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Beneficiários do Pronamp têm taxa de juros menor para projetos de baixo carbono

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Os produtores beneficiários do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) poderão obter financiamentos via Programa ABC, linha de crédito do Plano Agricultura de Baixo Carbono, com taxas de juros de 4,5% ao ano, inferiores que as vigentes para este programa, de 5% ao ano, de acordo com a Resolução 4.286, do Banco Central.
A Resolução ajustou as normas gerais do crédito rural e programas amparados por recursos do BNDES. Segundo o coordenador do Observatório ABC, Angelo Gurgel, esta redução permite uma maior competitividade do Programa ABC. “O custo do financiamento é uma das principais variáveis consideradas pelo produtor na hora de escolher a linha de crédito. A redução desse custo, de 5% para 4,5%, atende a uma das principais recomendações do Observatório ABC. Com esta diminuição, no caso dos beneficiários do Pronamp, o Programa ABC torna-se mais atrativo ao médio produtor rural, aumentando o potencial de adesão ao programa para uma parcela importante dos produtores brasileiros”, afirmou Gurgel.
O objetivo do Pronamp é promover o desenvolvimento das atividades dos médios produtores rurais, proporcionando o aumento da renda e a geração de empregos no campo. Entre os itens financiáveis estão: obras de irrigação, drenagem, proteção e recuperação do solo; florestamento e reflorestamento; formação ou recuperação de pastagens; entre outros.
Com o menor juros do Programa ABC, os médio produtores agora possuem maiores incentivos para adotarem as tecnologias que reduzem emissões de gases de efeito estufa. A modificação atende a uma das principais reivindicações do Observatório ABC em 2013 e tema de discussão do estudo “Agricultura de Baixa Emissão de Carbono: Financiando a Transição”, divulgado no final do ano passado.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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