Notícias
Balança comercial inicia novembro com superávit de US$ 1,8 bilhão e avanço nas exportações
Na primeira semana do mês, vendas externas cresceram 6,4% frente a 2024, impulsionadas pela agropecuária e pela indústria de transformação.

A balança comercial registrou na primeira semana de novembro, superávit de US$ 1,811 bilhão e corrente de comércio de US$ 13,8 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,8 bilhões e importações de US$ 5,9 bilhões.
No ano, as exportações totalizam US$ 297,5 bilhões e as importações, US$ 243,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 54,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 540,8 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Nas exportações, comparadas as médias até a primeira semana de novembro (US$ 1,56 bilhão) com as de novembro de 2024 (US$ 1,46 bilhão), houve crescimento de 6,4%. Em relação às importações, houve crescimento de 7,9% na comparação entre as médias até a 1ª semana de novembro/2025 (US$ 1,19 bilhão) com as do mês de novembro do ano passado (US$ 1,11 bilhão).
Assim, até a primeira semana de novembro, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,759 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 362 milhões. Comparado este período com a média de novembro de 2024, houve crescimento de 7,1% na corrente de comércio
Exportações e Importações por Setor

No acumulado até a primeira semana do mês de novembro, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores, pela média diária, foi o seguinte: crescimento de US$ 99,66 milhões ( 42,2%) em Agropecuária; queda de US$ -90,63 milhões (-22,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 88,02 milhões ( 10,7%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado até a primeira semana de novembro, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores, pela média diária, foi o seguinte: queda de US$ -1,16 milhões ( -5,2%) em Agropecuária; crescimento de US$ 7,13 milhões ( 11,5%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 81,32 milhões ( 8,0%) em produtos da Indústria de Transformação.

Notícias Editorial
Dia Internacional das Cooperativas celebra quem transforma cooperação em desenvolvimento
Edição especial de O Presente Rural homenageia associados, colaboradores e profissionais que fortalecem o cooperativismo no campo e na cidade.

Em 04 de julho, é celebrado o Dia Internacional das Cooperativas. Para O Presente Rural, a data tem um significado especial porque reconhece pessoas que fazem muito mais do que produzir, industrializar, transportar, atender, administrar ou liderar. Reconhece quem constrói desenvolvimento com trabalho coletivo.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O cooperativismo nasce da união, mas se sustenta na responsabilidade diária de milhares de associados, colaboradores, dirigentes, técnicos, famílias rurais e comunidades que transformam esforço em alimento, renda, emprego e futuro.
Nesta edição especial, O Presente Rural parabeniza e homenageia quem faz o cooperativismo acontecer na prática: no campo, nas agroindústrias, nas cooperativas, nas estradas, nos escritórios, nos supermercados, nas unidades de recebimento, nas granjas, nas propriedades e em cada lugar onde a cooperação deixa de ser discurso e vira resultado.
A todas essas pessoas, nosso reconhecimento. O cooperativismo tem rostos, mãos, história e trabalho. E é isso que celebramos.
Nesta edição especial, O Presente Rural parabeniza e homenageia quem faz o cooperativismo acontecer na prática.
A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.
Notícias
El Niño acende alerta para eventos climáticos extremos
Boletim aponta alta probabilidade de permanência do fenômeno até o início de 2027, com previsão de calor acima da média e alterações no regime de chuvas.

Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) divulgaram nesta segunda-feira (29), o Boletim nº 1 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.

Foto: Ana Claudia Oliveira
O documento é resultado do trabalho realizado em parceria pelos órgãos nacionais e oficiais sobre monitoramento, regulação do uso das águas, gestão de riscos e previsão do clima e tempo. Mensalmente, o conteúdo será atualizado para disponibilizar informações acerca do fenômeno e, assim, apoiar os órgãos federais e estaduais além de contribuir para a tomada de decisões governamentais referentes ao País.
De acordo com o boletim, em junho de 2026 as condições observadas de temperatura da superfície do mar mostram um padrão típico do fenômeno El Niño. Este padrão se apresenta na forma de uma faixa de águas quentes em grande parte do Oceano Pacífico Equatorial que, próximo à costa da América do Sul, são superiores a 2°C.
Previsão para os próximos meses
A previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas da Região Sul do Sul e, chuvas abaixo da média no centro-norte do País.

Foto: Divulgação/Freepik
Ainda, as previsões indicam alta probabilidade de temperaturas acima de média no segundo semestre que, podem aumentar os eventos de onda de calor e a ocorrência de incêndios florestais.
Sobre a previsão da persistência do El Niño e sua intensidade, os modelos indicam probabilidade acima de 90% de permanência do fenômeno até, pelo menos o início de 2027, com alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, quando as anomalias/desvios de temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial ficam acima de 2,0°C, entre a primavera e o verão de 2026.
Monitoramento contínuo e previsão de impactos

Foto: Antonio Carlos Mafalda
O boletim destaca a importância do acompanhamento das atualizações diárias e mensais dos órgãos para informações acerca de possíveis impactos na agricultura, níveis de rios e reservatórios prioritários além de riscos para inundações e deslizamentos.
Importante também as recomendações e orientações da Defesa Civil Nacional, especialmente sobre as medidas de autoproteção para a população.
A atuação antecipada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e instituições parceiras é fundamental para reduzir os impactos do fenômeno El Niño sobre a população brasileira. O monitoramento contínuo, o planejamento integrado e a adoção tempestiva de medidas de preparação e resposta constituem elementos essenciais para o fortalecimento da gestão de riscos e desastres no país.
Notícias
Exportações sustentam preços da soja no Brasil apesar da queda em Chicago
Demanda externa e prêmios firmes mantêm competitividade do produto brasileiro, aponta Consultoria Agro Itaú BBA.






