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Aurora Coop premia produtores e técnicos por excelência no campo

Evento em Chapecó reconheceu 31 profissionais com destaque em produtividade, gestão e desempenho nas cadeias de aves e suínos.

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Produtores premiados e lideranças do Sistema Aurora Coop - Fotos: Keli Magri/MB

A produtividade do agro que nasce nas propriedades rurais ganhou reconhecimento na 11ª edição do Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista, promovido pela Aurora Coop nesta quarta-feira (1º), no Clube Caça e Pesca, em Chapecó. A premiação homenageou técnicos agropecuários e empresários rurais cooperados ao Sistema Aurora Coop que alcançaram resultados superiores em eficiência, gestão e desempenho zootécnico nas cadeias de aves, suínos e sustentabilidade.

Cássio Basso, primeiro lugar como técnico destaque nas categorias suinocultura (Suicooper II) e Propriedade Rural Sustentável da Aurora (PRSA)

O evento, realizado anualmente, premiou nesta edição 31 profissionais e traduziu, em cada categoria, o nível técnico exigido por uma das maiores cooperativas de alimentos do país. Criada em 1969, a Aurora Coop é formada por uma estrutura com presença nacional e internacional, apoiada na produção integrada e na consistência dos resultados obtidos no campo. São 14 cooperativas filiadas e mais de 150 mil famílias rurais que fazem parte do Sistema.

O diretor vice-presidente de agronegócios, Marcos Zordan, destacou que os números alcançados pelos premiados refletem um nível de excelência que posiciona os cooperados entre os mais eficientes do país, com ganhos expressivos de produtividade e qualidade.

Presidente Neivor Canton destacou que o desempenho apresentado pelas propriedades premiadas sustenta o crescimento do sistema: “O produtor é a razão maior da existência do sistema cooperativo e, por isso, hoje estamos homenageando a essência da nossa existência”

“Nós temos que tirar o chapéu para todos os produtores. O mercado tem nas mãos hoje o melhor produto para ser comercializado, graças ao que vocês produzem e à forma que produzem. Vocês são os verdadeiros artistas desse negócio”.

Zordan também sublinhou os resultados gerados pela eficiência e qualidade produtivas dos cooperados. “Nos últimos 15 anos, graças aos produtores, a área técnica, as filiadas e a Aurora Coop, foi possível melhorar significativamente os ganhos na suinocultura e na avicultura. É sinal que nós estamos no caminho certo e não podemos sair dele”.

Para o diretor presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, o desempenho apresentado pelas propriedades premiadas e pelo trabalho técnico sustenta o crescimento do sistema e projeta o cooperativismo como referência nacional em eficiência produtiva.

“O produtor é a razão maior da existência do sistema cooperativo e, por isso, hoje estamos homenageando a essência da nossa existência. Se somos o maior exportador de carne suína e nossos produtos abastecem o mercado interno e 80 países, é graças a vocês. Todas essas famílias produtoras das 14 cooperativas filiadas merecem esse reconhecimento pelo seu trabalho, pela sua dedicação e pela seriedade com que encaram sua atividade. Somos 87 mil produtores no campo, mais de 50 mil colaboradores diretos e mais de 20 mil nas cooperativas filiadas. Notem o tamanho dessa família que em 57 anos foi possível criar. Todos estão fazendo a sua parte e demonstram hoje aqui que é possível, sim, fazer cada vez melhor”.

Premiados

Entre os 11 técnicos agropecuários premiados, estão os jovens Cássio Basso e Luisa Cesari. Ele levou dois prêmios nos primeiros lugares como técnico destaque na suinocultura (Suicooper III) e no programa Propriedade Rural Sustentável Aurora Coop (PRSA). Ela foi a vencedora da categoria técnica destaque na avicultura.

Diretor Marcos Zordan afirmou que os números alcançados pelos premiados posicionam os cooperados entre os mais eficientes do país: “Nós temos que tirar o chapéu para todos os produtores”

Cássio trabalha na Aurora Coop e presta assistência técnica a 42 suinocultores da Cooperalfa nos municípios gaúchos de Barra do Rio Azul e Atatiba do Sul. O auxílio, a capacitação e o acompanhamento dos produtores no manejo, produção, gestão empresarial e leis ambientais deram resultado e asseguraram os prêmios. “Eu me sinto muito feliz por estar sendo reconhecido pelo meu trabalho no campo. É muito gratificante, pois esse prêmio representa que meus produtores assistidos tiveram uma grande evolução ao longo desse período dentro da Aurora Coop. Só tenho a agradecer imensamente aos produtores e aos meus colegas de trabalho e toda a equipe da Aurora Coop por estar aqui”, destaca.

