Avicultura
Avicultor pernambucano assume presidência do Congresso APA de Ovos
Josimário Florêncio vai liderar a 23ª edição do evento, que reúne o setor de produção e comercialização de ovos entre os dias 09 a 12 de março em Limeira (SP).

A Comissão Organizadora do 23º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos oficializou o convite ao médico-veterinário e avicultor pernambucano Josimário Florêncio para assumir a presidência do evento em sua edição de 2026. O aceite representa uma homenagem a todos os produtores de ovos do Brasil, reforçando o protagonismo do setor e a importância estratégica da avicultura de postura para o agronegócio nacional.

Diretor técnico da APA e membro da Comissão Organizadora do Congresso APA de Ovos, José Roberto Bottura: “A presidência do Congresso por Josimário representa uma justa homenagem a todos os produtores de ovos do Brasil” – Foto: Divulgação/APA
Fundador da Granja Ovo Novo, de Caruaru (PE), Josimário construiu sua trajetória profissional com base em dedicação, visão empreendedora e profundo conhecimento técnico do setor. A empresa nasceu de um sonho que, para muitos, parecia improvável. Criado em contato com as galinhas que sua avó mantinha no quintal de casa, Josimário iniciou ainda jovem a venda de galinhas e desenvolveu uma paixão definitiva pela avicultura.
Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pernambuco, construiu sua carreira coordenando e gerenciando granjas, acumulando experiência prática e liderança no segmento. “A comissão organizadora se sente muito honrada com o aceite do convite. A presidência do Congresso por Josimário representa uma justa homenagem a todos os produtores de ovos do Brasil. Ele estará à frente do evento representando toda a classe produtora”, afirma José Roberto Bottura, diretor técnico da APA e membro da comissão organizadora.
O 23º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos será realizado de 09 a 12 de março, no Zarzuela Eventos, em Limeira (SP), reunindo produtores, técnicos, empresas, pesquisadores e lideranças para debater os principais desafios e oportunidades da avicultura de postura.

Avicultura
Por que o acordo UE–Mercosul não é solução mágica para o agronegócio brasileiro
Tratado prevê redução gradual de tarifas e ampliação de mercados, porém depende de ratificação e manutenção de exigências sanitárias e ambientais rigorosas.


