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Aves e Coopeavi realizam 6º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba

Evento acontece nesta sexta-feira (14), a partir das 8 horas, na cidade de Santa Maria de Jetibá (ES).

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FOTOS: COMUNICAÇÃO AVES/ASES

A espera para um dos eventos mais tradicionais nas comemorações do Dia Mundial do Ovo no Espírito Santo está chegando ao fim. Nesta sexta-feira (14), a partir das 08 horas, a cidade de Santa Maria de Jetibá, recebe o 6º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba.

A iniciativa, que tem a organização conjunta entre a Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) e a Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), tem como horário previsto para a divulgação dos vencedores às 13 horas, logo após a finalização e compilação dos resultados.

O concurso, que acontecerá em local reservado, com a presença apenas de representantes das amostras de ovos inscritas, poderá ser acompanhado através do canal da Coopeavi no YouTube, por meio do link https://bit.ly/concursoqualidadedeovos2022.

Novidade da edição

Para o concurso deste ano, uma das grandes novidades está na participação, que foi ampliada. Com isso, os avicultores com granjas localizadas em todo o território do Espírito Santo podem disputar o concurso. Vale lembrar que todos estão cumprindo alguns requisitos, como o beneficiamento dos ovos em local regularizado.

Os avicultores associados à Aves e os cooperados da Coopeavi tiveram direito à inscrição gratuita, enquanto que os demais participantes fizeram suas inscrições mediante a doação de oito caixas de ovos para uma instituição beneficente.

Entrega das amostras

Cada produtor será responsável por colher os ovos e entregar as amostras, até esta quinta-feira (13), em um dos seguintes locais:

– Sede da Aves, em Marechal Floriano, entre 13 e 16 horas;

– Auditório do Instituto Coopeavi, em Santa Maria de Jetibá, entre 13h e 16 horas.

A comissão organizadora será responsável pelo recebimento e fluxo das amostras até o local do evento. Os ovos entregues serão trocados de bandejas, sendo colocados em bandejas padrão do concurso. Cada uma das amostras será identificada por um código e apenas representantes da comissão organizadora fará a codificação das amostras.

Como funcionam as avaliações?

Realizadas de forma sequencial, as avaliações são dividas em três etapas:

1ª Etapa: será na máquina digital Egg Tester. Neste momento, será feita a aferição dos parâmetros quantitativos de qualidade em seis ovos de cada amostra entregue pelos avicultores participantes. Serão analisadas a espessura e resistência da casca e a Unidade Haugh*. As seis amostras que alcançarem a melhor pontuação seguirão para a 2ª etapa e as demais serão desclassificadas;

 

*Unidade Haugh: é uma unidade de medida que leva em consideração a relação entre peso do ovo e altura do albúmen (clara). Quanto maior a unidade Haugh, melhor é a qualidade dos ovos, representando também o seu frescor. É uma medida amplamente utilizada e considerada por alguns autores, o melhor parâmetro de avaliação da qualidade interna dos ovos.

2ª Etapa: será feita a avaliação visual da qualidade externa dos ovos, na qual os jurados farão uma avaliação individual minuciosa da casca dos ovos. Serão descontados da pontuação os ovos que tiverem desuniformidade de tamanho e de coloração da casca, sujeira e defeito de textura e de formato;

3ª Etapa: será realizada avaliação visual interna dos ovos. Nela, os jurados verificarão a qualidade da clara e da gema de cinco ovos de cada amostra. Os parâmetros avaliados serão: mancha de sangue, resíduos de tecido do oviduto, desuniformidade de cor da gema, alterações na consistência do albúmen e descentralização da gema.

Comissão julgadora

Contando com sete membros, a comissão julgadora será formada por nomes conhecidos e gabaritados para as avaliações. Confira a listagem completa:

Michele de Oliveira Mendonça – Zootecnista – Professora do IF Sudeste MG – Rio Pomba

Sergio Luís Moretto – Cientista econômico com especialização em Marketing – Coordenador Comercial da MSD Saúde Animal

Jeniffer Godinho Ferreira Pimenta – Médica-veterinária – Gerente de produtos da linha de Postura Comercial da Vaxxinova

Gabriel Silva Braga – Médico-veterinário – Especialista técnico em Avicultura de Postura Comercial na Auster

Fabiana Gasperazzo Barbosa – Médica-veterinária – Agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal no Mapa

Edival Veras – Engenheiro agrônomo – Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ovos Brasil

Paulo Barretto – Engenheiro de alimentos – Consultor da Criare Consultoria em parceria com a MRE Technology e LIMSEPT

Comissão organizadora

A comissão organizadora do concurso é formada por sete membros. Dois deles são convidados externos, sendo um o auditor, que é responsável por acompanhar todo o processo, e o outro um avicultor, que juntos representam a transparência do evento.

