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AVISULAT 2016 encerra com expectativa de negócios de US$ 22 milhões
Foi um total de 5 mil visitantes, caravanas com mais de 1000 produtores do interior do estado, mais 80 palestras e 2.300 congressistas
O V AVISULAT – Congresso e Feira Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Laticínios encerrou nesta quinta-feira, 24 de novembro, após três dias no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre, movimentando US$ 22 milhões em expectativa de negócios para os próximos 12 meses. Foi um total de 5 mil visitantes, caravanas com mais de 1000 produtores do interior do estado, mais 80 palestras e 2.300 congressistas, além de expositores nacionais e internacionais.
José Eduardo dos Santos, Coordenador Geral do AVISULAT, destacou sua satisfação com o resultado do evento. "Minha avaliação é muito positiva e os números comprovaram. Realizar uma feira internacional como esta, que reúne toda a cadeia de três setores do agronegócio em um ano de tantas dificuldades econômicas e politicas, foi uma vitória. Foram três dias de muito conteúdo, negócios e inovações. E já vamos pensar na próxima edição, em 2018", avaliou.
O II Encontro Internacional de Negócios AVISULAT recebeu compradores de oito países (Argentina, Chile, China, Colômbia, Estados Unidos, Hong Kong, Tailândia e Vietnã) e 16 empresas brasileiras, que tiveram 105 reuniões. O encontro foi organizado pelo Centro Internacional de Negócios – CIN, da FIERGS, direcionado a empresas brasileiras exportadores de produtos avícolas, carne suína e laticínios. Kurt Ziegler, Coordenador do CIN-RS, avaliou a edição e forma muito positiva. "Destaco a qualidade dos clientes e diversidade dos segmentos. Recebemos, pela primeira vez, representantes da China, que inclusive ficaram de retornar ao país para visitas em empresas como desdobramento das reuniões. Com certeza já podemos pensar na próxima edição", exaltou.
Francisco Turra, Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), também ressaltou a qualidade do AVISULAT. "Fiquei muito impressionado com o evento e com a coragem do RS de fazer este trabalho de trazer empresas internacionais compradoras", destacou.
O AVISULAT 2016 é promovido pela Associação Gaúcha de Avicultura – Asgav; Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do RS – SIPS e Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do RS – Sindilat, em parceria com a FIERGS. O AVISULAT 2016 contou com patrocínio ouro do Sicredi, Icatu e Mafre; patrocínio prata da BRF Brasil Foods; patrocínio bronze do Banco do Brasil e apoio da Fundesa, Vibra e BRDE.
Entidades do agronegócio exaltam o AVISULAT 2016
Três dias de debates envolvendo toda a cadeia produtiva dos setores de aves, suínos e leites. Essa foi a proposta do Congresso e Feira Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Laticínios – AVISULAT – realizado em Porto Alegre no Centro de Eventos da FIERGS. Na visão dos presidentes das instituições representadas no evento, reunir debates que atendam as necessidades, desde o pequeno produtor até as grandes indústrias, é ideal para superar o momento de crise vivido pelo país.
"Só tenho a agradecer e parabenizar todas as empresas, suinocultores e indústrias que estão sobrevivendo a esse cenário com a esperança e expectativas para o ano que vem", destacou o Presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul, José Roberto Goulart. "Tivemos um ano muito difícil, por isso queria parabenizar também o Eduardo, que conseguiu fazer uma feira deste porte em um ano com a dificuldade que enfrentamos", exaltou Goulart.
"Nós precisamos entender que temos muitos desafios pela frente", destacou Alexandre Guerra, Presidente do Sindicato de Indústria de Laticínios e Produtos Derivados. Guerra alinhou seu discurso ao que foi comentado por José Roberto, de que o setor de laticínios do Rio Grande do Sul tem o que é necessário para enfrentar o momento de crise, pois trata-se do estado que detém 13% da produção nacional. "Sabemos que juntos somos mais fortes", exaltou Alexandre ao elogiar o V AVISULAT.
Nestor Freiberger, Presidente da Associação Gaúcha de Avicultura, reconheceu o ano complicado vivido pelos setores em 2016, mas que o cenário indica necessidades de mudança. "Momentos como este, que reúnem lideranças, empresários e profissionais das mais diversas áreas, produtores, instituições, consumidores, imprensa e órgãos do governo servem para fortalecer nossos anseios e desejos de um Estado e País melhores", destacou Freiberger.
