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Aurora é a melhor do País em gestão de cadeia de negócios

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Na primeira edição do ranking AS MELHORES DA DINHEIRO RURAL, publicado neste mês pela Editora Três, de São Paulo, a Coopercentral Aurora Alimentos foi eleita a melhor do País em gestão de cadeia do agronegócio, recebendo a medalha de ouro.  Nessa categoria em que a Aurora foi a grande campeã isolada, a medalha de prata foi concedida à BRF, Souza Cruz e Syngenta. 
Na classificação geral das 500 Maiores do Brasil, a cooperativa ocupa a 33a posição nacional. A Aurora também foi eleita a primeira em gestão corporativa e a quarta em gestão financeira, em outra categoria, a “Destaque em cooperativas”.  Pela primeira vez no Brasil um ranking avaliou as empresas do agronegócio conforme as práticas corporativas e de gestão de cadeia produtiva. A metodologia de avaliação foi elaborada pelos consultores Miguel Ângelo Arab e José Luiz Trejon Megido  em parceria com o Instituto Universal de Marketing e Agribusiness e o Conselho Científico para a Agricultura Sustentável. Foram analisados seis aspectos: gestão financeira, recursos humanos, qualidade, governança corporativa, responsabilidade socioambiental  e gestão da cadeia de negócios.
O presidente Mário Lanznaster disse que a distinção confirma que a Aurora está no caminho certo ao adotar um modelo de gestão da cadeia produtiva em que todos os participantes ganhem, do produtor, à indústria e ao consumidor. Com 12 cooperativas filiadas e mais de 60.000 famílias rurais no campo, produzindo de forma ambientalmente sustentável, a Aurora é uma das poucas grandes empresas de Santa Catarina com capital 100% catarinense.
Entre as empresas do segmento de carnes, é a terceira marca mais referenciada em todo o Brasil. Possui mais de 21.000 colaboradores. Abate 700.000 aves por dia, mas deve chegar a 1 milhão de aves/dia em 2014. Abate 14.500 suínos/dia, processa 1,6 milhão de litros/dia de leite. Tem mais de 100.000 clientes em todo o Brasil e exporta para 60 países. Suas ações sociais/assistenciais atingiram 130.000 pessoas em 2012. 
A Coopercentral Aurora Alimentos obteve em 2012 uma receita operacional bruta de 4,606 bilhões de reais – crescimento de 18,15% em relação ao ano anterior –com forte presença no mercado nacional, onde comercializa 650 produtos alimentícios e é uma das marcas mais lembradas pelo consumidor. Encerrará 2013 com faturamento de 5,5 bilhões de reais. As vendas no mercado interno representaram 84% e, no mercado externo, 16%.

Fonte: Assessoria

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Divulgação

Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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