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Aurora Coop reconhece dedicação de técnicos e empreendedores rurais
Aprimorar os processos produtivos e trazer prosperidade para a vida dos empresários rurais está no DNA da Cooperativa Aurora Alimentos, a Aurora Coop.

Aprimorar os processos produtivos e trazer prosperidade para a vida dos empresários rurais está no DNA da Cooperativa Aurora Alimentos, a Aurora Coop. Para reconhecer esse comprometimento a Cooperativa realizou no, último fim de semana, o Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista 2025, no Complexo de Eventos Tabajara, em Chapecó.
A premiação, que chegou a sua 10ª edição, ampliou o número de categorias e premiados, com mais de 50 homenageados, entre Troféu Aury Luiz Bodanese, Empreendedor Rural Cooperativista, Empresários Rurais Destaques e Técnicos Destaques. Participaram da solenidade diretores, gerentes e colaboradores da Aurora Coop, empresários rurais e equipes das cooperativas filiadas, além de representantes das entidades parceiras: Excelência SC, Sebrae, Senar, Sescoop, Sicoob e Sicredi.
Para o diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan, há muito o que comemorar nesses últimos dez anos, principalmente, dos resultados econômicos alcançados no campo. “Precisamos celebrar porque não é uma conquista simples em determinada atividade, mas com incremento de renda para aqueles que se empenharam. Isso só foi possível pela boa-vontade e decisão do empresário rural de seguir as orientações sérias e corretas dos técnicos voltadas ao resultado, com aval das cooperativas”, analisou.
O diretor vice-presidente também enalteceu a contribuição da educação levada ao campo, direcionada ao incremento produtivo, da responsabilidade social e ambiental e da gestão da propriedade. “Parabenizo a todos os homenageados, que além do reconhecimento da qualidade em sua atividade também obtiveram retorno econômico. Por isso, temos muito o que comemorar”. Para o futuro, Zordan, destacou a importância de manter esses indicadores e sempre buscar melhorias que sejam em genética, nutrição, manejo, ambiental e bem-estar dos animais.

Participaram da solenidade diretores, gerentes e colaboradores da Aurora Coop, empresários rurais e equipes das cooperativas filiadas, além de representantes das entidades parceiras (Foto: Divulgação/Aurora Coop).
Destaques Aurora Coop
Na categoria Técnicos Destaques Avicultura, a Aurora Coop reconheceu o trabalho e a dedicação dos profissionais que contribuem para o avanço, a profissionalização e a prosperidade no campo. Os ganhadores receberam placas de homenagem e o 1º lugar em cada categoria ganhou um prêmio de R$ 2 mil.
Foram homenageados como técnico destaque avicultura: Joviano Samuel Durigon (1º), Rian José Cuppini (2º) e Willian Ribeiro (3º). Como técnico destaque produção recebeu o reconhecimento Gabriele Tais Smaniotto e técnico destaque recria Lucinor Rovani.
Na categoria Avicultores Destaques foram homenageados os empresários rurais que se dedicam à atividade com excelência, prezam pela melhoria contínua e contribuem para o crescimento do cooperativismo. Os vencedores receberam uma placa de homenagem o 1º lugar uma viagem para Brasília com acompanhante.
O reconhecimento de avicultores destaques lote macho foi entregue para Marcelo Henrique Narzetti (Cooperalfa) que conquistou a 1ª posição, seguido do 2º lugar de Ivo Luiz Favero (Cooperalfa) e do 3º lugar de Hildemar Billig (Cooper A1). Os avicultores destaques lote fêmea por ordem de premiação foram: Edivan Guisso (Cooperalfa), Valdemir Saretto (Cooperalfa) e Maicon Jose Girardi (Cooperitaipu). Receberam o reconhecimento como avicultor destaque recria Jairo Renato Farias e avicultor destaque produção Eloi Schneider. Ainda foram homenageados os avicultores destaques lote recorde: Dirceu Rampi (Cooperalfa), Edio Luis Mohr (Cooperalfa) e Eder Cleudenir Gambin (Copercampos).
Suinocultura

Participaram da solenidade diretores, gerentes e colaboradores da Aurora Coop, empresários rurais e equipes das cooperativas filiadas, além de representantes das entidades parceiras (Foto: Divulgação/Aurora Coop).
Na categoria Técnicos Destaques Suinocultura os ganhadores receberam placas de homenagem e o 1º lugar em cada categoria um prêmio de R$ 2 mil. Como técnico destaque suinocultura creche foi homenageado Juliano Perotoni. Como técnico destaque suinocultura Suicooper III foram reconhecidos: Joel Ficagna (1º), Cássio Basso (2º) e Gabriel Cavali (3º).
Os suinocultores destaques também receberam uma placa de homenagem e o 1º lugar uma viagem para Brasília com acompanhante. O suinocultor destaque creche foi Vilmar Foppa (Copérdia). Os vencedores na categoria suinocultor destaque Suicooper III, em ordem da premiação, foram: Airton Zucunelli (Cooperalfa), Cleiton Heinen (Cooper Auriverde), Isair Antonio Zuchi (Cooperalfa). Foram reconhecidos como suinocultor destaque UPD: Marlon Krummenauer (Cooper Auriverde) e Adelício Canal (Copérdia).
Também foram homenageados como técnicos destaques do Programa Propriedade Rural Sustentável Aurora Coop (PRSA): Bruna Guareski (suinocultura), Leandro Joao Klosinski (avicultura) e Ermenson Luis Bertoldi (suinocultura). Nessa categoria, os ganhadores receberam placas de homenagem e o 1º lugar garantiu um prêmio de R$ 2 mil reais.

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Garantia-Safra libera pagamento para produtores afetados por seca ou excesso de chuva
Benefício atende agricultores familiares com perdas comprovadas na produção de feijão, milho ou mandioca.

