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Bayer CropScience e Monsanto assinam contratos de licenciamento cruzado de tecnologias de próxima geração

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A Bayer CropScience e a Monsanto Company (NYSE: MON) firmaram uma série de contratos de licenciamento de tecnologias de próxima geração no campo da biotecnologia vegetal que irão prover novas opções e escolhas para os agricultores. 
 
A Monsanto fornecerá à Bayer CropScience uma licença mediante pagamento de royalties para as tecnologias Genuity® Roundup Ready 2® Yield e Genuity® Roundup Ready 2 XtendTM  para soja nos Estados Unidos e Canadá. A Bayer CropScience também receberá uma licença mediante pagamento de royalties para a nova tecnologia Intacta RR2 PRO™ para soja no Brasil, com uma opção para uma licença mediante pagamento de royalties em outros países latino-americanos no futuro. Além disso, a Bayer CropScience também recebeu direitos de combinar outras tecnologias sob condições específicas. 
 
Sob os termos dos acordos, a Bayer CropScience concederá à Monsanto licenças para avaliação de tecnologias de viabilização para o controle de pragas de raiz do milho e tolerância a herbicidas como opção para o futuro trabalho de desenvolvimento da linha de produtos da Monsanto.
 
"Estamos entusiasmados com o fato de que, com as tecnologias combinadas de ambas as empresas, poderemos oferecer aos agricultores mais opções para o controle de pragas e um pacote completo à resistência de plantas daninhas na cultura da soja. Isto se encaixará muito bem com as nossas próprias tecnologias, como LibertyLinkTM", afirmou Rüdiger Scheitza, Membro do Conselho de Administração da Bayer CropScience e Responsável Global de Estratégia e Gestão de Negócios. “Estamos igualmente satisfeitos em conceder à Monsanto acesso para a avaliação da viabilização da próxima geração de tecnologias para o controle de plantas daninhas e insetos visando um potencial apoio para desenvolvimentos da linha de produtos futuros”.
 
"Estamos satisfeitos por termos conseguido alcançar um acordo com a Bayer CropScience que oferecerá mais benefícios aos agricultores e promoverá opções e inovações contínuas para o setor", disse Brett Begemann, Presidente e Líder Comercial da Monsanto Company. "Esse contrato também apoia o valor de nossa plataforma Genuity® Roundup Ready 2 Yield® à medida que nos preparamos para entrar na próxima fase de inovação na cultura da soja com a introdução das tecnologias Intacta RR2 PROTM e Genuity® Roundup Ready 2 XtendTM."
Outras cláusulas e os detalhes financeiros dos contratos não foram divulgados. Genuity® Roundup Ready 2 Yield® é a tecnologia de  segunda geração da Monsanto para soja. A soja Roundup Ready 2 Xtend™ contém a tecnologia Genuity® Roundup Ready 2 Yield®  combinada com  a tolerância ao dicamba. A soja Intacta RR2 PRO™ é a primeira biotecnologia que combina tolerância ao herbicida glifosato e proteção  contra insetos na soja, proporcionando o controle de lepidópteros.
Sobre a Bayer CropScience
A Bayer é uma empresa global cujas principais competências são cuidados de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. Este ano, a empresa olha para trás em 150 anos de trabalho para cumprir sua missão "Bayer: Ciência para uma Vida Melhor". A Bayer CropScience, o subgrupo da Bayer AG responsável pelo negócio agrícola, tem um faturamento anual de EUR 8,383 bilhões (2012) e é uma empresas líderes mundiais em ciências de culturas, operando nas áreas de sementes, proteção de cultivos e de controle de pragas. A empresa oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções inovadoras em proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como um extenso serviço de suporte para uma agricultura moderna e sustentável. Na área de aplicações não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas que abrange desde aplicações de casa e jardim até de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de 20,8 mil colaboradores e é representada em mais de 120 países. Esta e outras notícias estão disponíveis em: www.press.bayercropscience.com.
 
Sobre a Monsanto Company
A Monsanto Company está entre as principais provedoras do mundo de soluções baseadas em tecnologia e produtos agrícolas que melhoram a produtividade agrícola e a qualidade dos alimentos. A Monsanto está focada em capacitar pequenos e grandes agricultores a produzir mais em suas áreas ao mesmo tempo em que preservam os recursos naturais do nosso planeta, como água e energia. Para mais detalhes sobre nossa empresa e nossos compromissos, visite: www.monsanto.com.  Acompanhe nossos negócios no Twitter®, em www.twitter.com/MonsantoCo, no blog da empresa, Beyond the Rows, em www.monsantoblog.com, ou assine nosso "Feed" de RSS de Comunicados de Imprensa.
 

