Conectado com

Notícias

BioGene® e distribuição: parcerias de sucesso

Publicado em

em

Na construção do seu caminho no agronegócio brasileiro a BioGene tem por objetivo trazer produtos de qualidade com alta performance e que atendam as mais variadas necessidades do agricultor. Dentro desta dinâmica, entendendo que toda atividade econômica precisa ser sustentável e otimizada em 100% da sua rentabilidade, a BioGene tem em seus parceiros comerciais e rede de distribuição o principal elo entre as soluções levadas pelos nossos produtos e serviços, gerando ótimos resultados no campo. Os parceiros comerciais conhecem a realidade de cada área e possuem um excelente relacionamento com seus clientes permitindo, assim, soluções criativas e de longo prazo para todos os envolvidos na atividade agrícola.

Veja abaixo depoimentos de nossos parceiros comerciais que mostram que, através do excelente trabalhado realizado pelos nossos parceiros comerciais, a BioGene está preparada para entregar um pacote de soluções efetivas aos nossos agricultores em todo o Brasil, com o desenvolvimento e evolução constante de produtos e serviços.

Distribuidora Frei Bruno – Rio do Sul / SC

              “A parceria Frei Bruno + BioGene teve seu início desde o surgimento da marca, fomos os pioneiros e acreditamos na empresa mesmo quando a BioGene iniciou com apenas um único híbrido e atualmente já possui um excelente portfólio. Atuamos como distribuidor exclusivo da BioGene para toda a região do Alto Vale do Itajaí, contamos com uma equipe técnica e juntamente com a atuação do representante estamos conseguindo levar ao campo informações principalmente sobre o posicionamento de produto e práticas de manejo assim estamos colhendo excelentes resultados. Ainda há muito a ser feito e com esse intuito estamos focado em continuarmos estreitando cada vez mais à nossa parceria.”  Gustavo Ferrari – Sócio Proprietário

Coamo Agroindustrial Cooperativa – Campo Mourão / PR 

“A Coamo Agroindustrial Cooperativa, desde sua fundação em 28/11/1970 em Campo Mourão – região Centro-Oeste do Paraná, sempre prezou por parcerias fortes e duradouras. Com o grupo Dupont Pioneer não foi diferente. A Coamo é parceira do grupo há anos e, em 2008, iniciou uma nova parceria com o grupo através da marca BioGene. As primeiras atividades desta parceria iniciou com o milho da safrinha 2009, sendo o primeiro negócio consolidado em 23/12/2008. 
A busca incessante por melhorias tecnológicas para o desenvolvimento do seu quadro social aliada a parceria com a BioGene foi fundamental para que os Cooperados da Coamo adquirissem confiança nos produtos BioGene e, desde então, sentem-se satisfeitos. 
Os investimentos em híbridos de alta tecnologia, dias de campo com Cooperados e área técnica da Cooperativa são pontos fortes da BioGene, e a interação dos seus representantes comerciais com as áreas técnicas e distribuição da Coamo em mais de 70 entrepostos são fundamentais para a divulgação e escoamento dos produtos. Com a chegada de novos híbridos e tecnologias para as próximas safras, a visão da Coamo é de fortalecimento da parceria alavancando os altos índices de produtividade de seus cooperados.” Eng. Agro. Aquiles de Oliveira Dias – Gerente da Central de Compras COAMO

