Conectado com

Notícias

Bayer contra a Lagarta tem início nas lavouras de soja

Publicado em

em

Os produtores de soja tem um novo aliado para o manejo de lagartas, que tiraram o sono de muitos e comprometeram a produtividade das lavouras na última safra e continuam a preocupar para esta, devido sua severidade. Para auxiliar os sojicultores, a Bayer CropScience criou o projeto Bayer Contra Lagartas, uma iniciativa que tem como objetivo oferecer suporte aos produtores, por meio da troca de informações relevantes, monitoramento das lavouras, adoção de ferramentas para o manejo de lagartas, suporte técnico especializado e a utilização de boas práticas agrícolas durante toda a safra. 
 
Para isso, a Bayer está criando uma rede de informações sobre lagartas e conta com o importante apoio dos próprios produtores, que fornecem informações que alertem sobre o desenvolvimento e risco de infestação nas principais regiões do País. De acordo com o gerente de Estratégia de Marketing da Bayer CropScience para a Cultura da Soja, Ronaldo Yugo, o foco principal do projeto é conter as lagartas que vêm trazendo muitos prejuízos para a agricultura brasileira, entre elas, a Helicoverpa armigera, que se disseminou fortemente no Brasil na última safra.
 
“Para o manejo de lagartas nas lavouras, o monitoramento e a escolha das ferramentas adequadas são fundamentais. Com a nossa expertise, vamos instalar armadilhas nas lavouras para o monitoramento da infestação de lagartas e comunicar de forma eficiente os resultados, para que os produtores façam uso das informações para a tomada de decisão sobre as melhores práticas para o controle de pragas. Nesse processo, a equipe de soja da Bayer fará a recomendação adequada de manejo para o manejo dessas pragas, com a adoção de soluções Bayer, além da adoção de boas práticas agrícolas”.
 
O trabalho do projeto Bayer Contra Lagartas terá início na cultura da soja, mas será expandido para as culturas de milho e algodão no decorrer da safra 2013/2014. Com a ação, a empresa pretende atingir todas as áreas produtoras e mobilizar mais de 5 mil produtores para a troca de informações e o controle de lagartas.
  
“É fundamental que os produtores se conscientizem de que o manejo preventivo é sempre o primeiro passo e muito importante. Ou seja, é necessário e indispensável fazer o controle da infestação. Outro ponto importante é o manejo integrado, que inclui a proteção das sementes plantadas e a utilização de inseticidas com grupos químicos e modo de atuação diferentes, além de devidamente registrados para a cultura”, destaca Yugo.
  
Portfólio Bayer contra lagartas
Focada em oferecer soluções integradas aos produtores rurais, a Bayer CropScience elegeu alguns de seus principais produtos para o projeto Bayer Contra Lagartas. CropStar®, Belt®, Certero®, Larvin 800 WG® e Connect® são ferramentas de alta tecnologia para o manejo do complexo de pragas nas lavouras de soja, milho e algodão. Com as boa práticas agrícolas, estas ferramentas permitem a que a lavoura expresse todo o seu potencial produtivo, podendo resultar em aumento de produtividade e qualidade do que é produzido.
CropStar®
Inseticida voltado para a proteção das sementes, que tem como objetivo prevenir os danos causados por pragas iniciais, viabilizando a emergência da planta, o stand e o potencial produtivo da cultura.
Belt®
Controla as principais lagartas, incluindo a Helicoverpa armigera. Ação rápida e altamente aderente sobre o tecido das plantas, sendo mais resistente às lavagens das chuvas. Tem uma ação inteligente, sendo seletivo aos inimigos naturais.
Certero®
Controle de lagartas em estágios iniciais, com prolongado período de proteção e alta seletividade dos inimigos naturais. Ótima ferramenta para rotação de ativos e alta performance no manejo do complexo de lagartas.
Larvin 800 WG®
Amplo espectro de ação sobre ovos, lagartas e pragas adultas. Excelente opção para rotação de ativos no controle do complexo de lagartas.
Connect®
Controle amplo contra percevejos. Maneja por mais tempo as pragas que sugam as plantas, proporcionando uma produtividade, qualidade mais uniforme.
Sobre a Bayer CropScience
A Bayer é uma empresa global, com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, nutrição e materiais de alta tecnologia. Este ano, a empresa comemora 150 anos de trabalho dedicados a cumprir sua missão "Bayer: Ciência para uma Vida Melhor". A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8,4 bilhões (2012), sendo uma das principais empresas mundiais de ciências e inovação nas áreas de sementes e traits, proteção de cultivos, além de soluções para o controle de pragas não-agrícolas. A empresa oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções inovadoras para a proteção de cultivos e baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 20.800 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com 117 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,5 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. 
                                                                    

Fonte: Ass. Imprensa da Bayer Cropscience

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

4 × 1 =

Notícias Internacional

Brasil pode propor novas regras para subsídios agrícolas na OMC, diz porta-voz

Porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento

Publicado em

em

REUTERS/Adriano Machado

O governo brasileiro vai defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) e pode propor novas regras para subsídios agrícolas caso se aprovem normas mais restritivas para subsídios industriais, disse o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, nesta terça-feira (25).

