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Bayer Saúde Animal comemora o Troféu Agroleite na categoria medicamentos

Durante a Agroleite a Casa Bayer recebeu mais de 500 produtores durante todos os dias do evento, vindos de cooperativas e indústrias da região Sul

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A equipe da Bayer Saúde Animal recebeu o Troféu Agroleite em noite de gala, conhecida como o “Oscar da bovinocultura de leite”, na categoria Medicamentos, na cidade de Castro,PR. Esta é a quarta vez que a empresa recebe o troféu, por meio de votações espontâneas feitas pelo site da Cooperativa Castrolanda, promotora da premiação.

Saul Hatem, Gerente de Produto da Bayer Saúde Animal, comemora: “Ganhar o troféu Agroleite pela quarta vez mostra que o produtor e nossos parceiros reconhecem nosso trabalho no dia a dia. A Bayer é uma empresa com o foco voltado para o cliente, para prover soluções. Ganhar esse troféu mostra que existe um reconhecimento dos nossos clientes e dos nossos parceiros em relação ao nosso trabalho do dia a dia, voltado para a sanidade e para o bem estar animal”.

Hatem comenta ainda a importância do evento e a participação da Casa Bayer na Agroleite.A Agroleite hoje é a feira com maior expressão no cenário da pecuária nacional de leite. A gente encontra tecnologia, inovações, novidades que as empresas trazem para o mercado. É uma feira totalmente voltada para a cadeia da produção do leite que reúne produtores, técnicos e indústrias  que se encontram em Castro durante esse período. Nos últimos anos a Bayer vem apoiando a feira, fazendo investimentos, porque acreditamos que esse seja o momento e o local ideal para ter um contato mais próximo com nosso consumidor final e mostrar a eles nossas soluções, diferenciais e agregar valor para o negócio”.

Durante a Agroleite a Casa Bayer recebeu mais de 500 produtores durante todos os dias do evento, vindos de cooperativas e indústrias da região Sul. Os produtores foram recebidos pela equipe Bayer e puderam aprender mais sobre tecnologias disponíveis que auxiliam na produtividade em palestras. Hatem comenta o  trabalho feito na Casa Bayer de receber os grupos nessa troca de conhecimento com o produtor “Todos os anos a equipe da Bayer costuma trazer em torno de oito a dez ônibus, de vários lugares, do estado do Paraná e de outros estados também para a Agroleite. A ideia é conhecer a feira e também somar conhecimento para eles. Nosso papel como indústria, além de fornecer medicamentos seguros e de qualidade, é fornecer conhecimento, substrato para que essas pessoas voltem e apliquem no campo, melhorando sua rentabilidade, melhorando a saúde dos animais. Assim os produtores são capacitados para produzir alimentos de melhor qualidade” revela Saul .

 

Parceria na Viagem Técnica para Agroleite

O médico veterinário Ernani Nogara fala sobre a parceria com a Bayer na Viagem Técnica para Agroleite "Quando convidamos o produtor ele já começa pensar em como melhorar a produção e vem para cá atrás de conhecimento e novas tecnologias para implantar na propriedade, buscando transferência de conhecimento. Castro é a referência em leite por isso trazemos os produtores de ponta, os nossos empresários do leite, que tem na pecuária de leite a atividade principal. Como resultado vemos que cada um busca adaptar o que se adequa à sua realidade na propriedade. Aqui é o lugar certo para buscar informação".

Hérico Rossetto – médico veterinário da Coamo – destacou a participação e a parceria com a Bayer "Os produtores podem ver aqui um modelo de produção para observar detalhes que no dia a dia passam despercebidos. A Agroleite é o lugar para ver as novas tecnologias, ver o que há de novo em produtos e maquinário. Aqui os produtores podem avaliar o seu patamar tecnológico e pensar o que pode ser adaptado para a sua realidade de campo. Ver na prática que é possível para a sua produção agrega muito".

Eudes Biavatti – Gerente Comercial da Cooperalfa Erechim – destaca a importância da participação "Uma viagem como essa em parceria com a Bayer para a Agroleite ajuda a desenvolver a região com uma grande troca de conhecimentos, justamente aqui na Castrolanda que é uma referência nacional em produção. Aqui o produtor desperta para o exemplo de produzir mais com menos, assegurando a qualidade".

Os produtores rurais e técnicos que visitaram a Casa Bayer assistiram palestras com o consultor e médico veterinário da Bayer André Pratto, sobre prevenção no período de transição das vacas de leite e as soluções da Bayer para cetose e controle de parasitas.

“ Soluções para o período de transição são uma força que a gente tem no mercado, com vários produtos destinados a esse momento e período da produção. Por isso focamos bastante nesse assunto nas palestras, para mostrar ao produtor como ganhar mais dinheiro e ter animais mais saudáveis” finaliza Hatem.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas

COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo

Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

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Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.

Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.

Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.

Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”

A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.

Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.

Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.

É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.

Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.

Sustentabilidade como impulsionador de produtividade

A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.

O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.

Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.

“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.

Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono

O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.

Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.

Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)

Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.

Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Assessoria Cargill
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Empresas Visão de longo prazo

Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026

Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

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Divulgação / Foto: Agrifirm

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.

Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.

Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.

Soluções Responsáveis e o futuro do agro

A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil

Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.

IPPE 2026

A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.

Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.

Fonte: Assessoria
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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