Luisa Cesari, primeiro lugar como técnica destaque na avicultura

Luisa compõe a equipe de técnicos da unidade da Aurora Coop de Erechim/RS e há oito meses atende 31 avicultores da Cooperalfa e da Copérdia em Aratiba/RS. Ela afirma que a região é altamente produtiva, o que ajudou na conquista do prêmio. “Divido esse prêmio com todos os produtores que atendo e com minha equipe de técnicos da Aurora Coop em Erechim que fazem um ótimo trabalho. Meu desafio nestes oito meses de casa foi manter os bons resultados já alcançados, através da assistência técnica voltada especialmente ao manejo. Estou muito feliz e grata”.

Família de Luiz Marcos de Lima, cooperados da Cooperalfa de Caxambu do Sul, ganhou o primeiro lugar na categoria Lote Macho na avicultura 

A família de Luiz Marcos de Lima, cooperados da Cooperalfa de Caxambu do Sul (SC), ganhou o primeiro lugar na categoria Lote Macho na avicultura. Há dois anos no ramo, Luiz, a esposa Cleusa, o filho Roberto e a nora Gabrieli produzem 34 mil aves por lote, cerca de 200 mil aves por ano. A criação de frangos é a principal atividade da família que também trabalha com lavouras, piscicultura e produção de morangos. “No último ano, nós tivemos os melhores resultados, tanto em produtividade quanto em renda, fortalecendo ainda mais nossa atividade”, conta Roberto. “Esse prêmio nos enche de orgulho e a gente expressa nossa gratidão às duas cooperativas, a Aurora Coop e a Cooperalfa, que estão sempre nos apoiando. E é um reconhecimento pelo nosso esforço diário, pela união da nossa família que traz bons resultados”, acrescenta Gabrieli.

Família cooperada da Cooper A1, em Iporã do Oeste, Atenor, Márcia e Roberta Kickow, premiados como suinicultores destaques campeões na categoria Unidade Produtora de Desmamados (UPD) (Keli Magri/MB)

Outra família premiada é a de Atenor, Márcia e Roberta Kickow. Eles são cooperados da Cooper A1, em Iporã do Oeste (SC) e levaram o primeiro lugar como suinicultores destaques na categoria Unidade Produtora de Desmamados (UPD). Com 550 matrizes produtivas, a família tem na atividade a principal fonte de renda e investe em qualidade para acompanhar as inovações do setor. “Estamos na quarta geração da família que trabalha na suinocultura e procuramos sempre fazer os cursos técnicos e investir em conhecimento para entregar maior qualidade”, ressalta Atenor. “Esse prêmio mostra que estamos fazendo certo e é uma motivação a mais pra gente continuar trabalhando”, complementa a esposa Márcia.

Todos os premiados receberam certificados e os primeiros lugares na categoria técnica garantiram R$2 mil. Já os empresários rurais nas primeiras colocações ganharam uma viagem à Brasília com acompanhante.

11º Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista

Avicultura

Técnicos Destaques

1º lugar: Luisa Hartmann Cesari

2º lugar: Leandro João Klosinski

3º lugar: Tainan Cenci

Técnico Destaque – Produção

Gabriele Tais Smaniotto

Técnico Destaque – Recria

Renata Cristina Defiltro

Avicultor Destaque – Recria

Luciano Lunedo

Avicultor Destaque – Produção

Dirceu Bellaver

Avicultor Lote Macho

1º lugar: Luiz Marcos de Lima (Cooperalfa)

2º lugar: Ivo Luiz Favero (Cooperalfa)

3º lugar: Cristiano Perondi (Copérdia)

Avicultor Destaque Lote Fêmea

1º lugar: Elisio Renato Ceconi (Cooperalfa)

2º lugar: Vanessa Luza (Coopercampos)

3º lugar: Juciel Taglian (Cooperalfa)

Avicultor Destaque Lote Recorde

Deivid Junior Enderle Paniz (Cooperalfa)

Pedro Angelo Munerol (Cooperalfa)

Vilson Luiz Finger (Cooperitaipu)

Valdemir Saretto (Cooperalfa)

José Biazi (Cooperalfa)

Suinocultura

Técnico Destaque – Creche

1º lugar: Juliano Perotoni

Técnicos Destaques – Suicooper III

1º lugar: Cassio Basso

2º lugar: Joel Ficagna

3º lugar: Gabriel Cavalli

Suinocultor Destaque – Creche

Rafael José Schleicher (Auriverde)

Suinocultores Destaques – Suicooper III

1º lugar: Aldair Ghisleri (Auriverde)

2º lugar: Sérgio José Muller (Cooper Auriverde)

3º lugar: Ivan Carlos de Bastiani (Cooperalfa)

Suinocultores Destaques – Unidade Produtora de Desmamados (UPD)

1º lugar: Atenor e Roberta Kickow (Cooper A1)

2º lugar: Libório Endler (Auriverde)

Propriedade Rural Sustentável (Prsa)

Técnicos Destaques

1º lugar: Cassio Basso

2º lugar: Joel Paulo Ficagna

3º lugar: Iuri Armando Taufer

Fonte: Assessoria Aurora Coop

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Credenciamento inédito no Paraná autoriza coleta de animais mortos com rastreabilidade

Processo transforma resíduos em biocombustível e fertilizantes, sob fiscalização e normas sanitárias rígidas.