Natural Verde Agronegócios – Monte Mor/SP
Natural Verde Sul Agronegócios – Taquarivai/SP
“Este ano está completando 4 anos de trabalho com a marca de sementes BioGene e gostaria de expressar aqui a nossa satisfação de estar trabalhando com esta marca, que durante estes anos vem nos apoiando com híbridos de excelente qualidade e de grande produtividade. A cada ano nós estamos crescendo neste mercado muito competitivo.
Gostaria de ressaltar também a parceria que temos com o nosso representante da BioGene, o Sr Renato Barbosa, que tem contribuído demais com o seu apoio comercial e também na parte técnica. Para acultura do milho é muito importante estar presente junto ao produtor desde a hora da venda da semente, no pós-plantio e durante a colheita, trabalho esse que ele tem feito muito bem. Estamos crescendo as vendas de cada produtor! O meu muito obrigado a todos da BioGene!”  Evandro Carlos Duarte de Medeiros – Sócio Proprietário
Global Produtos Agrícolas – Sidrolândia/MS
“Sidrolândia possui uma área de lavoura de aproximadamente 140 mil hectares,  com produtividade média de 90 sc/ha. É uma região de produção com alta tecnologia e agricultores cada vez mais exigentes. Neste sentido, há  um constante crescimento no município em área plantada, tecnologia e produtividade. 
Existem ainda alguns gargalos neste contexto, como o aumento crescente do custo de produção, principalmente com pragas e doenças, pelo uso contínuo de soja verão e milho safrinha, sem a devida rotação de culturas. Outro fator relevante são os preços das commodities cada vez mais baixos, diminuindo a rentabilidade, necessitando cada vez mais uma maior produtividade.
Neste cenário a BioGene vêm de encontro com as expectativas dos produtores trazendo materiais com alto índice de produtividade, com tecnologias adequadas às necessidades de mercado, tornando o preço da semente mais acessível para esta realidade. Ainda é cedo para quaisquer conclusões, mas neste ano que iniciamos a parceria, a BioGene atendeu as necessidades dos produtores, dentro das exigências expostas por este mercado cada dia mais competitivo com relação a novas tecnologias.” Jacob Meeuwis Breure – Proprietário

Raiz Insumos Agrícolas – Jataí/GO
              “Distribuo a marca BioGene no município de Jataí. Trabalho com a BioGene há 6 anos e é notória a evolução da marca neste período. No início a gente trabalhava com apenas um híbrido, o BG7049H. Hoje contamos com 4 híbridos e conseguimos fazer um trabalho bem mais estruturado, com muito mais técnica de recomendação de plantio e tecnologia. São híbridos bem posicionados, responsivos, tolerantes à doenças que é uma característica importante para a nossa região. Percebemos que com essa maliabilidade, com estas opções que temos, a demanda, o pedido por parte do cliente está aumentando. São materiais que são reconhecidos e em termos de perspectivas estamos muito motivados, pois existe uma tendência para o próximo ano de emprego de tecnologia e teremos uma opção a mais para o produtor para que ele possa se posicionar e aplicar tecnologia.
Existe um respeito muito grande pela tradição da marca, nossa equipe do campo sente-se segura em recomendar estes materiais, bem como os produtores pelo que ela já faz em termos de tecnologia para a agricultura no Brasil.” Jorge Mesquita – Sócio Proprietário
Agroprima – Primavera do Leste/MT
                “A Agroprima tem uma parceria há 4 anos com a BioGene, neste sentido se tem um grande trabalho de geração de demanda com produtos de qualidade, produtividade e sanidade ofertados pela BioGene. Nesses anos houve um excelente ganho de share com os produtos (Soja e Milho) da marca BioGene.
Em parceria com a BioGene, esperamos aumentar nossa participação no mercado, levando a nossos clientes as melhores tecnologias para incremento de produtividade, atendendo a expectativa do produtor rural” Adriano Batista e Julio Cesar – Sócios Proprietários Agroprima
As marcas com ®, ™ ou RM são marcas e marcas de serviço da DuPont, Pioneer ou de seus respectivos titulares. © 2015 PHII
Tecnologia de proteção contra insetos Herculex® desenvolvida pela Dow AgroSciences e Pioneer Hi-Bred.
Herculex® e o logo são marcas registradas da Dow AgroSciences LLC. 
LibertyLink® e o logotipo são marcas registradas da Bayer.
Comunicado – Março / 2014
Observou-se redução na suscetibilidade e resistência à proteína Cry1F (tecnologias Herculex® I e OptimumTM IntrasectTM) em populações de Lagarta do Cartucho do Milho (Spodoptera frugiperda). Por favor, entre em contato com o Representante de Vendas de produtos marca BioGene® e informe-se sobre as Melhores Práticas no Manejo Integrado de Pragas.