AVISULAT divulga vencedores dos trabalhos científicos 2016
Espaço dedicado a estudantes e pesquisadores a Coordenação dos Trabalhos Científicos do AVISULAT 2016 divulgou os vencedores na tarde desta quinta-feira, 24 de novembro. Este ano foram 116 trabalhos inscritos em seis categorias diferentes: Produção de Suínos; Produção de Aves/Ovos; Produção de Leite/Laticínios; Agronegócio; Segurança e Medicina do Trabalho e Nutrição Humana, que se apresentaram em um ambiente que reúne toda a cadeia produtiva do agronegócio.
"Percebemos um salto de qualidade nas apresentações dos trabalhos e os temas com uma ligação muito mais forte entre teoria e prática. Conseguimos perceber a preocupação dos acadêmicos em verificar as necessidades das empresas e trazer isso para dentro da pesquisa e vice-versa. Isso trouxe muita qualidade para os trabalhos", avaliou Rejane Kieling, Coordenadora Trabalhos Científicos AVISULAT 2016. Em todas as categorias foi concedido um prêmio para os dois melhores, sendo o 1º lugar contemplado com R$ 1.500 e o 2º lugar com R$ 1.000.
Conheça os vencedores
Categoria Avicultura
1º Lugar: Kristian Kissmann
2º Lugar: Caroline Carnier Hiller
Categoria Suinocultura
1º Lugar: Francielle Sordi Lovatto – Desempenho de Suínos na fase inicial utilizando farelo de canola com adição com complexo enzimático
2º Lugar: Ielmo Lopes Fernandes – Uso do óleo de coco, óleo de cártamo e ractopamina sobre o desempenho e qualidade de carne suína em terminação
Categoria Agronegócios
1º Lugar: Guilherme Bampi
2º Lugar: Jonas dos Santos Filho
Fonte: Assessoria

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ASEMG lança ASEMG TECH e aposta em inovação para fortalecer a suinocultura mineira

A Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG) está lançando o novo projeto, o ASEMG Tech, voltado ao estímulo da inovação e ao fortalecimento da competitividade da suinocultura no estado.
A iniciativa surge com o objetivo de aproximar tecnologias já aplicadas e validadas da realidade das granjas, promovendo um espaço qualificado para apresentação, avaliação e debate de soluções com potencial de gerar ganhos concretos de produtividade, eficiência e gestão. O projeto também busca preencher uma lacuna no setor, ao propor um evento focado exclusivamente em inovação prática na suinocultura. As inscrições podem ser realizadas até o dia 11 de abril de 2026 através do site da entidade (clique aqui).
Podem participar empresas nacionais e internacionais, startups, scale-ups, universidades, centros de pesquisa, cooperativas e instituições tecnológicas que atuem com soluções aplicadas à produção suinícola. As áreas contempladas incluem genética, nutrição, sanidade, automação e equipamentos, gestão e monitoramento, inteligência de dados, sustentabilidade, eficiência produtiva e outras inovações voltadas ao setor.
Segundo o presidente da ASEMG, Donizetti Ferreira Couto, o ASEMG Tech representa um avanço estratégico para o setor. “O ASEMG Tech nasce com a proposta de conectar tecnologia e prática produtiva. Queremos criar um ambiente onde produtores possam conhecer, avaliar e discutir soluções que realmente tragam resultados para as granjas. É uma iniciativa que reforça o papel da ASEMG como promotora da inovação e do desenvolvimento da suinocultura em Minas Gerais”, afirma.
Para serem elegíveis, as tecnologias devem atender a critérios técnicos estabelecidos em edital, como aplicação comprovada em campo, resultados mensuráveis na produção e potencial de gerar ganhos de eficiência, produtividade ou gestão. Todo o processo de seleção será conduzido por uma Comissão Técnica formada por especialistas, garantindo rigor e credibilidade à iniciativa.
Ao todo, nove empresas serão selecionadas para apresentar suas soluções durante o ASEMG Tech, em painéis técnicos presenciais voltados exclusivamente a produtores associados da entidade. A proposta é promover um ambiente qualificado de troca, aproximando as demandas do campo das soluções tecnológicas disponíveis no mercado.
Além da oportunidade de apresentar diretamente ao público produtor, as empresas participantes terão a chance de posicionar suas marcas como referência em inovação no setor e fortalecer conexões estratégicas dentro da cadeia produtiva.
As inscrições para as empresas que têm interesse em apresentar as suas propostas já estão abertas. Acesse e faça já a sua inscrição.
Cronograma:
Encerramento das inscrições: 11 de abril de 2026
Divulgação das selecionadas: até 05 de maio de 2026
Realização do evento: 29 de maio de 2026
Local: Sede da ASEMG – Belo Horizonte (MG)
O ASEMG Tech se consolida como uma vitrine de inovação aplicada à suinocultura, promovendo a integração entre tecnologia, conhecimento e produção para o avanço do setor em Minas Gerais.
