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Aviagen América Latina segue ao lado dos avicultores para enfrentar a Covid-19 e colocar #ComidaEmTodasAsMesas

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Ivan Lauandos é presidente da Aviagen América Latina. - Fotos: Divulgação

A América Latina está enfrentando desafios sem precedentes devido à Covid-19, e os números de casos e mortes continuam aumentando. O custo humano da doença é devastador e todos sentiram os impactos, como a fome e a desnutrição, que surgem como resultado da escassez de alimentos e enfraquecem as defesas imunológicas humanas contra a doença. Como empresa que atua na produção de aves e integra a comunidade latino-americana, a Aviagen® América Latina, que fornece material genético sob a forma de pintos de um dia e ovos incubáveis para produtores de frango em toda a região, está preocupada com a saúde e o bem-estar dos colaboradores e se esforça para cuidar de todos.

“Os produtores de alimentos usam nosso material genético para produzir frango nas comunidades locais,” explica Ivan Pupo Lauandos, presidente da Aviagen América Latina. “Por exemplo, uma remessa de dois paletes de pintos importados para os países latino-americanos produz, aproximadamente, 4.500 toneladas de carne de frango para os consumidores,” salienta Lauandos. “O fornecimento de uma proteína de qualidade como o frango contribui para uma dieta saudável e fortalece o sistema imunológico, fundamental na luta contra o vírus da Covid-19”.

Infelizmente, os cancelamentos de voos, as limitações nas rotas comerciais e outras restrições de exportação, bem como as restritas viagens terrestres, têm prejudicado a capacidade logística em diversos países do mundo, o que, por sua vez, impacta severamente o suprimento global da proteína de frango.

 

Ferramentas de vendas – combatendo os desafios

A Aviagen segue comprometida com a segurança no fornecimento de alimentos, e desenvolve estratégias para manter a cadeia de suprimentos em funcionamento durante ameaças, como: doenças de aves, problemas aéreos, desastres naturais e, mais recentemente, a pandemia do novo coronavírus. Uma das medidas é ter diferentes bases de suprimento em diversos continentes, o que auxilia, em tempos difíceis, como durante surtos sanitários ou desastres, em qualquer país. Muitas dessas bases, incluindo o Brasil e a Colômbia, alcançaram a compartimentação, o que significa que as aves são transportadas desde um conjunto de “compartimentos”, oficialmente aprovados como livres de Influenza Aviária e seguros para o transporte. Além disso, o programa de biossegurança da empresa ajuda a manter os patógenos prejudiciais fora da cadeia de suprimentos.

 

Força em números

Outra ferramenta de exportação da Aviagen, que provou ser fundamental durante a atual pandemia, é formar alianças com profissionais do setor, bem como organizações governamentais e do agronegócio, trabalhando juntos para encontrar soluções inovadoras para os problemas de exportação.

Como um exemplo, muitos voos na América Latina foram cancelados devido à pandemia. A Aviagen trabalhou diretamente com as companhias aéreas através de despachantes para encontrar opções disponíveis e entregar o material genético a seus clientes. Para as aves importadas do Reino Unido, existe um requerimento de Certificado Sanitário, assinado na saída do aeroporto pelos médicos-veterinários oficiais. Este requerimento representava um problema, pois vários departamentos foram fechados devido à Covid-19. Para contornar esse gargalo, a Aviagen América Latina trabalhou em conjunto com a Embaixada Britânica no Brasil para intermediar a situação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), no Brasil, e com o Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais (DEFRA), no Reino Unido.

“Acredito na importância do negócio e que é necessária uma ação conjunta para que a indústria avícola supere os obstáculos apresentados pela crise da Covid-19. Como empresa, nossa missão é ajudar nossos clientes – produtores avícolas na América Latina – a colocarem comida em todas as mesas das famílias em suas comunidades locais”, observa Lauandos.