Fonte: Ass. Imprensa

Continue Lendo

Notícias

ASBRAM debate a proteção de margens diante das guerras e do câmbio, a solidez da pecuária e o avanço do DDG

Empresas de suplementação mineral comemoram o panorama positivo para a carne bovina, apontam que o DDG vai mudar a alimentação dos rebanhos e reforçam a necessidade de lutar contra a volatilidade.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

É um mercado francamente positivo para a produção de carne bovina brasileira. Preço do bezerro subindo, produção de carne estimada em onze milhões de toneladas, 42,7 milhões de cabeças abatidas em um ano, confinamento em alta, exportação para 140 países e 1,5 milhão de cabeças de gado vivo embarcadas ao exterior. Mas no meio do caminho apareceu uma guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O que coloca em risco embarques brasileiros de carnes e grãos, alta do dólar, as importações de fertilizantes e óleo diesel, e a inflação de preços causada pela logística do petróleo internacional.

“A ureia e o fosfato não subiram tanto, mas estão subindo. Assim como o dólar, que avançou lentamente. Entretanto, o Real resiste bravamente, o Brasil vende muito petróleo, há muito óleo no mercado e ele já esteve mais caro no passado. Não estamos tão mal na fita. Por enquanto. É que os preços gerais dependem da recuperação de vários bombardeios a estações de produção e refinarias em países do Oriente Médio”, analisa Felippe Cauê Serigati, Professor da área de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGVAgro) e responsável pelo Painel de Comercialização da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementação Mineral (ASBRAM). “Efetivamente, o Brasil está mais preparado para enfrentar essa crise. Temos mais lastro do que antigamente”, reitera Rodrigo Miguel, Presidente da entidade.

Os dois participaram da reunião mensal da Associação realizada em março, que também examinou a crescimento vertiginoso da produção de etanol do milho e da consequente oferta de DDG (Dried Distillers Grains – Grãos Secos de Destilaria), um derivado de alto valor proteico e importante na mistura da alimentação oferecida aos rebanhos. “É um novo mercado que surgiu. Os Estados Unidos produziram 400 milhões de toneladas de milho e hoje usam 37% para produzir etanol. E ainda exportam para vários países, como México e Coreia do Sul. No Brasil, a corrida iniciou em 2017 e atualmente esmagamos 22,2 milhões de toneladas de milho. Em quatro anos, chegaremos a 54 milhões de toneladas”, informa Alcides Torres, da Scot Consultoria.

O especialista ainda diz que metade da produção nacional de etanol virá do milho. Hoje, são 26 usinas operando, quinze em construção e 14 em planejamento. Que já exportaram oitocentas mil toneladas de DDG no ano passado, para países como Turquia, Vietnam, Nova Zelândia e Espanha. “Mas boa parte de 16 milhões de toneladas do resíduo vai para as dietas de animais como os bovinos. Assim, contribuímos ainda mais com a sustentabilidade da pecuária, usando dejetos como alimentos de qualidade”, destaca.

“O DDG pode mesmo alterar o panorama da suplementação mineral na pecuária brasileira. O que, hoje, alteraria as dietas de mais de 65 milhões de cabeças. Com possibilidades de aumentar o número de animais que utilizam efetivamente a suplementação mineral como investimento na produção de uma carcaça de qualidade”, adiciona Felippe Serigati.

É um impacto importante para uma cadeia que vem avançando significativamente. A estabilização da moeda e o ‘Boi China’ profissionalizaram a produção, com animais precoces e mais pesados. Exportamos 40% da nossa produção em 2025. E o mundo está pagando mais em dólar e comprando mais. “E aqui dentro do nosso país, o consumo vem crescendo. Já são 32 quilos por habitante na média. Isso com o preço da carne subindo. O que significa que tem gente comprando. Pagando tão bem quanto a carne vendida lá fora. Carne é chamariz para o nosso supermercado”.

Mas os atores da cadeia produtiva precisam ficar atentos às turbulências provocadas pela guerra e ainda o ano de eleições para governos estaduais e Presidência da República. “Devemos ter um mercado instável dentro e fora do país. E o agro tem uma exposição cambial estrutural para fertilizantes, preços das commodity e máquinas, com impacto na margem das empresas. “O principal defeito das empresas é a ausência de política cambial definida. Não é para serem reativas e tentar prever o dólar. E, sim, gerir uma possível exposição. E a proteção precisa estar alinhada à estratégia da empresa. Diagnosticar, estruturar a proteção e monitorar. É uma luta contra a volatilidade”, explica Álvaro Rochefeller sócio fundador da VMB invest, credenciada à XP. “Assim, a empresa consegue prever melhor a margem, formar preços mais atraentes e ter menos imprevisibilidade nos resultados. As empresas têm que comprar muito e vender muito. E ter foco nos serviços, na política de câmbio. Margem não pode depender do mercado. Uma falha pode significar um prejuízo de R$ 30 mil em uma operação de US$ 1 milhão. No mundo gigantesco do agro, é muito dinheiro”, reforçou Enzo Pereira, Especialista em Câmbio da VMB invest.

