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Bayer Saúde Animal estreita relacionamento na 9ª Suinfest

Equipe Bayer Saúde Animal é apoiadora da Assuvap e Coosuiponte na 9ª Suinfest em Ponte Nova (MG)

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A Bayer Saúde Animal participou como expositora máster da Suinfest, em Ponte Nova, Minas Gerais, dias 06 e 07 de julho. Em seu estande na Suinfest – Feira Mineira de Suinocultura, a equipe  recebeu visitantes e clientes, repassou informação técnica, comercial e esteve próxima dos produtores"A Suínfest é uma das mais importantes feiras da suinocultura mineira e nacional. Para a Bayer Saúde Animal, que participa desde a primeira edição, em parceria com a Assuvap e Coosuiponte, é uma grande oportunidade de apresentarmos nossas tecnologias e serviços, sempre na busca de ajudarmos e apoiarmos os suinocultures. Por outro lado, trata-se também de uma ótima oportunidade de estreitarmos nosso relacionamento, sempre em busca do melhor para a cadeia suína" destaca Cláudio Vida – Gerente Regional Bayer Saúde Animal. Participaram do evento o Distribuidor Regional, o Gerente Regional Cláudio Vida, o Promotor Técnico da região Antonio Mira, o Representante Técnico Romulo Mendes.

Em paralelo à feira, foi realizado o I Workshop da Associação Brasileira de Veterinários especialistas em Suínos – Abraves Minas Gerais .  Com o tema “Reconhecendo os desafios para aumentar a produtividade”, o evento técnico envolveu profissionais e produtores da região. A Gerente Técnica da Bayer Saúde Animal, Eliana Dantas, destaca as apresentações com foco em questões como biossegurança e manejo no controle de patologias. “O evento é voltado para a realidade do produtor, em questões do seu dia a dia, o que ele pode implantar na prática, levar para a granja, fazer um controle adequado de doenças e não ficar focado apenas na vacinação e uso de antibiótico. Foi tecnicamente muito proveitoso”.

Na programação de palestras o Professor Dalton Fortes, da Universidade Federal de Minas Gerais, ressaltou os “Desafios e soluções na nutrição de leitões: por que atualmente as leitegadas necessitam de uma nutrição diferenciada”. Na apresentação, Fortes falou sobre a importância da nutrição na creche, visando melhorar a relação peso/nutrição e o desempenho dos leitões, principalmente na primeira semana pós-desmame e a influencia que isto pode causar no desempenho do animal até o momento do abate. “Prevenção e controle das enfermidades entéricas” foi o tema da palestra do professor Roberto Guedes, também da UFMG. A apresentação abordou os problemas entéricos que ocorrem na maternidade, com foco na prevenção de doenças através da biossegurança na suinocultura. Guedes destacou ainda as principais diarreias de maternidade, formas de controle e a resistência a antibióticos. O Professor Davi Barcellos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, realizou a apresentação “Atualizações em Doenças Respiratórias dos Suínos”. A importância do micoplasma e das doenças secundárias fizeram parte da abordagem. Mostrou formas de controle, a importância de questões ambientais, manejo, estresse entre outros, com foco nos problemas respiratórios. Barcellos  alerta que não são casos isolados, mas doenças com causas multifatoriais que, além do agente patogênico, abrem portas para patologias secundárias e outras bactérias, causando enfermidades nos animais.

A Bayer, empresa alemã que completa 120 anos no Brasil, tem subsidiárias em quase todos os países do mundo. Sua divisão de Saúde Animal comercializa produtos para animais de companhia (cães e gatos) e animais de fazenda (bovinos, aves, suínos, equinos, caprinos, ovinos e peixes), trazendo aos produtores e proprietários soluções inovadoras, eficazes e de alta qualidade em produtos e em serviços para as principais enfermidades dos animais.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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