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Aviagen América Latina reúne clientes em Atlanta e aguarda principais eventos em 2017

Durante o evento, a Aviagen reconheceu um marco importante para dois membros da empresa, recém aposentados

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A Feira de Atlanta, nos Estados Unidos, organiza anualmente o maior encontro de profissionais avícolas do mundo – e a equipe da Aviagen América Latina também aproveitou a oportunidade para reunir e compartilhar bons momentos com seus clientes. Em 31 de Janeiro, a equipe hospedou 170 clientes latino-americanos para o tradicional jantar realizado pela Aviagen em Atlanta, no terraço do restaurante Ventanas, no Hilton Garden Inn Hotel.

Durante o evento, a Aviagen reconheceu um marco importante para dois membros da empresa, recém aposentados: Ullrich Koehler, gerente de negócios da Aviagen para a América Latina e Caribe, e Ricardo Valle, gerente técnico regional para a América Latina e Caribe, se aposentaram após mais de 30 anos de serviços dedicados à empresa.

Respeitados membros da equipe, ambos foram homenageados com discursos dos atuais e antigos membros da Aviagen, como Bob Dobbie (presidente de Negócios Internacionais). Ian Panton (ex-CEO), e David Reed, Steve Passarello e Paul Cohen, ex-integrantes da equipe latino-americana.

Sucedendo as aposentadorias de Ullrich e Ricardo, a Aviagen América Latina continuará a prestar seu excelente serviço aos clientes na região, com uma nova estrutura organizacional:

Juan Diez tornou-se gerente de negócios da Aviagen para o México, América Central e Caribe. Diez ingressou na Aviagen em 2001 e traz para a equipe anos de experiência em matrizes e frangos de corte, além de experiência em contabilidade e finanças.

Luis Cesio atua como gerente de negócios da Aviagen na América do Sul, excluindo o Brasil. Além de sua extensa experiência em avicultura, iniciou na Aviagen em 1999. Engenheiro Agrônomo, trabalhou em duas das principais empresas avícolas da Argentina.

Abilio Alessandri, gerente de negócios do Brasil, integra a equipe da Aviagen desde 2012. Médico veterinário, possui MBA em Administração de Empresas. Trabalha no setor avícola desde 2001, tendo exercido atividades profissionais em empresas como Pharmacia, Pfizer e Chr. Hansen no Brasil.

José Juan Bruzual, gerente técnico regional da Aviagen na América Latina, acumula vasta experiência em medicina veterinária e administração, através de suas experiências em Protinal e Purina, na Venezuela, bem como Perdue Farms e Embrex (agora Zoetis), entre outras empresas nos EUA.

 

"Tivemos o prazer de sediar este jantar especial dedicado aos clientes e, também, a duas lendas na América Latina: Ullrich Koehler e Ricardo Valle. Ambos destacados colaboradores, são reconhecidos pelo profissionalismo, conhecimentos técnicos e comerciais e, mais importante, pela grande capacidade em se relacionarem com os clientes”, disse Ivan Lauandos, presidente da Aviagen na América Latina.

Além da Feira de Atlanta, a Aviagen América Latina aguarda com expectativa a realização do “Aviagen Training Conference (ATC-LA)”, evento técnico bi-annual que acontece entre os dias 20 e 24 de Março, em Atlanta, nos Estados Unidos, além do próximo Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), em Agosto, no Brasil, e do Congresso Latino-Americano de Avicultura, em Setembro, no México.

"A Feira de Atlanta foi um grande sucesso para a Aviagen, pois proporcionou uma inestimável oportunidade de fortalecer o relacionamento com nossos clientes e colegas de todos os cantos do mundo. Para a América Latina foi particularmente gratificante, pois fomos capazes de homenagear companheiros de nossa equipe, enquanto organizamos um jantar especial para nossos clientes. Somos muito gratos a todos que participaram e fazem do tradicional jantar da Aviagen um ponto de encontro anual", disse Lauandos.
 

 

 

A Aviagen, o logo Aviagen, Ross e o logo Ross são marcas registradas da Aviagen nos Estados Unidos e em outros países. Todas as marcas são registradas pelos seus respectivos proprietários.

© 2017

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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