Felippe Serigati ainda enfatizou que o Brasil cresceu 2,3% em 2025, puxado pelo agronegócio. E que não teremos crise em 2026, mas a economia vai puxar o freio. Assim como o segmento, perto de 0,85. Já a inflação seguirá caindo, com câmbio e grãos puxando para baixo. “A taxa de juros deve terminar o ano em dois dígitos, seja qual for o valor. Por causa do calor dos serviços e do desemprego em baixa. Mas não será nenhum ‘fim de mundo’. Já em 2027 o ajuste das contas terá que marcar presença forte”, analisa.

“Vamos acompanhar a aceleração da demanda pela nossa carne. Trabalhando bastante. Temos informações técnicas e materiais para auxiliar os pecuaristas. Falamos a língua deles”, aponta Leonardo Matsuda, Vice-Presidente da ASBRAM. “Tratamos de sustentabilidade, correta suplementação da pecuária e muitas campanhas. Evolução do agro, carne, leite, qualidade da nutrição e responsabilidade com a origem do alimento. Modernidade e dinamismo são nossos pilares”, finaliza Rodrigo Miguel.

Fonte: Assessoria ASBRAM
Continue Lendo

Notícias

Santa Catarina lança Coopera Agro SC e libera até R$ 1 bilhão em crédito para produtores

Programa oferece juros fixos, carência de dois anos e prazo de até oito anos para impulsionar investimentos em suínos e aves integrados a cooperativas e agroindústrias.

Publicado em

em

Anúncio foi feito pelo governador Jorginho Mello durante a abertura da ExpoCampos 2026, em Campos Novos - Fotos: Leo Munhoz/Secom GOVSC

Mais crédito, menos custo e mais tempo para investir. É com essa lógica que o Governo de Santa Catarina lançou o Programa Coopera Agro SC, que vai fomentar até R$ 1 bilhão em financiamentos destinados para produtores rurais de suínos e aves integrados às cooperativas e agroindústrias. Esse é um dos maiores programas estaduais do país de financiamento para o agronegócio, no setor de proteína animal. O lançamento foi realizado pelo governador Jorginho Mello nesse sábado, 28, na abertura da 19ª ExpoCampos 2026, em Campos Novos.

O Coopera Agro SC tem potencial de gerar até R$ 26 bilhões em impacto econômico, criar cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos e beneficiar mais de 120 mil produtores rurais em Santa Catarina. Os financiamentos terão taxa de juros fixa de 9% ao ano, dois anos de carência e oito anos para quitação.

“O Coopera Agro SC chegou para destravar investimentos, gerar oportunidades e fortalecer o agronegócio, que é um dos pilares da nossa economia. Vamos alavancar e estimular projetos que trarão retorno com mais renda e geração de empregos para esse setor tão importante, que leva a proteína animal para mais de 150 países”, destacou o governador Jorginho Mello.

Instituído pela Lei nº 19.666 e sancionado pelo governador Jorginho Mello em dezembro de 2025, o programa é coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) e operacionalizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a construção teve participação efetiva da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan). O objetivo é ampliar a competitividade do campo, destravar investimentos e promover desenvolvimento sustentável em todas as regiões catarinenses.

Os financiamentos serão destinados prioritariamente a projetos de infraestrutura de produção, gestão hídrica e melhoria da eficiência produtiva; modernização tecnológica e automação; sustentabilidade ambiental e redução de emissões e produção de insumos estratégicos para o agronegócio catarinense.

“O programa oferece condições reais para que os produtores, cooperativas e agroindústrias possam investir e crescer. É resultado de um intenso estudo do Governo do Estado para atender na ponta as reais necessidades da cadeia de proteína animal”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort.

