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Aviagen inaugura novo e moderno Incubatório de Avós

Construção de novo incubatório de avós deve-se ao exitoso crescimento da empresa, com fortes investimentos na região

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A Aviagen®, líder mundial em genética de aves, anunciou que inaugurará um novo incubatório em Santa Cruz das Palmeiras, no estado de São Paulo, neste mês. O novo incubatório de produção de avós irá atender clientes de todos os países da América Latina.

Com uma capacidade de incubação que sustentará por longo período a produção das granjas da Aviagen situadas no Brasil, a unidade de Santa Cruz das Palmeiras irá ajudar a empresa quanto à crescente demanda por avós e matrizes na América Latina. Quando plenamente operacional, a unidade terá a capacidade de produzir 1,3 milhão de avós linha fêmea por ano.

A intenção da Aviagen, com o investimento, é melhor atender seus clientes na América Latina, enquanto mantêm a tradição de excelência da Aviagen em qualidade e desempenho de produto.

 

Tecnologia de vanguarda beneficia os pintinhos e os clientes, mantendo o alto nível em biossegurança

Para atender essa meta no novo incubatório, a moderna instalação de 4 mil metros quadrados incorpora os últimos avanços em design de incubatório e tecnologia, com benefícios como avós de um dia de alta qualidade, ótima gestão de incubação e elevada sustentabilidade de nosso negócio e do ambiente natural.

A incubação em estágio único, por exemplo, emprega sistemas de baixo consumo de energia, resultando em uma redução de 12% no consumo. Todos os equipamentos são controlados através de um software central, permitindo que os parâmetros para incubação sejam verificados e ajustados a qualquer momento – e em qualquer local. Além disso, um sistema metabólico adaptativo permite que o ambiente de incubação satisfaça as necessidades metabólicas de cada embrião durante os estágios de seu desenvolvimento.

O incubatório foi concebido em pleno acordo com os rigorosos padrões de biossegurança da Aviagen. Estas características incluem um sistema de limpeza totalmente automatizado, assim como um sistema automático de ventilação, para assegurar que o ar filtrado e livre de contaminantes percorra livremente todas as áreas do incubatório. Inovações em economia de energia, combinados com recursos avançados em biossegurança, permitirão à Aviagen oferecer avós com alta qualidade, reduzindo seu impacto ao meio ambiente.

 

Compromisso com o mercado brasileiro, sucesso com o Ross 308 AP (AP95)

A empresa tem feito investimentos substanciais nos últimos anos no mercado brasileiro e latino-americano para atender a crescente demanda de avós e matrizes. A Aviagen atribui este sucesso nas vendas de avós e matrizes ao excelente desempenho do produto Ross 308 AP (AP95).

Atualmente disponível na América Latina, o Ross 308 AP (AP95) é líder de mercado em fatores chave como ganho de peso diário e conversão alimentar ajustada (CA).

"O mercado brasileiro tem respondido muito bem aos produtos disponibilizados pela Aviagen – e o Ross 308 AP (AP95), em particular, tem sido extremamente popular desde que começamos a vendê-lo, em 2013", disse Anselmo Micheletti, gerente técnico da Aviagen América Latina. "A incorporação de tecnologia de ponta no novo incubatório, desde a concepção inicial até a conclusão, com o amplo espaço e a modernidade desta unidade, nos ajudará a atender à crescente demanda por produtos Aviagen. Tudo isso, sem deixarmos de promover, continuamente, a reputação da empresa em fatores como qualidade e serviço."

"O Ross 308 AP (AP95) demonstra de forma consistente um peso final ao abate pelo menos 130 gramas mais pesado, para a mesma idade, em relação ao nosso principal concorrente, além de uma taxa de conversão alimentar ajustada 1 ponto melhor. Estes indicadores de desempenho superior agregam vantagens significativas para nossos clientes", concorda Abílio Alessandri, business manager da Aviagen no Brasil. "Com o Ross 308 AP (AP95) agregado ao nosso impressionante portfólio de produtos, nós nos posicionamos para ganhar participação de mercado, continuando a ofertar nossos produtos para a nossa base de clientes já existente."

Ivan Lauandos, presidente da Aviagen América Latina, também atribui o desempenho de vendas da empresa na região, em parte, à performance do novo produto.

"O Ross 308 AP (AP95) tem atingido as expectativas criadas por ambos, Aviagen e os nossos clientes. Nosso aumento na produção de avós e matrizes é devido, principalmente, aos excelentes resultados que nossos clientes têm atingido com este produto, que, por sua vez, estimulam o investimento dos acionistas na região", observou.

"Somos uma sólida empresa global, com o objetivo de expandir nossa liderança mundial em genética de aves, sempre empenhados em apoiar as necessidades locais de nossos clientes. Com o Ross 308 AP (AP95), nos dedicamos integralmente em promover um produto de sucesso aos nossos clientes, oferecendo-lhes um produto com melhorias contínuas em desempenho e qualidade".

 

A Aviagen e o logo Aviagen são marcas registradas da Aviagen nos Estados Unidos e em outros países. Todas as marcas são registradas pelos seus respectivos proprietários.

© 2016

 

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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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