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Autoridades reforçam importância do Brasil para garantir a segurança alimentar global na abertura do SIAVS 2022

Até a próxima quinta-feira (11) são esperados mais de 20 mil visitantes de 50 países no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP).

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Fotos: Divulgação

O Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) reúne, a partir desta terça-feira (09), os principais elos da cadeia produtiva dos setores no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP). A cerimônia de abertura contou com a presença de lideranças dos Estados maiores produtores e exportadores, do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, do presidente da República, Jair Bolsonaro, e demais autoridades.

Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o anfitrião do evento, presidente da entidade, Ricardo Santin destacou em seu discurso o status sanitário das cadeias de proteínas animal, livre de Peste Suína Africana e de Influenza Aviária enquanto várias nações do mundo sofrem e tentam recuperar os impactos destas doenças, reduzindo a oferta de comida.

Neste contexto, Santin lembrou, que a crise do Leste europeu se tornou um grande complicador. “Os impactos gerados na oferta internacional de insumos impulsionaram o quadro inflacionário que já abalava o desde a retomada pós-Covid. Assustadas pelos efeitos da inflação, algumas nações fecharam suas portas, isso é um grande erro, pois o protecionismo não é e nunca será o caminho para superação de crises, é por isso que tenho defendido mundo a fora não pode haver fronteiras para os alimentos, mas para isso precisamos preservar e ampliar a nossa capacidade competitiva”, enfatizou.

Estudo de competitividade

Registro da entrega do estudo sobre competitividade das cadeias produtivas ao presidente da República, Jair Bolsonaro

Em seguida, Santin apresentou um estudo de competitividade da cadeia produtiva do país. Dentre os principais pontos levantados estão os parâmetros de custos de produção como insumos e energia, gargalos logísticos e outros fatores, além de análises comparativas com grandes competidores globais dos setores de aves, ovos e suínos, documento esse entregue ao presidente Jair Bolsonaro durante a solenidade.

A relevância do estudo foi defendida pelo presidente da ABPA em seu discurso. “O estudo é uma diretriz que analisa, sob a perspectiva econômica, o que nos trava e o que nos coloca em vantagem no xadrez internacional, permitindo construir soluções mais assertivas para a manutenção de nossa posição como grandes produtores globais de alimentos”, ressaltou Santin.

Olhos do mundo estão voltados ao Brasil

Jair Bolsonaro destacou que as atenções do mundo estão concentradas no desenvolvimento pujante do agronegócio brasileiro. “Não somos mais um Brasil do futuro, somos um Brasil do presente. O mundo todo está interessado em nós, em especial no que nós temos aqui além das nossas riquezas minerais, em nossas universidades, no solo propício para a produção de alimentos e na competitividade que vocês produtores rurais estão colocando na produção de proteína animal e nos demais setores do nosso agronegócio. O Brasil é hoje um dos principais produtores do mundo para garantir a segurança alimentar, sem a produção brasileira o mundo passa fome”, declarou.

SIAVS 2022

Em mais de 20 mil metros quadrados de exposição, todas as grandes empresas de equipamentos para o setor, casas genéticas, laboratórios, rações e prestadoras de serviços participam da Feira de Negócios, junto com quase 50 agroindústrias de aves, suínos, ovos, peixes de cultivo, bovinos de corte e de leite, além do setor de bubalinos.

O SIAVS 2022 vai receber decisores de compras dos frigoríficos, produtores integrados e independentes das agroindústrias, importadores de mercados alvo para as proteínas do Brasil, supermercadistas de atacado e varejo, entre outros clientes.

Com linhas de crédito especiais para o público do agro, às instituições financeiras do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal estão presentes no evento com suas unidades itinerantes

Até a próxima quinta-feira (11) são esperados mais de 20 mil visitantes de 50 países, no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP).

O Jornal O Presente Rural é parceiro de mídia do SIAVS 2022 e fará a cobertura completa do evento, que você confere pelos nossos canais de comunicação e na nossa próxima edição.

Fonte: O Presente Rural

Notícias SIAVS 2026

Setor de proteína animal se prepara para a principal vitrine de negócios do ano em agosto

Evento da ABPA cresce 65% e deve atrair mais de 31 mil visitantes de 60 países.

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Foto: Alf Ribeiro

Em menos de um mês, São Paulo será o principal ponto de encontro da cadeia global de proteína animal. Entre os dias 4 e 6 de agosto, o Distrito Anhembi receberá o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em sua maior edição já realizada.

Com 45 mil metros quadrados de exposição e crescimento de 65% em relação à última edição, o evento deve reunir mais de 31 mil visitantes e empresas de mais de 60 países.

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin: “O SIAVS acompanha a evolução da proteína animal brasileira e consolida seu papel como o principal ambiente para geração de negócios”  – Foto: Divulgação/Alimenta

Com um formato inovador na feira de negócios, o SIAVS integra, em um único ambiente, todos os elos das cadeias de aves, ovos, patos, suínos, bovinos e outras proteínas, além de fornecedores de genética, nutrição, saúde animal, equipamentos, tecnologia, logística e automação.

No total, serão 100 agroindústrias com estandes próprios e participações por meio do projeto setorial com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil).

Bastante conhecido pela sua programação técnica de alto nível, o encontro abordará temas focados nos principais desafios e tendências dos setores, colocando no centro dos debates tópicos como biosseguridade, influenza aviária, inteligência artificial, sustentabilidade, comércio internacional e inovação.

A agenda também incluirá experiências imersivas, rodadas internacionais de negócios e iniciativas voltadas à aproximação entre produtores, indústria, pesquisadores e compradores de diversos mercados.