Produtores

O Coopera Agro SC vai possibilitar a expansão pra muita gente. Sonhos vão poder sair do papel, como os do produtor rural Eduardo Elias Port, da cidade de Concórdia. Ele e a família criam suínos, na fase de terminação (próximo ao abate). O pensamento é usar o possível financiamento para aumentar a produção e trazer mais tecnologia nos equipamentos da granja. Mas, para ele, outro fator importante da iniciativa do Governo é possibilitar a sucessão familiar, afastando a necessidade do jovem abandonar o campo em busca de emprego nas grandes cidades.

“Eu acredito que é fundamental, até pelo fato do jovem hoje não estar querendo ficar muito no campo, né? Então, o governo colocando novas linhas, eu acredito que ajudaria muito ao jovem ficar na propriedade também”, avalia o jovem produtor.

Ainda em Concórdia, o produtor rural Anselmo Antônio Ludea tem criação de aves e porcos. Depois de quarenta anos de trabalho, ele produz hoje 90 mil frangos, 7,5 mil suínos, além do milho que planta em cerca de 30 hectares. Tudo conquistado com muito suor e financiamentos diversos, mas que hoje em dia cobram juros altos e adiaram o sonho da expansão. Com a chegada do Coopera Agro SC, a intenção é voltar a expandir o negócio.

“Eu acho que vem em boa hora porque assim eu tinha um projeto para cinco aviários, era para ser feito ano passado, 2025. Não viabilizou por causa do juro muito alto, não dá viabilidade, então a gente deu um passo para trás e parou. Agora com essa nova modalidade, eu acho que a gente vai refazer as contas e acredito que seja viável. Isso aumentaria duas vezes ou mais do que eu tenho, porque seria 250 mil aves que iriam nesses cinco aviários”, comemora Anselmo.

Operacionalização

A operacionalização financeira será conduzida em parceria entre o Governo do Estado e BRDE, por meio da aquisição de Letras Financeiras com prazo de 10 anos. Os recursos serão viabilizados por meio de subprogramas de crédito operados pelo BRDE, com aporte de até R$ 200 milhões do Estado e até R$ 800 milhões do setor privado, inclusive com a possibilidade de utilização de créditos acumulados de ICMS.

O programa é constituído por um Comitê Gestor do Programa Coopera Agro SC, com representantes da Sape, da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e do BRDE, responsável por acompanhar a execução do programa, monitorar resultados e propor aperfeiçoamentos. Para acessar o programa, os produtores devem entrar em contato com as cooperativas ou agroindústrias às quais estão integrados.

Trabalho integrado

O Programa contou com a Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), que teve papel central na concepção, coordenação e estruturação da iniciativa. Por meio do Escritório de Projetos de Santa Catarina (Eproj), contribuiu diretamente na elaboração do projeto, na modelagem da solução e também na construção dos instrumentos legais necessários à sua viabilização, incluindo a minuta da Lei e do Decreto que darão sustentação normativa à ação. O resultado é um programa robusto, com elevada segurança jurídica, modelo operacional simplificado e forte capacidade de replicação, posicionando Santa Catarina como referência nacional em políticas públicas inovadoras voltadas ao agronegócio.

Fonte: Assessoria Secom GOVSC
Continue Lendo

Notícias

Produção de ração animal deve atingir 97 milhões de toneladas em 2026

Após crescimento superior a 3% em 2025, o setor acompanha a recuperação das cadeias de proteína animal e o aumento da demanda nacional e internacional.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) confirma o crescimento do setor em 2025, acompanhando a recuperação das cadeias de proteína animal e a melhora nas condições de custo dos principais insumos. A produção nacional de rações e suplementos atingiu cerca de 94 milhões de toneladas, avanço superior a 3% em relação às 91 milhões de toneladas registradas em 2024.

Para 2026, a projeção do setor aponta para 97 milhões de toneladas, consolidando um ciclo de expansão moderada, sustentado pela intensificação da produção pecuária e pelo aumento da demanda por proteína animal no Brasil e no exterior.

Foto: Divulgação/Arquivo OP Rural

“Após um período de maior volatilidade, especialmente associado aos custos de grãos e ao ambiente macroeconômico, o setor voltou a apresentar crescimento consistente. A cadeia de alimentação animal segue o desempenho da produção pecuária e aquícola no país”, afirma Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações.