 

Ajudando um ao outro

“A melhor ferramenta que temos é a determinação dos produtores em ajudar uns aos outros, para o melhoramento do setor como um todo, e das pessoas que dependem de nós”, comenta Jan Henriksen, CEO da Aviagen.

Para as empresas de melhoramento genético de aves, a cooperação pode ser realizada por meio do compartilhamento de espaços de carga em uma companhia aérea ou reunindo recursos para melhorar o manejo da saída de pintos, com pontos de recebimento em todo o mundo. Colocando isso em prática, a Aviagen recentemente colaborou com uma companhia aérea, agentes aduaneiros e ministérios agrícolas de diferentes países para enviar com êxito 168.760 matrizes para três clientes em Bangladesh.

A ação teve início quando a Aviagen e sua empresa-irmã Hubbard receberam pedidos de três diferentes clientes em Bangladesh, que precisavam do envio de aves originadas na França, Holanda e Estados Unidos. Contudo, seis semanas antes do embarque, restrições causadas pela pandemia impediram que as rotas de exportação pudessem ser usadas.

“Contatamos a Qatar Airways Cargo para discutir este dilema, e a ideia proposta foi combinar os pedidos de embarque dos três clientes em uma única remessa, desviando um voo que vai de Doha, no Qatar, para Hong Kong, com uma parada em Bangladesh para a entrega das aves”, lembra Henriksen. “Nossa equipe trabalhou dia e noite por semanas – comunicando-se remotamente via Zoom com nossos especialistas em exportação ao redor do mundo, embaixadas, companhia aérea, despachantes aduaneiros e outros para planejar a logística dessa complexa operação”.

Henriksen ainda enfatiza: “Como em todas as remessas de pintos de um dia, nossa prioridade era com a saúde e o bem estar das aves durante o voo. Para cada remessa exportada, nossos pintos de um dia são mantidos bem hidratados e a temperatura e o fluxo de ar são controlados de perto. No entanto, devido ao grande volume de pintos nesse voo foi necessário prestar atenção extra a essas condições. Dispositivos GPS especiais foram usados para medir e registrar suas temperaturas, enviando esses dados para especialistas em terra que estavam em comunicação com o piloto para os ajustes necessários. Para proteção adicional, um responsável esteve com as aves cuidando e monitorando as suas condições durante o voo”.

 

Unidos permanecemos

Agora, mais importante do que nunca, a indústria avícola deve se unir. “Estamos vivendo um momento decisivo, em que a história nos julgará com base em nossa capacidade de coordenar esforços através das fronteiras, governos e indústria para o bem das pessoas”, enfatiza Henriksen. “Trabalhar juntos para alcançar os mesmos objetivos nos ajudará a superar as dificuldades atuais, bem como quaisquer obstáculos que surjam no nosso caminho. Devemos continuar nos unindo como um forte setor e alavancando o imenso talento, conhecimento e desejo de fazer a diferença e sustentar a todos agora e pelas próximas gerações”, conclui Henriksen.

Fonte: Assessoria

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Agroceres  Multimix  apresenta a agCare, divisão de produtos de especialidades

Nova estrutura reúne pesquisa, validação científica e desenvolvimento de produtos de alta performance.

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Divisão agCare foi apresentada a jornalistas em evento em Itatiba (SP), no início de março

A Agroceres Multimix apresenta a agCare, nova divisão dedicada à pesquisa, desenvolvimento, validação, produção e comercialização de produtos de especialidade para a nutrição animal.

Estruturada sobre ciência, método e comprovação, a divisão agCare é resultado de uma estratégia voltada a transformar conhecimento técnico em especialidades capazes de responder às demandas reais do campo.

Segundo Ricardo Ribeiral, diretor da Agroceres Multimix, a criação da divisão consolida uma visão já presente na empresa. “A agCare nasce com o propósito de ampliar a fronteira tecnológica do setor, oferecendo ao mercado produtos de alta performance, com elevado nível de confiabilidade e resultados comprovados”.

