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Avicultura

Avicultura transforma propriedade no Paraná e impulsiona o futuro da família no campo

Luiz Antônio Curta apostou na diversificação, fez da produção de frangos a principal fonte de renda da família e alimentou o sonho de ver os filhos continuando no campo.

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Avicultor Luiz Antônio Costa Curta, de Corbélia, no interior do Paraná: “Conseguimos resultados melhores a cada lote, o que nos assegura maior conforto e qualidade de vida. Sem a atividade, não teríamos alcançado o que temos hoje” - Foto: Comunicação/Copacol

A diversificação de atividades foi a estratégia adotada pelo avicultor Luiz Antônio Costa Curta, de Corbélia, no interior do Paraná, para garantir uma maior renda e o crescimento da propriedade da família. Com nove alqueires, a produção agrícola sozinha não era suficiente para suprir as necessidades econômicas da família. Em 2019, ele decidiu investir na avicultura e construiu o primeiro aviário. “Estamos colhendo resultados muito bons. É uma ótima renda que conseguimos ao longo do ano com a avicultura”, ressaltou em entrevista exclusiva ao Jornal O Presente Rural.

Fotos: Shutterstock

O sucesso inicial levou o produtor a ampliar os investimentos. Em 2024, construiu um segundo aviário do mesmo tamanho do primeiro, ambos medindo 150 x 16 metros e com capacidade para juntos alojar 130 mil aves. O plano, segundo ele, é seguir crescendo. “Desde o início, nosso projeto previa três aviários. Com os bons resultados que estamos obtendo a cada lote, vamos conseguir ter recursos e segurança para construir mais um aviário nos próximos anos”, diz, otimista, ressaltando que é cooperado há 21 anos na Copacol. “A Cooperativa sempre foi a nossa segurança para estarmos na propriedade rural com qualidade de vida. Hoje, tenho uma casa nova, aviários modernos e meus filhos estão estudando para retornarem a propriedade e assumirem o que construímos. Isso tudo só foi possível graças ao apoio da Copacol”.

Adoção de tecnologias garante maior eficiência da produção

Há pouco mais de cinco anos na atividade avícola, Luiz Antônio diz que buscou desde a implementação dos aviários adotar as tecnologias avançadas para garantir melhor desempenho e eficiência na produção. “A avicultura está em constante evolução, com novas tecnologias surgindo frequentemente, e para nos mantermos atualizados a Copacol nos ajuda muito”, afirma, contando que a cooperativa oferece cursos por meio do Centro de Treinamento Avícola e proporciona a participação em feiras e eventos do setor. “Os aviários têm tecnologia, mas com o auxílio da Copacol consigo estar sempre atualizado sobre tecnologias e informações do setor, o que me permite evoluir na atividade”, destaca.

Os aviários contam com equipamentos modernos, incluindo painéis controladores que regulam temperatura, umidade e níveis de CO². Além disso, o forro das instalações possui mantas térmicas para controle de temperatura, garantindo o bem-estar das aves e maior eficiência produtiva, além comedouros e bebedouros de alta tecnologia na oferta de nutrição para as aves.

Biossegurança como prioridade

Manter um rigoroso controle de biossegurança é fundamental para garantir a sanidade das aves e evitar prejuízos econômicos. Na propriedade, o avicultor conta que segue todas as exigências do setor, incluindo controle de acesso, arco de desinfecção, troca de roupas e calçados ao entrar nos aviários, grades de proteção ao redor da propriedade e medidas para o controle de aves silvestres e roedores. “A biossegurança é uma grande preocupação para nós. Não abrimos mão dos controles e cuidados necessários”, menciona.

Avicultura como base da renda familiar

Atualmente, a avicultura é a principal fonte de renda da propriedade. “A avicultura tem uma importância muito grande para a minha família, sendo hoje nossa maior fonte de renda. Conseguimos resultados melhores a cada lote, o que nos assegura maior conforto e qualidade de vida. Sem a atividade, não teríamos alcançado o que temos hoje”, enfatiza o avicultor.

Ele credita o sucesso também ao apoio da Copacol, que fornece insumos de qualidade, assistência técnica especializada e a garantia de comercialização dos frangos produzidos. “É um orgulho ver o frango Copacol nas gôndolas dos supermercados e saber que esse é o frango que criamos em nossa propriedade”, enaltece, orgulhoso.

Constante atualização

Para se manter competitivo na avicultura, o produtor paranaense destaca a necessidade de constante aprendizado. “Precisamos evoluir junto com a atividade. Por isso, participamos de cursos, feiras e eventos, o que nos garante atualização contínua sobre a atividade e nos mostra no que precisamos melhorar e qual é a forma mais estratégica de investir”, afirma.

O produtor também ressalta a segurança que a integração com a Copacol proporciona na produção e comercialização, evidenciando que se fosse para trabalhar de forma independente, não haveria a menor possibilidade de continuar na avicultura ou investir em novos aviários e tecnologias.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na avicultura de corte e postura do Brasil acesse a versão digital de Avicultura Corte e Postura clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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