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Beckhauser promove campanha para incentivar a troca de troncos de contenção e reduzir prejuízos no curral

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Uma boa infraestrutura tem influência direta na produtividade dentro do curral, seja na otimização do tempo da equipe envolvida no manejo como na segurança das pessoas e dos animais. O tronco de contenção é onde se afunila o manejo com o gado e por onde passa cada arroba do capital do pecuarista. Por isso, um equipamento mal construído, sem manutenção adequada ou utilizado de forma incorreta pode impactar e muito no resultado da produção, tanto no que se refere à eficiência e à produtividade quanto no reflexo no produto final que chega ao consumidor.
Uma pesquisa do Grupo de Estudos em Etologia e Ecologia Animal (ETCO), da UNESP-Jaboticabal/SP revelou que o Brasil perde por ano 12 milhões de quilos de carne em  função de contusões nas carcaças que chegam aos frigoríficos, sendo que cerca de 40% das lesões são produzidas no manejo da fazenda.
Para reduzir essas perdas e estimular o pecuarista a trocar seu tronco de contenção, a Beckhauser lançou a campanha promocional “Troque seu tronco” por meio da qual até o dia 30 de novembro um tronco usado vale R$ 3 mil na compra de um conjunto novo de tronco e balança da marca.

Campanha de vacinação

A promoção da Beckhauser coincide com a campanha de vacinação contra a febre aftosa na maioria dos estados brasileiros. A contenção é um aspecto que influencia diretamente no resultado da vacinação, principalmente porque quando contidos um a um no tronco, é notável a qualidade superior do trabalho, o rendimento do manejo, a tranquilidade da equipe e dos animais e a segurança.
Uma pesquisa do ETCO mostrou que o rendimento da vacinação com o manejo racional, ou seja, com os animais contidos é muito superior do que quando a prática é feita em brete coletivo.
Vale lembrar ainda que em muitas fazendas onde a criação é mais extensiva, a vacina é um dos poucos manejos que traz o gado ao curral e muitos querem “aproveitar a viagem” e fazer uma série de manejos de uma vez. “Para um gado não habituado ao curral, isso pode ser causa de grande estresse, o que, inclusive, pode interferir negativamente na eficiência da vacina aplicada”, alerta o médico veterinário Renato dos Santos, responsável pela área de Manejo Racional da Beckhauser. Além disso, reforça o veterinário, muitos se esquecem de que a manutenção da infraestrutura do curral antes do trabalho e se deparam com problemas e acidentes durante o manejo, que, muitas vezes, podem custar caro, inclusive com a perda de animais. “Isso poderia ser evitado com um pouco mais de planejamento”, orienta Renato.

Fonte: Ass. Imprensa da Beckhauser

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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SIAVS 2022

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