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Empresas Avicultura

Aviagen anuncia investimentos de mais R$ 250 milhões para aumentar capacidade de produção de matrizes no Brasil

Nova fase de expansão da empresa contempla a construção de uma nova granja de avós, ampliação de incubatórios, nova fábrica de maravalha e reforma da fábrica de rações

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Ivan Pupo Lauandos /Divulgação

Como parte de seu plano de crescimento e expansão na América Latina, a Aviagen®, empresa de genética de aves que comercializa aves sob a marca Ross®, anuncia um novo investimento de R$ 250 milhões em um projeto para aumentar a capacidade de produção de matrizes no Brasil, maior exportador mundial de carne de frango. Denominado Projeto de Expansão 4, eleva os investimentos da empresa para um total de R$ 510 milhões nos últimos 5 anos e agrega 4 milhões de matrizes/ano à atual capacidade de produção.

O projeto inclui a construção de uma nova granja para a produção de matrizes no estado de São Paulo, além da ampliação dos incubatórios de Carambeí (PR) e Rio Claro (SP). Os investimentos contemplam ainda a reforma na fábrica de ração da empresa em Itaí (SP) para melhorar a produtividade, aumentar a capacidade de armazenagem e atender a todas as novas unidades, além de uma nova fábrica de maravalha (raspa da madeira, resíduo de beneficiamento que é usado como substrato em cama para aviários). A nova granja para a produção de matrizes terá os mais modernos equipamentos e ambiência controlada, seguindo também os padrões de conectividade implementados pela empresa em todo o sistema produtivo. Já os incubatórios de Carambeí e Rio Claro aumentarão a produtividade através de novas incubadoras de estágio único de alta tecnologia.

Esses investimentos permitirão um acréscimo de 4 milhões de matrizes por ano na capacidade produtiva da empresa a partir de 2023/2024. “Além daquilo que já investimos, nos Projetos de Expansão anteriores, aprovamos mais este robusto investimento para atender à crescente demanda pelo produto Ross 308 AP não somente no Brasil, mas em toda América do Sul. Isso é resultado da excelente performance em nível de matriz, frango e frigorífico. Essas novas estruturas permitirão à Aviagen seguir seus planos de crescimento contínuo para fornecimento de material genético de ponta”, destaca o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Pupo Lauandos.

Investimentos recentes no Brasil

A Aviagen tem marcado uma história de crescimento e sucesso no país onde a indústria avícola vem alcançando relevância significativa nas últimas décadas, como maior exportador de carne de frango e 2º maior produtor mundial de carne de frango.

Para acompanhar uma demanda cada vez maior e ao mesmo tempo fortalecer o suporte aos produtores, a Aviagen vem investindo de forma consistente para aumentar a capacidade de avós e matrizes no país. Novos incubatórios, granjas, fábrica de ração e laboratório foram incorporados ao sistema de produção

Em 2019, a Aviagen aumentou sua produção com duas granjas de avós em Capinzal e Caçador (SC), além de um incubatório para produção de matrizes em Carambeí (PR), no Projeto de Expansão 2 (Complexo Sul).

Já em 2021, no Projeto de Expansão 3, a Aviagen, em parceria com o Grupo Alvorada, deu início à construção de uma granja de produção de matrizes no Sudoeste do estado de São Paulo, com capacidade anual de 2,1 milhões de matrizes Ross 308 AP.

A Aviagen também anunciou, no início de 2022, um investimento em uma área em Sarutaiá (SP) para a construção de uma nova granja de bisavós, também no estado de São Paulo, para a produção de avós.

“Completamos em fevereiro deste ano 15 anos da aquisição dos ativos da Agroceres Ross e atuação independente no mercado de genética avícola no Brasil e, ao longo de todo esse tempo, seguimos investindo de maneira consistente”, completou Ivan.

Fonte: Assessoria
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Cobb-Vantress defende revisão nutricional para acompanhar melhoramento genético

O médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, fala da importância de uma revisão na formulação das dietas para acompanhar o potencial genético das aves, com características para melhor ganho de peso diário, conversão alimentar e rendimento de carcaça, entre outros indicadores

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Vitor Hugo Brandalize / Divulgação

A nutrição das aves sempre despontou entre os desafios mais importantes da cadeia produtiva em função do impacto que tem nos custos de produção, chegando até cerca de 80%. O atual cenário de preços muito elevados dos grãos, principais insumos, combinado com os avanços do melhoramento genético tem levado as principais empresas avícolas a rever estratégias nutricionais, explicou o médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, durante sua apresentação no XV Simpósio Goiano de Avicultura.

