Avicultura
Avimig divulga programação completa do Avicultor Mais 2025
Evento será realizado entre os dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG).

Os organizadores do Avicultor Mais 2025 – Frangos, Ovos & Peixes divulgaram, nesta semana, a programação oficial das palestras técnicas do evento, que acontece nos dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Serão 18 especialistas renomados abordando temas estratégicos e atuais da avicultura e da aquicultura nacional.
A presença em todas as palestras, bem como na Feira de Produtos e Serviços e no coquetel de abertura, pode ser garantida clicando aqui, com ingressos ainda disponíveis em valor promocional.
Confira abaixo a programação técnica, que está sujeita a alterações:
25 de junho (quarta-feira)
07h45 às 08h45 – Inscrições e entrega de credenciais
Auditório 1
08h45 às 09h – Abertura com o presidente do Conselho Diretor da Avimig, Antônio Carlos Vasconcelos Costa; e o presidente do Sinpamig, Regis Felipe Campos
09h às 10h – Palestra Controle de ambiência no frango de corte para enfrentamento do inverno e verão– Lederson Lima – Avioeste
10h30 às 11h30 – PalestraVírus da Laringotraqueíte infecciosa: impactos, prevenção e controle em granjas de frangos e matrizes de corte – Jorge Chacon – Ceva
11h30 às 12h30 – PalestraSoluções Tecnológicas: Melhoria da Eficiência dos Aviários – Gabriela Pereira e Luciana Dalmagro – Brasilit Saint-Gobain
12h30 às 14h – Intervalo para almoço e visita a feira
14h às 15h – Palestra Desafios e oportunidades para o setor avícola brasileiro– Antônio Cabrera Mano Filho – médico-veterinário e ex-ministro da Agricultura
15h30 às 16h30 – Palestra Cenário atual da Avicultura de corte e postura – Ricardo Santin – Presidente da ABPA
16h30 às 17h – Homenagens AVIMIG 70 anos
17h às 18h – Palestra Magna – Cláudio Ferraz Ferreira – Economista-Chefe do BTG Pactual e José Luciano de Mattos Dias – Cientista Político
18h – Abertura oficial da Feira de Produtos e Serviços no Foyer
18h às 22h – Visitas à feira e coquetel
Auditório 2
09h10 às 10h10 – Palestra Cenário, desafios e oportunidades para o setor de postura em 2025 – Thiago Bernardino de Carvalho – Professor Unesp/Botucatu, Pesquisador USP/Cepea
10h10 às 10h30 – Intervalo
10h30 às 11h30 – Palestra Como melhorar o resultado financeiro com um planejamento tributário inteligente para granjas de postura– Arnibo Braatz Junior – Audax Consultoria
11h30 às 12h30 – Palestra Nutrição para aves de ciclo longo, mantendo uma ótima qualidade de casca– Nelson Aguilar – Lohmann Breeders / Planalto Postura
12h30 às 14h – Intervalo para o almoço e visita à feira
26 de junho (quinta-feira)
Auditório 1
09h às 10h – Palestra Qual o melhor material de cama para uso na atualidade?– Dr. Emílio Mouchrek – Presidente do Conselho Técnico-Científico e Ambiental da Avimig.
10h às 11h – Palestra Vivência no enfrentamento da Doença de NewCastle no Rio Grande do Sul – José Eduardo dos Santos – presidente executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav)
11h às 11h30 – Intervalo
11h30 às 12h30 – Palestra Desenvolvimentos Recentes na Nutrição Mineral de Frangos de Corte – Fernando Rutz – Alltech do Brasil
12h30 às 14h – Intervalo para almoço e visita à feira
14h às 15h – Palestra Plano de Contingência com Foco em Depopulação -Métodos e Aplicações – Dr. Bruno Pessamilio – consultor especialista em Defesa Sanitária Animal
15h às 16h – Palestra Ações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) na vigilância contra a Influenza aviária em Minas Gerais– Dra. Denise Viegas – Mapa e Dra. Izabella Hergot – IMA
16h às 16h30 – Palestra Regularização da avicultura de pequena escala– Lucilla Imbroinise – IMA
16h30 às 17h – Palestra Programa Certifica Minas, ovo e frango caipira – Márcia Portugal – EMATER-MG
17h às 20h – Visita à feira
Auditório 2
08h30 às 09h – Palestra Instituto Ovos Brasil (IOB): Marketing e o aumento do Consumo de ovos – Edival Veras – Presidente do IOB
09h às 10h – Palestra Marketing na categoria de ovos e como o ESG impacta a relação com o consumidor – André Carvalho – Ovos Mantiqueira
10h às 11h – Palestra Como determinar a vida de prateleira dos ovos – Raquel Dias Ribeiro Santos – Consultora em alimentos
11h às 11h30 – Intervalo
11h30 às 12h30 – Palestra Tendências do mercado de ovos e a influência das preferências do consumidor – Nélio Hand – diretor executivo da Associação dos Avicultores do Estado do Espirito Santo (AVES)
12h30 às 14h – Intervalo para almoço e visita à feira
Realização
O Avicultor Mais 2025 é uma realização da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas de Minas Gerais (Sinpamig), com apoio da ABPA, Instituto Ovos Brasil (IOB), Peixe MG, Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa MG), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad MG), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e Faculdade de Pará de Minas (Fapam).

Avicultura Editorial
O Nordeste avícola já não cabe no rodapé
Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.
Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.
A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.
Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura
Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura
Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock
A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.
Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock
A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.
A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.
Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock
que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.
Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura No Noroeste do Estado
Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência
Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação
A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.
De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.
A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.
Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi
A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.
A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.









