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AveSui 2017 já tem data marcada

Tradicionalmente organizada em Florianópolis, (SC), a AveSui 2017 acontecerá entre os dias 25 e 27 de Abril, no CentroSul

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Palco de inovações tecnológicas, novidades e bons negócios, a AveSui América Latina manterá sua força de feira de negócios do setor avícola e suinícola nos dias 25, 26 e 27 de abril, extremamente focada em  um  público qualificado e que busca na feira  inovações e realização de negócios.

Feira de Negócios

As feiras são, atualmente, os meios mais econômicos para fazer negócios e lançar produtos no mercado, uma vez que proporcionam ao expositor, uma aproximação face-a-face com potenciais compradores nacionais e internacionais através de uma plataforma ágil, rápida e direta onde é possível ter o feedback imediato.

Contudo, a escolha do evento certo é um misto de público qualificado e com poder de decisão, foco e logística. Só a AveSui, reúne estes três pilares para quem quer expor em uma feira que é realizada no berço da agroindústria, com foco extremamente dirigido e reunindo público qualificado em busca de novidades para o seu negócio e novidades não faltaram na AveSui que trouxe ao Brasil mais de 45 novas empresas internacionais em solo nacional.

“Com a vulgarização do termo ‘feira’ nos eventos realizados no Brasil, investimos em um público mais seleto e que gera resultados e oportunidades mais qualificadas aos nossos expositores, que tiveram na última edição visitantes de todo o Brasil e da América Latina em seus stands dando a atenção devida ao comprador de fato”, afirma  Andrea Gessulli, diretora da Gessulli Agribusiness. Veja os resultados atingidos pelos expositores nos depoimentos: Vídeo AveSui 2016 

Congresso de Zootecnia de Precisão

Antecipando sempre os principais avanços técnicos e de mercado em nível mundial, a AveSui foi precursora do I Congresso de Zootecnia de Precisão, evento inédito no Brasil,  que trouxe  um  olhar aprimorado sobre zootecnia de precisão e sua aplicação no aumento da produtividade e redução de  custos, auxiliando no manejo, na nutrição, na sanidade, garantindo o bem-estar dos animais e consequentemente a qualidade do produto final. O congresso reuniu com grande êxito, mais de 350 congressistas.  

Na AveSui 2017, o  II Congresso de Zootecnia de Precisão será realizado no primeiro dia do evento, 25 de Abril, terça-feira, e terá a coordenação internacional do ilustre professor da Universidade de Ku Leuven da Bélgica, Dr. Tomas Norton, que trará renomados palestrantes que discutirão sobre os avanços das tecnologias neste segmento”.

Seminários Técnicos

Além dos três dias da feira de negócios, a AveSui apresentará uma extensa grade de palestras técnicas,  workshops, fóruns , Auditório de Inovações Tecnológicas, Granja modelo, 2ª edição do  Prêmio "Quem é Quem: Maiores e Melhores" premiando as cooperativas brasileiras,  e o Prêmio Oswaldo Gessulli de Personalidades,  reconhecendo  personalidades da suinocultura e da avicultura, que se destacarem por sua atuação na área técnica e empresarial. 

Feira Internacional

Um dos pontos fortes do evento é a grande presença internacional , não só de expositores mas também de compradores. Enquanto empresas de diversos países escolhem a AveSui para buscar oportunidades no mercado brasileiro – seja com instalação de fábricas ou fazendo parcerias com empreendedores locais – visitantes da América Latina se destacaram nos negócios gerados na feira. Entre os expositores internacionais, a grande presença das empresas chinesas consolidou novamente a parceria comercial Ásia-Brasil na cadeia de aves e suínos.

Pioneira na realização de parcerias, joint ventures e novos negócios, a AveSui se consolidou como ponto de encontro do setor de aves e suínos da América Latina por oferecer aos seus visitantes  oportunidades de contato direto com  novas empresas, tecnologias e soluções para produção de proteína animal vindas  do Brasil e do  mundo todo.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Mercado

Ofertas melhoram em regiões produtoras de milho

Há efetivo aumento da fixação de oferta em alguns estados, mas, até o momento, não foi evidenciada agressiva queda dos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho apresentou preços estáveis na maior parte das regiões nestes últimos dias. Porém, houve uma mudança em relação à oferta, que melhorou em parte das áreas produtoras do país.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, há efetivo aumento da fixação de oferta em alguns estados, mas, até o momento, não foi evidenciada agressiva queda dos preços. “As dificuldades de abastecimento tendem a se acentuar com o avanço da colheita da soja e o encarecimento do custo de frete”, adverte.

Entre os estados em que o mercado apresentou maior fixação de oferta, destacam-se o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. “A dinâmica de mercado para o primeiro semestre permanece a mesma, com uma área de verão bastante reduzida resultando em dificuldades de abastecimento”, comenta.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (14) e a quinta-feira (22), o preço do milho na base de compra no Porto de Santos permaneceu estável em R$ 82,00 a saca.

Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF segue estável na base de venda no comparativo semanal em R$ 88,00 a saca. Na região Mogiana paulista, o cereal permaneceu inalterado em R$ 85,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço seguiu estável em R$ 82,00. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 73,00 para R$ 75,00 a saca no balanço semanal entre 14 e 21 de janeiro. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotações declinou de R$ 90,00 para R$ 87,00 a saca.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho se mantiveram inalteradas na semana em R$ 82,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado ficou estável no balanço em R$ 77,00.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Preços do frango se acomodam no Brasil, com aumento da oferta

Mercado brasileiro de frango voltou a trabalhar com preços acomodados ao longo da semana

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Divulgação

O mercado brasileiro de frango voltou a trabalhar com preços acomodados ao longo da semana. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o aumento da oferta acaba dificultando um movimento de repasse aos preços, ainda que haja preocupação com os custos de produção, que voltaram a avançar com o encarecimento do milho e do farelo de soja. “Nos próximos dias deve haver pouco espaço para reajustes nas cotações, o que preocupa, uma vez que os custos acabam pressionando a margem operacional da atividade.”, pontua.

No mercado atacadista, os preços de alguns cortes apresentaram declínio, em meio ao quadro de descapitalização do consumidor diante da necessidade de pagamento de despesas habituais no começo de ano, como IPVA, IPTU e outras. “Mesmo assim, o consumidor segue buscando proteínas mais acessíveis, que tragam menor impacto em sua renda, justamente o caso da carne de frango”, afirma.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 6,10, o quilo da coxa baixou de R$ 6,00 para R$ 5,80 e o quilo da asa de R$ 11,30 para R$ 10,50. Na distribuição, o quilo do peito se manteve em R$ 6,20, o quilo da coxa caiu de R$ 6,20 para R$ 6,00 e quilo da asa de R$ 11,50 para R$ 10,70.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi modificações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 6,10, o quilo da coxa retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 5,90 e o quilo da asa de R$ 11,40 para R$ 10,60. Na distribuição, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 6,30, o quilo da coxa recuou de R$ 6,30 para R$ 6,10 e o quilo da asa de R$ 11,60 para R$ 10,80.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 185,608 milhões em janeiro (10 dias úteis), com média diária de US$ 18,560 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 130,243 mil toneladas, com média diária de 13,024 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.425,10.

Na comparação com janeiro de 2020, houve queda de 17,34% no valor médio diário, perda de 6,02% na quantidade média diária e retração de 12,05% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,25. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 4,00.

Na integração catarinense a cotação do frango continuou em R$ 3,00. No oeste do Paraná o preço na integração seguiu em R$ 4,40. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo permaneceu em R$ 4,10.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,30. Em Goiás o quilo vivo se manteve em R$ 4,25. No Distrito Federal o quilo vivo continuou em R$ 4,25.

Em Pernambuco, o quilo vivo seguiu em R$ 5,00. No Ceará a cotação do quilo continuou em R$ 5,00 e, no Pará, o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,20.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Chuvas na América do Sul pressionam Chicago e travam mercado brasileiro de soja

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços sob pressão

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Danilo Estevão/Embrapa

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços sob pressão. A queda das cotações futuras em Chicago se sobrepôs à valorização do dólar e afastou os negociadores do mercado. O produtor segue focado nas lavouras, em fase final de desenvolvimento e início da colheita, comemorando o retorno das chuvas.

E foi justamente a melhora no clima, com o retorno da umidade no Brasil e na Argentina, que determinou a queda acentuada das cotações futuras na Bolsa de Mercadorias de Chicago. Até o fechamento da quinta, 21, os contratos com entrega em março acumulavam queda de 3,3% na semana, a US$ 13,70 por bushel. Na manhã da sexta, a queda era de 2%, ampliando a perda semanal.

Na semana passada, Chicago atingiu os maiores patamares em seis anos e meio. Com a melhora no clima na América do Sul, fundos e investidores deflagraram um movimento de vendas técnicas, realizando lucros. As perdas só não foram maiores porque a demanda segue firme pela soja americana.

No mercado interno, essa mudança de Chicago afastou ainda mais os negociadores, mesmo com o dólar subindo, o que ajudou a diminuir as perdas. As cotações são nominais, com raros negócios sendo registrados. A saca de 60 quilos recuou de R$ 168,00 para R$ 164,00 na região de Passo Fundo (RS).

Com o início da colheita, ainda tímido, a tendência dos produtores é focar nos trabalhos no campo e deixar a comercialização em segundo plano. A volta das chuvas traz o sentimento de alívio e aumento no potencial produtivo. Ao menos amenizando as perdas especuladas recentemente.

Neste momento, as estimativas apontam para uma safra recorde no Brasil. Talvez não do tamanho especulado recentemente. Na próxima sexta, dia 29, SAFRAS & Mercado vai atualizar a sua projeção. Atualmente, SAFRAS trabalha com uma produção de 132,5 milhões de toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
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