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Fenagra chega à 19ª edição e consolida liderança em feed & food na América Latina
Feira e congressos técnicos reunirão 14 mil participantes em São Paulo, com foco em nutrição animal, pet food e inovação tecnológica.

A 19ª edição da Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento (Fenagra) reafirma seu protagonismo na América Latina ao reunir os principais players de Pet Food, Nutrição Animal, Graxarias, Biodiesel e Óleos e Gorduras. O evento será realizado de 12 a 14 de maio, das 11 às 19 horas, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
Em paralelo à feira, acontecerão os congressos técnicos promovidos pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA). Entre eles estão a 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e o 25º Congresso CBNA PET. A expectativa é reunir cerca de 14 mil visitantes e congressistas ao longo dos três dias.

Presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg: “Reuniremos especialistas nacionais e internacionais, criando um ambiente promissor para troca de conhecimento, networking e desenvolvimento de soluções que impulsionem o mercado de nutrição animal” – Foto: Divulgação
Daniel Geraldes, diretor da Fenagra, destaca a parceria de longa data com o CBNA e reforça o papel do evento no fortalecimento da agroindústria. “Essa integração reforça o compromisso com o fortalecimento da agroindústria, promovendo a conexão entre ciência, tecnologia e mercado, além de impulsionar a inovação e o desenvolvimento sustentável da indústria de alimentação animal”, afirma.
Para Godofredo Miltenburg, presidente do CBNA, o sucesso do evento está ligado à qualidade técnica e à presença de empresas líderes. “Reuniremos especialistas nacionais e internacionais, criando um ambiente promissor para troca de conhecimento, networking e desenvolvimento de soluções que impulsionem o mercado de nutrição animal”, enfatiza.
Programação técnica detalhada
A 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos terá como tema central Nutrição além da nutrição e contará com mais de 20 palestras distribuídas em cinco painéis. Especialistas da academia, da agroindústria e de empresas do setor discutirão tendências, tecnologias e inovações na nutrição de aves, suínos e bovinos.

Foto: Divulgação
O 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, organizado pela SBNutriPet em parceria com o CBNA, abordará os desafios da nutrologia felina, estratégias nutricionais, melhores práticas clínicas e apresentação de trabalhos científicos. Palestrantes virão de universidades do Brasil, Estados Unidos e Canadá.
O 25º Congresso CBNA PET terá como tema Desafios na alimentação de felinos e dividirá sua programação em quatro painéis: Nutrição, Processo e Segurança, Mercado e Comunicação ética em nutrição de cães e gatos. Serão debatidos nutrientes na formulação de dietas, processamento de ração, aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos, indicadores de desempenho em fábricas de ração e perspectivas de mercado.
Expositores e volume de negócios
A Fenagra reunirá 250 expositores nacionais e internacionais vindos de Estados Unidos, Rússia, Austrália, Europa, Ásia, América do Sul e Arábia Saudita. A feira ocupará dois pavilhões do Distrito Anhembi, com 26 mil m² de área de exposição.
A maior parte dos expositores pertence aos segmentos de Pet Food e Nutrição Animal, seguida por Frigoríficos e Graxarias, Biodiesel e Óleos e Gorduras Vegetais, destinados à nutrição humana e à produção de biocombustíveis. O volume de negócios durante a feira deve superar R$ 1 bilhão, consolidando a Fenagra como principal plataforma de negócios do setor na América Latina.
Colunistas
Produtividade recorde do agro brasileiro ameaça ser sufocada por gastos públicos improdutivos
Enquanto soja, milho e pecuária impulsionam até 27% do PIB e elevam o IDH em municípios produtores, ineficiência fiscal e juros altos pressionam crédito e aumentam pedidos de recuperação judicial no setor.

Enquanto a produtividade floresce nos campos do agronegócio, a gestão pública brasileira parece estagnada em modelos que privilegiam o gasto improdutivo em detrimento do investimento estruturante. Não há inclusão social sem uma economia saudável! Hoje, a “galinha dos ovos de ouro” brasileira – o agronegócio – enfrenta uma ameaça que não vem do clima ou do solo, mas da ideologia e da insensatez de Brasília.
Há anos, o agronegócio é o principal responsável pela expansão econômica brasileira. Segundo dados do Cepea (USP) em parceria com a CNA, o setor responde por aproximadamente 24% a 27% do PIB nacional. Em 2023, enquanto outros setores patinavam, o PIB da agropecuária saltou 15,1%, sendo o fiel da balança para evitar uma recessão técnica e garantir o superávit comercial.