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Fotos: Divulgação

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) celebrou de forma oficial, na quinta-feira (16), o primeiro credenciamento de uma empresa que será responsável pelo recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos e resíduos da produção pecuária em propriedades rurais de todo o Estado. A empresa é a A&R Nutrição Animal, sediada em Nova Aurora, região Oeste. O evento ocorreu na sede da empresa, com a presença de representantes da Adapar, diretores e funcionários.

A autorização representa uma alternativa formal e regulamentada, por meio da publicação da Portaria nº 012/2026, à eliminação desses materiais nas próprias fazendas. O documento de autorização é de janeiro deste ano e foi assinado pelo diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, com base na Lei Estadual nº 11.504/1996 e no Decreto Estadual nº 12.029/2014. A medida responde a uma demanda antiga do setor pecuário por soluções estruturadas no descarte de animais mortos.

A A&R Nutrição Animal chegou a essa atividade após deixar o ramo de ração animal e reinvestir toda a sua infraestrutura para atender à necessidade da região. O redirecionamento das atividades aconteceu em parceria com a Secretaria da Agricultura de Toledo e a Suíno Oeste, Associação dos Suinocultores do Oeste do Paraná.

Agora, a empresa passa a poder recolher carcaças de suínos e peixes mortos em qualquer propriedade rural paranaense, embora em um primeiro momento a atuação seja exclusivamente com suínos. O credenciamento tem validade de três anos e é responsabilidade do representante legal da empresa providenciar a renovação dentro do prazo.

O diretor da A&R Nutrição Animal, Charbel Syrio, comemorou a conquista e diz que pretende expandir o negócio de recolhimento dos animais em propriedades rurais. “O objetivo é capitanear esse processo no Brasil e no Paraná, em função de termos o mercado que mais produz o suíno. E a gente vem nessa demanda”, pontuou.

Charbel também explicou o processo e a finalidade do trabalho. “Esses animais, hoje, serão coletados, irão para uma unidade de indústria que vai processar as carcaças e os produtos acabados terão dois destinos: o óleo vai para o biocombustível, para a indústria de higiene e limpeza, indústria química; e a farinha vai para adubos”, complementou.

O chefe do departamento de Saúde Animal, Rafael Gonçalves Dias, destacou a importância do manejo correto das carcaças e do credenciamento de empresas como uma das alternativas disponíveis. Mas frisou que a prática só deve ser realizada quando permitida pela Adapar. “É importante abrir novos caminhos, mas temos que reforçar que é proibida a retirada de animais mortos, de qualquer espécie produzida, de dentro das propriedades por terceiros. Essa prática é somente permitida para empresas credenciadas pela Adapar. Por isso, o principal destino dos suínos mortos ainda deve ser a compostagem dentro das próprias propriedades, permanecendo como a prática mais recomendada e utilizada”, elucida.

Dias também explicou que, por regra geral, a prática de manejar e tratar os animais mortos dentro das propriedades diminui os riscos sanitários envolvidos nesse processo. “É fundamental que a empresa agora credenciada, assim como qualquer outra que venha a se credenciar no futuro, não adentre nas áreas limpas das propriedades, a fim de evitar qualquer tipo de contaminação cruzada entre elas”, conclui.

Restrições e vedações

A portaria estabelece limitações claras sobre a atuação da empresa. Fica expressamente proibido o recolhimento de animais mortos oriundos de outros estados da federação, restringindo a atividade ao território paranaense. Além disso, os produtos gerados a partir do processamento das carcaças não poderão ser utilizados na fabricação de alimentos, seja para consumo animal ou humano.

É de responsabilidade da Adapar a garantia da rastreabilidade de toda a operação. A Agência define que apenas veículos previamente vistoriados e credenciados pelo órgão estão autorizados a realizar o transporte, que deve ser acompanhado da documentação específica. As carcaças são processadas na indústria e transformadas em farinha, destinada posteriormente à produção de adubo ou fertilizante.

Controle sanitário

Em situações em que a Adapar identifica a suspeita de doenças de notificação obrigatória em explorações pecuárias, o recolhimento de animais mortos ficará automaticamente sujeito a restrições, só podendo ser retomado mediante autorização expressa do órgão fiscalizador. O descumprimento das normas previstas na portaria ou das demais regulamentações do Serviço de Defesa Agropecuária pode resultar na suspensão ou no cancelamento do credenciamento.

