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Aurora Coop lança novos manuais de suinocultura
O lançamento foi coordenado pelo vice-presidente de agronegócio Marcos Antonio Zordan e ocorreu em evento híbrido (presencial e on-line) no auditório do Frigorífico FACH-I, em Chapecó.

Dentro de sua política de melhoria contínua e padronização da produção, a Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop) lançou, neste mês, cinco novos manuais de boas práticas na suinocultura: manual de unidade produtora de leitões desmamados (UPD), de produção de suínos na fase de creche, de produção de suínos na fase de crescimento e terminação, em granjas de recria e quarto sítio e de granja núcleo e multiplicadoras.
O lançamento foi coordenado pelo vice-presidente de agronegócio Marcos Antonio Zordan e ocorreu em evento híbrido (presencial e on-line) no auditório do Frigorífico FACH-I, em Chapecó, reunindo 230 pessoas, entre gerentes, supervisores e coordenadores da Aurora Coop e cooperativas filiadas. Centenas de técnicos que assistem os produtores no campo acompanharam a distância.
Os manuais contêm todas as orientações de procedimentos do sistema de produção de suínos e resultam de trabalho conjunto das equipes das cooperativas do Sistema Aurora Coop, iniciado em outubro de 2022. Mereceram prioridade dos especialistas e pesquisadores as questões relativas à água, biosseguridade, controle de pragas, medicação, vacinas e farmácia, enriquecimento ambiental, nebulização, ambiência, destino adequado de animais mortos e procedimento de visita dos técnicos às propriedades.
A revisão dos manuais teve a coordenação metodológica do assessor de suinocultura Sandro Luiz Treméa. Os manuais de creche e crescimento e terminação tiveram a coordenação do assessor de suinocultura Sérgio Carvalho; os manuais de recria e quarto sítio e granjas-núcleo e multiplicadora tiveram a contribuição do coordenador de melhoramento genético Evandro Nottar; e o manual de Unidade Produtora de Leitões teve a coordenação do supervisor de Suinocultura Marcelo Nogueira da Rocha. Treméa fez abordagem geral da revisão, relatando como foi a participação das equipes técnicas e agradeceu o empenho de todos para a conclusão dos manuais. Relatou a metodologia empregada e seus resultados. Os assessores e supervisores da área de melhoramento genético abordaram os principais pontos dos manuais, enfatizando as melhorias obtidas.
Ao final do evento, o engenheiro químico da Aurora Coop Eliseo Antonio Lippert palestrou sobre tipos de água e as necessidades de tratamento específico com foco na qualidade. Enfatizou que cada água precisa ser analisada com base nas suas características físico-químicas e microbiológicas para a definição do melhor tratamento.
O gerente de suinocultura Luiz Carlos Giongo destacou a importância do trabalho realizado coletivamente durante mais de um ano. “Essa base serve de guia para todos os procedimentos de campo na produção de suínos, orientando os produtores e os técnicos para que os melhores resultados aconteçam”.
O vice-presidente Marcos Zordan observou que desde 2007, quando criou o Programa Suíno Ideal, a Aurora Coop mantém a vanguarda do aperfeiçoamento nessa área da pecuária intensiva, tornando-se referência no mercado externo. Atualmente, a empresa é a maior exportadora brasileira de carne suína. Responde por 24% de todo o volume exportado pelo Brasil e está habilitada para os países mais exigentes do mundo, como Japão, Estados Unidos, Canadá e México. A política de melhoria contínua assegura a sustentabilidade de todo o negócio, valorizando os cooperados e as cooperativas filiadas.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





