados da Secex

A pergunta do momento é: “será que o último trimestre apresentará um novo patamar de preço, acima do que estamos vendo neste 3° trimestre?”

Ainda é cedo para responder a esta pergunta de forma categórica, mas, se analisarmos o histórico dos últimos 9 anos (gráfico 4), sempre o preço médio do suíno no 4° trimestre supera o preço médio do terceiro trimestre.

Gráfico 4. Preço em R$/kg de carcaça suína especial na Grande São Paulo, média trimestral, de 2015 até 2024, sem correção inflacionária. No gráfico está marcado (em pontilhado vermelho) o crescimento do preço do quarto trimestre em relação ao terceiro, em todos os anos. *média do terceiro trimestre de 2024 até o dia 13*09*2024. – Elaborado por Iuri P. Machado com dados do CEPEA

Resta saber se os demais fatores contribuirão para que esta alta se repita no final de 2024. Exportações de carne suína em bom ritmo e carcaça bovina em alta (melhorando a competitividade da carne suína) são favoráveis à concretização deste novo ciclo de elevação de preço no fim de ano, mas é a relação oferta e procura da carne suína o maior determinante. Como não se espera crescimento expressivo da produção de suínos nos próximos meses e o mercado consumidor doméstico, com desemprego em baixa e a entrada do 13° salário, deve manter o viés de alta, especialmente nos meses de novembro e dezembro.

Milho sobe após a colheita, mas relação de troca está muito favorável ao suinocultor

O custo dos principais insumos, principalmente o milho (gráfico 5), cuja segunda safra se encerrou, teve alta nas últimas semanas, mas não na mesma intensidade da alta do preço do suíno. Da mesma forma, o farelo de soja tem se mantido estável. Este comportamento do mercado resultou em um momento de melhor relação de troca do suíno com o mix de milho e farelo de soja (gráfico 6).

Gráfico 5. Preço do milho (R$/SC 60kg) em Campitas(SP), nos últimos 24 meses, até dia 13/09/24. – Fonte: CEPEA

 

Gráfico 6. Relação de troca suíno : mix milho + farelo de soja (R$/kg) em São Paulo, de julho/21 a set/24.
Composição do mix: para cada quilograma de mix são 740g de milho e 260g de farelo de soja por quilograma de mix – *média de setembro/24 até dia 13/09 – Elaborado por Iuri P. Machado com dados do CEPEA – preços estado de São Paulo

Segundo o levantamento mensal de custos da Embrapa, cruzando com dados de preço do suíno do CEPEA (tabela 9), o mês de agosto foi o melhor dos últimos anos em termos de margens financeiras para o produtor nos três estados do Sul.

Tabela 9. Custos totais (ciclo completo), preço de venda e lucro/prejuízo estimados nos três estados do Sul (R$/kg suíno vivo vendido), em 2023 e de janeiro a agosto de 2024. – Elaborado por Iuri P. Machado com dados: Embrapa (custos) e Cepea (preço).

Ainda é cedo para projetar a safra 2024/25. O plantio do milho 1ª safra (verão) já foi iniciado nos estados ao Sul. Segundo a consultoria MBagro, por enquanto há pouca informação disponível. O plantio da soja, embora já autorizado para início de setembro, avança a partir de meados do mês. O clima mostra precipitações no Brasil restritas aos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Amazonas, mas com baixos acumulados. No restante do país o tempo seco e com temperaturas acima da média prevalece, mas está dentro do calendário normal. Segundo a mesma consultoria até o momento não há comprometimento da safra verão ou perspectiva de que o plantio da segunda safra fique fora da janela ideal.

Considerações finais

Para Marcelo Lopes, presidente da ABCS, “Com o mercado externo e doméstico aquecidos, a suinocultura brasileira consolida margens positivas e se prepara para o período historicamente mais favorável, o último trimestre. Todas as atenções ficam por conta do plantio da safra 2024/25 que, conforme o clima pode colocar pressão sobre os custos de produção”, finaliza.

Fonte: Assessoria ABCS
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Centro de inteligência e mercado em aquicultura chega aos cinco anos

Iniciativa da Embrapa e de parceiros reúne dados e informações do setor.

