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Aviagen realiza 53ª edição de sua Escola de Manejo

Mais de 30 clientes de 23 diferentes países reuniram-se no estado americano do Alabama para a edição 2016 da tradicional escola Aviagen

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Em 5 de Junho, 34 alunos de 23 diferentes países reuniram-se na Escola de Manejo em Produção Aviagen, em Huntsville, no estado americano do Alabama, enquanto se preparavam para um futuro de sucesso na indústria avícola mundial. Após quatro semanas, na noite de 30 de junho, a Aviagen formou esses mesmos clientes, mas com uma diferença: eles agora são formados com as mais recentes inovações em ciência avícola, assim como as melhores práticas para o bem-sucedido manejo de matrizes e frangos de corte.

            Participantes de cinco diferentes continentes caminharam para o evento da Aviagen em Huntsville, que é o primeiro e mais longevo do gênero na indústria avícola mundial.

 

Aprendizagem rigorosa

Durante todo o mês, os clientes beneficiaram-se de conselhos e instruções de mais de 40 especialistas da Aviagen, da indústria avícola e de universidades. Estes especialistas continuarão a servi-los através de contatos constantes, para que os clientes enfrentem os desafios de suas tarefas diárias.

O curso manteve um ritmo rigoroso e um formato abrangente, com cerca de 75 palestras, workshops práticos, laboratórios e visitas às instalações de produção. Além da aprendizagem para a melhoria do desempenho das aves, através de técnicas de manejo exitosas, os clientes tiveram aulas sobre nutrição, processos de incubação, ciência veterinária e seleção genética.

O evento foi projetado para os clientes da Aviagen e seus colaboradores, que incluem veterinários, gerentes de produção, especialistas em incubatório e uma série de outras profissões abrangidas pela indústria avícola.

"Enquanto os clientes adquirem aves de nossa empresa, nos dedicaremos em ajudá-los a atingir o máximo potencial de seus lotes. A Escola de Manejo em Produção Aviagen é anual e um fórum ideal para alcançar esse objetivo", disse o diretor da escola, Mark Wright. "O evento combina a teoria com a formação prática, em um bem-sucedido manejo de aves. O nosso desejo é que os clientes utilizem esse conhecimento a partir da escola, para melhorar o seu desempenho e a produtividade no retorno a seus países”.

Wright ainda acrescenta que a Aviagen está empenhada em continuar a escola nas próximas décadas. “A escola é uma parte importante do treinamento incansável que oferecemos a nossos clientes – e a equipe da Aviagen trabalha durante todo o ano para melhorar a experiência em futuros eventos.”

 

Os empreendedores da edição 2016

O evento de quatro semanas terminou com um jantar especial em 30 de junho, em homenagem aos graduados, bem como aos três principais empreendedores do evento:

Primeiro Lugar

Segundo Lugar

Terceiro Lugar

Hugo Urso (BRF, Brasil)

Tobias Filho (JBS, Brasil)

 

Camilo Rojas (Avicol, Colômbia)

Simon Boutros (William Boutros Establishment, Líbano)

Scott Dawsoon (Inghams Enterprises PTY LTD, Nova Zelândia)

Santiago Lovera (Indavisa, Argentina)

Mostafa Mahgoup (Cairo Poultry Group, Egito)

 

 

Nações Unidas da Avicultura

"A Escola Aviagen foi como as Nações Unidas da Avicultura, com tantas nacionalidades diversas representadas. Juntos, nós ganhamos não somente a teoria, de valor inestimável, mas também experiências práticas em diversos tópicos e em um cenário real. Aprendemos sobre avicultura e também sobre as pessoas. Dado o ambiente descontraído da escola, me senti como regressando à faculdade, e eu ainda mostrei aos meus colegas como lavar roupas, uma habilidade necessária durante o período do evento", disse o cliente Zain Randhawa, da Hitech Poultry Breeders, no Paquistão.

O primeiro lugar Hugo Urso, da BRF no Brasil, compartilhou sentimento semelhante: "Foi uma oportunidade especial com colegas da indústria avícola de outros países e, juntos, participamos de um processo de aprendizagem que irá melhorar a minha contribuição para a avicultura brasileira."

 

Formando uma equipe

Durante os fins de semana, os clientes foram envolvidos em atividades que visavam aprimorar o relacionamento, como tirolesa no Red Mountain Park em Birmingham, Alabama; rafting no rio Ocoee, no Tennessee; e visitas ao Ruby Falls e Rock City em Chattanooga, também no Tennessee. Os eventos e exercícios foram concebidos para promover a união e colaboração entre os clientes da Aviagen.

 

Inovação em aprendizagem

De acordo com o compromisso da Aviagen de inovação no processo de aprendizagem e sustentabilidade, foram fornecidos tablets Apple® iPad Mini™ aos participantes. Os tablets foram pré-carregados com o conteúdo essencial para o dia a dia do evento, sendo levados para casa para utilização em suas rotinas diárias.

Outra forma da Aviagen em inovar no processo de aprendizagem deu-se através do sistema de vídeo conferência para palestrantes que não puderam estar presentes durante o evento.

 

Cinco décadas de história

A Escola de Manejo em Produção Aviagen tem crescido em tamanho e alcance ao longo dos anos. Desde que foi fundada, em 1964, como Escola de Manejo e Produção Arbor Acres®, mais de 1.500 profissionais avícolas representando 62 países concluíram com êxito o programa. Além disso, a partir de 2012 a Aviagen desenvolveu um evento semelhante na Europa. A Escola de Manejo em Produção Aviagen Europa, Oriente Médio e África (EMEA) é realizada anualmente durante o período de Outono, em Edimburgo, na Escócia; e outras escolas Aviagen também são realizadas em todo o mundo.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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