Confira a composição:

Tarcísio Simões Agostinho – Coopeavi, Luis Carlos Brandt – Coopeavi, Wayne Gardner Pellacani – Coopeavi, Carolina Covre – Aves, Nélio Hand – Aves, Alvino José Huguinim – Avicultor Cooperado da Coopeavi, Galderes Magalhães de Oliveira – Auditor externo – Engenheiro agrônomo do Incaper

Apoio

Luiz Fernando Lahas – Coopeavi e João Lucas Walder – Aves

Premiações

Os três primeiros colocados de cada categoria receberão como premiação um certificado com a devida colocação. Os produtores que ficarem em 1º lugar nas duas categoriais e que possuírem marca comercial própria terão o direito de usar um selo para ser aplicado exclusivamente em suas embalagens de ovos da marca e da produção própria, declarados na inscrição, com os dizeres: “Melhor Ovo Branco do Espírito Santo / Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba / 2022” e “Melhor Ovo Vermelho do Espírito Santo / Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba / 2022”.

Patrocinadores

Durante toda a transmissão do concurso, o público terá acesso a dicas sobre a importância do ovo para alimentação e também conhecerá mais dos trabalhos desenvolvidos pelos patrocinadores do evento, que são:

Safira

Organização das Cooperativas do Brasil (OCB/ES) / Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Espírito Santo (SESCOOP/ES)

Diamante

GRASP, MSD Saúde Animal, AB Brasil, Vaxxinova

Ouro

Brasminer, Ceva Saúde Animal, Imeve, Yamasa, Auster, Alltech

Prata

Biogenic, Qualyprev Agronegócios

Onde encontrar todas essas informações?

Assim como na edição de 2021, o concurso conta com um site exclusivo do evento, que reúne todas as informações desde o regulamento, a ficha de inscrição, a declaração para os casos de terceirização do beneficiado e até a proposta para que o seu negócio ou empresa se torne patrocinador do evento. O site pode ser acessado através do bit.ly/concursoqualidadedeovos2022.

 

Fonte: Assessoria

Notícias De 12 a 14 de maio

Ciência brasileira pauta eficiência e competitividade da produção animal em encontro nacional do CBNA

Reunião anual em São Paulo reúne referências da academia e da indústria para discutir impacto das Tabelas Brasileiras, novas pesquisas em aves e suínos e os rumos da nutrição animal diante da pressão por produtividade e sustentabilidade.

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Foto: Divulgação/CBNA

A contribuição da ciência brasileira para um aumento da produtividade e da eficiência da produção animal estará entre os debates de um dos principais encontros técnicos do setor em 2026. A 36ª Reunião Anual do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), que vai ser realizada de 12 a 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo, abre a programação com um painel dedicado ao Impacto da pesquisa brasileira na produção animal.

Membro da diretoria do CBNA e professor da Esalq/USP, Felipe Dilelis: “Vamos discutir decisões que influenciam diretamente custo, desempenho e sustentabilidade das cadeias produtivas”- Foto: Divulgação/CBNA

Coordenado pelo professor da Esalq/USP Felipe Dilelis, o debate reunirá especialistas de instituições de referência para discutir desde A importância das Tabelas Brasileiras para a indústria até as perspectivas de novas linhas de investigação em nutrição de aves e suínos. “O Brasil é potência na produção animal, mas só continuará avançando se investir em ciência aplicada. O que discutiremos aqui não é teoria, são decisões que influenciam diretamente custo, desempenho e sustentabilidade das cadeias produtivas”, afirma Dilelis.

Entre os participantes estão o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) Horacio Rostagno, o professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) José Henrique Stringhini, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sergio Vieira, o chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves, Everton Krabbe, e o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Bruno Silva.

O encontro tem como proposta promover diálogo direto entre academia e indústria para analisar desafios, oportunidades e inovações capazes de transformar a nutrição animal nos próximos anos, tema considerado estratégico diante da pressão por maior eficiência produtiva, sustentabilidade e competitividade internacional do agronegócio brasileiro.

Além da 36ª Reunião Anual, voltada a aves, suínos e bovinos, o CBNA realizará simultaneamente outros dois eventos técnicos no mesmo local: o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio.

