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Aurora premia destaques da suinocultura em 2016

O resultado positivo é graças ao nível de qualidade da carne entregue pelos produtores associados à cooperativa

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Santa Catarina possui o maior plantel suinícola do Brasil. É o maior exportador e consumidor per capita da carne. No território barriga-verde também encontram-se as principais cooperativas e agroindústrias, dentre elas a Cooperativa Central Aurora Alimentos. Somente em 2016 a Aurora produziu cerca de 4,5 milhões de suínos, número que demonstra a importância da atividade no Estado. O resultado positivo é graças ao nível de qualidade da carne entregue pelos produtores associados à cooperativa. Para reconhecer a excelência de produtores, técnicos e cooperativas ligados a essa cadeia produtiva, a Aurora Alimentos promoveu nesta semana o Prêmio Destaques da Suinocultura 2016.  

Foram homenageados e reconhecidos o técnico destaque creche, produtor destaque creche, técnico destaque suicooper III com produção segregada e normal, técnico destaque dos destaques suicooper III, produtores destaques suicooper III, produção segregada e produção normal, cooperativas destaques suicooper III, produção segregada e normal.

Na categoria produtor suicooper III produção normal Albino Facin foi o primeiro colocado com a pontuação 9,20. Facin, associado da Cooper Alfa, tem a propriedade localizada em Caxambu do Sul e com o auxílio da esposa Laudetes Rodrigeri Facin cuida dos lotes de suínos para terminação. Essa foi a primeira vez que recebeu o prêmio e declarou-se honrado com o reconhecimento. “A gente trabalha com base na organização, estamos sempre buscando melhorar de acordo com as orientações que o técnico repassa. É motivo de muito orgulho ser reconhecido entre os melhores”, afirmou.

O técnico agrícola Roberto Simon atende 21 propriedades no Rio Grande do Sul e recebeu a premiação como técnico destaque de creche com 9,30 pontos. “Fico muito feliz. É o reconhecimento da nossa dedicação diária. Trabalhamos sempre com base na excelência buscando melhorar a qualidade da produção de suínos de nosso Estado e, consequentemente, proporcionar qualidade de vida e maior rentabilidade aos produtores que atendemos”, salientou.  

A Cooper Alfa foi premiada como a cooperativa destaque suicooper produção normal, alcançado 8,78 na pontuação. Para o presidente Romeo Bet isso demonstra o desempenho e o carinho que os produtores têm com a cooperativa. É o reconhecimento do trabalho pelo produtor, o técnico e a diretoria da cooperativa. Buscamos, constantemente, a melhoria da cadeia produtiva de suínos por meio da aplicação de novas tecnologias”, destacou.

Claudir Luiz Sgarbossa, técnico agrícola na Coperdia, atende em torno de 50 propriedades de suicooper III e recebeu a premiação de técnico destaque dos destaques. Para ele é uma satisfação receber o prêmio. “Venho trabalhando com o objetivo de ser ou estar entre os melhores focando sempre com o espirito cooperativista, só assim conseguimos alcançar resultados positivos”, pontuou.

Para o presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, a premiação demonstra a qualidade da cadeia produtiva das cooperativas associadas à Aurora. “Estamos com níveis ótimos de qualidade. Isso é reflexo da dedicação e do comprometimento dos técnicos e produtores e faz com que a produção de suínos de Santa Catarina seja, cada vez mais, referência no País”, observou.

De acordo com o diretor de agropecuária da Aurora Alimentos, Marcos Zordan, uma das grandes vantagens da suinocultura catarinense se refere à condição sanitária. “Temos um importante diferencial: somo o único Estado livre da febre aftosa sem vacinação e isso nos coloca um patamar acima e reforçam a qualidade da carne produzida aqui. A Aurora Alimentos tem orgulho em premiar produtores, técnicos e cooperativas que se engajam para que sejamos dia após dia referência”, complementou.

Também foram premiados na categoria produtor destaque creche Vandenir Scussel da Cotrel (9,30 pontos); na categoria técnico destaque suicooper III produção segregada em primeiro lugar ficou Jean C. Tedesco da Copérdia (9,08) e em segundo Ivan L. Shoeninger da Cooper A1 (8,70); na categoria técnico destaque suicooper III produção segregada normal a primeira colocação foi para Claudinei Calegari da Coolacer (8,98) e o segundo lugar para Cassiano L. Scalcon da Cooper Alfa (8,70).

Na categoria produtor destaque suicooper III produção segregada foi premiado em segundo lugar Plínio Fávero Ceron da Cotrel (8,84) e em primeiro Darcilo Saúgo da Cooper A1(9,56); na categoria produtores destaques suicooper III produção normal Alfredo Anauer (9,00) ficou na segunda colocação e Albino Facin (9,20) na primeira, ambos da Cooper Alfa. Entre as cooperativas destaques suicooper III produção segregada a campeã foi a Copérdia com 8,31 pontos e em segundo lugar ficou a Cooper A1 com 7,93 pontos; na categoria cooperativas destaques suicooper III produção normal a vencedora foi a Cooper Alfa com 8,78 pontos e na segunda colocação ficou a Coopervil com 8,77 pontos.

Propriedade Rural Sustentável

Na ocasião também foram certificados produtores no Programa Propriedade Rural Sustentável que tem como objetivo desenvolver cooperados para que atinjam níveis de sustentabilidade nas cadeias produtivas, envolvendo processos de gestão e meio ambiente, gerando certificação nos estabelecimentos rurais. “Essa é uma iniciativa da Cooperativa Central Aurora Alimentos em parceria com o Sebrae/SC que tem dado bons resultados. Estamos muito satisfeitos”, afirmou o assessor de Suinocultura e coordenador do Programa Propriedade Rural Sustentável Aurora, Sandro Treméa.  

O lançamento do programa ocorreu em outubro de 2015 e as primeiras cooperativas já foram certificadas. O PRSA é resultado da soma dos programas De Olho na Qualidade Rural, Times de Excelência, Suíno Ideal, Leitão Ideal, Qualidade Total Rural, Frango Aurora, Programa Aurora de Qualidade do Leite (PAQL), Creche Aurora e Programa de Capacitação Ambiental, os quais eram desenvolvidos de maneira isolada. Os princípios e a metodologia desse trabalho estão definidos no programa Encadeamento Produtivo do Sebrae/SC.

Fonte: Assessoria Aurora

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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