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BASF Soluções para Agricultura aumenta presença no Brasil com a aquisição de importantes negócios

Aquisição marca a entrada da BASF no mercado de sementes

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 A aquisição reforça o compromisso de longo prazo da BASF com a sustentabilidade da agricultura brasileira e marca a entrada efetiva da empresa no mercado de sementes. A negociação foi concluída em 01 de agosto e a integração com os negócios adquiridos já começou.

A empresa passa a comercializar sementes FiberMax®, assumindo a liderança no mercado de algodão nacional e dará continuidade à pesquisa e desenvolvimento de novas variedades para o cultivo. A semente de soja Credenz® é outra novidade e complementa o robusto portfólio de soluções para a oleaginosa. A BASF se fortalece neste segmento e investirá no desenvolvimento de novas variedades que estarão disponíveis no mercado nos próximos anos. 

“Estamos entusiasmados com esta importante aquisição que tem como foco as Américas. Fortaleceremos ainda mais o nosso portfólio de soluções com o desenvolvimento de novos germoplasmas e traits. A entrada no negócio de sementes permite atender os agricultores de maneira completa e integrada, pensando no gerenciamento do sistema produtivo, o que vai aproximar ainda mais a BASF dos clientes”, comenta Eduardo Leduc, vice-presidente sênior da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF para América Latina.

Marcas consolidadas no mercado passam a fazer parte do portfólio da BASF. Liberty® e Finale® são herbicidas não seletivos baseados em glufosinato de amônio. Produtos químicos e biológicos para tratamento de sementes também são acrescentados ao negócio sob as marcas Poncho® e VOTiVO®.

A equipe da BASF cresce em quantidade e qualidade. Mais de 300 colaboradores experientes juntam-se à equipe de Soluções para Agricultura no Brasil. Parte destes atuando nas 15 unidades de pesquisa, desenvolvimento e multiplicação que são incorporadas à estrutura da empresa.

Goiás é o estado com mais sites, centros de pesquisa, desenvolvimento e multiplicação adquiridos pela BASF. Ao todo são cinco unidades. As demais estão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Norte.

“O mercado brasileiro deve suprir 40% da demanda adicional de alimentos nas próximas décadas, impactado pela urbanização de países como a Índia e a China. A BASF entende o protagonismo do Brasil no mercado mundial, por isso conclui esta aquisição e continua investindo em pesquisa e desenvolvimento de novas soluções que ofereçam ao agricultor mais eficiência e longevidade da sua produção”, finaliza Eduardo Leduc.

 

Processo de aquisição dos negócios e ativos da Bayer

A BASF assinou acordos em outubro de 2017 e abril de 2018 para adquirir os negócios e ativos que a Bayer colocou à venda no contexto da aquisição da Monsanto, por um valor monetário de € 7,6 bilhões, sujeito a ajustes no momento do fechamento. Os acordos incluem o negócio global de glufosinato de amônio da Bayer; os negócios de sementes incluindo traits, capacidade de pesquisa e melhoramento, além de marcas registradas para importantes cultivos em importantes mercados; o negócio de sementes de hortaliças; a plataforma de P&D para o trigo híbrido; diversos produtos para tratamento de sementes; herbicidas à base de glifosato na Europa, usados principalmente para aplicações industriais; a plataforma completa de agricultura digital xarvio™; bem como projetos de pesquisa de herbicidas não seletivos e nematicidas. Estas transações foram concluídas com sucesso, à exceção do negócio de sementes de hortaliças, cujo fechamento está previsto para meados de agosto de 2018.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Vetanco apresenta um dos programas mais completos para redução de antimicrobianos no Sinsui 2022

Este ano, o Sinsui trouxe um novo espaço, disponibilizado às empresas do setor

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Foto: Divulgação

Por mais uma edição, a Vetanco esteve entre os patrocinadores do 14º Simpósio Internacional de Suinocultura – Sinsui 2022, com foco na produção, reprodução e sanidade suína. O evento aconteceu no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre/RS, nos dias 17, 18 e 19 de maio.

“O Sinsui é considerado um dos principais eventos técnicos da suinocultura brasileira. Por ser a primeira edição pós-pandemia, estávamos ansiosos por esse momento, pelos reencontros, pelos conhecimentos compartilhados ao longo da programação”, comenta Thaiza Ribeiro Barbosa, Coordenadora de Território – Suínos da Vetanco.

Este ano, o Sinsui trouxe um novo espaço, disponibilizado às empresas do setor. Através de seu estande, a Vetanco apresentou o Prevention Program, programa focado na redução eficaz de antimicrobianos associado a um programa diferenciado de serviços.

A Vetanco contou com a participação de toda equipe técnico-comercial ao longo do evento. Além disso, oportunizou que clientes estivessem presentes no Sinsui para acompanhar as palestras com especialistas de renome e temas relevantes para a suinocultura.