A programação ocorrerá paralelamente à Fenagra, feira internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa. A edição deste ano tem o patrocínio confirmado de empresas como AB Vista, Adimax, Alltech, APC, CBO Laboratório, dsm-firmenich, Evonik, Kemin Nutrisurance, Novus, PremieRpet, Royal Canin e Symrise, além do Sindirações.

As empresas interessadas em participar ou patrocinar os eventos, podem entrar em contato com o CBNA através do e-mail cbna@cbna.com.br ou pelo WhatsApp (19) 3232-7518.

Fonte: Assessoria CNBA
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Mato Grosso atinge 50,89 milhões de toneladas e reforça protagonismo mundial na soja

Se fosse um país, estado ficaria atrás apenas de Brasil e Estados Unidos no ranking global de produção.

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Foto: Divulgação
A produção de soja em Mato Grosso atinge números que colocam o estado em posição de destaque no cenário mundial do agronegócio. Com volumes que ultrapassam 50 milhões de toneladas por safra, o estado se consolida como o maior produtor de soja do Brasil e ganha destaque internacional: se fosse um país, Mato Grosso ocuparia a terceira posição no ranking mundial de produção de soja, atrás apenas do Brasil e dos Estados Unidos. O dado evidencia a força do produtor rural mato-grossense e a relevância estratégica do estado para o abastecimento global.

Os números de Mato Grosso ganham ainda mais relevância quando analisados ao longo das últimas safras e comparados ao cenário internacional. Após colher 38,70 milhões de toneladas na safra 2023/24, o estado alcança um volume estimado de 50,89 milhões de toneladas na safra 2024/25, com projeção de 47,17 milhões de toneladas para a safra 2025/26. Esse patamar coloca Mato Grosso em nível de produção semelhante ao de países inteiros, como a Argentina, que produz em torno de 50 milhões de toneladas de soja.

Foto: Gilson Abreu

Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), esse resultado é reflexo direto de anos de investimento em tecnologia, manejo eficiente e compromisso com a produção sustentável. O desempenho alcançado pelo estado não apenas reforça sua liderança no agronegócio, como também destaca o papel de Mato Grosso na segurança alimentar mundial, demonstrando que é possível produzir em larga escala com responsabilidade, inovação e foco no futuro.

Para vice-presidente oeste da Aprosoja Mato Grosso, Gilson Antunes de Melo, o volume na produção alcançada por Mato Grosso evidencia a importância estratégica do agronegócio estadual para o Brasil, tanto no abastecimento quanto no fortalecimento do balanço comercial.

“Além da soja, a produção de milho ganha cada vez mais relevância, impulsionada pelas indústrias de etanol. Esse movimento fortalece a industrialização do estado, gera mais arrecadação, viabiliza investimentos em infraestrutura e cria uma cadeia positiva em que produtor, indústria e sociedade avançam juntos. Esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos anos, ampliando a competitividade e o rendimento do produtor rural”, destaca o vice-presidente.

Com um dos maiores territórios do país, Mato Grosso apresenta uma ocupação do solo marcada pelo equilíbrio entre produção e preservação. A atividade agropecuária se desenvolve de forma concentrada em áreas já consolidadas, enquanto uma parcela significativa do estado permanece preservada, abrigando importantes biomas e áreas de vegetação nativa. Esse cenário reforça que o avanço da produção ocorre de forma planejada, com respeito ao uso racional do território, à legislação ambiental e à conservação dos recursos naturais, pilares que sustentam a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio mato-grossense.

O vice-presidente leste da Aprosoja MT, Lauri Pedro Jantsch, explica que o investimento em tecnologia, manejo e sustentabilidade contribuíram para que Mato Grosso atingisse esse nível de produção, elucidando esse protagonismo do produtor mato-grossense na produção de soja mundial.

“Mato Grosso é um estado repleto de oportunidades no agronegócio. O produtor mato-grossense tem uma grande capacidade de adaptação diante dos desafios que surgem ao longo do caminho. Com investimentos em tecnologia, manejo adequado e correção de solos, é possível transformar áreas degradadas em áreas altamente produtivas. Essa capacidade de evolução e resiliência faz com que o produtor de Mato Grosso consiga converter dificuldades em resultados, promovendo produtividade e sustentabilidade no campo”, ressalta Lauri.

Foto: Jaelson Lucas

Mesmo diante de números expressivos, os produtores do estado ainda enfrentam diversos desafios que, na prática, limitam o avanço da produção e a competitividade do setor. Entre os principais entraves, o vice-presidente da região Leste destaca a logística e a armazenagem de grãos, que, quando comparadas às de outros países, ainda apresentam defasagens significativas.