Fonte: Comuniquese1/CDI Comunicação

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Notícias Suínos

SuinFair: a maior feira da suinocultura mineira

Consagrada no mercado mineiro e nacional, a já conhecida SuinFest volta, após dois anos de pandemia, como uma marca preparada para os novos tempos

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Mais moderna, mais conectada, mais interativa. Essa é a proposta da 11ª Feira Mineira de Suinocultura, a Suinfair.
Consagrada no mercado mineiro e nacional, a já conhecida SuinFest volta, após dois anos de pandemia, como uma marca preparada para os novos tempos, tendo um novo nome e uma história de mais de duas décadas, agregando tecnologia e modernidade para a suinocultura.

 

A escolha do nome

Agora, a SuinFair é o que o bom ditado popular chama de “menina dos olhos” do setor de Marketing e Comunicação da Assuvap e Coosuiponte. Tamanha sua potência para o setor suinícola, há uma força-tarefa empenhada na organização – com excelência – da feira.

Um dos primeiros passos para cravar a assertividade, de acordo com as novas propostas, foi a mudança de nome. Paula Gomides, gerente geral da Assuvap e da Coosuiponte, atrelou essa mudança ao real propósito da feira. “É um evento focado no relacionamento e nos negócios, da classe da suinocultura, do agro. E a marca antiga, a Suinfest, é nossa referência, mas ela trazia um sentido muito de festa para o segmento. A Suinfair vem trazer essa percepção mais de negócios e de relacionamento do evento”, pontuou.

Suinfair foi um resultado de uma chuva de ideias da Os3 Comunicação, agência de publicidade responsável por muitos projetos da Assuvap e da Coosuiponte. Jaqueline Machado, sócia-proprietária da agência, disse que quando recebeu o desafio de mudar o nome da Feira, o primeiro movimento foi entender os prós e contras da mudança, se preocupando em analisar se deveria trazer, ou não, uma proposta mais radical ou apenas um ajuste.

“No nosso ponto de vista, o nome Suinfest já estava incongruente com o objetivo do evento por não ser uma festa, um show, mas um espaço de negócios com um impacto importante no mercado, em diversos níveis. Depois de uma imersão, de experimentar diversas possibilidades, chegamos em uma conclusão óbvia e trouxemos um nome mais prático e o mais próximo possível do Suinfest. A mudança é grande em termos de interpretação do nome e, ao mesmo tempo, sutil no que se refere a gerar a menor estranheza possível. Suinfair traduz exatamente o propósito do evento: uma feira de negócios e relacionamento da suinocultura do Vale do Piranga”, disse Jaqueline, que segue com sua equipe trabalhando na identidade visual e peças de divulgação.

 

Movimentando a economia da nossa região

A movimentação econômica da suinocultura em si já é um ponto importante para o Vale do Piranga e a Suinfair vem para somar. O evento movimenta, também, o setor hoteleiro e alimentício, como restaurantes e padarias. “A gente brinca que, ao lançar a data da Suinfair, os hotéis já começam sua movimentação. As reservas começam a acontecer e isso é muito bacana. Você vê a suinocultura movimentando a economia local através da feira e complementando o trabalho na geração de empregos”, disse Paula, reafirmando a importância da feira ao trazer oportunidades para os produtores, expositores, parceiros e a região como um todo.

 

Pós pandemia

Foram quatro anos de espera desde a última edição. Planejamento, expectativa e muitas ações já haviam sido tomadas quando o lockdown interrompeu a execução da maior feira mineira da suinocultura. Após remarcar e lidar, novamente, com a frustração de adiar a Suinfair, o sentimento que rege a organização no momento é ansiedade. Mas aquela ansiedade boa, de que Ponte Nova será, por mais uma vez, palco de novos negócios e oportunidades.

Esse ano, especialmente, o cuidado é redobrado. A Suinfair segue todos os protocolos municipais de saúde e segurança. Como o evento não é aberto ao público, não é esperado um cenário de superlotação.

 

Onde a Suinocultura de encontra

A Suinfair segue como espaço para a divulgação de novas tecnologias e propostas inovadoras que acrescentarão ao trabalho dos produtores de suíno e a presença das principais empresas do agronegócio, com seus produtos e serviços, promovendo um elo sólido para grandes resultados acontecerem.