Foto: Arquivo Pessoal
Artigo escrito por Giuliano De Luca, jornalista, editor do jornal O Presente Rural
O anúncio de um acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul – bloco que inclui Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – foi comemorado em vários setores como uma possível ampliação de mercados para produtos brasileiros, em especial do agronegócio. Mas por trás das manchetes e da euforia inicial, há uma realidade mais complexa e que merece ser compreendida com cuidado pelo produtor rural.
O texto do acordo estabelece compromissos amplos de comércio e cooperação entre os dois blocos, incluindo redução gradual de tarifas, facilitação de comércio e regras sobre propriedade intelectual, padrões sanitários e ambientais.
Ainda assim, apesar de parecer um avanço, o acordo não é uma solução pronta para aumentar exportações do agronegócio brasileiro nem garante acesso irrestrito ao mercado europeu. Ele enfrenta desafios jurídicos e políticos que podem atrasar ou limitar sua implementação – e isso afeta diretamente o que o produtor pode esperar.
Como o acordo foi construído
O processo de negociação entre Mercosul e UE levou mais de 25 anos antes de se chegar a um texto político e comercial definitivo que fosse aceito por ambos os lados. Em janeiro de 2026, os países signatários assinaram formalmente o tratado em Assunção (Paraguai), marcando um marco histórico nas relações comerciais entre os blocos.
O acordo é composto por duas partes principais: Um Acordo de Parceria que inclui diálogo político, cooperação e comércio; um Acordo Comercial Interino que pode ser aplicado antes da ratificação completa pelos parlamentos nacionais.
Porém, ele ainda precisa passar por etapas de ratificação, inclusive pelo Parlamento Europeu, e a aprovação de todos os parlamentos dos países do Mercosul para entrar em vigor de forma plena – o que pode levar meses ou até anos.
Limitações imediatas para o agronegócio
Mesmo com a assinatura, o texto não significa automaticamente tarifas zeradas ou acesso livre e imediato ao mercado europeu para produtores brasileiros. Na prática, o acordo prevê eliminação progressiva de tarifas ao longo de anos ou décadas, em janelas diversas dependendo do produto.
Para produtos sensíveis, como carnes, açúcar, etanol e outros, o acordo também inclui mecanismos de quota e salvaguardas que podem restringir o volume de importações sem tarifa ou com tarifa reduzida.
Além disso, a UE conta com regras sanitárias, fitossanitárias e ambientais rigorosas que permanecem valendo mesmo após a entrada em vigor do acordo, e que muitas vezes exigem certificações adicionais para acessar o mercado.
Desafios jurídicos e políticos na Europa
A ratificação do acordo não está garantida. Em janeiro de 2026, o Parlamento Europeu votou por encaminhar o texto à Corte de Justiça da União Europeia (ECJ) para uma revisão legal, o que suspendeu parcialmente o processo de ratificação e pode adiar a entrada em vigor por meses ou anos.
Essa decisão foi motivada por preocupações sobre detalhes técnicos e a forma como o acordo foi estruturado, mas também reflete pressões políticas internas na Europa, especialmente de setores agrícolas que temem concorrência com produtos importados.
Salvaguardas e proteção europeias
Muitos dos chamados “mecanismos de proteção” no acordo foram negociados para tranquilizar setores sensíveis dentro da UE. Documentos oficiais explicam que, para culturas e produtos considerados vulneráveis, será possível aplicar tarifas ou restrições temporárias caso importações causem danos sérios à agricultura local.
O texto também prevê proteção para produtos alimentícios europeus tradicionais, garantindo que nomes geográficos e métodos de produção possam ser reconhecidos e resguardados no Mercosul, o que favorece mercados estabelecidos na UE.
O que isso significa para o produtor rural brasileiro
Para quem vive do campo e acompanha as negociações com interesse, é importante entender que a assinatura política não significa que os produtos brasileiros poderão entrar sem tarifas hoje, o acordo está sujeito a revisões legais e políticas que podem mudar prazos e termos e que produtos agrícolas, inclusive carne, terão tarifas reduzidas ao longo de vários anos, dependendo das negociações específicas.
Além disso, certificações sanitárias, regras de origem e padrões ambientais exigidos pela UE seguem como condição de acesso. E ainda: o acordo contém mecanismos que permitem abrir tarifas em caso de risco para mercados sensíveis do bloco europeu.
Análise realista, sem ilusões
O acordo UE–Mercosul é um passo diplomático e comercial importante, mas não se trata de uma fórmula mágica de crescimento para o agronegócio brasileiro. Ele abre perspectivas de acesso mais previsível ao maior bloco econômico do mundo, mas o efeito prático para o produtor dependerá de fatores que vão muito além da assinatura: ratificação legislativa, adaptações sanitárias, conquistas de quotas e capacidade de competir com padrões e exigências rígidos de mercado.
O produtor rural deve acompanhar com atenção, mas com a consciência de que a balança entre oportunidades e entraves é complexa, e que o ganho real virá de estratégias robustas de produção, qualidade e conformidade com normas internacionais – não apenas de um acordo que ainda precisa ser implementado.
Avicultura
Após caso de Influenza aviária, Coesa reforça alinhamento sanitário no Paraná
Reunião do Coesa no Show Rural alinha estratégias entre serviço oficial e iniciativa privada, diante de mais de 20 mil ações sanitárias e impactos comerciais.

Mesmo quando não há crise instalada, a sanidade avícola nunca sai da pauta. O registro do primeiro caso de Influenza aviária no Brasil, em 2025, alterou definitivamente o nível de atenção do setor e reforçou uma lógica conhecida pelos técnicos, mas nem sempre perceptível fora dos bastidores: reuniões de sanidade são permanentes. São rotineiras na agenda, mas jamais tratadas como rotina.
Foi nesse contexto que o Comitê Estadual de Sanidade Avícola (Coesa) promoveu mais um encontro durante o Show Rural. A reunião integrou o calendário regular do comitê, voltado ao alinhamento de estratégias, avaliação de cenários e coordenação entre o serviço oficial, universidades e representantes da iniciativa privada.
Entre os pontos apresentados, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) destacou o volume de ações realizadas ao longo de 2025. Segundo os dados compartilhados, foram mais de 20 mil atividades executadas no período, incluindo mais de 3 mil fiscalizações em propriedades de subsistência.
A pauta sanitária também contemplou os desdobramentos do episódio de influenza aviária registrado no Rio Grande do Sul. Representantes do setor produtivo relataram que reflexos comerciais ainda persistem em determinados mercados internacionais, especialmente em operações que envolvem vínculos com a origem gaúcha.
Durante o encontro, integrantes da iniciativa privada reforçaram a necessidade de manutenção e fortalecimento contínuo das práticas de biossegurança, destacando o papel preventivo das medidas sanitárias na proteção da cadeia produtiva.
O Coesa atua como instância técnica de articulação, reunindo diferentes elos institucionais para monitoramento, análise de riscos e definição de diretrizes sanitárias. As reuniões ocorrem de forma sequencial ao longo do ano, compondo a estrutura de vigilância e coordenação da sanidade avícola no estado.
Avicultura
Qualidade dos ingredientes molda microbiota intestinal e desempenho das aves, aponta especialista
Estudos indicam que nutrição influencia imunidade, eficiência alimentar e sustentabilidade na avicultura.

