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Autoridades dizem que Porto de Santos está preparado para safra 2018, mas falam em melhorias

Em 2017, milho, complexo soja (grão e farelo) e açúcar responderam por 60,6% do total de exportações

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Principal terminal de exportação do Brasil, o Porto de Santos (SP) está preparado para o escoamento da safra de grãos deste ano, embora melhorias estejam no radar para garantir os embarques, disseram autoridades em nota. Os representantes se reuniram na terça-feira (23) para discutir os planos relativos ao escoamento da safra de grãos deste ano, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em quase 230 milhões de toneladas, a segunda maior da história.

Em 2017, milho, complexo soja (grão e farelo) e açúcar responderam por 60,6% do total de exportações e 43,6% do movimento geral de cargas operadas pelo Porto de Santos. Ao todo, o Porto de Santos movimentou um recorde de quase 130 milhões de toneladas de cargas no ano passado.

Conforme o diretor executivo do Sindicato dos Operadores Portuários (Sopesp), José dos Santos Martins, os terminais estão plenamente capacitados para atender a chegada da safra sem transtornos, como nos últimos três anos. “Não haverá problemas para a cidade de Santos, pois toda a chegada de caminhões está agendada eletronicamente”, afirmou em nota.

Também presente à reunião, realizada em Santos, o vice-governador do Estado de São Paulo, Márcio França, afirmou que vai se empenhar para a implantação do acesso alternativo ao Porto de Santos na entrada da cidade, projeto que está em desenvolvimento. “É chegada a hora de darmos soluções. O Porto vem batendo recordes atrás de recordes, e eu quero me colocar à disposição da diretoria da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) e dos operadores portuários para agilizar as obras”, comentou.

Fonte: Reuters

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Notícias Mercado

Preços do frango sobem no atacado, com consumo interno aquecido

Mercado brasileiro de frango voltou a se deparar com reajustes nos preços no atacado, em meio ao consumo interno aquecido

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango voltou a se deparar com reajustes nos preços no atacado, em meio ao consumo interno aquecido. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, as altas foram pontuais na semana e devem ser mais pujantes no decorrer da primeira quinzena de novembro, período que conta com maior apelo ao consumo, motivando a reposição entre o atacado e o varejo.

No mercado de frango vivo, os preços se mantiveram firmes, mas não chegou a haver reajustes, mesmo com os custos de produção animal voltando a mostrar elevações na semana. “Os produtores seguem muito preocupados com o comportamento de preços do farelo de soja e, mais recentemente, do milho, o que resulta na inflação das cotações de produtos substitutos, a exemplo das farinhas de origem animal, DDG´s e sorgo”, sinaliza Iglesias.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 6,60, o quilo da coxa passou R$ 7,30 para R$ 7,35 e o quilo da asa de R$ 13,70 para R$ 13,85. Na distribuição, o quilo do peito continuou em R$ 6,80, o quilo da coxa subiu de R$ 7,50 para R$ 7,55 e o quilo da asa de R$ 13,90 para R$ 13,95.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 6,70, o quilo da coxa avançou de R$ 7,40 para R$ 7,45 e o quilo da asa de R$ 13,80 para R$ 13,95. Na distribuição, o preço do quilo do peito se manteve em R$ 6,90, o quilo da coxa aumentou de R$ 7,60 para R$ 7,65 e o quilo da asa de R$ 14,00 para R$ 14,05.

Para Iglesias, as exportações de carne de frango continuam em bom nível e a tendência é de que o resultado do último bimestre seja satisfatório. Os embarques de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 234,157 milhões em outubro (11 dias úteis), com média diária de US$ 21,287 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 172,405 mil toneladas, com média diária de 15,673 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.358,20.

Na comparação com outubro de 2019, houve baixa de 12,00% no valor médio diário, ganho de 3,04% na quantidade média diária e retração de 14,60% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,30. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 4,25.

Na integração catarinense a cotação do frango permaneceu em R$ 3,80. No oeste do Paraná o preço na integração se manteve em R$ 4,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 4,00.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango continuou em R$ 4,10. Em Goiás o quilo vivo prosseguiu em R$ 4,10. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 4,20.

Em Pernambuco, o quilo vivo continuou em R$ 4,75. No Ceará a cotação do quilo permaneceu em R$ 4,75 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,80.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Safra de inverno

Colheita do trigo avança e preços sobem no Brasil

Preços do trigo se mantêm apresentando maior sustentação do que o habitual para este período

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Divulgação/AENPr

O mercado brasileiro de trigo acompanha o início das conversas sobre a possibilidade de aprovação, ou não, para comercialização do produto transgênico. Recentemente, a Argentina autorizou o uso comercial, vinculado ao aceita do Brasil em importar o grão.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Joanthan Pinheiro, os preços do trigo se mantêm apresentando maior sustentação do que o habitual para este período. “Os agentes seguem atentos às condições das lavouras na Argentina e toda situação climática desfavorável resultante da seca no país vizinho, bem como por possíveis problemas para o trigo pronto para colheita que eventualmente podem ocorrer devido a precipitações no Brasil”, disse.

