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Bayer CropScience no Rally da Safra milho safrinha

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A Bayer CropScience participa ativamente da avaliação do milho safrinha (de inverno) no Mato Grosso do Sul e Paraná, realizada por técnicos do Rally da Safra, organizado e conduzido pela Agroconsult. A principal ação da empresa durante a expedição focada no milho safrinha é a instalação das armadilhas do projeto Bayer contra Lagartas em propriedades que fazem parte do trajeto. Ferramenta muito eficiente, as armadilhas têm auxiliado os agricultores no controle do avanço das lagartas pelas lavouras brasileiras, especialmente a Helicoverpa armigera.
A Bayer oferecerá também auxílio aos produtores para o manejo correto da lavoura, com a aplicação de herbicidas como o Soberan®, capaz de controlar o mato que compete com a lavoura sem prejudicar as plantas de milho, proporcionando controle rápido. O produto pode ser aplicado durante o processo de adubações nitrogenadas em qualquer época, permitindo o complemento de nitrogênio necessário para o desenvolvimento das plantas sem restrição.
O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição poderão ser acompanhados pelo site www.rallydasafra.com.br. 

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8.819 bilhões (2013), sendo uma das maiores empresas do mundo em ciências e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não-agrícolas. Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 22.400 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 118 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. 

Fonte: Ass. Imprensa da Bayer CropScience

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Conflitos no Oriente Médio pressionam cadeia de proteína animal de Santa Catarina

Exportações de suínos e aves do Estado, que somaram 2,45 milhões de toneladas em 2025, enfrentam aumento de custos logísticos e risco em mercados estratégicos, enquanto a demanda global apresenta novas oportunidades.

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Fotos: Claudio Neves

O acirramento de tensões no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, já provoca reflexos diretos na cadeia global de produção e exportação de carnes. Para Santa Catarina, líder nacional na produção de suínos e segundo maior produtor de aves, os efeitos vão desde o aumento de custos logísticos até riscos na previsibilidade de mercados estratégicos.

Segundo o diretor executivo do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de SC (Sindicarne) e da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), Jorge Luiz de Lima, os conflitos internacionais têm impacto imediato no agronegócio, com repercussões que se estendem do campo à indústria e ao comércio exterior. “São efeitos globais com consequências locais. A elevação dos custos e as restrições logísticas afetam diretamente a competitividade do setor”, afirma.

Diretor executivo do Sindicarne e da ACAV, Jorge Luiz de Lima: “São efeitos globais com consequências locais”

Com pouco mais de 1% do território nacional, Santa Catarina sustenta uma das cadeias (da indústria da proteína animal) mais eficientes do mundo. O setor gera mais de 60 mil empregos diretos e cerca de 480 mil postos de trabalho, envolvendo mais de 19 mil famílias integradas na produção de aves, suínos e ovos.

Diariamente, o Estado abate mais de 4 milhões de aves e 34 mil suínos, com forte base industrial. A logística também impressiona: são mais de 5.200 viagens de carga por dia e 344 contêineres movimentados diariamente.

Essa estrutura sustenta um desempenho expressivo no comércio exterior. Em 2025, Santa Catarina exportou 748,8 mil toneladas de carne suína e 1,2 milhão de toneladas de carne de aves, com receitas recordes de US$ 1,85 bilhão e US$ 2,45 bilhões, respectivamente. Ao todo, o agro responde por cerca de 70% das exportações do Estado. Com forte representatividade — cerca de 31% do PIB catarinense — e geração de mais de R$ 10 bilhões em movimento econômico, o setor segue como pilar da economia estadual, mesmo diante de um cenário internacional cada vez mais instável.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

O dirigente realça que a escalada de conflitos no Golfo Pérsico trouxe impactos diretos na logística internacional. O estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global, enfrenta restrições que elevam custos e aumentam incertezas. “O frete marítimo sofreu reajustes significativos, com acréscimos de até US$ 4 mil por contêiner refrigerado. Além disso, há aumento no tempo de trânsito das cargas, redução da validade dos produtos e até suspensão de reservas em navios com destino à região,” enfatiza.

