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Aurora premia destaques na cadeia produtiva da suinocultura

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Para valorizar os integrantes da cadeia produtiva que utilizam a metodologia de trabalho do programa “Suíno Ideal”, a Coopercentral Aurora Alimentos entregou nesta semana os prêmios de destaque aos três melhores técnicos, produtores e as cooperativas, durante solenidade no auditório da Aurora Matriz, em Chapecó. Prestigiaram o evento aproximadamente 50 pessoas, entre homenageados, familiares e representantes das cooperativas.

O programa “Suíno Ideal” está voltado a melhorar a eficiência da cadeia produtiva. A iniciativa surgiu por meio de um diagnóstico da cadeia de suínos realizada no primeiro semestre de 2007 que resultou em uma proposta de implantação do projeto iniciado em agosto do mesmo ano. 

De acordo com o coordenador do programa, Sandro Luiz Tremea, o “Suíno Ideal” é um processo de melhoria contínua e está voltado às demandas de mercado, buscando inovações tecnológicas que agreguem valor a cadeia. “Isto se consegue por meio da implantação de padrões de manejo e de assistência técnica. A aplicação destes procedimentos nas rotinas dos técnicos e produtores seguramente garantirá as melhorias que o mercado exige”, realçou.

Com o programa observou-se o potencial de ganho na cadeia, nos quesitos de mortalidade no campo, mortalidade no transporte, uniformização das carcaças, redução de doenças e conversão alimentar. “Potencial existe e nossa integração tem muito a ganhar”, complementou, o diretor de agropecuária, Marcos Zordan. Para o presidente Mário Lanznaster os 500 técnicos que trabalham no campo tem feito um trabalho diferenciado e significativo. “Para a cooperativa é interessante que todos cresçam”, realçou. 

HOMENAGEADOS
Para valorizar o técnico que se destacou na atividade Suicooper III, incentivar as melhorias da cadeia de produção buscando sempre a competitividade sob os aspectos social, ambiental e econômico e divulgar os técnicos que fazem a diferença no sistema Aurora foram premiados três profissionais. 

Entre os critérios de avaliação estiveram os itens de conversão alimentar, mortalidade na propriedade, mortalidade no transporte, resultado do diagnóstico do trabalho operacional da assistência técnica, visita aos produtores. O primeiro colocado ganhou uma viagem ao exterior para participar de evento internacional e o segundo e o terceiro classificados foram presenteados com viagens nacionais para participarem de eventos.

O técnico destaque foi Vinicius Valdameri (CooperA1). Na segunda colocação ficou o técnico Regis Ruhoff (CooperA1).  Na terceira colocação ficou o técnico Vanderlei Pieri (Copérdia). 

Na categoria produtor os critérios de avaliação foram conversão alimentar, mortalidade na propriedade, mortalidade no transporte, fez D’Olho e QT Rural, infraestrutura da propriedade, aplicação do método Suíno Ideal e fidelidade ao Sistema. A premiação foi uma viagem para Brasília para conhecer a estrutura da Aurora e fazer um passeio turístico.

O destaque foi o produtor Anacleto Debastiani (Cotrel), de 61 anos do município de Severiano de Almeida (RS), que tem como sucessor seu filho Paulo Everton Debastiani, de 32 anos. A família possui uma propriedade de 24 hectares e tem como principias atividades a suinocultura, bovinocultura de leite e fruticultura.  

Na suinocultura, são integrados do Sistema Aurora desde 2005 e tem 600 animais. “Para nós é um orgulho receber essa homenagem da Aurora, representa que vale a pena se dedicar porque é a valorização do nosso trabalho”, comentaram.

O desejo da família é ampliar em 50 metros o tamanho da pocilga, o que representará mais 350 suínos e expansão da renda. “Estamos satisfeitos com os resultados na propriedade. Observamos que o acompanhamento técnico faz a diferença e não nos sentimos isolados”, complementaram.

Na segunda colocação ficou o produtor Cezar Demozzi (CooperA1), do município de Caibi. A família desenvolve as atividades de suinocultura, gado de corte e leite. Na terceira colocação ficou o produtor Rene Miguel Heinen (Cooperalfa), que trabalha com suinocultura, bovinocultura de leite e lavoura. 

Na categoria cooperativa os critérios de avaliação foram conversão alimentar, mortalidade na propriedade, mortalidade no transporte, resultado do DTO, peso de abate e uso de nutrição Aurora, sempre levando-se em consideração os resultados do ano. Em primeiro lugar ficou Cooperitaipu, em segundo Coopervil e em terceiro Cooperalfa.

Zordan agradeceu os técnicos, produtores e cooperativas filiadas pelas melhorias efetivadas. “Foi graças ao empenho de toda a cadeia produtiva, por tanto, que todos somos ganhadores, o resultado premiou alguns, mas a vitória é de todos. Esperamos que nesse ano melhoremos ainda mais para que os objetivos sejam alcançados, tenhamos um melhor produto, com redução de custo e ampliação na remuneração do produtor”, finalizou.

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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