Avicultura A partir de segunda-feira (03)
Avicultor Mais 2025 inicia venda do 1º lote com valor promocional
Evento será realizado nos dias 25 e 26 de junho, no maior centro de convenções e eventos de Minas Gerais, o Expominas, em Belo Horizonte.

As vendas de ingressos do primeiro lote para o Avicultor Mais 2025 – frangos, ovos & peixes inicia nesta segunda-feira (03), com valor promocional para os interessados em participar da Feira de Produtos e Serviços e das Palestras Técnicas. O maior evento da proteína animal do Sudeste, com grande repercussão no país, será realizado nos dias 25 e 26 de junho, no maior centro de convenções e eventos de Minas Gerais, o Expominas, em Belo Horizonte.
Mesmo com a ampliação do espaço, que será o dobro da área ocupada em 2023, com mais de 10 mil m², as vagas para as palestras técnicas são limitadas à lotação do plenário e auditórios. Por isso, é bom garantir o quanto antes a participação.
A compra antecipada do ingresso para o Avicultor Mais 2025 assegura vários benefícios, com acesso total ao evento nos dois dias de realização – feira, palestras, coquetel de abertura (25 de junho); linda bolsa do congressista e, ainda, a certeza de poder se reciclar e ter a oportunidade de fazer bons negócios, num dos poucos eventos que reúnem todos os representantes do setor de várias partes do país.
O ingresso do 1º lote está sendo disponibilizado pelo valor de R$ 300,00, podendo ser adquirido por meio do portal Sympla, até o dia 31 de março. A partir dessa data, e até o dia 31 de maio, estará disponível o 2° lote, no valor de 350,00. Do dia 1º de junho até a data do evento, os ingressos poderão ser adquiridos pelo valor de R$ 400,00, sempre pelo portal Sympla ou, durante o encontro, na portaria do evento. Estudantes e idosos pagam meia entrada, com a apresentação de documento com foto. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito, boleto bancário ou Pix.
Quem visitar o Avicultor Mais 2025 encontrará as últimas novidades da avicultura de corte, postura e reprodução, mas, também, tudo sobre a cadeia da aquicultura mineira, que envolve criadores de tilápia, truta e peixes ornamentais; frigoríficos; fornecedores de serviços e produtos, entre outros.
Os organizadores do Avicultor Mais 2025 trabalham com a expectativa de receber cerca de 5 mil pessoas, durante os dois dias de evento. A Feira de Produtos e Serviços contará com cerca de 120 marcas, apresentando, com a participação de empresas locais, nacionais e internacionais, destacando as novidades e lançamentos.
Área de exposição
A área de exposição para Máquinas e Equipamentos foi ampliada, já que, no último evento, algumas empresas deixaram de participar devido à limitação de espaço para exposição dos equipamentos. Este ano, isso não será problema, pois o novo local foi adequado para receber máquinas e equipamentos, em seus mais variados tamanhos, dos setores de aves, ovos e peixes.
Para as Palestras Técnicas, o Avicultor Mais 2025 contará com renomados especialistas, ministrando os mais relevantes assuntos da atualidade, abordando, entre outros, temas relacionados ao mote do evento deste ano: “Práticas sustentáveis e responsabilidade social para transformar o futuro”(Programação técnica completa será divulgada em breve).
O “Avicultor Mais 2025” é uma realização da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig), com o apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Instituto Ovos Brasil (IOB) e Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (Peixe MG).
Junte-se aos melhores e maiores da avicultura e da aquicultura: (31) 99974.9500 ou 3482.6403 ou [email protected]

Avicultura
Ministério da Agricultura monitora duas suspeitas de gripe aviária no Brasil
Os casos em investigação foram registrados em aves silvestres nos municípios de Remanso (BA) e São João da Barra (RJ).

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mantém duas investigações em andamento para Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN), ambas envolvendo aves silvestres. A síndrome é monitorada pelo Serviço Veterinário Oficial por abranger suspeitas de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) e da Doença de Newcastle (DNC), enfermidades de notificação obrigatória.
As informações constam no painel oficial de vigilância epidemiológica do ministério, que consolida as investigações realizadas a partir de 2022.
Desde o início do monitoramento, foram abertas 5.396 investigações de suspeitas da síndrome em todo o país. Destas, 1.457 avançaram para a coleta de amostras e análise laboratorial após serem classificadas como casos prováveis por médicos-veterinários oficiais.
No momento, apenas duas investigações permanecem em andamento. Uma delas envolve uma avoante, em Remanso, na Bahia. A outra ocorre em São João da Barra, no Rio de Janeiro, onde está sendo monitorado um trinta-réis-de-bico-vermelho.
Influenza aviária soma 191 focos confirmados
Desde a confirmação do primeiro caso de influenza aviária no Brasil, em maio de 2023, o país contabiliza 191 focos da doença.
A ampla maioria dos registros ocorreu em aves silvestres, com 174 confirmações. Outros 16 focos foram identificados em aves de subsistência ou não comerciais. Apenas um caso atingiu uma granja comercial: o foco confirmado em 15 de maio de 2025.
O primeiro registro da doença em aves silvestres foi confirmado em 15 de maio de 2023. Pouco mais de um mês depois, em 27 de junho, ocorreu a primeira confirmação em aves não comerciais.
Apenas um foco de Newcastle
O painel do Mapa registra apenas um foco de Doença de Newcastle no período monitorado. O caso foi confirmado em 17 de julho de 2024 em uma criação comercial.
Como funciona a investigação
O Ministério da Agricultura esclarece que nem toda suspeita resulta na coleta de material para exames laboratoriais. Em diversas situações, a investigação é encerrada após avaliação clínica e epidemiológica realizada pelo médico-veterinário oficial.
Quando a suspeita apresenta características compatíveis com influenza aviária ou doença de Newcastle, a coleta de amostras passa a ser obrigatória. Caso os exames descartem ambas as enfermidades, a investigação é encerrada.
O painel também informa que focos envolvendo aves silvestres podem permanecer abertos mesmo após a confirmação do diagnóstico e a destinação adequada das carcaças. Segundo o ministério, esse procedimento é adotado em áreas com elevada concentração de aves silvestres para permitir o registro de novos casos relacionados ao mesmo evento epidemiológico, conforme critérios técnicos.
Os dados são atualizados continuamente pelo Serviço Veterinário Oficial e podem ser revisados à medida que novos resultados laboratoriais são concluídos.
Avicultura
Ovos acumulam queda de até 16% e chegam ao menor preço real do ano
Férias escolares reduzem consumo, oferta segue elevada nas granjas e compradores ampliam pressão por descontos.