“A posição brasileira é que a reforma da OMC é necessária, pois as regras são de décadas atrás. O Brasil negocia qualquer tema, mas se tornarem mais restritas as regras para subsídios industriais, o Brasil vai propor regras para subsídios agrícolas”, afirmou Rêgo Barros, em briefing à imprensa no Palácio do Planalto.

O porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento.

“Não obstante, é um direito nosso, até por soberania nacional, de colocarmos as nossas intenções, as nossas definições das tratativas que venham a ocorrer e, eventualmente se nós tivermos que enfrentar decisões e tratativas advindas de outros países, nós vamos ter que usar as ferramentas diplomáticas e comerciais que são normais nesse tipo de negociação”, destacou.

O porta-voz disse que, durante a viagem da comitiva presidencial à reunião do G20 no Japão, será realizada uma reunião do Brics à margem dessa cúpula. Ele citou o fato de que o Brasil exerce a presidência do Brics —formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul— este ano.

Bolsonaro, segundo o porta-voz, inicia a sua viagem internacional nesta terça-feira e retorna no sábado. Segundo ele, o governo brasileiro quer estabelecer um relacionamento mais profundo com os países do G20 e outros convidados ao encontro.

Rêgo Barros também citou uma reunião prevista com presidente chinês, Xi Jinping, antes do encontro do G20. Ele destacou que a China é o “maior parceiro” comercial do Brasil, que o vice-presidente Hamilton Mourão já esteve naquele país asiático e que o planejamento para uma viagem para lá no segundo semestre está bastante adiantado.

O porta-voz disse que novas reuniões bilaterais poderão ser confirmadas ao longo da viagem. Segundo ele, o governo também poderá abordar assuntos referentes à crise na Venezuela durante o giro.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Suinocultura

Da porta da granja para dentro, é com ela

Conheça a história da produtora que aparece no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil (5ª) e do Paraná (1ª)

Publicado em

em

Acervo Pessoal

Não é trabalho, é paixão. Cada animal que sai da Granja Palmital, no interior de Marechal Cândido Rondon, PR, tem um capricho todo especial, pois passou pelas mãos da suinocultora Olides Terezinha Kawacki Schneider. “Desde que meu pai foi para o agronegócio sempre fui a mais participativa na atividade. Na infância fui muito próxima a pequenos animais e isso evoluiu no decorrer da vida para a suinocultura”, conta.

Nascida no Rio Grande do Sul, aos dois anos de idade Olides chegou com a família em Marechal Cândido Rondon. Seu pai, relembra, seguindo a tradição do avô que tinha um curtume de couro no Sul, abriu uma sapataria no município e, alguns anos mais tarde, uma loja de calçados – a qual ela e as irmãs mantêm até hoje.

Contudo, o patriarca também investiu em uma área de terra. “Meus pais só tiveram filhas mulheres e de nós três, eu era a que mais tinha aptidão na atividade. Mesmo trabalhando na loja, era de minha responsabilidade o controle da parte dos suínos e do gado leiteiro, tudo feito manualmente. Fiz isso por muitos anos e eu adorava”, se recorda.

Em 2004, faleceu o pai de Olides, Eni e Cleri. Por estar no dia a dia junto ao seu pai e por conhecer a forma de manejo da suinocultura, ela assumiu a granja.

Expertise

Na Granja Palmital há muito mais do que apenas animais. Desde meados de 2013, Olides investiu na genética DB e passou a produzir sua própria reposição de leitoas. “Hoje entram na propriedade apenas fêmeas e machos avós. Temos a central de inseminação, fábrica de ração e cultivamos o milho para a produção da ração”, detalha.

Olides não trabalha de forma integrada. Por conta da oscilação do mercado, no entanto, há cerca de cinco anos deixou de fazer o ciclo completo e passou à venda de leitões crechados.

Recentemente, mais uma fase do ciclo de produção foi quebrado, quando a suinocultora passou a fazer a venda de leitões desmamados. “De 50% a 60% do resultado que obtemos é por conta da mão de obra qualificada e isso máquina nenhuma vai substituir”, garante.

