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Avicultura A quatro meses do evento

Avimig acelera preparativos ao Avicultor Mais 2025

Marcado para os dias 25 e 26 de junho, encontro estratégico para produtores de avicultura e aquicultura será realizado no Expominas, em Belo Horizonte, o maior centro de convenções e eventos de Minas Gerais.

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Foto: Divulgação

Faltando pouco mais de quatro meses para um dos mais renomados eventos da proteína animal na região Sudeste de Minas Gerais, o Avicultor Mais 2025 – Frangos, Ovos & Peixes, os preparativos estão em ritmo acelerado. Marcado para os dias 25 e 26 de junho, o evento será realizado no Expominas, em Belo Horizonte, o maior centro de convenções e eventos de Minas Gerais.

Em sua 22ª edição, o Avicultor Mais já se consolidou como um ponto de encontro estratégico para produtores de avicultura e aquicultura, indústrias alimentícias, fornecedores e abordagens de serviços da cadeia produtiva. Este ano, a Feira de Produtos e Serviços e as Palestras Técnicas ocuparão 10 mil m² de área, o dobro do espaço da última edição. A expectativa é reunir cerca de 120 marcas e atrair um público de aproximadamente 5 mil pessoas.

O evento bienal é realizado pela Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avicolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig), com o apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Instituto Ovos Brasil (IOB) e Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (Peixe MG).

Entradas à venda

Os ingressos do 1º lote estão disponíveis pelo valor de R$ 300,00 até dia 31 de março, clicando aqui. Após esses dados, o valor do 2º lote será de R$ 350,00, com vendas até 31 de maio. Do dia 1º de junho até o evento, os ingressos custarão R$ 400,00, podendo ser adquiridos pelo Sympla ou na portaria do evento. Estudantes e idosos têm direito à meia-entrada mediante apresentação de documento com foto. As formas de pagamento incluem cartão de crédito, boleto bancário e Pix.

Presença internacional e inovações tecnológicas

O sucesso do Avicultor Mais tem atraído a atenção de empresas nacionais e internacionais. Pela primeira vez, a Famsun Group Co., Ltd., com sede em Yangzhou, na China, participará do evento. Com forte atuação na América do Sul, a empresa vai apresentar suas mais modernas tecnologias e soluções integradas para a indústria de nutrição animal, incluindo equipamentos para fabricação de rações, moagem de grãos, fornecidos e armazenamento de grãos, processamento de sementes oleaginosas, alimentos, construção de estruturas de aço e automação industrial.

Além da Famsun, outras grandes empresas como Alltech, Artabas, Audax, Avioeste, Brasilit, Ceva e Ferraz Máquinas já confirmaram presença como expositoras, reforçando a importância do evento como vitrine de inovações tecnológicas e soluções para a cadeia de proteína animal.

Visibilidade da marca

As cotas de patrocínio ainda estão disponíveis para empresas que desejam se destacar como apoiadoras do evento. O acordo oferece benefícios como exposição da marca em mídias digitais e especializadas, presença nas peças de propaganda e espaços privilegiados durante o evento, incluindo o telão principal e peças de informação e sinalização.

Grandes marcas já garantiram a visibilidade oferecida pelo Avicultor Mais 2025, aproveitando a oportunidade para fortalecer o posicionamento de mercado, construir relacionamentos e expandir suas redes de contatos. A categoria Master de patrocínio tem sido a mais disputada, proporcionando um apoio nobre ao evento e destacando as marcas de forma estratégica.

O Avicultor Mais 2025 promete ser uma vitrine de inovações e um espaço valioso para networking e crescimento no setor de proteína animal. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone/WhatsApp (31) 99974-9500 ou pelo e-mail [email protected].

Fonte: Assessoria Avimig

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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