“Divisão agCare entrega produtos de alta performance, com elevado nível de confiabilidade e resultados comprovados”, resume Ricardo Ribeiral

Trata-se de um movimento estratégico, completa o diretor: “Desta forma, reforçamos nosso compromisso com a inovação e com a evolução contínua da nutrição animal no Brasil e no mundo, entregando produtos com alto rigor científico e foco em performance”.

Base científica e validação técnica. Toda especialidade desenvolvida pela divisão agCare segue um rito de desenvolvimento. “O rigor científico é o principal pilar que garante a confiabilidade do produto e o resultado no campo”, garante Ricardo Ribeiral.

Cada produto parte de uma investigação aprofundada, passa por validações criteriosas e é sustentado por uma estrutura analítica e de pesquisa preparada para garantir precisão, confiabilidade e performance.

Apenas produtos que demonstram consistência estatística e biológica, com segurança e aplicáveis no campo, avançam até a etapa de comercialização.

Para isso, a divisão mantém parcerias técnicas e científicas com instituições de referência, como Esalq-USP, UFV, Unesp, UFMG e Kansas State University, além de Conselhos Técnicos que contribuem não apenas para validações, mas também para a compreensão aprofundada de mecanismos, respostas e limites de uso dos produtos.

Nos últimos cinco anos a Agroceres Multimix investiu mais de R$ 80 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento. No período, foram conduzidos 274 estudos, sendo mais da metade direcionado para especialidades da divisão agCare. Esse modelo já se reflete em um portfólio robusto de produtos disponíveis no mercado.

A divisão agCare reforça um posicionamento que a empresa vem consolidando ao longo de décadas. A Agroceres Multimix é uma empresa brasileira que construiu, ao longo de 50 anos, uma base sólida de pesquisa, geração de conhecimento técnico científico e desenvolvimento de produtos diferenciados, contribuindo para a evolução do agronegócio nacional.

Acesse o canal da Agroceres Multimix no YouTube e confira alguns momentos do evento que marcou esse lançamento, clique aqui confira.

Fonte: Assessoria Agroceres  Multimix
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Conexão Aviagen in Company reúne lideranças da Granja Faria para excelência em manejo

Encontro de três dias em Santa Catarina focou no manejo de matrizes e na maximização do potencial genético da linhagem Ross

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Divulgação / Fotos: Aviagen

A Aviagen® promoveu a sua mais recente edição do Conexão Aviagen in Company em Lauro Müller (SC), entre os dias 3 e 5 de março. O evento reuniu a equipe técnica e de gestão da Granja Faria de todas as regiões do Brasil, para fortalecer o manejo dos lotes e as práticas de bem-estar animal.

A Granja Faria possui um histórico de alta eficiência com as matrizes Ross®, figurando frequentemente no terço superior de produtividade do setor, inclusive com premiações anteriores.

Aviagen oferece suporte prático no manejo

Uma característica marcante do formato Conexão in Company é sua abordagem personalizada. A programação combinou discussões em sala com aplicação prática na granja, incluindo análise de dados, visitas a granjas de recria e de produção, além de palestras sobre conformação ideal de machos e fatores críticos dos processos, sempre com um olhar direcionado para os objetivos de produção da Granja Faria.

O supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Denilson Vanin, enfatizou a importância de conceber o programa em torno da realidade do cliente: “Este evento foi especificamente desenvolvido com base nos objetivos e realidade da Granja Faria, para compartilhar conhecimento técnico, ferramentas de manejo e gestão operacional que auxiliem suas equipes a fortalecer o bem-estar animal e a assertividade de decisões em todas as unidades”.

Já o supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Alcides Paes, destacou como o progresso genético e o manejo responsável das matrizes caminham juntos: “Conhecemos a capacidade de entrega da genética Ross e o nosso principal objetivo foi fornecer as ferramentas adequadas para que continuem atingindo os melhores resultados zootécnicos possíveis”.