De acordo com ele, o melhoramento genético evoluiu rapidamente na direção de melhores resultados em indicadores como ganho de peso diário, conversão alimentar, rendimento de carcaça e empenamento precoce, entre outros benefícios. Este quadro exige das empresas atenção às formulações das dietas para acompanhar estes avanços e extrair o máximo do potencial genético do plantel. “É uma revisão necessária, como em relação aos níveis de aminoácidos, cálcio e fósforo, por exemplo. Outro ponto a ser avaliado é para uma redução da energia metabolizável, que indiretamente reduz o custo da ração”, salientou.

Brandalize ressalta ainda a importância de avaliar a alta inclusão de produtos de origem animal e o nível de potássio da dieta. “Tenho observado menor mortalidade em aves cujas dietas incluem produtos de origem vegetal na comparação com aquelas aves que consomem nutrição com alta inclusão de produtos de origem animal. São questões já estudadas, mas que devemos investigar para acompanhar as necessidades desta nova ave que está no mercado”.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Agroceres PIC inaugura nova Unidade de Disseminação de Genes no Paraná

Em operação, a nova UDG terá capacidade para alojar 800 reprodutores e potencial para processar 1,2 milhão de doses de sêmen por ano.

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Fotos: Sandro Mesquista e Selmar Marquesin/OP Rural 

Esta sexta-feira (1º) marca o início de um novo ciclo na história da empresa de genética Agroceres PIC, que nesta manhã inaugurou uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG), na cidade de Paranavaí, na região Noroeste do Paraná. Através deste empreendimento e de mais duas novas UDGs, que serão implantadas no Centro-Oeste e outra na região Sul, a companhia projeta em até três anos fornecer sêmen para mais de 70% de seus clientes.

Diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa: “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial”

Durante o ato solene de inauguração da UDG, o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa, destacou o crescimento do mercado suinícola no Estado paranaense, a importância do setor para a economia nacional e os novos rumos que a empresa busca através da expansão de seu negócio de genética líquida no país “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial, agregando valor e competitividade ao negócio de nossos clientes”, enalteceu.

O moderno Centro Tecnológico de Excelência Com a UDG Paranavaí em operação, a produção total da Agroceres PIC salta para 4,5 milhões de doses inseminantes por ano.

A nova unidade vai atender a demanda da rede de multiplicadores de material genético Agroceres PIC, de parceiros Multiplicadores de Rebanho Fechado (MRF) e clientes instalados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

As primeiras doses de genética líquida da nova unidade paranaense devem chegar ao mercado em setembro.

A equipe do Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura jornalística da inauguração da nova UDG, a reportagem completa você confere na próxima edição de Suínos e Peixes e também nas nossas plataformas digitais.

Fonte: O Presente Rural
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Empresas Reforço de equipe

Francisco Dolejal é o novo Gerente de Vendas Sênior da NOVUS para o estado do Paraná

Anúncio reforça o compromisso da companhia por um atendimento estratégico e afinado às particularidades dos seus clientes paranaenses

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Francisco Dolejal / Divilgação

A NOVUS apresentou mais um profissional estratégico visando estreitar ainda mais sua proximidade com os produtores de proteína animal de todo estado às especialidades exclusivas contidas no seu portfólio, programas e conhecimento técnico global que fazem da multinacional referência no mercado de nutrição animal.

Graduado em Zootecnia em 2009 pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Campus Marechal Cândido Rondon/PR), Francisco Dolejal agora responde por todo o atendimento técnico-comercial do Estado.

Há 12 anos no mercado, o profissional construiu toda sua rede de relacionamento na região de suma importância para as operações da NOVUS. “Paraná é uma referência multiproteína, um grande polo agroindustrial dentro do nosso segmento e em constante evolução. Portanto, atento a todos estes movimentos deste estado referência produtiva, anunciamos mais este reforço ao time. Gente certa no lugar certo”, inicia o Gerente Sênior Regional de Negócios da NOVUS, Alessandro Lima.

“Estou feliz e motivado com esta nova casa. Logo nos meus primeiros dias de integração me surpreendi com a organização, conhecimento técnico, equipe altamente qualificada, soluções e programas diferenciados. Um mundo de oportunidades para uma série de desafios produtivos que quero, apoiado a toda essa minha bagagem, contribuir ainda mais para o desenvolvimento dos nossos clientes e prospectar novos negócios”, insere o Gerente de Vendas Sênior para o Paraná, Francisco Dolejal.

O profissional, que também possui especialização em Nutrição pelo Instituto Rehagro (Belo Horizonte/MG), “agregará muito ao nosso time”, inclui Alessandro em menção a importância do estado do Paraná que em 2021 produziu 6,213 milhões de toneladas entre carne bovina, suína e frango, além de ser protagonista nacional no setor avícola, segundo colocado no ranking de produção suinícola, ovos e leite de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Brasília/DF).

Fonte: Assessoria
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