O governo federal divulga no dia 15 de abril a lista dos municípios cujos agricultores receberão, neste mês de abril, parcela do programa Garantia-Safra 2024-2025. A norma entra em vigor nesta quinta-feira (16).

Portaria publicada no Diário Oficial da União inclui agricultores familiares dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minhas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Veja aqui a lista completa.
O benefício, de R$ 1,2 mil, ocorrerá em parcela única. O pagamento começa ainda em abril e ocorre na mesma data do calendário do Bolsa Família.
Benefício
O Garantia-Safra é um programa de seguro destinado a pequenos agricultores com renda de até 1,5 salário-mínimo, que cultivam feijão, milho ou mandioca em áreas de 0,6 a 5 hectares e com o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo e atualizado.
O pagamento é feito aos agricultores com perda comprovada de pelo menos 40% a 50% da produção, em razão do fenômeno da estiagem ou do excesso hídrico e que aderiram ao programa.
O benefício pode ser solicitado via aplicativo CAIXA Tem, lotéricas ou agências da Caixa.
Os agricultores com alguma pendência ou imprecisões cadastrais têm até 30 dias para regularizar a situação e, posteriormente, receber o benefício. A consulta pode ser feita no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
O Garantia-Safra é vinculado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a finalidade de assegurar condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares cujas produções sejam sistematicamente afetadas por perdas decorrentes de estiagem ou excesso hídrico.
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Fim da escala 6×1 será avaliado em comissão da Câmara dos Deputados
PEC retorna à pauta da CCJ após pedido de vista e tem parecer favorável à admissibilidade.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019 que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1) será analisada, nesta quarta-feira (22), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Além do fim da escala 6×1, a proposta prevê reduzir a jornada das atuais 44 para 36 horas semanais em um prazo de dez anos. A sessão está marcada para começar às 14h30. 

A PEC volta à pauta da CCJ depois que a oposição pediu vista da matéria na semana passada. O relator da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade da PEC, ou seja, defendeu que a redução da jornada é constitucional.
Se aprovada na CCJ, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), promete criar comissão especial para analisar o texto. A comissão tem entre 10 e 40 sessões do plenário da Câmara para aprovar ou rejeitar um parecer sobre a PEC. Em seguida, o texto pode ir para apreciação do plenário.
Como essa tramitação pode se estender por meses, e diante da tentativa da oposição de barrar a PEC, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.
O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.
Motta comentou que é prerrogativa do governo federal enviar um PL com urgência constitucional, mas a Câmara vai seguir com a tramitação da PEC. A Proposta de Emenda à Constituição unificou as propostas do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e da deputada Erika Hilton (PSOL-RJ).
O governo tem defendido que a proposta do Executivo não compete com a PEC em tramitação na Câmara, segundo explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.
“Se a PEC for aprovada nesse prazo, evidentemente que o PL está prejudicado, não há mais necessidade. Mas o rito da PEC é mais demorado do que o PL. O PL vai avançar e pode ser que entre em vigor a redução de jornada de trabalho e depois se consolide por PEC para impedir eventuais aventureiros do futuro quererem aumentar a jornada como aconteceu na Argentina”, explicou Marinho.
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Calor extremo já ameaça sistemas de produção de alimentos no mundo
Relatório da FAO e da OMM aponta que mais de 1 bilhão de pessoas já são afetadas pelos impactos do aumento das temperaturas.

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que o calor extremo já está colocando os sistemas agroalimentares globais sob forte pressão e ameaçando os meios de subsistência e a saúde de mais de 1 bilhão de pessoas.
O estudo foi elaborado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). As agências destacam que as ondas de calor estão se tornando mais frequentes, intensas e duradouras, com impactos diretos sobre a agricultura, a pecuária, a pesca e as florestas.
Segundo o relatório, o cenário indica um futuro de maior incerteza, com o aquecimento global em aceleração. Dados recentes mostram que 2025 está entre os três anos mais quentes já registrados, o que tem intensificado eventos climáticos extremos em diferentes regiões do mundo.

Foto: Pixabay
O documento aponta ainda que o calor extremo atua como um “multiplicador de riscos”, agravando secas, incêndios florestais, surtos de pragas e reduzindo a produtividade das lavouras quando são ultrapassados limites críticos de temperatura. Em geral, há queda na produtividade das principais culturas quando os termômetros passam de cerca de 30°C.
O relatório também cita casos como o do Marrocos, que enfrenta seis anos consecutivos de seca, seguidos por ondas de calor recordes.
Outro ponto de alerta é o aumento das ondas de calor marinhas. Segundo o estudo, esses eventos estão mais frequentes e têm reduzido os níveis de oxigênio nos oceanos, afetando estoques pesqueiros. Em 2024, cerca de 91% dos oceanos do mundo registraram ao menos uma onda de calor marinha.

Foto: Divulgação/IDR
As projeções indicam que os riscos tendem a crescer com o avanço do aquecimento global. O relatório estima que a intensidade dos eventos extremos de calor pode dobrar com 2°C de aquecimento e quadruplicar com 3°C, em comparação ao cenário de 1,5°C.
Também foi destacado que cada aumento de 1°C na temperatura média global pode reduzir em cerca de 6% a produção das quatro principais culturas agrícolas do mundo: milho, arroz, soja e trigo.
Diante desse cenário, FAO e OMM defendem maior coordenação entre países e o fortalecimento de sistemas de alerta climático para apoiar agricultores e pescadores na tomada de decisões. As agências afirmam ainda que ações de adaptação, isoladamente, não são suficientes para conter os impactos, e que será necessária uma resposta mais ampla diante da intensificação do calor extremo.