“Com certeza, o evento atendeu nossas expectativas, reafirmando sua alta qualidade técnica, e também quanto à própria estrutura. Nosso reconhecimento à comissão organizadora do Sinsui”, frisa Felipe Hoffmann Thomas, Coordenador de Território – Suínos.

Fonte: Assessoria
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Empresas Plataforma de aprendizagem contínua

Ourofino alia inovação e educação com lançamento do iUSE• Saber

O ecossistema conta com trilhas de aprendizado ministrados por grandes nomes do mercado sobre gestão de pessoas, gestão de negócios, competência técnica e cuidados com os pets. Cada material é personalizado e oferecido de acordo com o interesse do visitante.

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Maior indústria farmacêutica veterinária do Brasil, a Ourofino Saúde Animal inova e mais uma vez oferece um produto que conecta inovação e tecnologia à informação de qualidade. Trata-se do ecossistema digital com a plataforma de conhecimento iUSE• Saber, uma ferramenta de aprendizagem contínua e com acesso gratuito. O lançamento no metaverso foi realizado na noite de quinta-feira (20) para toda América Latina e está disponível no canal do YouTube da Ourofino para você reassistir.

CEO da Ourofino, Kleber Gomes: “É só entrar, se cadastrar e começar a usar” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

O ecossistema conta com trilhas de aprendizado ministrados por grandes nomes do mercado sobre gestão de pessoas, gestão de negócios, competência técnica e cuidados com os pets. Cada material é personalizado e oferecido de acordo com o interesse do visitante. “Sempre que a gente pensa em evolução no setor de saúde animal se depara que a educação é uma coisa muito importante. Então a Ourofino sempre busca trazer conhecimento para o campo e também para os nossos clientes de pets. E a gente vê que tem muito para agregar ainda para a melhoria da longevidade e da relação entre pets e seus tutores. Então a educação é um ponto chave e se é chave a gente precisa colaborar”, declarou o CEO da Ourofino, Kleber Gomes.

De acordo com ele, o iUSE• Saber nasceu da busca pelo autodesenvolvimento profissional, um dos pilares da companhia. “Acredito que as pessoas hoje buscam esse conhecimento por si para que possa ter evolução em sua carreira. A ferramenta iUSE• Saber nasceu dessa ideia, de que é necessário educação para os nossos clientes. E a gente fica muito feliz em estar concretizando esse momento, entregando uma ferramenta gratuita em que todos podem se desenvolver e também por contribuir com a educação do país, que tem necessidade de transformação, de melhorias, e a gente está exercendo aqui o nosso papel social como empresa, de ajudar as comunidades onde a gente atua”, ressaltou Gomes.

O iUSE• Saber é direcionado a quem quer investir na carreira, seja estudante, pecuaristas, balconistas, donos de clínicas veterinárias, petshops, médicos-veterinários. “Acreditamos e incentivamos a aprendizagem contínua para a evolução da saúde animal, por isso damos este novo passo na nossa história com esse lançamento. O iUSE• Saber engloba uma série de iniciativas dentro de um ecossistema digital da Ourofino com foco naqueles são a nossa razão de existir, os nossos clientes”, afirmou o CEO da companhia.

A plataforma educacional já está disponível, basta se cadastrar para ter acessos a mais de 50 microlearning. “É só entrar, se cadastrar e começar a usar. O conteúdo é todo gratuito. E começamos com conteúdo relevante, cerca de 80 treinamentos microlearning, que são mais curtos, em vídeo, fácil da pessoa acompanhar em qualquer momento do seu dia. Vamos estar sempre evoluindo essa ferramenta, trazendo cada vez mais e conteúdos exclusivos”, destacou Gomes.

Ao finalizar cada curso, o participante é certificado e ganha ourocons, que são moedas de troca para continuar a jornada de conhecimento na plataforma. “Terminou o treinamento, o sistema já gera o link do certificado e o participante já pode publicar na sua rede social para mostrar que conclui o curso. Prático, rápido e acessível”, enfatiza o CEO da Ourofino.

Fonte: O Presente Rural
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Pescado brasileiro busca espaço no mercado muçulmano

Produtores do Brasil, especialmente do Paraná, começam a visualizar as oportunidades de negócios com produtos halal

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Divulgação - Piscicultura Caxias

Atividade milenar, nascida para subsistência, a piscicultura tem galgado seu caminho rumo à profissionalização para se tornar um mercado tão atrativo comercialmente como outras proteínas animais, como a bovina e a de frango. E, assim como as demais, a piscicultura brasileira visualiza ultrapassar fronteiras rumo a novos mercados, como os países muçulmanos, um dos mais expressivos e potencialmente atraente aos olhos dos produtores brasileiros.

Esse avanço da piscicultura brasileira é comprovado pelos números. Segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), hoje são mais de um milhão de produtores no país, são gerados cerca de um milhão de empregos diretos e outros dois milhões indiretos e, em 2021, a atividade movimentou R$ 8 bilhões.

