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Avicultura

Avicultor Mais 2025 discute impacto do marketing e das práticas ESG na postura comercial

Tema será conduzido pelo diretor de Marketing e Inovação da Mantiqueira Brasil, André Carvalho, no dia 26 de junho, a partir das 09 horas, no auditório 2 do Expominas, em Belo Horizonte (MG).

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Foto: Shutterstock

Fortalecer a categoria de ovos no Brasil é um passo fundamental para que os consumidores reconheçam o produto não apenas por seu valor nutricional, mas também por sua versatilidade e relevância na alimentação diária. No entanto, a grande questão é como transformar um alimento tradicional em algo inovador e altamente desejado? Esse será o foco no Avicultor Mais 2025 – Frangos, Ovos & Peixes, que acontecerá nos dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), o maior Centro de Convenções e Eventos de Minas Gerais.

Diretor de Marketing e Inovação da Mantiqueira Brasil, André Carvalho: “Será uma conversa provocativa e inspiradora para quem busca sair da disputa por preço e criar valor real no mercado” – Foto: Arquivo pessoal

O marketing da categoria de ovos e o impacto das práticas ESG (Environmental, Social, and Governance) na relação com o consumidor serão tema de destaque no dia 26 de junho, no Auditório 2, às 09 horas. A palestra será conduzida por André Carvalho, diretor de Marketing e Inovação da Mantiqueira Brasil.

Durante sua apresentação, ele discutirá como as práticas sustentáveis podem não apenas fortalecer a marca, mas também descomoditizar o mercado de ovos. Carvalho apresentará inovações como Happy Eggs® e os Ovos Proteicos Mantiqueira Jumbo 15g e Extra 13g, que exemplificam a maneira como a empresa está diferenciando o produto e agregando valor.

Em um mercado saturado, André Carvalho afirma que a marca não pode ser apenas interessante, ela precisa ser essencial. Ele irá guiar os participantes por reflexões estratégicas sobre o papel do marketing na construção de marca, os desafios da produção sustentável e as tendências que moldam o futuro do setor, com destaque para práticas como a produção de ovos de galinhas livres e o crescimento de novos canais, como o e-commerce Mantiqueira em Casa. “Será uma conversa provocativa e inspiradora para quem busca sair da disputa por preço e criar valor real no mercado”, antecipa Carvalho.

Venda do 2º lote

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A venda de ingressos está disponível através do portal Sympla. Até o dia 31 de maio, os ingressos do 2º lote estão sendo vendidos por R$ 350,00. Após essa data, os ingressos passarão para R$ 400,00 até o evento, podendo ser adquiridos online ou na portaria.

Estudantes e idosos têm direito à meia entrada, mediante apresentação de documento com foto. O pagamento pode ser realizado por cartão de crédito, boleto bancário ou Pix.

O Avicultor Mais 2025 é uma oportunidade única para conhecer as últimas inovações nas áreas de avicultura de corte, postura e reprodução, além de explorar as novidades da aquicultura mineira, com foco em criadores de tilápia, truta e peixes ornamentais, frigoríficos, fornecedores de serviços e produtos, entre outros.

Sobre o evento

O Avicultor Mais 2025 ocorre bienalmente, reunindo produtores de avicultura e aquicultura, indústrias alimentícias, fornecedores e prestadores de serviços da cadeia produtiva. Neste ano, o evento ocupará uma área de 10 mil m², o dobro da edição anterior, com expectativa de presença de cerca de 120 marcas e um público de aproximadamente cinco mil pessoas.

O evento é realizado pela Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig), com o apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Instituto Ovos Brasil (IOB) e Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (Peixe MG).

Fonte: O Presente Rural com informações da Avimig

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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