Outro ponto crítico é a falta de infraestrutura portuária em alguns destinos, agravada por problemas energéticos, o que compromete o armazenamento de cargas refrigeradas e gera o chamado “rollover” (quando mercadorias ficam retidas sem embarque).

Jorge Lima mostra que os impactos geopolíticos não se limitam à logística. A guerra entre Rússia e Ucrânia já havia demonstrado como conflitos afetam insumos essenciais. A Ucrânia, terceiro maior produtor mundial de milho, teve sua produção comprometida, elevando em cerca de 50% o preço do grão no momento em que a Ucrânia foi invadida.

O milho representa até 70% da formulação de ração animal, e o custo do frango, por exemplo, tem quase 80% vinculado ao campo. Ou seja, qualquer oscilação nesse insumo impacta diretamente o preço final da proteína.

Oportunidades

Apesar dos desafios, o cenário também aponta oportunidades. Atualmente, dois terços da população mundial estão concentrados no Oriente, com projeção de chegar a três quartos até 2040, indicando um aumento contínuo na demanda por proteína animal.

Santa Catarina, que já exporta para mais de 150 países e possui certificações sanitárias diferenciadas, mantém posição estratégica nesse mercado. Entre os principais destinos estão Japão, China, Filipinas, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.

Para Jorge Luiz de Lima, o momento exige atenção e planejamento. “A cadeia de proteína animal é altamente sensível à variáveis externas. Precisamos reforçar a eficiência interna e diversificar mercados para mitigar riscos”, destaca.

Fonte: Assessoria Sindicarne
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Mapa e Confea firmam acordo para fortalecer sanidade agropecuária no Brasil

Parceria prevê capacitação de profissionais, integração de ações e aprimoramento do Suasa.

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Foto: Divulgação

Com o objetivo de fortalecer a sanidade agropecuária no país, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Vinicius Marchese, assinaram, na última quarta-feira (26), um Acordo de Cooperação Técnica voltado ao aprimoramento do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa). A iniciativa prevê a integração de ações institucionais, a ampliação da capacitação técnica de profissionais e o intercâmbio de informações para fortalecer a defesa agropecuária brasileira.

A cooperação entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Sistema Confea/Crea busca alinhar e coordenar esforços para ampliar a qualificação técnica dos profissionais que atuam nas cadeias produtivas agropecuárias, além de fortalecer a aplicação de normas sanitárias em todo o território nacional.

“A cooperação com o Sistema Confea amplia a capacidade técnica do país na área de sanidade agropecuária e fortalece a atuação dos profissionais que trabalham diretamente nas cadeias produtivas. É um passo importante para garantir qualidade, segurança e competitividade ao agro brasileiro”, afirmou o ministro.

Fávaro também destacou o significado simbólico da assinatura do acordo em sua trajetória à frente do ministério. “Este é um dos últimos atos que realizo como ministro da Agricultura e Pecuária. Encerrar esse ciclo firmando uma cooperação que fortalece a sanidade agropecuária e valoriza o conhecimento técnico dos profissionais do setor é motivo de grande satisfação”, afirmou.

O presidente do Confea, Vinicius Marchese, destacou que a formalização da parceria é resultado de um processo iniciado há cerca de dois anos e que encontrou ambiente favorável no Ministério da Agricultura para avançar até a assinatura do acordo. “Esse acordo tramitou por aproximadamente dois anos. Sob a gestão do ministro Fávaro, encontramos muita abertura no ministério para dialogar e encaminhar essa cooperação, que é muito importante para fortalecer o trabalho técnico e institucional da engenharia e da agronomia no país”, afirmou Marchese.

Entre as iniciativas previstas estão a realização de eventos técnicos, cursos de capacitação e treinamentos para profissionais que atuam no setor, além da troca de conhecimentos e metodologias de fiscalização relacionadas às cadeias produtivas agropecuárias. As ações também incluem a colaboração na implementação de regras sanitárias e na disseminação de boas práticas entre os profissionais da área.

