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Avicultura Coletiva de imprensa

Avicultura gaúcha faz balanço do ano passado e apresenta projeções para 2024

Coletiva de imprensa aconteceu nesta quarta-feira (24), na sede da entidade, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul

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Foto: Divulgação

A Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav & Sipargs) realizou na manhã desta quarta-feira (24) uma coletiva com a imprensa gaúcha com o objetivo de apresentar o balanço de 2023 e as perspectivas previstas para 2024. Na pauta, temas como mercados interno e externo da carne de frango e de ovos, impactos das adversidades, pleitos e demandas do setor para se manter competitivo e as ações de valorização da produção gaúcha foram destacados. O encontro aconteceu na sede da entidade, em Porto Alegre.

O presidente executivo da Asgav & Sipargs, José Eduardo dos Santos, mostrou a comparação da série histórica de abates de frangos de corte de 2013 a 2023, que registrou um aumento de 5,91% em 10 anos, saindo de 758 milhões de aves abatidas para 802 milhões. O volume produzido aumentou, passando de 1,592 milhão de toneladas para 1,846 milhão, um crescimento de 16%. As exportações gaúchas aumentaram 3,97% em 10 anos, saindo de 711 mil toneladas para 739 mil enviadas em 2023. Em receita, os embarques somaram US$ 1,451 bilhão em 2023, contra US$ 1,510 bilhão em 2022, acusando queda de – 3,9% e em volumes queda de – 2,1% em 2023, ou seja, 756 mil toneladas exportadas em 2022 x 739 mil toneladas em 2023.

“Esta queda nas exportações é reflexo das adversidades climáticas que atingiram o estado e a instabilidade econômica registradas em 2023. Não fosse estas intervenções, o setor certamente sairia com o crescimento nivelado com o desempenho geral das exportações avícolas brasileiras, em torno de 6%”, afirma o presidente executivo, José Eduardo dos Santos.

Outro ponto a ser observado foi a redução de – 5% na produção e abate em 2023, comparadas com ano de 2022, também efeitos das adversidades climáticas e dificuldades econômicas que afetaram o setor.

Abate em 2023: 802 milhões de aves e 2022 ficou em 845 milhões de aves – 5%.

Indústria e produção de ovos

Já no setor da indústria e produção de ovos, foi detalhado um panorama sobre a produção no RS, que no período de 10 anos apontou um aumento de 63,49%, saltando de 135 mil toneladas em 2013 para 228 mil toneladas em 2023, representando aproximadamente 3,2 bilhões de ovos produzidos no Estado. A receita das exportações também teve um expressivo crescimento, de 91%, passando de US$ 11 milhões em 2013 para US$ 21 milhões em 2023. As exportações de ovos do Rio Grande do Sul fecharam o ano de 2023 com 6,2 mil toneladas enviadas ao exterior, contra 2,7 mil toneladas exportadas no ano de 2022, uma alta significativa de 126,2% no volume.

“Em 2023, o setor conseguiu equilibrar a situação e buscou recuperação. O expressivo aumento nas exportações de ovos também é efeito da incidência da influenza aviária no exterior, em especial nos Estados Unidos, que dizimou quase 70 milhões de aves poedeiras, e em consequência, baixou a produção e oferta de ovos no país e nos seus clientes, além da inflação dos alimentos na União Europeia em detrimento ao conflito Rússia versus Ucrânia”, avaliou Santos.

Para encerrar a coletiva, Santos falou sobre as perspectivas para o ano de 2024 e sinalizou que a continuidade das ações de valorização da carne de frango e ovos produzidos no Rio Grande do Sul seguirão no ano de 2024, visando alcançar e sensibilizar os consumidores do Estado, pois “a avicultura gaúcha, mesmo com obstáculos, ainda tem papel importante no desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul.

Fonte: Comunicação ASGAV/SIPARGS - O.A.RS

Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

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A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

São Paulo confirma caso de gripe aviária em ave silvestre

Diagnóstico foi feito em ave resgatada em área urbana de Guaíra. Defesa Agropecuária iniciou investigação epidemiológica e reforçou medidas sanitárias.

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Pato irerê - Imagem criada por Emili Schneider/ChatGPT/OP Rural

O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) de 2026. A confirmação foi feita pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-SP) após análise de amostras coletadas de uma irerê (Dendrocygna viduata), ave silvestre resgatada em uma área urbana e encaminhada ao zoológico de Guaíra, no Departamento Regional de Barretos.

O material foi coletado pela Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), no dia 8 de julho. A IAAP é uma forma grave da gripe aviária, que pode provocar elevada mortalidade entre as aves.

Após a confirmação do diagnóstico, a Defesa Agropecuária adotou uma série de medidas sanitárias. O trânsito de animais no zoológico de Guaíra foi interditado, e teve início uma investigação epidemiológica para avaliar possíveis riscos de disseminação do vírus.

A vigilância também foi intensificada em três granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco. Segundo a Secretaria da Agricultura, duas dessas propriedades estão em período de vazio sanitário e não possuem aves alojadas. Além do monitoramento, equipes técnicas prestaram orientações aos responsáveis pelas granjas.

As autoridades reforçam que o consumo de carne de aves e ovos não transmite a gripe aviária. A recomendação é que a população não manipule aves doentes ou encontradas mortas e comunique imediatamente qualquer suspeita à Defesa Agropecuária. Caso seja necessário o contato com esses animais, o procedimento deve ser realizado apenas com o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs).

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que acompanha o caso em conjunto com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) e a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). A pasta também monitora as pessoas envolvidas na ocorrência.

De acordo com a SES, São Paulo não registrou casos de gripe aviária em humanos até o momento. A secretaria destaca que a infecção em pessoas ocorre, principalmente, por meio do contato direto com aves infectadas.

Para orientar a resposta a esse tipo de ocorrência, o estado mantém um Plano de Contingência para Influenza Aviária em Humanos, elaborado em 2023 e atualizado em 2025 pela Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD).

Fonte: O Presente Rural
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