Esse sucesso é fruto de um crescimento de produtividade sem precedentes. A Produtividade Total dos Fatores (PTF) no agro cresce, em média, 3,2% ao ano — um ritmo que humilha a média da indústria nacional e de muitos países desenvolvidos.
É sempre importantíssimo frisar que o Brasil não só planta, mas desenvolve tecnologia biológica de ponta!
É fundamental compreender que o agronegócio não se resume ao “dentro da porteira”. O termo “Agribusiness” foi cunhado em 1957 pelos professores de Harvard, John Davis e Ray Goldberg, justamente para descrever a soma total de todas as operações envolvidas na fabricação e distribuição de suprimentos agrícolas.
O agronegócio é, portanto, uma cadeia complexa que integra:
- O Agro “dentro da porteira”: a agricultura e pecuária propriamente ditas, onde o manejo do solo e a gestão biológica ocorrem.
- Indústria: fabricação de insumos, defensivos, fertilizantes e máquinas pesadas, além do processamento agroindustrial de alimentos e biocombustíveis.
- Serviços: logística de transporte, armazenamento, crédito agrícola sofisticado e tecnologia da informação (Agtechs).
Essa visão sistêmica revela, por exemplo, que o sucesso da colheita movimenta desde uma fábrica de tratores no interior de São Paulo, até o porto em Santos, sustentando milhões de empregos indiretos.
Nada disso seria possível sem o papel histórico da EMBRAPA. Criada na década de 70, a Embrapa foi a arquiteta da “revolução tropical”, transformando o Cerrado — antes considerado terra ácida e improdutiva — no celeiro do mundo através da ciência brasileira.
O ganho de eficiência do campo transborda diretamente para o capital humano. Municípios com forte presença do agro apresentam indicadores de qualidade de vida muito superiores à média nacional. Cidades como Sorriso (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Rio Verde (GO) e Toledo (PR) são exemplos disso.
Essas localidades figuram constantemente no topo do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) regional porque a riqueza gerada pela produtividade se converte em:
- Infraestrutura urbana de qualidade;
- Melhores escolas e centros de capacitação técnica;
- Sistemas de saúde mais robustos e acessíveis.
A prosperidade agrícola é o maior vetor de descentralização do desenvolvimento que o Brasil já conheceu, criando polos de dignidade longe das metrópoles litorâneas.
Entretanto, esse vigor produtivo encontra um obstáculo na insustentabilidade fiscal. O Brasil gasta muito e gasta mal. Consumimos cerca de 33% do PIB em impostos, mas o retorno em investimento público em capital humano, ciência e inovação, além de infraestrutura, é irrisório, mal chegando a 2%.
O desperdício e a má gestão são flagrantes:
- Privilégios Estruturais: Gastos exorbitantes com pensões e aposentadorias de elite (como as de juízes e alta cúpula do funcionalismo), mantendo castas que consomem recursos que deveriam financiar laboratórios de biotecnologia ou ferrovias.
- Corrupção e Ineficiência: O dinheiro é drenado por desvios e por uma burocracia que “cria dificuldades para vender facilidades”, além do custo de manter estatais ineficientes e obras inacabadas que nunca se tornam ativos para o país.
Essa “gastança desordenada” eleva a dívida pública, forçando o Banco Central a manter a Taxa Selic elevada para conter a inflação. Juros altos significam financiamento inviável.
O produtor, que depende de crédito para comprar sementes e maquinário, está sendo asfixiado. Dados da Serasa Experian mostram um aumento alarmante de mais de 500% nos pedidos de Recuperação Judicial no setor agropecuário entre 2023 e 2024.
Não podemos permitir que a ineficiência do Estado destrua a engrenagem que sustenta o país. A justiça e a inclusão social exigem um governo que respeite quem produz. É urgente:
- Melhorar a qualidade do gasto: cortar privilégios e priorizar investimentos em ciência, tecnologia e educação.
- Responsabilidade fiscal: tornar a dívida sustentável para baixar os juros de forma estrutural, fomentando o agro.
- Incentivo à inovação: reduzir a burocracia para que o empreendedorismo inclusivo no campo possa prosperar.
O agronegócio é a prova de que o Brasil pode ser uma potência. Mas, para que a colheita continue farta, é preciso parar de consumir as sementes do amanhã com os gastos perdulários de hoje.
Gestão ética e compromisso com a realidade são os únicos caminhos para o Brasil que queremos.
