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Avicultura

Avicultor Mais 2025 vai homenagear Avimig pelos 70 anos de fundação

Maior evento de proteína animal do Sudeste do Brasil será realizado nos dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG).

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Foto: Divulgação/Avimig

O Avicultor Mais 2025 – frangos, ovos & peixes, que será realizado nos dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), terá um motivo a mais para destacar sua grandiosidade: a homenagem que fará à Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig), que, neste ano, comemora 70 anos de fundação. Muitas são as surpresas aguardadas para esse megaevento da proteína animal, um importante encontro de negócios e capacitação do setor, que, na oportunidade, terá um momento solene de homenagens à Avimig, uma das organizadoras do encontro.

Como entidade forte e reconhecida em todo o país, a Avimig vai reunir durante o Avicultor Mais 2025 autoridades, os mais renomados profissionais do agronegócio, produtores, empresários da agroindústria e parceiros para as merecidas homenagens, que acontecerão no auditório principal do centro de convenções e eventos. São sete décadas de lutas, muitas conquistas e avanços, que merecem todos os aplausos.

História 

Com o despertar para o novo, e atenta ao que o futuro possa reservar em modernidade, a Avimig registra com orgulho uma trajetória de luta, de superação de desafios e de muitas conquistas para os avicultores de corte, postura e reprodução, incluindo melhorias de políticas públicas, defesa de melhores taxas de juros e financiamentos, abrindo portas para a capacitação, a atenção sanitária e as melhores e mais modernas práticas de gestão e sustentabilidade.

Desde a pioneira Associação Mineira de Avicultura, criada em 1955, um grande salto se deu, fazendo da atual Avimig uma entidade respeitada no Brasil, com respaldo nos principais assentos em negociações com os governos estadual e federal. O objetivo sempre foi um só: melhoria, garantia e segurança das atividades avícolas.

Mesmo com as sete décadas de muita experiência, a Avimig é uma entidade jovem e moderna. Os últimos anos foram de uma verdadeira revolução na busca por melhorias que pudessem contribuir para o crescimento da avicultura em Minas Gerais. A entidade se reinventou, buscou um novo conceito e abriu as portas para novos parceiros de negócios, ampliando, com isso, a sua boa reputação no agronegócio. O espírito inovador chegou à entidade por meio do atual presidente do Conselho Diretor da entidade, Antônio Carlos Vasconcelos Costa, à frente da Avimig nos últimos 15 anos.

Evento

Muitos projetos foram colocados em andamento, e a marca Avimig ganhou notoriedade por empresas do Brasil e do mundo. Um dos grandes saltos que permitiram a sinergia com parceiros de peso foi o Avicultor Mais, evento que começou pequeno, há mais de 20 anos, e que tem demonstrado o poder e a força dos avicultores. O encontro, que reúne a Feira de Produtos e Serviços e as Palestras Técnicas, começou com a participação de poucas empresas, e, ao longo dos anos, se transformou no maior evento da proteína animal de Minas Gerais, hoje um dos mais renomados do Brasil, garantindo a presença de marcas internacionais e participantes de todas as partes do país.

Para abrilhantar ainda mais a história de sete décadas da Avimig, o Avicultor Mais 2025 estará, este ano, ocupando o dobro da área do último evento. Serão cerca de 100 empresas do agronegócio em um espaço de mais de 10 mil m² de área do Expominas.

O Avicultor Mais 2025 é uma realização da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig), com o apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA); Instituto Ovos Brasil (IOB) e Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (Peixe MG).

Fonte: Assessoria Avimig

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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