O plano de trabalho do acordo prevê, ainda, capacitações em inspeção de produtos de origem vegetal, formação de profissionais nas áreas de sementes e classificação de grãos, treinamento de aplicadores de agrotóxicos e cursos voltados à emissão de receituário agronômico.

A parceria terá vigência inicial de cinco anos e não prevê a transferência de recursos financeiros entre as instituições. As ações serão executadas em regime de cooperação, com cada parte responsável pelos custos das atividades sob sua competência.

A execução das atividades será acompanhada por um grupo técnico formado por representantes das duas instituições, responsável por monitorar as ações previstas e avaliar os resultados ao longo da vigência do acordo.

Fonte: Assessoria Mapa
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Mapa apreende mais de 5 mil litros de fertilizantes irregulares em São Paulo

Operação identificou produtos sem registro e com inconsistências em rótulos durante fiscalização no interior.

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Foto: Divulgação

Uma operação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apreendeu 5.046 litros de fertilizantes com irregularidades no interior de São Paulo. A ação foi realizada nas cidades de Cedral, Olímpia e Urupês, na região de São José do Rio Preto.

Os produtos, além de infringirem a legislação vigente, não possuíam registro no Mapa, o que impede a comprovação de sua eficácia. Fertilizantes irregulares também podem causar prejuízos aos agricultores, já que frequentemente apresentam formulações desequilibradas, comprometendo o desenvolvimento das plantas e provocando alterações fisiológicas e nutricionais.

Durante a fiscalização, um veículo que transportava produtos destinados à revenda foi abordado. Na carga, os auditores fiscais federais agropecuários (AFFAs) identificaram fertilizantes líquidos com rótulos contendo números de registro incompatíveis com as formulações e garantias declaradas. Os produtos foram considerados sem registro no Ministério. A nota fiscal foi retida, e os lotes foram apreendidos no estabelecimento comercial responsável.

Outras irregularidades também foram constatadas, como a ausência de comprovantes de controle de qualidade dos lotes e a inexistência de ordens de produção com o detalhamento das matérias-primas utilizadas. Ao todo, sete empresas foram fiscalizadas na primeira semana de março, sendo três autuadas.

A operação foi solicitada pelo Serviço de Fiscalização de Insumos e Sanidade Vegetal do Estado de São Paulo (SISV-SP) e executada por equipes das unidades regionais do Mapa em Araraquara e São José do Rio Preto.

Os auditores também verificaram que algumas empresas produziam adjuvantes nas mesmas instalações destinadas à fabricação de fertilizantes. Como as matérias-primas utilizadas nesses produtos são diferentes das autorizadas para fertilizantes, a produção conjunta, sem a devida segregação de processos e controles, não é permitida. A prática pode resultar em contaminação cruzada, comprometendo a qualidade e a conformidade dos produtos.

Todos os fertilizantes irregulares foram apreendidos. As empresas envolvidas foram autuadas e intimadas a regularizar suas atividades conforme a legislação vigente.

Vendas online

A fiscalização também identificou que estabelecimentos da região realizam vendas por telefone e promovem produtos por meio de redes sociais. O Mapa está intensificando o monitoramento desse tipo de comércio e orienta os consumidores a verificarem a regularidade e o registro dos produtos antes da compra, evitando a aquisição de itens irregulares ou falsificados.

O Ministério reforça ainda que qualquer cidadão pode denunciar a comercialização de fertilizantes irregulares por meio da plataforma Fala.BR, disponível no site.

A atuação do Mapa é baseada na análise de risco de produtos e locais críticos, priorizando ações preventivas e repressivas sustentadas por inteligência fiscal. O objetivo é otimizar recursos, ampliar a efetividade das operações e garantir a conformidade dos insumos agropecuários, protegendo a produção agrícola, o consumidor e promovendo a competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria Mapa
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