“O SIAVS acompanha a evolução da proteína animal brasileira e consolida seu papel como o principal ambiente para geração de negócios, atualização técnica e fortalecimento das relações internacionais do setor”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria SIAVS
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Agrinho incentiva produção de projetos escolares sobre sustentabilidade no campo

Programa reúne 15 categorias de concurso e envolve escolas públicas, privadas e especiais no Paraná.

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Fotos: Divulgação/Sistema Faep

“Agro forte, futuro sustentável: equilíbrio entre produção e meio ambiente”. Esse é o tema da 31ª edição do Agrinho, o maior programa de responsabilidade social do Sistema Faep. Ao longo deste ano, a entidade está promovendo uma série de ações voltadas às redes de ensino pública, particular e especial, como capacitação de professores, distribuição de materiais didáticos a alunos e o tradicional Concurso Agrinho, com 15 categorias. O resultado será divulgado em setembro e coroado em novembro, com a festa de encerramento, no dia 9, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Nesses mais de 30 anos de atuação, o Agrinho se consolidou como uma das principais iniciativas educacionais voltadas à formação de cidadãos conscientes e comprometidos com o desenvolvimento sustentável. Presente nos 399 municípios do Paraná, o programa contempla, a cada edição, mais de 80 mil professores e um milhão de estudantes da educação infantil, ensino fundamental e médio.

“O Agrinho é um dos maiores orgulhos do Sistema Faep. Ao longo das últimas décadas, milhões de alunos e professores foram impactados pelas ações. Hoje, parte da população do Paraná é filha do Agrinho, o que desperta orgulho de pertencer ao campo”, ressalta o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Esse programa é a prova de que o desenvolvimento no campo e a sustentabilidade passam pela educação”, completa.

História

Concebido em 1995 e levado a campo no ano seguinte, o Agrinho nasceu com o objetivo de promover a integração entre o campo e a sala de aula. As primeiras edições focaram em temáticas relacionadas ao meio ambiente, saúde e cidadania (os chamados temas transversais dentro da pedagogia). Em 2000, o Agrinho cresceu e se tornou interdisciplinar, trazendo temas mais abrangentes, como ética, inovação e tecnologia, com materiais exclusivos para professores. Além disso, o tema escolhido para guiar a edição do Agrinho passou a se basear na importância da cooperação entre os meios urbano e rural.

“Começamos o Agrinho atendendo apenas cinco municípios, e hoje estamos em todo o Paraná. Sem dizer que o programa também está presente em outros Estados, como Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rondônia e Ceará”, relembra a consultora do Sistema Faep Patrícia Lupion Torres, que ressalta que a longevidade do projeto está diretamente ligada à sua constante atualização. “Revisamos os materiais a cada quatro anos, sempre incorporando temáticas atuais. Em 2016, por exemplo, durante a produção do material, já discutíamos o uso da inteligência artificial, muito antes de sua ampla disseminação na sociedade. Esse olhar antecipado é, sem dúvida, um dos segredos do sucesso do Agrinho”, complementa.

Como funciona o Concurso Agrinho

O concurso segue um fluxo. No início do ano é lançado o tema e o regulamento no site sistemafaep.org.br. As escolas recebem os materiais didáticos (também disponíveis em formato digital), tanto para alunos quanto para professores.

A partir disso, os docentes começam o trabalho em sala de aula com os alunos. Ao longo dos meses, essas atividades dão origem a desenhos, redações e outros projetos que podem ser inscritos no concurso. “O professor olha para a turma e para realidade da comunidade ao redor e define a temática mais presente naquele universo”, diz Josimeri Grein, técnica do Departamento de Desenvolvimento de Oferta do Sistema Faep. “Em uma turma da educação infantil, uma pergunta simples, como ‘para onde vai a água da chuva?’, dá origem a uma série de atividades em sala de aula. A professora desenvolve questionários, rodas de conversa e produções como desenhos e redações. O projeto avança para além da sala de aula, mobilizando a comunidade e resultando até na restauração de uma nascente, por meio de articulação com o poder público”, conta.

O período de envio dos trabalhos depende da categoria (confira no quadro da página anterior). No modelo tradicional da premiação, estão categorias de Desenho (educação infantil, ensino fundamental e Apae), Redação, do ensino fundamental I, e Experiência Pedagógica, além das categorias Escola Agrinho e Município Agrinho. Já nas modalidades em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), há Redação para alunos do ensino fundamental II e ensino médio, além de categorias como Robótica, Programação, Agrorobótica e Relatório de Pesquisa.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Soja brasileira registra alta de demanda internacional em julho

Valorização do dólar e maior interesse externo fortalecem a competitividade do grão, segundo o Cepea.

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Foto: Shutterstock

O mercado brasileiro da soja iniciou julho com forte ritmo de comercialização, impulsionado pelo aumento da demanda internacional e pela valorização do dólar frente ao real. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o câmbio mais favorável tornou a soja brasileira mais competitiva no mercado externo, elevando os prêmios de exportação e incentivando produtores e tradings a anteciparem novos negócios.

Mesmo com a limitação de cotas disponíveis nos portos para embarques imediatos, os preços da soja em grão seguem em alta no mercado interno, refletindo o interesse crescente dos compradores estrangeiros.

Outro indicativo do aquecimento do setor é a antecipação das negociações para exportação. Segundo o Cepea, importadores já estão fechando contratos para embarques previstos para novembro, movimento considerado incomum para esta época do ano.

Na safra anterior, as vendas para esse período começaram somente em agosto e já eram vistas como antecipadas. Neste ano, porém, a comercialização avança em ritmo ainda mais acelerado, reforçando a expectativa de um mercado externo aquecido para a soja brasileira.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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