Reconhecimento

Em maio deste ano, Olides apareceu no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil, ocupando o 1º lugar no Estado do Paraná e o 5º lugar em nível nacional. No Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness, ela conquistou o Leitão de Prata, que representa o 2º lugar na categoria 301 a 500 matrizes, com um resultado de 35,01 desmamados/fêmea/ano. “Receber um prêmio como este é muito gratificante, só acrescenta o nosso trabalho e nos dá o incentivo de buscar melhores índices”, salienta.

Ela comenta que, pelos resultados que obtém, muitas pessoas até se decepcionam ao conhecer a Granja Palmital. “Muitos acham que é um lugar com muita modernidade e tecnologia, mas é tudo simples e funcional”, descreve.

Os resultados, diz, são oriundos de poucas mudanças na rotina da granja e também de uma longa jornada de trabalho árduo e cuidadoso no manejo dos animais.

A rondonense frisa que, além de sua dedicação, os números são frutos de outro fator: os colaboradores que passaram pela granja ao longo dos anos. “O mérito não deixa de ser meu, mas é pequeno em comparação ao de quem está lá no dia a dia. Na contratação de colaboradores, prezo muito em saber se a pessoa gosta de suínos, porque isso conta com o sucesso dos resultados”, mensura. “A partir do momento que um suinocultor visualizar sua granja como um hospital, que os animais que lá estão precisam ser atendidos e assistidos da melhor forma possível, com isso todos serão beneficiados, animais com bem-estar e sanidade, e proprietários com bons resultados”, complementa.

Representatividade

Apesar de a maioria das pessoas ligarem as atividades do campo aos homens, o número de mulheres que estão à frente da administração de propriedades rurais tem aumentado significativamente nos últimos anos. E Olides é uma prova disso. “Hoje as mulheres vão atrás do que querem e fazem, não é mais como antigamente. Muitas estão na suinocultura, no gado leiteiro, tocam a propriedade, porque gostam disso e é o que querem para si como profissão. Talvez as mulheres que estão no campo não se expõem tanto, por isso não são tão vistas, mas o agronegócio está sim muito difundido entre elas”, considera.

A rondonense menciona que a mulher tem até mesmo mais habilidade pela questão materna, do toque de sensibilidade e pela exigência com os cuidados e higiene, o que resulta em sanidade e bons resultados. “Parabenizo todas as mulheres que estão presentes hoje ou projetando seu futuro para o agronegócio e principalmente a suinocultura”, conclui.

Fonte: O Presente
Continue Lendo

Notícias Mercado

Importação de soja brasileira pela China recua 31% em maio com impacto de peste suína

Queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana

Publicado em

em

Ivan Bueno/APPA

As importações de soja da China junto a seu principal fornecedor, o Brasil, caíram 31% em maio quando na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostraram dados de alfândegas, com compradores segurando aquisições do ingrediente para ração animal em meio a um surto de peste africana que reduziu o rebanho chinês de suínos.

A China comprou 6,3 milhões de toneladas de soja do Brasil em maio, contra 9,124 milhões de toneladas no mesmo mês do ano anterior, de acordo com a Administração Geral de Alfândegas. A queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana em quase todas suas províncias e regiões. O primeiro surto foi registrado no início de agosto de 2018.

O movimento também seguiu-se a esperanças de que uma guerra comercial entre China e Estados Unidos pudesse chegar a um fim, o que levou compradores a segurar importações da América do Sul com a expectativa de comprar produto dos EUA. As tensões comerciais, no entanto, escalaram novamente ainda no início de maio.

Os EUA eram o segundo maior fornecedor de soja da China antes da guerra comercial, mas as importações junto aos norte-americanos recuaram fortemente após o governo chinês ter colocado tarifas de 25% sobre as cargas dos EUA. “Os embarques de maio foram agendados principalmente em abril e março, quando o mercado esperava que os grãos dos EUA poderiam vir para a China. Os processadores, portanto, não fizeram estoques”, disse um gerente de uma produtora de ração no Norte da China. “Os processadores de soja também não agendaram tantas compras principalmente devido à peste suína africana”, acrescentou o gerente, que não quis se identificar.

A peste suína pode reduzir a produção de carne suína da China em cerca de 30% neste ano, segundo o Rabobank. As importações de soja da China junto aos EUA foram de 977.024 toneladas, ante 489.539 toneladas no ano anterior, segundo os dados de alfândega.

No total, a China comprou 7,36 milhões de toneladas de soja em maio, queda de 24% na comparação anual, segundo dados já divulgados anteriormente pelo país.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Evonik – Aminored
AB VISTA Quadrado
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.