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AVES e CRMV-ES realizam curso para o setor de ovos do ES

Programação do curso contou com a palestra de técnicos que são referência para avicultura em âmbito nacional

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A Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo (CRMV-ES) promoveram um curso sobre a Qualidade nos Estabelecimentos de Ovos e Derivados para médicos veterinários e zootecnistas registrados no CRMV-ES e para avicultores associados à AVES. O evento foi realizado no dia 13 de abril, sediado em Santa Maria de Jetibá.

O curso reuniu 114 pessoas entre médicos veterinários, zootecnistas, avicultores, representantes do Idaf, representantes da SFA-ES/MAPA e 4º SIPOA/MAPA, representantes da comissão de defesa agropecuária do CRMV-ES, Diretoria da AVES, e representantes de entidades importantes, como o subsecretario de agricultura do ES, Michel Tesch Simon, e o Secretário de Agropecuária de Santa Maria de Jetibá, Egnaldo Andreatta.

A produção avícola possui dois agentes importantes, o avicultor e o médico veterinário responsável técnico, por isso essa parceria entre AVES e CRMV foi muito importante, para levar atualização a esses dois pilares, que foram o público alvo do curso. A iniciativa teve apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).

A programação do curso contou com a palestra de técnicos que são referência para avicultura em âmbito nacional. Os palestrantes são profissionais do MAPA que atuam na inspeção dos estabelecimentos de ovos do Espírito Santo e de Minas Gerais e profissionais independentes que atuam como responsáveis técnicos e consultores.

Arina Lopes, uma das palestrantes do curso, falou da importância de se levar mais conhecimento aos envolvidos na área. “É bom passar para os avicultores as normas, as legislações, que são a base da inspeção. É importante que eles saibam de tudo o que precisam para ter a empresa inscrita na inspeção e para que mantenham tudo em ordem. O curso foi uma forma de aproximar as iniciativas pública e privada, para um maior conhecimento e esclarecimento de dúvidas”, disse Arina, do 4º SIPOA, que é o Serviço responsável pela inspeção nos estabelecimentos de ovos e derivados do ES.

O avicultor, médico veterinário e vice-presidente do CD da AVES, Volkmar Berger, destacou o quanto o curso agrega na sua rotina. “O evento vem em ótima hora para o alinhamento das diversas leis que permeiam nossa atividade, além de maior aproximação com os órgãos de fiscalização que somos conectados. Uma iniciativa muito boa, que só traz benefícios para todos da área” disse.

A primeira palestra falou sobre as Responsabilidades do RT e do estabelecimento, com Luiz Fernando Vieira. Luiz Fernando é médico veterinário, atualmente trabalha no laboratório de diagnóstico de raiva do Idaf, sendo responsável pelo biotério. É conselheiro e presidente da comissão de defesa agropecuária do CRMV-ES.

A segunda palestra foi da médica veterinária, Daniela Duarte de Oliveira. A médica veterinária falou sobre a Qualidade na classificação de ovos. Daniela tem Doutorado em Produção animal pela UFMG. Pós-doutorado em nutrição de monogástricos pela UFLA, e é Responsável Técnica pela Granja São Jorge.

Ivana Gomes, Fiscal Federal do Mapa desde 2002 palestrou sobre a Qualidade na produção de ovo líquido pasteurizado. Ivana é formada em medicina veterinária pela UFMG e possui mestrado em tecnologia e inspeção de alimentos pela UFMG.

A Qualidade na indústria de conserva de ovos de codorna, foi apresentada pelo médico veterinário Paulo Renê, que é responsável técnico pela indústria de conserva de ovos da Granja Loureiro. Desde março de 2017 presta consultoria em coturnicultura para empresas do setor.

Já Paulo Barretto palestrou sobre a Higienização na indústria de ovos. Paulo é engenheiro de alimentos formado pela UNESP. Atualmente é Consultor pela Criare Consultoria e Engenharia de Alimentos. Parceiro da MRE Technology e LIMSEPT do Brasil Indústria Química Ltda.

A penúltima palestra falou sobre os Programas de autocontrole, com a médica veterinária Nara Lúcia Vitalino. Formada pela UFMG, Nara, atuou em empresas de alimentos de origem animal. Atualmente atua como médica veterinária Oficial pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento.

E sobre o novo RIISPOA – Decreto 9.013/2017, os esclarecimentos foram realizados por Arina Lopes de Lima, que é formada em medicina veterinária, tem mestrado e doutorado em ciência animal na UFMG. Especializada em Tecnologia de Carnes pela PUC Minas. Auditora Fiscal Federal Agropecuária do 4º Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal – 4º SIPOA.

Para o presidente do CD da AVES, Ademar Kerckhoff, o curso trouxe muitos esclarecimentos para a postura comercial do Estado. “Temos que ter em mente que produzimos alimentos, o que requer todo o cuidado e atenção tanto na produção quanto na classificação ou industrialização do produto”, destaca.