De maneira geral, conforme o analista, o clima está favorável no Brasil e o mercado pode, gradualmente, apresentar retrações dos referenciais, tendo em vista a alta nas bolsas de referenciais internacionais. Registros no Paraná, nesta semana, ficaram acima dos vistos nas últimas, com reportes FOB entre R$ 1.350,00 até R$ 1.400,00 por tonelada. “Vale destacar que produtores que não necessitam de venda imediata estão elevando suas pedidas, ou se retraindo, para voltar a negociar somente em um período de entressafra, mais propício ao lado ofertante”, analisou.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou que a colheita atinge 84% da área, com avanço semanal de 5 pontos percentuais. Em igual período do ano passado, eram 82% colhidos. As condições das lavouras no estado vêm melhorando semana a semana. Aproximadamente 66% das plantas já estão próximas do ponto de colheita.

Rio Grande do Sul

A colheita do trigo atinge 31% da área no Rio Grande do Sul. O avanço semanal foi de 13 pontos percentuais. Em igual período do ano passado, os trabalhos chegavam a 20%. A média dos últimos cinco anos é de 26%. A ausência de chuvas na semana favoreceu a colheita do trigo no estado.

Até o momento, 45% das lavouras estão em maturação, 23% em enchimento de grãos e 1% em floração. O desenvolvimento está em linha com a média dos últimos cinco anos.

Argentina

A colheita de trigo atinge 3% da área na Argentina. Segundo boletim semanal da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os trabalhos avançaram 1,7 ponto percentual na semana. A Bolsa rebaixou sua estimativa de produção para 16,8 milhões de toneladas. Na última semana, caiu o percentual de lavouras em deficit hídrico e em más condições.

Conforme o documento, 50% das lavouras estão em situação de regular a ruim. Na semana passada, eram 52%. Em igual período do ano passado, 29% da área estava nessa situação. As lavouras com condição de excelente a boa passaram de 9 para 10%. Nesta semana, 53% das lavouras estão em situação de déficit hídrico. Na semana passada, eram 54% e, no ano passado, 46%. A área fica em 6,5 milhões de hectares.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Mercado

Preços da soja mantêm escalada e saca supera R$ 170,00 no Brasil

Falta de soja disponível mantém as cotações em trajetória ascendente nas principais praças de comercialização do país

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Divulgação/Mapa

A falta de soja disponível mantém as cotações em trajetória ascendente nas principais praças de comercialização do país. Com Chicago, prêmios e dólar em patamares firmes, a saca de 60 quilos apresentou indicações acima de R$ 170,00 em algumas regiões nesta semana.

Bem capitalizado, o produtor saiu do mercado e praticamente travou a comercialização nesta semana. O foco do mercado se volta para o plantio da nova safra, que segue atrasado. As chuvas voltaram, mas não foram uniformes. Houve avanço considerável em algumas praças, mas em geral ainda há necessidade de precipitações para regularizar a umidade.

O atraso na semeadura no Brasil ajudou a sustentar as cotações futuras na Bolsa de Chicago. Nesta semana, os contratos com vencimento em novembro atingiram a casa de US$ 10,85 por bushel, o maior patamar em quatro anos. A partir desse patamar houve um movimento de realização de lucros, mas a cotação se mantém elevada, em torno de US$ 10,75.

A demanda firme pela soja americana, principalmente por parte dos chineses, é outro fator de sustentação para as cotações externas e a tendência é de que a janela de compras asiáticos nos Estados Unidos se amplie.

Complementando o cenário favorável aos preços no Brasil, o dólar segue sustentando, na casa de R$ 5,60, ainda em meio ao clima de aversão ao risco para a economia global. Os prêmios de exportação também subiram, superando 300 pontos acima de Chicago.

TEC

A decisão de zerar a TEC – Tarifa Externa Comum – da soja em grão já era esperada e abre a possibilidade das indústrias comprarem a oleaginosa nos Estados Unidos. A avaliação é do analista e consultor de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque.

“O governo está ativando o mecanismo porque estamos com problemas de abastecimento, principalmente em relação à soja até a entrada da próxima safra. Com o imposto zerado, abre a possibilidade de trazermos soja de outros lugares, fora do Mercosul. E quem pode se destacar como origem ao Brasil são os Estados Unidos”, explica.

Segundo o analista, trazer soja dos Estados Unidos não é comum, mas dependendo da região a conta fecha. “Algumas indústrias, que vão precisar do produto e não querem ficar apertadas até o final do ano, início do ano que vem, podem importar soja americana”, acredita Roque.

O consultor não aposta na aquisição de grandes volumes, mas não descarta as compras. “A decisão do governo abre a possibilidade de ajuda para as indústrias que têm compromissos dentro nos próximos meses e que estão sentindo essa falta de soja e estão pagando muito caro pela soja brasileira.

O analista lembra que a maior necessidade deve ocorrer a partir de janeiro, já que o país deve ter atraso na entrada da safra, em decorrência da falta de chuvas nesta fase inicial de plantio da safra nova.  “Nossos estoques vão ser mínimos em janeiro. Praticamente zero”, alerta, acrescentando que as indústrias deverão continuar adquirindo soja no Mercosul, principalmente no mercado paraguaio.

Fonte: Agência Safras
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