Em um setor onde cada grama de ração representa custo e desempenho, o intestino das aves desponta como o centro de uma revolução silenciosa. Mais do que um órgão digestivo, ele abriga interações complexas entre nutrientes e microrganismos, que interagem e influenciam desde a eficiência alimentar até a imunidade do animal. Nos últimos anos, pesquisadores e indústrias têm voltado os olhos para esse universo microscópico, buscando entender como a qualidade dos ingredientes utilizados nas rações pode moldar essa microbiota e, consequentemente, o potencial produtivo das aves.
A doutora em Zootecnia e professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Cinthia Eyng, tem se dedicado a investigar essa relação. Segundo ela, compreender o papel dos ingredientes na microbiota intestinal é essencial para garantir saúde, desempenho e sustentabilidade à avicultura. “A microbiota intestinal é composta por diversos microrganismos que interagem com o hospedeiro e os nutrientes ingeridos. Os tipos de ingredientes e, principalmente, a qualidade deles, modulam essa comunidade de maneira distinta”, explica em entrevista exclusiva ao Jornal O Presente Rural.

Doutora em Zootecnia e professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Cinthia Eyng: “Monitorar é investir. É o primeiro passo para garantir uma produção de qualidade e previsível” – Foto: Arquivo Pessoal
Essa modulação, afirma, interfere tanto na composição taxonômica (quais microrganismos estão presentes) quanto no perfil metabólico, ou seja, como eles desempenham suas funções e quais metabólitos produzem.
Quando a ração apresenta ingredientes de baixa qualidade, seja por variação na composição nutricional, presença de fatores antinutricionais, contaminantes ou processamento inadequado, o impacto é imediato. “Esses fatores podem alterar a integridade da mucosa intestinal, modificar o desempenho e comprometer o resultado produtivo”, observa Cinthia.
Micotoxinas, por exemplo, ou ingredientes com baixa digestibilidade proteica, criam um ambiente intestinal propício à proliferação de microrganismos patogênicos. “A nutrição vai muito além de fornecer nutrientes ao animal. Ela molda a microbiota, promovendo o desenvolvimento de microrganismos benéficos e limitando os patogênicos”, resume.
A difícil tarefa de medir qualidade
O desafio começa ainda antes da formulação das rações: avaliar a qualidade das matérias-primas. Cinthia lembra que o controle da composição dos ingredientes é um dos pontos mais críticos do sistema. “Avaliar qualidade vai muito além de determinar porcentagem de proteína, umidade ou lipídios. O grande desafio é a variação de composição entre os ingredientes”, diz, enfatizando que um milho colhido no Sul pode ter valor nutricional completamente diferente de outro produzido no Nordeste, com teores distintos de amido, energia ou mesmo micotoxinas.
A professora destaca o papel das tecnologias preditivas, como o infravermelho próximo (NIR), que permitem análises rápidas e mais completas dos ingredientes. “Hoje é indispensável monitorar continuamente os fornecedores e incluir, nas rotinas analíticas, indicadores de digestibilidade. Isso reduz a incerteza e aumenta a previsibilidade do desempenho e do impacto desses ingredientes na microbiota intestinal”, expõe.
Inimigos ocultos da eficiência