Já o diretor executivo da AVES, Nélio Hand, ressalta a importância da informação para que tanto o produtor, quanto o responsável técnico tenham ciência das suas obrigações e o que precisa ser seguido na legislação. “É preciso, no entanto, que as regras vigentes também sejam coerentes com a realidade da produção de ovos. Vemos que aplicar a mesma regra para todo e qualquer tipo de proteína é incoerente. Cada produto tem suas características de produção e processamento diferenciados e isso na maioria dos casos não é levado em conta pela legislação”, comentou.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Interno

Mercado de milho é sustentado por alta do dólar e preços reagem

Alta do dólar e a subida em Chicago elevam as cotações nos portos para as exportações

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O mercado brasileiro de milho teve uma semana de melhora nas referências de preço, interrompendo o ciclo de baixas. O mercado vinha bem pressionado por boa oferta e expectativa com a chegada da safrinha. Segue a pressão com a colheita adiante da safrinha, mas a alta do dólar na semana, e o avanço também visto na Bolsa de Chicago para o milho, garantiram sustentação e levaram ao aumento das cotações.

A alta do dólar e a subida em Chicago elevam as cotações nos portos para as exportações. Pouco a pouco, isso também vai passando para o mercado disponível, com produtores dosando a oferta e com os preços reagindo. Tudo isso acaba sendo limitado pela chegada da safrinha adiante, que traz um viés de baixa para as cotações.

No balanço da semana, a cotação em Campinas/CIF subiu de R$ 33,50 para R$ 36 a saca de 60 quilos na base de venda. Já na mogiana paulista, o preço avançou de R$ 31,50 para R$ 32,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou no comparativo semanal de R$ 30 para R$ 31 a saca na venda. Já no Rio Grande do Sul, o preço se manteve em R$ 34 a saca.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 44,7 milhões em maio, até o dia 12, com média diária de US$ 6,4 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 253,2 mil toneladas, com média de 36,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 176,40.

Na comparação com a média diária de abril, houve uma elevação de 69,1% no valor médio exportado, uma alta de 78,3% na quantidade média diária e perda de 5,2% no preço médio. Na comparação com maio de 2018, houve ganho de 1.319% no valor médio diário exportado, elevação de 1.235% na quantidade média diária de volume e valorização de 6,3% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Demanda mais fraca volta a pressionar mercado de frango

Movimento é bastante natural, uma vez que a reposição é mais lenta em um período com menor apelo ao consumo

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Arquivo/OP Rural

A avicultura de corte apresentou alguma queda das indicações de preços para os cortes negociados no atacado e na reposição ao longo da semana, bem como para os preços do frango vivo em algumas praças do país. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, esse movimento é bastante natural, uma vez que a reposição é mais lenta em um período com menor apelo ao consumo.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,90 para R$ 5,70, o quilo da coxa de R$ 4,95 para R$ 4,90 e o quilo da asa de R$ 7,30 para R$ 7,20. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 5,95 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 5,05 para R$ 5 e o quilo da asa de R$ 7,50 para R$ 7,40.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito passou de R$ 6 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 5,07 para R$ 5,02 e o quilo da asa de R$ 7,38 para R$ 7,28. Na distribuição, o preço do quilo do peito baixou de R$ 6,05 para R$ 5,90, o quilo da coxa de R$ 5,17 para R$ 5,12 e o quilo da asa de R$ 7,58 para R$ 7,48.

Iglesias comenta que o mercado ainda carrega otimismo em torno das exportações destinadas à China, tanto que já é perceptível um aumento do alojamento de pintos de corte para atender esse adicional de consumo. “Os custos de produção são mais amenos, observando o comportamento dos preços do milho durante as últimas semanas”, afirma.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo baixou de R$ 3,55 para R$ 3,50. Em São Paulo o quilo vivo seguiu em R$ 3,60.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,56. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 3,25 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo permaneceu em R$ 3,20.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango cedeu em R$ 3,50 para R$ 3,45. Em Goiás o quilo vivo retrocedeu de R$ 3,50 para R$ 3,45. No Distrito Federal o quilo vivo caiu de R$ 3,55 para R$ 3,50.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,55. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,55 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,65.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de Inverno

Plantio do trigo avança no PR e clima atrapalha preparos no RS

Liquidez tende a permanecer lenta até o ingresso da nova safra, devido à maior disponibilidade do produto

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O mercado brasileiro de trigo acompanha o plantio no Paraná e os preparos no Rio Grande do Sul. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, a liquidez tende a permanecer lenta até o ingresso da nova safra, devido à maior disponibilidade do produto, atualmente escasso nas principais praças de comercialização do país.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2018/19 do estado atinge 46% da área prevista de 1,023 milhão de hectares, deve cair 6% frente aos 1,101 milhão de hectares cultivados em 2018.

Segundo o Deral, 97% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento e 3% condições médias, na fase de germinação (43%) e crescimento vegetativo (57%).

Rio Grande do Sul

A semana apresentou clima chuvoso e úmido no Rio Grande do Sul, não dando condições para o início do plantio de trigo nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, onde se aguarda clima seco para iniciar a implantação da safra. Assim, se o tempo firmar e a umidade do solo permitir, deverá ser iniciado o plantio de trigo da safra 2019 nessas regiões.

Continua a busca de crédito para custeio das lavouras junto aos agentes financeiros, com encaminhamento de documentos (atualização da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP) e a coleta das amostras de solo para análise. Recursos de custeio para compra de insumos para as lavouras de trigo foram liberados para alguns produtores.

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do trigo é em média R$ 40,98/sc. no Rio Grande do Sul, leve queda em relação à semana anterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Conbrasul 2019

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