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Avicultor Mais 2025 vai homenagear grandes nomes do agronegócio avícola

Ao completar sete décadas, a Avimig vai reconhecer quatro profissionais que contribuíram com cada degrau conquistado nesta história de sucesso, e que, com dedicação e amor pela avicultura, fizeram o alicerce do que é hoje a instituição que representa o setor em Minas Gerais.

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Francisco Turra será um dos homenageados no evento - Foto: Manoel Petry

Um dos momentos mais importantes do Avicultor Mais 2025 – Frangos, Ovos & Peixes, que será realizado nos dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), será a homenagem aos 70 anos de fundação da Avimig, uma das organizadoras do evento. Uma data tão importante não poderia passar em branco durante o maior encontro da proteína animal de Minas Gerais e que movimenta o agronegócio de todo o país.

Ao completar sete décadas, a Avimig irá honrar a todos que, por várias gerações, contribuíram com cada degrau conquistado nesta história de sucesso, e que, com dedicação e amor pela avicultura, fizeram o alicerce do que é hoje a Avimig: uma entidade forte, respeitada e reconhecida em todo o país.

Como não há como citar todos os nomes relevantes que sempre se empenharam para o crescimento da Avimig e do setor avícola, alguns profissionais foram escolhidos para representar aquele que contribuíram e ainda contribuem para o sucesso da entidade e o desenvolvimento da avicultura em Minas Gerais e no Brasil.

Os homenageados serão chamados ao palco e receberão uma placa, com dizeres que ressaltam a importância de cada um nesta brilhante trajetória da Avimig e da avicultura.

Os agraciados

  • Francisco Turra – Por ser uma das personalidades mais importantes na história da avicultura brasileira e pelo papel de liderança e apoio à agropecuária, sobretudo aos avicultores, contribuindo para o desenvolvimento e expansão da atividade avícola nacional e internacional.
  • Domingos Sávio – Por ser o deputado federal considerado um inquestionável apoiador do agronegócio brasileiro, especialmente da pecuária avícola; um grande parceiro dos avicultores, sempre presente nas causas mais difíceis, contribuindo veementemente para que o setor siga robusto e pujante.
  • Tarcísio Franco Amaral – Escolhido para representar todos os ex-presidentes da Avimig, sendo esta uma importante homenagem na consagração dos 70 anos de fundação da associação. Se hoje a Avimig é forte e atuante, tudo isso se deve aos que já foram líderes da entidade. Toda gratidão pelas lutas e conquistas ao longo dessa brilhante trajetória.
  • Marília Martha Ferreira – Pelo papel relevante na história de crescimento e desenvolvimento da Avimig, sendo um expoente no conhecimento e na condução do associativismo do agronegócio avícola mineiro. Agradecimento especial pelos 48 anos dedicados à avicultura.

O momento solene de homenagens será às 16h30, no auditório 1, logo após a palestra do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.

Sobre o evento

O Avicultor Mais 2025 acontece de dois em dois anos, reunindo produtores da avicultura e aquicultura, indústrias alimentícias, fornecedores e prestadores de serviços da cadeia produtiva. Este ano, a área do evento será de 10 mil m², o dobro do espaço da última edição. A expectativa é que cerca de 120 marcas estejam presentes para um público visitante de cerca de cinco mil pessoas.

Venda do 2º lote

A venda de convites está sendo feita pelo portal Sympla. Até o dia 31 de maio, estará disponível o 2° lote, no valor de 350,00. Do dia 1º de junho até a data do evento, os ingressos poderão ser adquiridos pelo valor de R$ 400,00, sempre pelo portal Sympla ou, durante o encontro, na portaria do evento. Estudantes e idosos pagam meia entrada, com a apresentação de documento com foto. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito, boleto bancário ou Pix.

O evento vai apresentar as novidades da avicultura de corte, postura e reprodução, e ainda tudo sobre a cadeia da aquicultura mineira, que envolve criadores de tilápia, truta e peixes ornamentais; frigoríficos; fornecedores de serviços e produtos, entre outros.

O “Avicultor Mais 2025” é uma realização da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig), com o apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Instituto Ovos Brasil (IOB) e Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (Peixe MG).

Fonte: Assessoria Avimig

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Garantia-Safra libera pagamento para produtores afetados por seca ou excesso de chuva

Benefício atende agricultores familiares com perdas comprovadas na produção de feijão, milho ou mandioca.

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Foto: Gilson Abreu/AEN

O governo federal divulga no dia 15 de abril a lista dos municípios cujos agricultores receberão, neste mês de abril, parcela do programa Garantia-Safra 2024-2025. A norma entra em vigor nesta quinta-feira (16).

Portaria publicada no Diário Oficial da União inclui agricultores familiares dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minhas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Veja aqui a lista completa.

O benefício, de R$ 1,2 mil, ocorrerá em parcela única. O pagamento começa ainda em abril e ocorre na mesma data do calendário do Bolsa Família.

Benefício

Garantia-Safra é um programa de seguro destinado a pequenos agricultores com renda de até 1,5 salário-mínimo, que cultivam feijão, milho ou mandioca em áreas de 0,6 a 5 hectares e com o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo e atualizado.