Dentro dessa equação, os fatores antinutricionais são vilões muitas vezes invisíveis. Taninos, fitatos e inibidores de tripsina estão naturalmente presentes em vários grãos e, quando não controlados, afetam diretamente a digestão e a microbiota intestinal. “Grande parte do sistema imunológico está no trato gastrointestinal, e a microbiota responde diretamente aos nutrientes que são fornecidos”, pontua Cinthia.
Um exemplo clássico é o inibidor de tripsina, comum no farelo de soja mal processado. “Esse inibidor reduz a atividade das enzimas proteolíticas, levando a uma menor digestão e absorção de proteínas. O nutriente não digerido chega ao intestino grosso, favorecendo fermentações proteolíticas e alterando o pH intestinal”, diz. Esse ambiente, mais favorável à proliferação de bactérias patogênicas como o Clostridium perfringens, desencadeia processos inflamatórios e perdas metabólicas significativas. “O animal passa a gastar energia para combater inflamações em vez de convertê-la em ganho de peso e desempenho produtivo”, ressalta.
Aliadas de grande impacto
Entre as ferramentas nutricionais capazes de reverter esse cenário estão as enzimas exógenas, cuja eficácia já é amplamente comprovada. “Diversos estudos mostram que as enzimas podem modular positivamente a microbiota intestinal”, destaca a especialista.
De acordo com a docente, a ação principal dessas enzimas é melhorar a digestibilidade dos nutrientes, reduzindo o substrato não digerido que serviria de alimento a bactérias indesejáveis. “Mas elas fazem mais do que isso, algumas enzimas, como a xilanase, ao quebrar polissacarídeos, geram xilooligossacarídeos, compostos com efeito prebiótico. Eles servem de substrato para bactérias benéficas, como lactobacilos e bifidobactérias”, salienta.
Com isso, as enzimas não apenas aumentam a eficiência nutricional, mas também estabilizam o ambiente intestinal, reforçando a integridade da mucosa e reduzindo inflamações. “A suplementação enzimática deve ser vista não só como ferramenta nutricional, mas como moduladora da microbiota. Ela contribui para o equilíbrio intestinal e para o desempenho zootécnico”, menciona.
Ingredientes de origem animal
A discussão sobre o uso de ingredientes de origem animal nas dietas de aves é antiga, mas novos estudos têm ajudado a desmistificar o tema. “Um trabalho recente, publicado em 2025, mostrou que não houve diferença significativa na microbiota intestinal ao incluir ingredientes de origem animal, como farinhas, desde que fossem de boa qualidade”, afirma Cinthia.
O ponto crítico, mais uma vez, está na qualidade. “Se a farinha animal for bem processada, com estabilidade lipídica e baixa carga microbiana, não há prejuízo. Mas produtos de baixa qualidade podem aumentar a carga bacteriana e favorecer a produção de compostos tóxicos, como aminas e amônia”, reforça.
Custo versus qualidade
No cenário de margens apertadas da avicultura, equilibrar custo e qualidade dos ingredientes é um desafio constante. Porém, a doutora em Zootecnia adverte que baratear a ração nem sempre reduz custos reais. “Reduzir o custo usando ingredientes de baixa digestibilidade ou alta variabilidade compromete o desempenho e eleva o custo final da produção”, alerta.
O caminho, segundo ela, é monitorar continuamente a qualidade, investir em tecnologias analíticas e padronizar processos de compra e armazenamento. “Custo-benefício e sanidade precisam caminhar juntos. Ingredientes de qualidade são um investimento, não um gasto”, enfatiza.
Monitorar é investir em produtividade
Os programas de monitoramento ainda são um gargalo na indústria, que muitas vezes se limita a análises básicas. “Focar apenas em proteína bruta, lipídios ou umidade é insuficiente. Precisamos de uma visão mais ampla, que inclua digestibilidade e fatores antinutricionais”, defende Cinthia.
Esses parâmetros adicionais, segunda ela, permitem uma leitura mais fiel de como os ingredientes influenciam a microbiota e, por consequência, o desempenho das aves. “Monitorar é investir. É o primeiro passo para garantir uma produção de qualidade e previsível”, destaca.
Via de mão dupla
A interação entre microbiota e sistema imunológico é hoje uma das áreas mais fascinantes da Zootecnia. Cinthia lembra que o trato gastrointestinal abriga uma parte expressiva das células imunes do organismo. “Um ingrediente de boa qualidade, com digestibilidade adequada, favorece uma fermentação benéfica, resultando na produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o butirato, que tem função anti-inflamatória e fortalece a barreira intestinal”, aponta.
Quando essa fermentação é substituída por processos indesejáveis, devido a ingredientes de baixa qualidade, surgem compostos tóxicos, como aminas biogênicas, que danificam o epitélio intestinal e desencadeiam inflamações. “Essas inflamações consomem energia e aminoácidos que poderiam ser direcionados ao crescimento. A microbiota equilibrada é, portanto, essencial para o bom funcionamento do sistema imune”, sustenta.
Avanços tecnológicos
A chegada de tecnologias analíticas rápidas está transformando o manejo nutricional. “O uso do NIRS, por exemplo, permite avaliar em minutos a composição nutricional dos ingredientes, viabilizando a nutrição de precisão”, explica Cinthia.
Além disso, ferramentas de análise de microbioma possibilitam mapear a funcionalidade dos microrganismos, identificando as vias metabólicas ativas em resposta à dieta. “Com isso, conseguimos formular dietas cada vez mais personalizadas e eficientes, ajustadas não só à genética, mas também à microbiota das aves”, enaltece.
Papel do zootecnista
Para a professora, o zootecnista tem hoje um papel estratégico na transição para uma nutrição integrada e sustentável. “É preciso escolher ingredientes de alta digestibilidade, que promovam fermentações benéficas e mantenham uma microbiota estável”, orienta, acrescentando que isso inclui o uso de enzimas e aditivos, mas também um olhar mais amplo sobre a formulação. “Nutrição, imunidade e microbiota não são áreas separadas. Elas formam um sistema, e toda decisão nutricional impacta esse equilíbrio.”
A versão digital já está disponível no site de O Presente Rural, com acesso gratuito para leitura completa, clique aqui.