“Aqui em Mato Grosso, ainda temos diversas dificuldades que atrapalham o produtor, e uma delas é a logística. No Brasil, há um déficit muito grande: temos um dos custos mais altos do mundo para transportar os grãos até os portos. Essa capacidade logística ainda é limitada e traz grandes custos para o produtor. Há também a questão da armazenagem, já que nossa capacidade de estocagem ainda é pequena, ao contrário do que ocorre com o produtor americano, por exemplo”, finaliza ele.

Diante desse cenário, Mato Grosso segue como referência mundial na produção de grãos, unindo escala, eficiência e responsabilidade ambiental. Ao mesmo tempo em que celebra resultados expressivos, o estado reforça a necessidade de avanços em infraestrutura, logística e armazenagem para sustentar o crescimento e ampliar a competitividade do setor. Com produtores cada vez mais atualizados e comprometidos, o agronegócio mato-grossense se consolida como peça-chave para o desenvolvimento econômico do Brasil e para o abastecimento alimentar global.

Fonte: Assessoria Aprosoja MT
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Safra americana 2026/27 redesenha cenário para exportações brasileiras de grãos

Com milho mais ajustado e soja em recuperação nos EUA, Brasil pode encontrar oportunidades no cereal e maior pressão competitiva na oleaginosa.

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Fotos: Shutterstock

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, durante o Outlook Forum realizado na última semana, as primeiras projeções para a safra 2026/27. Os números indicam redução na produção de milho e avanço da soja no sistema produtivo americano.

A área total plantada com milho, soja, trigo e algodão foi estimada em 94,5 milhões de hectares, levemente abaixo da safra anterior. O principal ajuste ocorre no milho, que deve perder espaço para a soja.

A área de milho está projetada em 38 milhões de hectares, com recuo em relação a 2025. Já a soja deve ocupar 34,4 milhões de hectares, com expansão sustentada por melhor rentabilidade relativa e pela dinâmica de rotação de culturas, especialmente no Meio-Oeste dos EUA. O trigo tem área estimada em 18,2 milhões de hectares, com leve queda, enquanto o algodão deve alcançar 3,8 milhões de hectares, embora a área colhida deva ficar em 3,16 milhões de hectares, devido a uma taxa de abandono próxima de 20%.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, a atual relação de preços entre soja e milho na CBOT está mais favorável para a soja do que no mesmo período do ano passado, embora, considerando os contratos futuros de novembro de 2026 para soja e dezembro de 2026 para milho, a relação esteja próxima da média histórica.

Em relação à produção, o USDA projeta a colheita de milho em aproximadamente 400 milhões de toneladas em 2026/27, volume cerca de 30 milhões de toneladas inferior ao ciclo anterior. A redução é atribuída principalmente à menor área plantada, já que a produtividade estimada permanece elevada, próxima de 11,5 toneladas por hectare.

Para a soja, a produção está estimada em 121 milhões de toneladas, resultado da combinação entre maior área e produtividade projetada em torno de 3,6 toneladas por hectare. O aumento deve sustentar a expansão do esmagamento doméstico e recompor parcialmente a oferta exportável.

No trigo, a produção deve alcançar 50,6 milhões de toneladas, queda próxima de 6% em relação à safra anterior, reflexo de menor área colhida e produtividade inferior ao recorde do ciclo passado. No algodão, a produção é estimada em 3 milhões de toneladas, recuo de 2%.

Foto: Jaelson Lucas

No segmento de derivados, a produção de farelo de soja está projetada em 56,9 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 18,9 milhões de toneladas. Já o óleo de soja deve atingir 14,2 milhões de toneladas, com destaque para o uso em biodiesel, estimado em 7,8 milhões de toneladas — aumento de 17% sobre 2025/26, impulsionado por metas relacionadas ao Renewable Fuel Standard (RFS) e por políticas estaduais de baixo carbono.

O USDA avalia que a oferta americana de milho tende a ficar mais ajustada em 2026/27, enquanto a soja apresenta cenário de recuperação produtiva. Trigo e algodão têm produção menor, mas ainda contam com estoques considerados confortáveis.

Entre os fatores que devem influenciar o mercado ao longo da safra estão o comportamento das compras chinesas de soja, a definição das metas de biocombustíveis nos Estados Unidos, as condições climáticas durante o desenvolvimento das lavouras e a consolidação da safra sul-americana.

Um novo relatório com estimativas atualizadas de área plantada, o Prospective Plantings, será divulgado no dia 31 de março, com dados baseados em entrevistas com produtores americanos.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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