Ainda segundo a PeixeBR, dentre as espécies, a tilápia é a mais cultivada no Brasil. No ano passado, foram produzidas 534.005 toneladas, o que representou um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior, colocando a tilápia como responsável por 63,5% da produção nacional de peixes de cultivo. A região Sul é a que se destaca na produção da tilápia, que representa 86% de todos os peixes de cultivo da região.

E na classificação dos produtores de tilápia por estado, o Paraná lidera a produção nacional, com 182 mil toneladas em 2021; São Paulo é o segundo, com produção de 76.140 toneladas; Minas Gerais ocupa a terceira posição, com 47 mil toneladas.

Exportações

Dados da PeixeBR apontam que as exportações da psicultura brasileira totalizaram U$S 20,7 milhões em 2021, um aumento de 78% quando comparado a 2020. A tilápia é a espécie mais exportada, com US$ 18,2 milhões em 2021, o que representa 88% do total. A tilápia também apresentou importante crescimento de 77%, em 2021. Em toneladas, o crescimento foi de 49% de 2021 comparado a 2020. Entre as categorias exportadas, os peixes inteiros congelados apresentaram os maiores volumes, com alta de 390% no comparativo com 2020. Os filés frescos ou refrigerados foram a segunda categoria mais exportada, aumento de 3%. E os filés congelados aumentaram 573% nas exportações.

Produtores do Paraná se preparam para atender mercado halal

O estado líder na produção de tilápia brasileira agora quer levar seus produtos ainda mais longe. Cinco produtores integrantes da Associação dos Produtores dos Lagos do Iguaçu, localizada em Nova Prata do Iguaçu (PR), estão nos trâmites finais para estarem aptos a comercializar com os países muçulmanos.

O fundador da Associação e hoje vice-presidente, Jean Carlo Kuligowski, explica que a união dos produtores, que aconteceu em 2013, até então atendia apenas o mercado interno, mas os planos começaram a ir mais longe. “Começamos a pensar em exportar e vimos que o mercado halal tem bastante potencial para os peixes brasileiros”, explica Jean.

O gerente de produção e projetos da Piscicultura Caxias, Alexandre Marcelo Baumann, explica que, para que esta ideia se solidificasse, um dos integrantes da associação esteve presente da Gulfood 2022, maior evento anual de fornecimento de alimentos e bebidas do mundo, realizada no mês de fevereiro, em Dubai.

“Foi aí que começamos a perceber que o pescado será a próxima proteína em potencial para exportação aos países muçulmanos e isso nos estimulou a buscar a certificação halal”, pontua Alexandre.

Porém, os produtores paranaenses querem elevar o patamar de qualidade e segurança dos peixes brasileiros que irão para outros mercados. Além da certificação halal, que está em processo final pela CDIAL Halal dos cinco produtores e de duas plantas frigoríficas (localizadas nos estados do Paraná e Santa Catarina), a associação está em processo de finalização também da certificação junto ao órgão de defesa sanitária estadual para aprimoramento e realização de adequação de todas as práticas sanitárias que garantem rastreabilidade, controle e manejo de todo o processo produtivo.

“Este é um protocolo sanitário pioneiro na piscicultura do País, que fizemos questão de requisitar para elevarmos o grau de atendimento das boas práticas e, juntamente com o selo halal, garantir segurança da propriedade até o processamento nas plantas frigoríficas para atender a todas as exigências do mercado muçulmano”, completa Alexandre.

O presidente da Associação e proprietário da Alpha Fish, Gilson Tedesco, depois de uma longa experiência profissional na área de tecnologia, decidiu, no ano passado, iniciar as atividades da empresa na área de produção de tilápias em tanques-rede no município de São Jorge, localizada a 150 quilômetros de Cascavel. “Um dos grandes desafios da piscicultura brasileira é que muitos produtores ainda caminham para um processo de profissionalização. E eu fiz diferente: eu já comecei com uma empresa e me preocupo com a gestão do negócio, tanto com a seleção dos profissionais para atuarem na empresa, como na busca de novas tecnologias e melhoramento genético que possam, além de melhorar a qualidade, baratear os custos de produção e o valor do produto para o Brasil e para o mundo”, explica Tedesco.

E já visualiza as oportunidades no mercado halal. “Um fornecedor esteve na Gulfood e nos passou as grandes possibilidades daquele mercado, por isso estamos caminhando nesse processo de certificação para que nosso produto atenda a este mercado”.

“O Brasil tem potencial e oportunidade para abastecer o mercado muçulmano, que está ávido por nossos peixes, como a Jordânia, por exemplo, que demonstrou interesse por todas as espécies de peixes brasileiros. E este é um mercado gigantesco: são mais de 200 milhões de pessoas que residem nos 22 países que compõem a Liga Árabe. Temos quem quer vender e aqueles que querem comprar, então temos um enorme potencial e a certificação halal é o caminho para quem deseja ingressar neste mercado”, explica diretor de Operações da CDIAL Halal, Ahmad Saifi.

Fonte: Ass. de imprensa
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