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Foto: Arquivo/OPR

Neste mês de setembro, o Centro de Inteligência e Mercado em Aquicultura (CIAqui), coordenado pela Embrapa, completa cinco anos. Num mesmo espaço digital (https://www.embrapa.br/cim-centro-de-inteligencia-e-mercado-em-aquicultura), os usuários podem acessar diferentes tipos de dados e informações dessa cadeia produtiva de valor que cresce a cada ano. Mesmo ainda longe de transformar todo o seu potencial aquícola em realidade, o Brasil vem aprimorando a atividade. Disponibilizar conteúdos de maneira organizada e constante ajuda no crescimento da aquicultura nacional.

Manoel Pedroza é pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO) na área de economia aquícola e coordena o centro, que vem evoluindo com o tempo. “Ao longo desses cinco anos, o CIAqui incorporou novos painéis de dados, tais como cotações de alevinos e filés de peixe, infomapas, custos de produção de tilápia e novos dados de produção. Além disso, passou por mudanças no seu design, o tornando mais funcional. Atualmente, o centro conta com uma média de 1.500 acessos por mês, por pessoas de todo o Brasil e também do exterior”, explica.

Um dos principais produtos disponibilizados é o Informe de Comércio Exterior da Piscicultura, editado a cada trimestre. Desde 2020, ele divulga números e outros conteúdos sobre as movimentações do Brasil na venda e na compra de produtos do setor, com natural destaque para a tilápia, principal espécie tanto na produção como na exportação nacionais. A próxima edição do boletim (de número 19) sairá em outubro, compreendendo o terceiro trimestre de 2024. Segundo Manoel, o informativo é “utilizado por diversos atores da cadeia produtiva. Os
dados de exportações apresentados também podem ser acessados de forma interativa por meio dos painéis do CIAqui”.

Uma das pessoas que costuma acessar o centro é Rui Donizete Teixeira, chefe de divisão do Departamento de Indústria do Pescado (DIP) do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). “Geralmente, tem sido utilizado como consulta para auxiliar em levantamento estatístico de
balança comercial do pescado. Com os dados obtidos, tenho feito comparação com outras fontes de informações, gerando material para auxiliar nas políticas públicas do departamento”, relata.

Confiabilidade e melhorias – Rui elogia a iniciativa de construção do CIAqui: “a base para se fazer gestão pública e governança de uma cadeia produtiva inicia com informações confiáveis. Portanto, a consulta a um site confiável, como o CIAqui, oriundo de uma instituição conceituada e de referência como a Embrapa, nos tranquiliza quanto aos dados disponibilizados”.

Entre os tipos de conteúdos disponíveis, estão a produção nacional por ano, cotações e custos de produção. Para os próximos meses, uma novidade está sendo preparada: “em breve, lançaremos um aplicativo voltado especificamente para dados de comércio exterior da
piscicultura. Além disso, pretendemos implementar novas parcerias com instituições e empresas visando a levantar e disponibilizar novos ndados e estudos. A implementação da versão em inglês é outra melhoria prevista para o CIAqui”, adianta Manoel.

Os parceiros da Embrapa nesse trabalho são o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), as secretarias estaduais da Agricultura e Pecuária (Seagro) e da Aquicultura e Pesca (Sepea) do Tocantins, além dos ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e
Pecuária (Mapa).

Fonte: Assessoria Embrapa Pesca e Aquicultura
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Frísia é uma das maiores organizações do Brasil

Informação foi apresentada na edição especial Valor 1.000, elaborado pelo jornal Valor Econômico.

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Unidade de recebimento de grãos Frísia em Carambeí (PR) - Foto: Divulgação/Arquivo Frísia

A Frísia, com presença nos estados do Paraná e Tocantins, é uma das maiores organizações do Brasil. A cooperativa está na posição 198 de 1.000 empresas ranqueadas na edição especial Valor 1.000, elaborada pelo jornal Valor Econômico. Já na região Sul, a Frísia está alocada na 40ª posição.

O faturamento da cooperativa em 2023, ano de análise da edição, foi de R$ 6,45 bilhões. Ano passado, a Frísia produziu 334,7 milhões de litros de leite, crescimento de quase 7% sobre o período anterior.

A produtividade média diária dos cooperados saltou de 3.342 litros para 3.680 litros. Em relação a grãos, as unidades operacionais do Paraná e Tocantins receberam, em conjunto, mais de um milhão de toneladas, sendo 818.066 toneladas no Paraná e 186.143 toneladas no Tocantins.

O caderno especial tem a parceria do Serasa Experian e do Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGVcef).

A análise é baseada em dados contábeis e financeiros públicos ou fornecidos pelas empresas para avaliar os diferentes aspectos de negócios.

Fonte: Assessoria Frísia
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IFC

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