Impulsionando resultados por meio da colaboração

Iniciativas como o Conexão Aviagen in Company reforçam o compromisso da Aviagen com o sucesso de seus clientes, fornecendo suporte prático e próximo que os ajuda a traduzir o progresso genético em resultados diários.

O gerente de Serviços da Aviagen no Brasil, Rodrigo Tedesco, afirmou que “reunir representantes de todo o país ajuda a elevar os padrões em suas operações. Quando equipes de diferentes regiões se alinham em torno de objetivos comuns, a produtividade aumenta em toda a organização. O sucesso vem do aprimoramento do manejo das aves e das decisões diárias. Estar perto de nossos clientes nos permite fazer esses ajustes de forma significativa”.

Por meio da colaboração contínua, a Aviagen continua a apoiar seus clientes no avanço de práticas de produção de carne de frango responsáveis que priorizem o bem-estar animal e o manejo ambiental, ajudando a garantir um fornecimento global confiável de proteína de qualidade.

Fonte: Assessoria
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Primeiro módulo do Qualificases 2026 reúne suinocultores para discutir gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas.

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Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) realizou o primeiro módulo do Qualificases 2026 no dia 26/02. A iniciativa é voltada à formação e atualização técnica dos suinocultores capixabas, com foco em gestão, nutrição, sanidade e sustentabilidade.

Com o tema “Gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados”, a palestra foi conduzida pelo gerente Nacional Suínos na Agroceres Multimix, Edmo Carvalho, que trouxe uma reflexão estratégica sobre um dos maiores desafios atuais do setor: a gestão de pessoas em um cenário de escassez de mão de obra e equipes cada vez mais diversas.

Durante sua apresentação, Edmo destacou que, apesar do avanço técnico dos gestores, impulsionado pelo acesso facilitado à informação, cursos e plataformas digitais, muitos ainda encontram dificuldades no essencial: liderar pessoas. “Liderança vai muito além do cargo. É a capacidade de influenciar de forma voluntária, sem deixar rastros de sangue decorrentes de estilos autoritários e relações frágeis”, afirmou.

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas. Segundo o palestrante, falar é simples, mas comunicar com presença, escuta ativa e empatia é um diferencial competitivo. Ele alertou ainda que o excesso de interações digitais e impessoais pode empobrecer as relações e reduzir a sensibilidade emocional, especialmente em momentos de tensão.

Outro ponto de destaque foi a gestão de equipes multigeracionais. Baby Boomers, gerações X, Y e Z possuem expectativas distintas em relação ao trabalho, hierarquia e propósito. “Nada é tão desigual quanto tratar igualmente pessoas desiguais”, ressaltou Edmo, reforçando a necessidade de adaptar a liderança às diferentes realidades e perfis dentro das organizações.

Entre as soluções práticas apresentadas estão a criação de rituais de conexão, a presença mais próxima da liderança no dia a dia das equipes, o estímulo à colaboração e a revisão das cargas de trabalho para evitar a exaustão emocional. Pequenos gestos constantes, como conversas semanais curtas, pausas coletivas e rodas de diálogo, podem gerar impactos mais duradouros do que grandes ações pontuais.

Neste módulo, a ASES contou com o apoio da empresa Agroceres Multimix, parceira constante do setor, reforçando a importância da cooperação entre a iniciativa privada e as entidades representativas na construção de uma suinocultura cada vez mais técnica, humana e sustentável.

Para o diretor executivo da ASES, Nélio Hand, a qualificação é o caminho para resultados cada vez mais sustentáveis e competitivos. “Reunimos em Conceição do Castelo produtores e profissionais comprometidos com a evolução do setor numa noite de aprendizado, conexão e troca de experiências. Tudo isso visa fortalecer a suinocultura capixaba”, pontua Hand.

O Qualificases 2026 segue ao longo do ano com novos módulos, ampliando o debate sobre temas estratégicos e reforçando o compromisso da ASES com o desenvolvimento contínuo do setor no Espírito Santo.

Fonte: Assessoria ASES
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