Entre os segmentos que mais consomem ração, a avicultura de corte manteve crescimento consistente. A produção passou de 36,9 milhões de toneladas em 2024 para 37,85 milhões em 2025, alta de 2,5%. O desempenho acompanha o aumento do abate de frangos, que cresceu 3,1% no ano, segundo dados preliminares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2026, a expectativa é de que o consumo de ração no segmento chegue a 39,1 milhões de toneladas, impulsionado principalmente pelas exportações.

A produção de ovos também segue em expansão e tem ampliado a demanda por nutrição animal. A produção de ração para poedeiras comerciais avançou de 7,18 milhões de toneladas em 2024 para 7,43 milhões em 2025, crescimento de 3,5%. No mesmo período, a produção nacional de ovos aumentou 5,6%, refletindo a ampliação do consumo doméstico. Para 2026, a projeção é de 7,73 milhões de toneladas.

Na suinocultura, a demanda por ração apresentou recuperação gradual após um período de maior volatilidade no setor. O consumo passou de 21,6 milhões de toneladas em 2024 para 22,5 milhões em 2025, alta de 4,2%. O abate de suínos cresceu 4,3% no ano, sinalizando retomada da produção. Para 2026, a previsão é de 23,1 milhões de toneladas de ração destinadas à atividade.

A bovinocultura de corte foi um dos destaques do ano, impulsionada pela expansão do confinamento no país. A produção de ração destinada ao segmento avançou de 7,22 milhões de toneladas em 2024 para 7,76 milhões em 2025, crescimento de 7,5%. O abate de bovinos aumentou 8,2%, segundo o IBGE.

Dados do Censo do Confinamento, elaborado pelo Cepea/Esalq/USP, indicam que o número de animais confinados saltou de 7,96 milhões de cabeças em 2024 para 9,25 milhões em 2025, expansão de 16%. Para 2026, o volume pode se aproximar de 10 milhões de cabeças, o que tende a ampliar ainda mais o consumo de ração no segmento.

“O avanço do confinamento é um dos fatores estruturais mais relevantes para o crescimento da indústria de alimentação animal. À medida que a pecuária brasileira se intensifica, a nutrição passa a desempenhar papel cada vez mais estratégico para ganhos de produtividade e eficiência”, destaca Zani.

Apesar do cenário positivo, o setor acompanha com cautela os desdobramentos do comércio internacional, especialmente após a aplicação de salvaguardas pela China às importações de carne bovina, com cota anual de cerca de 1,1 milhão de toneladas e tarifas adicionais para volumes excedentes.

Na pecuária leiteira, a demanda por ração também cresceu de forma expressiva. O consumo passou de 7,1 milhões de toneladas em 2024 para 7,66 milhões em 2025, alta de 7,9%. De acordo com dados preliminares do IBGE, a aquisição formal de leite aumentou 8% no período, indicando recuperação da produção. Para 2026, a expectativa é de 7,9 milhões de toneladas de ração.

O mercado de alimentos para cães e gatos manteve expansão mais moderada, porém consistente. A produção passou de 4,01 milhões de toneladas em 2024 para 4,04 milhões em 2025, com projeção de 4,15 milhões de toneladas em 2026. O crescimento tem sido impulsionado pela maior preocupação dos tutores com nutrição, saúde e bem-estar dos animais de estimação, além da expansão de canais digitais de venda.

“A humanização dos pets tem impulsionado a evolução do mercado, com maior demanda por produtos nutricionalmente mais completos, formulações especializadas e soluções voltadas à saúde e longevidade dos animais”, acrescenta o CEO do Sindirações.

Já a aquicultura segue entre os segmentos mais dinâmicos da cadeia. A produção de ração avançou de 1,79 milhão de toneladas em 2024 para 1,9 milhão em 2025, crescimento de 5,3%. A piscicultura brasileira já ultrapassa 1 milhão de toneladas de peixes cultivados, com predominância da tilápia.

Para 2026, a previsão é que a produção de ração para aquicultura se aproxime de 2 milhões de toneladas, impulsionada pelo aumento das exportações, pelo crescimento do consumo interno de pescado e pelos avanços tecnológicos na produção.

“O triênio 2024–2026 confirma uma trajetória de expansão gradual da indústria de alimentação animal, sustentada pela evolução simultânea das cadeias de proteína animal. No entanto, fatores geopolíticos e comerciais tendem a exercer influência crescente sobre o ambiente de negócios do setor”, conclui Zani.

Fonte: Assessoria Sindirações
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.