Não fique de 11ª Feira Mineira de Suinocultura, um evento onde a suinocultura de encontra.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Suínos

C.Vale investe para ampliar produção de leitões

Cooperativa quer ampliar oferta de suínos para o frigorífico da Frimesa

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Unidade terá cinco barracões para abrigar matrizes e leitões - Fotos: Divulgação

O processo de agroindustrialização da C.Vale, iniciado há 25 anos com a avicultura, vai se expandir em breve. Começou em janeiro deste ano a construção de uma Unidade Produtora de Leitões Desmamados (UPD), em Palotina (PR). A estrutura é composta por cinco galpões que serão capazes de alojar até cinco mil fêmeas que produzirão 160 mil leitões por ano. Com essa quantidade, a UPD terá capacidade para abastecer até 40 novas Unidades de Terminação de Suínos para até mil animais cada. A C.Vale está investindo R$ 75 milhões no empreendimento.

Diretores executivos e conselheiros de Administração da C.Vale conferiram andamento das obras

Estão sendo construídos quatro barracões de gestação de 120 X 27 metros e um barracão para maternidade de 250 X 36 metros, escritório, barreira sanitária, sala de painéis, depósitos, armazém de máquinas e corredores de manejo. Os dejetos serão armazenados em biodigestores capazes de gerar aproximadamente 5.700 Kwh/dia de energia elétrica.

O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, explica que o investimento permitirá à C.Vale ampliar a produção de leitões e o fornecimento de suínos ao frigorífico que a Frimesa está construindo em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná.

 

Fonte: Assessoria
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Paraná reafirma compromissos para reduzir emissões de carbono no setor agropecuário

Com histórico de sustentabilidade e respeito a boas práticas agrícolas, Paraná reforça a união com outros estados para impedir a emissão de 1,1 bilhão de toneladas de carbono equivalente até 2030.

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Paraná reafirma compromissos para reduzir emissões de carbono no setor agropecuário - Foto: IAPAR- Arquivo AEN

O Paraná reafirmou o compromisso com o uso de Sistemas e Práticas do ABC+, programa que propõe novas estratégias com o objetivo de reduzir emissões de 1,1 bilhão de toneladas de carbono equivalente até 2030. O posicionamento foi apresentado na 1ª Reunião Nacional do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (ABC+), realizada em maio no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília, com a presença dos coordenadores dos Grupos Gestores Estaduais (CGE) das 27 unidades federativas.

O Estado está reestruturando o Grupo Gestor Estadual do ABC+, que tem coordenação da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Dele participam outras 15 instituições, que indicaram 30 profissionais para estudar e estabelecer novas metas de mitigação, além de definir estratégias de ação para que o programa seja cumprido.

“Muitos dos sistemas e práticas preconizadas pelo programa já estão consolidadas há décadas no Estado”, disse Breno Menezes de Campos, chefe do Departamento de Florestas Plantadas (Deflop), da Seab, e coordenador do Grupo Gestor Estadual do ABC+.

O Plano ABC tornou-se uma referência para as políticas públicas promotoras de sustentabilidade no setor agropecuário, especialmente num período em que temas ambientais estão entre as principais preocupações mundiais.

“A estratégia de ação do Plano ABC levou à implementação de iniciativas que têm por objetivo garantir fundamentais ganhos econômicos aos produtores brasileiros, mas de forma intrinsecamente alinhada com o estabelecimento de sistemas de produção que permitam aumentar sua resiliência, garantindo capacidade de adaptação frente aos impactos externos e que controlam também as emissões de gases de efeito estufa associados ao setor”, reforçou Breno Campos.

NOVOS SISTEMAS – O primeiro programa brasileiro previa recuperação de áreas degradadas, plantio direto, integração lavoura e pecuária, posteriormente acrescido de florestas; tratamento de dejetos (suínos) e florestas plantadas. No Programa ABC+, estabelecido para o decênio 2020-2030, foram acrescentados três novos sistemas e práticas: sistema plantio direto hortaliças, sistemas irrigados e terminação intensiva na pecuária de corte.

Também ampliou-se o escopo de outras três práticas já existentes: recuperação de pastagens degradadas; bioinsumos, que inclui fixação biológica de nitrogênio e microrganismos promotores do crescimento de plantas; e manejo de resíduos da produção animal, que considera outros excedentes, além de dejetos animais, e estimula o uso de subprodutos obtidos, como bioenergia e biofertilizante.

PARCEIRA – Segundo o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o setor agropecuário tem contribuído de forma positiva nesse esforço. “A agricultura paranaense sempre foi parceira do governo federal e, mais uma vez, está unida para impedir a emissão de 1,1 bilhão de toneladas de carbono equivalente até 2030, de acordo com a meta estabelecida”, enfatizou.

“Já avançamos bastante, mas continuaremos desenvolvendo nossas atividades com base em critérios de sustentabilidade social, ambiental e econômica, garantindo que a família rural se mantenha como protagonista das ações”, arrematou.

 

Fonte: Assessoria
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