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Avicultora do Oeste Paranaense realiza sonho de implementar energia solar com apoio do BRDE

Em 2022 foram investidos 28,6% em negócios do banco na região Oeste dos 1,7 bilhões em todos o Estado.

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Foto: Divulgação/ BRDE

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Paraná é líder na avicultura nacional, respondendo por um terço das aves para consumo no País. Entre janeiro e setembro de 2022, foram quase 3,8 milhões de toneladas de carne de frango processadas. Parte desses números foram produzidos por pequenos produtores agrícolas, como Catia Regina Defendi Schneider, da cidade de Santa Helena, Oeste Paranaense.

A avicultura exige uma demanda energética grande, o que eleva os custos dos avicultores. Pensando nisso, Com intuito de facilitar esse processo, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), em parceria com o Governo do Estado do Paraná, lançou em 2021, o Banco do Agricultor Paranaense, um instrumento de subvenção econômica a produtores rurais, cooperativas e a agroindústrias familiares, além de projetos que utilizem fontes renováveis de geração de energia, entre outros.

Catia Schneider foi uma das beneficiadas pelo projeto. “Conheci o projeto do BRDE através do IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná) da minha cidade. A busca por maiores informações se deu por termos um consumo alto de energia, devido aos aviários e, para que a atividade se tornasse viável, precisávamos diminuir os custos. Pensamos, então, em reduzir o valor da energia, investindo no sistema solar”, contou.

E ela não foi a única. Em 2022, o Banco do Agricultor contratou 537 operações, somando quase R$ 127 milhões. No total do programa criado em abril de 2021, já são R$ 168 milhões e 870 contratações, sendo que 695 delas foram destinadas à instalação de painéis solares.

 

Investimentos – Para o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, o Estado acertou em cheio na criação do programa, em parceria com o banco que destinou, em 2022, R$ 4,4 bilhões para a Região Sul do Brasil, sendo R$ 1,7 bilhões para investimentos Paraná, e desse valor do estado, 28,6% para projetos da região Oeste.. “Fomos muito felizes ao estimular, através do subsídio, os investimentos na geração de energia renovável e solar, impactando principalmente na avicultura que é tão importante para o Paraná e seus pequenos produtores”, comemorou. “Seguindo as diretrizes do Governo Estadual, buscamos a integração dos pequenos produtores e das boas iniciativas que estimulem a geração de renda, por meio do crédito facilitado”, concluiu Bley.

O sentimento é este, também para Catia. “Veio, além do incentivo, um sonho realizado, porque já pensávamos em futuramente, investirmos na questão da energia solar, e veio até antes do que nós imaginávamos”, contou. A agricultora, que trabalha com atividades de avicultura de corte e produção de grãos, vê no apoio oferecido pelo Banco do Agricultor a esperança de dias ainda melhores: “estamos lutando cada dia mais para alavancar mais nossa propriedade, produzir mais, melhor, e com menos despesa, e isso nos move para continuar na agricultura”, concluiu.

Fonte: Ascom

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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