Os preços dos ovos registraram forte queda em julho e atingiram, em termos reais, o menor patamar desde janeiro deste ano. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que, na parcial do mês até o dia 22, as cotações recuaram em todas as regiões acompanhadas pelo instituto, refletindo um mercado marcado por demanda enfraquecida e dificuldade de escoamento da produção.

Foto: Divulgação
Segundo o Cepea, o movimento já era esperado pelo setor em função das férias escolares, período em que diminui a demanda destinada à merenda escolar. No entanto, a oferta permaneceu elevada durante todo o mês, impedindo um reequilíbrio do mercado e ampliando a pressão sobre os preços.
Com estoques elevados nas granjas e menor ritmo de compras, os compradores passaram a negociar com maior poder de barganha, intensificando os pedidos por descontos. Como resultado, as cotações recuaram até 15% em relação a junho e até 16% na comparação com julho de 2025, considerando os valores reais, ou seja, corrigidos pela inflação medida pelo IGP-DI de junho de 2026.

Foto: Divulgação
Na avaliação dos pesquisadores do Cepea, a combinação entre consumo mais fraco e elevada disponibilidade de produto criou um ambiente de excesso de oferta, dificultando o escoamento da produção e reduzindo o poder de negociação dos produtores.
O fato de os preços terem alcançado as menores médias reais desde janeiro evidencia a perda de sustentação do mercado ao longo de julho. Em termos práticos, os produtores passaram a receber menos pelos ovos em um cenário de comercialização mais lenta e necessidade de liberar os estoques acumulados nas granjas.
A evolução do mercado nas próximas semanas dependerá principalmente da retomada do consumo após o período de férias e da capacidade de ajuste da oferta. Enquanto a disponibilidade permanecer elevada e a demanda seguir abaixo do esperado, a tendência é de manutenção da pressão sobre as cotações.
Avicultura
Poder de compra do avicultor paulista cai 16% em um ano
Demanda mais fraca por carne de frango nas férias escolares reduz procura pelo animal vivo, enquanto milho e farelo de soja sobem com oferta menor em Campinas (SP).

O poder de compra do avicultor paulista frente aos dois principais insumos da atividade – farelo de soja e milho – voltou a cair em julho, reforçando o aperto sobre as margens da produção de frango. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), na comparação com julho de 2025, o produtor perdeu 16% de capacidade de compra em relação ao farelo de soja e 12% frente ao milho.

Foto: Shutterstock
Na prática, isso significa que a receita obtida com a venda do frango vivo compra hoje uma quantidade menor desses insumos do que há um ano.
Os pesquisadores do Cepea atribuem parte desse movimento à desaceleração da demanda por carne de frango na ponta final do mercado ao longo de julho. O período de férias escolares reduziu o consumo em alguns canais, o que acabou diminuindo também a procura pelo animal vivo nas granjas.
Com menor demanda, os preços recebidos pelos avicultores perderam sustentação justamente em um momento de avanço dos custos de alimentação, que representam a maior parcela das despesas da atividade.
Do lado dos grãos, os preços do milho e do farelo de soja negociados no mercado de lotes de Campinas (SP) registraram alta entre junho e julho. De acordo com a

Foto: Divulgação
equipe de grãos do Cepea, a oferta mais restrita nos dois mercados tem sido o principal fator de sustentação das cotações.
O cenário combina dois movimentos desfavoráveis ao produtor: queda no valor do frango vivo e encarecimento dos insumos. A relação de troca, indicador usado para medir o poder de compra do avicultor, piora quando a receita da venda do frango não acompanha a valorização do milho e do farelo.
Embora o Cepea não detalhe os preços absolutos dos produtos nesta parcial de julho, o recuo de até 16% no comparativo anual indica uma deterioração relevante das condições econômicas da avicultura paulista ao longo dos últimos 12 meses.
A expectativa do setor agora se volta para o comportamento do consumo no segundo semestre e para a evolução da oferta de grãos. Uma eventual recuperação da demanda por carne de frango poderia dar suporte aos preços do animal vivo, mas a continuidade da restrição de oferta de milho e farelo tende a manter pressão sobre os custos de produção.




