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Bayer CropScience renova sua estrutura para focar ainda mais nas necessidades dos clientes brasileiros

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Com a missão de estar mais próximo do produtor rural brasileiro e oferecer soluções para a sustentabilidade de seus negócios, a Bayer CropScience investe na mudança de sua estrutura de Marketing. A partir de agora, a unidade de Proteção de Cultivo contará com três frentes: Marketing de Clientes, Marketing Estratégico de Culturas e Portfólio, e Business Office.
A modificação está diretamente ligada à estratégia de integrar os principais pilares de seu negócio, o foco nos clientes e a oferta de soluções integradas para culturas agrícolas. Com isso, foi criada a área de Marketing de Clientes, sob o comando de Renato Seraphim, que atuará no desenvolvimento e na implementação de ações a fim de promover o sucesso do cliente. "Temos como meta de antecipar tendências e atender nossos agricultores de maneira única no mercado. O fato de estarmos ainda mais próximos e buscando entender melhor suas preocupações nos ajudarão ainda mais a obter melhores resultados e a fortalecer nossa parceria com os produtores brasileiros", ressalta Seraphim.
Há um ano e meio na Bayer CropScience, o engenheiro agrônomo Renato Seraphim tem 17 anos de experiência no agronegócio brasileiro, passando por empresas importantes do setor de agroquímicos e biotecnologia vegetal e desempenhando diversas funções entre as quais P&D, Technical Support, Marketing e vendas, atividades essas, relacionadas ao Brasil e à América Latina.
Já no Marketing Estratégico de Culturas e Portfólio, a liderança é de Mauro Luiz Alberton, e o foco do trabalho é a inovação tecnológica, com produtos e soluções integradas de Proteção de Cultivos e Sementes. “Vamos investir ainda mais no gerenciamento de novos projetos, do ciclo de vida dos produtos e na estratégia de culturas. Acelerar a inovação, posicionar melhor nossas soluções e surpreender o mercado com oferta constante de novidades são os benefícios esperados com a nova estrutura”.
Formado em Engenharia Agronômica, Alberton tem mais de 25 anos de experiência no segmento de agronegócio, trabalhou em empresas de produção agrícola em diversas regiões no Brasil, além de experiência na Alemanha, sendo responsável pela estratégia global para as culturas de soja e cana-de-açúcar da Bayer CropScience.
Responsável pela excelência e pelo monitoramento do negócio frente ao mercado, a área de Business Office é comandada por Mariana Lorenzon. Ela explica que o objetivo desta área é contribuir para uma melhor gestão, fazendo com que as atividades de planejamento e monitoramento do negócio da Bayer sejam ainda mais efetivas. “Vamos reforçar o foco na implementação de projetos estratégicos e melhoria contínua, contribuindo para o desenvolvimento e para a implementação das prioridades eleitas para o Brasil, no programa global de excelência em Marketing e Vendas", finaliza a executiva.
Formada em Administração de Empresas, Mariana tem 19 anos de experiência na agroindústria, atuou por dez anos na área de Controle e Finanças em diferentes países como Brasil, EUA, França e Alemanha. Em 2006, de retorno ao Brasil, assumiu diretoria de Supply Chain da Bayer CropScience para América Latina e Brasil.
Com a nova estrutura, a Bayer CropScience pretende reforçar suas parcerias comerciais na área de Sementes, oferecendo atendimento diferenciado, bem como produtos e soluções inovadores que contribuam para a melhoria dos negócios dos produtores. As três áreas fazem parte da Diretoria de Operações de Negócios da Bayer CropScience Brasil. Em 2013, a unidade CropScience representou 62,5% do volume de negócios do Grupo Bayer no País e registrou vendas de R$ 4,4 bilhões.

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8.819 bilhões (2013), sendo uma das maiores empresas do mundo em ciências e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não-agrícolas. Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 22.400 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 118 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. 
 
 
Declarações antecipadas quanto ao futuro
Este press release pode conter declarações quanto ao futuro baseadas em suposições e previsões atuais feitas pela administração do Grupo Bayer ou suas divisões de negócios. Diversos riscos conhecidos e desconhecidos, incertezas e outros fatores podem causar diferenças relevantes entre os reais resultados futuros, situação financeira, desenvolvimento ou desempenho da Empresa e as estimativas aqui fornecidas. Tais fatores incluem aqueles discutidos nos relatórios públicos da Bayer disponibilizados em seu website www.bayer.com. A Empresa não assume responsabilidade alguma pela atualização de tais declarações antecipadas quanto ao futuro nem sua adaptação a eventos ou desenvolvimentos futuros.

Fonte: Ass. Imprensa da Bayer CropScience

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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