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Avança projeto para tornar Biodigestores acessíveis no RS

Incentivo está sendo disseminado por meio da união de entidades de diferentes pontos do Estado

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O incentivo ao uso de biodigestores com tecnologias apropriadas a geração de biomassa no Rio Grande do Sul, está sendo disseminado por meio da união de entidades de diferentes pontos do Estado, em uma proposta conduzida pela deputada estadual Zilá Breitenbach, coordenadora do Grupo de Trabalho da Matriz Produtiva dos Biodigestores.

Na segunda-feira (26), Zilá presidiu a audiência pública sobre o tema, realizada através da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, na Univates, em Lajeado. Reunindo diversas lideranças do setor e da região do Vale do Taquari, o grupo apresentou o resultado das reuniões já realizadas, que estão culminando em um projeto que contribuirá para o avanço da tecnologia dos biodigestores.

Durante a tarde de debates ficaram claros os avanços na construção de uma política pública que possa vir ao encontro dos anseios dos produtores, agregando a produção local de equipamentos, conhecimento e suporte para o manuseio da tecnologia, além é claro do suporte financeiro para que os produtores rurais tenham fácil acesso à tecnologia.

“Estamos nos encaminhando para o desfecho deste nosso trabalho inicial que envolveu: entidades públicas e privadas, instituições de ensino e pesquisa, cooperativas e indústrias ligadas ao setor, além de entidades representativas dos produtores rurais; e que devemos encaminhar para ser continuado pelo Governo do Estado”, explica Zilá, que na oportunidade propôs logo a seguir um novo desafio aos presentes, “ao entregarmos o projeto ao governo devemos seguir com esta rede que formamos, acompanhar os desdobramentos do que estamos propondo, até que os biodigestores tornem-se realidade no meio rural, para ampliarmos a proposta e fazermos os mesmos chegarem à cidade, dando também destino correto e aproveitável aos resíduos urbanos”.  

Encaminhamentos

O reitor da Univates, Ney José Lazzari, falou sobre o trabalho da Universidade na área de energias renováveis e do Laboratório de Biorreatores da Tecnovates, enfatizando a importância da pesquisa para que a tecnologia chegue até as propriedades rurais.

Para a presidente do Codevat, Cíntia Agostini, debater biodigestores não é apenas debater a produção primária, mas também debater a saúde pública. "Parabéns a este grupo que está debatendo, não pensando no problema, mas sim vendo este como uma solução. Nós do Corede, em nosso plano estratégico, também temos o tema como um debate fundamental à região", explica. 

Em nome da AMVAT, o prefeito de Westfália, Otávio Landmeier, que é produtor rural, demonstrou preocupação quanto ao destino dos dejetos, uma vez que muitas propriedades não podem ampliar a criação de suínos enquanto não forem encontradas soluções viáveis.

O Diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, que coordenou a construção do projeto conceitual, avalia que já é momento de entregar a proposta elaborada pelo GT ao Governo do RS, selar um compromisso e monitorar o andamento de modo que os gestores tornem a tecnologia dos biodigestores acessível aos produtores rurais.

Fonte: Assessoria

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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo USDA

Estoques de soja e milho dos EUA caem enquanto exportações aumentam

Esta é a segunda maior queda da história para ambas as commodities durante o período do verão norte-americano

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Divulgação/AENPr

Os estoques de soja e milho dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado em momento em que a China aumenta suas compras de produtos agrícolas junto ao país, indicou o governo norte-americano na quarta-feira (30). No trimestre encerrado em 1º de setembro, as ofertas de milho dos EUA recuaram em 3,024 bilhões de bushels e as de soja em 858 milhões de bushels, representando a segunda maior queda da história para ambas as commodities durante o período do verão norte-americano, segundo relatório do Departamento de Agricultura do país (USDA, na sigla em inglês).

O relatório de estoques de setembro é frequentemente questionado, com operadores aguardando por detalhes do relatório de oferta e demanda de outubro. “Normalmente há bastante incerteza em relação ao relatório de setembro, e talvez neste ano isso esteja sendo amplificado pela quantidade de grãos em trânsito para o mercado de exportação”, disse Brian Basting, economista da corretora Advance Trading.

O documento do USDA, que também indicou os estoques de trigo no menor nível em cinco anos, desencadeou um rali no mercado de futuros de Chicago. Os contratos futuros do milho saltaram 4,6%, para o mais alto nível desde 6 de março. O trigo subiu 6,1%, enquanto a soja avançou 3,7%.

O USDA disse que os estoques de soja dos EUA somavam 523 milhões de bushels em 1º de setembro. As reservas de milho totalizavam 1,995 bilhão de bushels, e as trigo figuravam em 2,159 bilhões de bushels. “Altista por todos os lados, inegavelmente”, disse Charlie Sernatinger, head global de Futuros de Grãos da ED&F Man Capital, sobre os dados. “O número para os estoques de milho foi realmente chocante, e vira as coisas de ponta-cabeça.”

Analistas esperavam que o relatório apontasse os estoques de milho em 2,250 bilhões de bushels, os de trigo em 2,240 bilhões de bushels e os de soja em 576 milhões de bushels, segundo a média das estimativas em uma pesquisa da Reuters.

O USDA também reduziu sua projeção para a safra total de trigo dos EUA em 2020/21 para 1,826 bilhão de bushels, recuo de 12 milhões de bushels em relação às estimativas de agosto. Já a produção de milho de 2019 foi revista para 13,620 bilhões de bushels, versus 13,617 bilhões de bushels anteriormente.

Fonte: Reuters
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