O pagamento é feito aos agricultores com perda comprovada de pelo menos 40% a 50% da produção, em razão do fenômeno da estiagem ou do excesso hídrico e que aderiram ao programa.

O benefício pode ser solicitado via aplicativo CAIXA Tem, lotéricas ou agências da Caixa.

Os agricultores com alguma pendência ou imprecisões cadastrais têm até 30 dias para regularizar a situação e, posteriormente, receber o benefício. A consulta pode ser feita no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

O Garantia-Safra é vinculado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a finalidade de assegurar condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares cujas produções sejam sistematicamente afetadas por perdas decorrentes de estiagem ou excesso hídrico.

Fonte: Agência Brasil
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Fim da escala 6×1 será avaliado em comissão da Câmara dos Deputados

PEC retorna à pauta da CCJ após pedido de vista e tem parecer favorável à admissibilidade.

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Foto: Jonathan Campos

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019 que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1) será analisada, nesta quarta-feira (22), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Além do fim da escala 6×1, a proposta prevê reduzir a jornada das atuais 44 para 36 horas semanais em um prazo de dez anos. A sessão está marcada para começar às 14h30. 

A PEC volta à pauta da CCJ depois que a oposição pediu vista da matéria na semana passada. O relator da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade da PEC, ou seja, defendeu que a redução da jornada é constitucional.

Se aprovada na CCJ, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), promete criar comissão especial para analisar o texto. A comissão tem entre 10 e 40 sessões do plenário da Câmara para aprovar ou rejeitar um parecer sobre a PEC. Em seguida, o texto pode ir para apreciação do plenário.

Como essa tramitação pode se estender por meses, e diante da tentativa da oposição de barrar a PEC, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.

O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.

Motta comentou que é prerrogativa do governo federal enviar um PL com urgência constitucional, mas a Câmara vai seguir com a tramitação da PEC. A Proposta de Emenda à Constituição unificou as propostas do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e da deputada Erika Hilton (PSOL-RJ).

O governo tem defendido que a proposta do Executivo não compete com a PEC em tramitação na Câmara, segundo explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

“Se a PEC for aprovada nesse prazo, evidentemente que o PL está prejudicado, não há mais necessidade. Mas o rito da PEC é mais demorado do que o PL. O PL vai avançar e pode ser que entre em vigor a redução de jornada de trabalho e depois se consolide por PEC para impedir eventuais aventureiros do futuro quererem aumentar a jornada como aconteceu na Argentina”, explicou Marinho.

Fonte: Agência Brasil
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Calor extremo já ameaça sistemas de produção de alimentos no mundo

Relatório da FAO e da OMM aponta que mais de 1 bilhão de pessoas já são afetadas pelos impactos do aumento das temperaturas.

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Foto: Divulgação/Embrapa Soja

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que o calor extremo já está colocando os sistemas agroalimentares globais sob forte pressão e ameaçando os meios de subsistência e a saúde de mais de 1 bilhão de pessoas.

O estudo foi elaborado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). As agências destacam que as ondas de calor estão se tornando mais frequentes, intensas e duradouras, com impactos diretos sobre a agricultura, a pecuária, a pesca e as florestas.

Segundo o relatório, o cenário indica um futuro de maior incerteza, com o aquecimento global em aceleração. Dados recentes mostram que 2025 está entre os três anos mais quentes já registrados, o que tem intensificado eventos climáticos extremos em diferentes regiões do mundo.

Foto: Pixabay

O documento aponta ainda que o calor extremo atua como um “multiplicador de riscos”, agravando secas, incêndios florestais, surtos de pragas e reduzindo a produtividade das lavouras quando são ultrapassados limites críticos de temperatura. Em geral, há queda na produtividade das principais culturas quando os termômetros passam de cerca de 30°C.

O relatório também cita casos como o do Marrocos, que enfrenta seis anos consecutivos de seca, seguidos por ondas de calor recordes.

Outro ponto de alerta é o aumento das ondas de calor marinhas. Segundo o estudo, esses eventos estão mais frequentes e têm reduzido os níveis de oxigênio nos oceanos, afetando estoques pesqueiros. Em 2024, cerca de 91% dos oceanos do mundo registraram ao menos uma onda de calor marinha.

Foto: Divulgação/IDR

As projeções indicam que os riscos tendem a crescer com o avanço do aquecimento global. O relatório estima que a intensidade dos eventos extremos de calor pode dobrar com 2°C de aquecimento e quadruplicar com 3°C, em comparação ao cenário de 1,5°C.

Também foi destacado que cada aumento de 1°C na temperatura média global pode reduzir em cerca de 6% a produção das quatro principais culturas agrícolas do mundo: milho, arroz, soja e trigo.

Diante desse cenário, FAO e OMM defendem maior coordenação entre países e o fortalecimento de sistemas de alerta climático para apoiar agricultores e pescadores na tomada de decisões. As agências afirmam ainda que ações de adaptação, isoladamente, não são suficientes para conter os impactos, e que será necessária uma resposta mais ampla diante da intensificação do calor extremo.

Fonte: O Presente Rural
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