Fonte: Assessoria Adapar
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Frimesa apresenta novidades em proteínas suínas e fortalece posicionamento de marca

Lançamentos destacam sofisticação, versatilidade e nova identidade visual da cooperativa.

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Foto: Divulgação

Com foco em inovação e diversificação, a Frimesa, uma das maiores cooperativas de alimentos do Brasil, escolhe a vitrine da ExpoApras 2026 – um dos principais eventos do setor supermercadista no Brasil – para apresentar novos itens do portfólio de proteínas animal. A aposta são os lançamentos das linhas premium Fogo & Sabor e os novos hamburgueres da marca, que chegam às gôndolas de todo o país a partir de junho.

Entre as novidades, estão as novas linguiças saborizadas e a Manta de Linguiça Toscana, da marca Fogo & Sabor, que são voltadas aos entusiastas do churrasco e valorizam a inovação e a experimentação de novos cortes e temperos. Versátil, a manta permite aplicações que vão da grelha a air fryer até o preparo de recheios e ragus. Pioneira no formato de linguiça frescal, a nova Chistorra da Frimesa é um diferencial exclusivo no mercado nacional. Já a versão Chimichurri insere na categoria de embutidos a herança dos sabores platinos, amplamente apreciados no Brasil.

Já a linha de hambúrgueres de 120g, nos sabores Toscana, Defumado e Pernil, com assinatura Frimesa, foi projetada para o consumidor que deseja replicar a experiência das hamburguerias artesanais em casa. Ambas as linhas foram desenvolvidas para o segmento premium, posicionando-os junto aos produtos gourmet já consolidados no varejo. Com as inovações, a Frimesa visa suprir a demanda do consumidor que busca valor agregado e qualidade superior.

Rodrigo Fossalussa, superintendente comercial da Frimesa, explica que o lançamento das linhas marca uma fase estratégica de evolução e consolidação do portfólio da Frimesa, alinhado ao novo posicionamento de marca e identidade visual. “O momento exige não apenas inovação, mas sofisticação técnica para demonstrar ao mercado porque somos a maior especialista em carne suína do Brasil. Estamos elevando a percepção de valor da proteína suína”, afirma.

O estande da Frimesa na ExpoApras conta com uma estrutura de 296m² e explora o conceito “A Casa da Família Frimesa”, convidando o varejista a degustar os novos produtos, além dos itens tradicionais já consolidados no mercado. O evento também é uma oportunidade para apresentar a nova identidade visual, lançada em março deste ano junto ao rebranding, que tem como um dos pilares a família. O tema é explorado na campanha de comunicação veiculada a partir de abril e se faz presente também no estande da cooperativa na ExpoApras

“Estamos chegando com presença física em São Paulo, mas as raízes da Frimesa estão no Paraná. Fazer parte da ExpoApras reforça o nosso compromisso com o varejo regional e nacional e o quanto valorizamos esse mercado que tanto nos abraça”, comenta Fossalussa.

Fonte: Assessoria Frimesa
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Fertilizantes sobem em março com impacto de conflitos e gargalos logísticos

Tensões no Oriente Médio elevam custos de energia e frete, pressionando nitrogenados e fosfatados no mercado global.

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Fotos: Claudio Neves

O mercado de fertilizantes registrou alta nos preços ao longo de março, influenciado por tensões geopolíticas e limitações logísticas no cenário internacional. O conflito no Oriente Médio impactou diretamente a produção e o transporte de insumos, especialmente em países do Golfo Pérsico, pressionando custos de energia e frete.

Os fertilizantes nitrogenados seguiram em trajetória de valorização entre março e o início de abril. A ureia acumulou forte alta no período, alcançando cerca de US$ 760 por tonelada CFR em 10 de abril, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA. A combinação de oferta restrita, petróleo e gás natural em níveis elevados e maior incerteza global mantém o mercado volátil no curto prazo.

No segmento de fosfatados, o cenário também foi de pressão. Além do impacto do conflito, a alta do enxofre, insumo essencial para a produção, elevou os custos. No Brasil, os preços subiram cerca de 7% nas últimas semanas, com o MAP atingindo aproximadamente US$ 890 por tonelada CFR. Mesmo com a demanda agrícola avançando de forma gradual, os preços seguem sustentados.

Já os fertilizantes potássicos apresentaram comportamento mais estável em comparação aos demais. A oferta internacional permanece equilibrada, com Rússia e Belarus mantendo volumes relevantes no mercado global. Apesar da menor volatilidade, os preços seguem firmes, acompanhando o aumento dos custos logísticos e o ambiente de incerteza.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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