Notícias Balanço 2022
Aurora Coop apresenta resultados positivos e avanços no mercado externo em ano de desafios
Cooperativa faturou R$ 22 bilhões e consagrou-se como a maior exportadora brasileira de carnes suínas em 2022.

Apesar da conjugação de dificuldades que marcou o período, a Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop) – terceira maior empresa de alimentos do Brasil – encerrou 2022 com resultados positivos: obteve receita operacional bruta da ordem de R$ 22 bilhões, resultado 13% superior ao ano anterior. As sobras do exercício foram de R$ 649,0 milhões.
Ao apresentar os resultados, o presidente Neivor Canton observou que o exercício recém-encerrado foi particularmente complexo para a indústria mundial da proteína animal em razão da associação de múltiplos fatores, desde a instabilidade política brasileira até as incertezas econômicas e políticas globais, em um mundo que ainda padece dos efeitos da pandemia. “Essa situação gerou um cenário de muita imprevisibilidade que exige máxima atenção dos agentes econômicos”, afirmou.
O aumento dos custos de produção, em grande parte decorrentes das dificuldades causadas pela inter-relação das crises ambiental, econômica e política, agravadas pela guerra Rússia-Ucrânia, perturbaram as cadeias internacionais de suprimento, afetando diretamente o Brasil. Os reflexos foram sentidos na escassez de contêineres, de navios, de milho e farelo de soja (matéria-prima básica da nutrição animal), além de insumos para a agricultura, aditivos, vitaminas, enzimas, aminoácidos etc. O conflito desorganizou a economia global, causou crise energética na Europa e contribuiu para o avanço da inflação nos Estados Unidos, China, Reino Unido e Zona do Euro.
Nessa conjuntura foi inevitável – de acordo com o presidente – que fatores relevantes impactassem o desempenho nas áreas essenciais, como a agropecuária (menor disponibilidade de pintainhos no mercado), logística (reajustes nos custos de fretes causados pela elevação no preço dos combustíveis, especialmente o diesel), industrial (menor captação de leite, escassez de mão de obra e baixa demanda comercial para itens industrializados), administrativa (aumento significativo na taxa de juros praticados pelo mercado) e área comercial (demanda reprimida por itens de valor agregado).
Em 2022, o mercado interno respondeu por 64,3% (R$ 14,1 bilhões) da receita operacional bruta e absorveu 65,6% da produção. O mercado externo contribuiu com 35,7% (R$ 7,9 bilhões) das receitas e despachou para mais de 80 países 34,4% da produção.
Canton explica que vários aspectos concorreram para o bom desempenho das exportações, entre eles, a abertura do mercado canadense para a carne suína brasileira (Aurora Coop foi a primeira empresa brasileira a embarcar para aquele país), consolidação do mercado suíno no Japão, retorno da habilitação da unidade de frango de Xaxim (SC) para a China, abertura do mercado do México para suíno, primeira exportação de processados para o Paraguai, primeiro contêiner de cortes suínos para a Índia e a retomada das exportações de cortes suínos para a Coreia do Sul.
A Aurora Coop firmou-se como a maior exportadora de carne suína do País: respondeu por 25,5% das exportações brasileiras de carnes suínas. No segmento de aves a participação foi de 7,2% das exportações de carne de frango.
Projeções para 2023
O presidente da Aurora Coop acredita que 2023 será outro ano de desafios em consequência de menor crescimento da China, de possível recessão na Europa e na América do Norte e dos custos “persistentemente elevados” dos principais insumos – especialmente milho e soja. Assegurou, entretanto, que serão mantidos os níveis de produção para preservar os empregos, manter a sustentabilidade das amplas cadeias produtivas (suinocultura, avicultura e bovinocultura leiteira), contribuir com a segurança alimentar do País e gerar superávits na balança comercial.
A Cooperativa dará prosseguimento ao plano de investimentos que já vem sendo implementado há três anos para atender, simultaneamente, a vários objetivos, entre eles, o aumento da capacidade produtiva e a incorporação de inovação em várias fases do processo agroindustrial. A maior fatia do programa de investimentos – prevista em R$ 1,082 bilhão para 2023 – está orientada para o aumento da capacidade produtiva, seguido do atendimento de exigências legais, a manutenção da capacidade e inovação, além de melhorias e aperfeiçoamentos nas áreas de qualidade, segurança e saúde do trabalho.
Suinocultura
A Aurora Coop manteve a liderança no segmento de suínos. Em 2022, o abate total de suínos nas sete plantas industriais cresceu 6,4% e atingiu 7,1 milhões de cabeças. A industrialização de carnes suínas subiu 5,2% e atingiu 404 mil toneladas; a produção in natura aumentou 10% e chegou a 686 mil toneladas.
Em mais uma demonstração de capacitação e prestígio, obteve importantes habilitações para exportar carne suína ao Canadá, Filipinas, México e Singapura. Foi a maior exportadora de carnes suínas do Brasil. A cadeia produtiva da Aurora Coop tem, na base, 3.642 suinocultores integrados em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul.
Avicultura
No segmento da avicultura de corte, a Aurora Coop abateu em suas nove plantas 288,5 milhões de cabeças, um incremento de 3% em relação ao volume total das aves abatidas em 2021. Uma rede de 2.286 avicultores integrados constituem a base produtiva nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. A produção in natura de carnes de aves foi ampliada em 10,2% para 645 mil toneladas. A industrialização avançou 7,6% para 58,4 mil toneladas.
Várias ações foram desenvolvidas para ampliar a produção própria de pintainhos e aves matrizes. A ampliação do Incubatório de Chapecó permitiu elevar em 83% a produção de pintainhos, que saltou para 14,7 milhões de cabeças/mês. Por outro lado, as granjas próprias e de integrados parceiros geraram, durante o ano, 347,3 milhões de ovos, 94,61% dos quais eram incubáveis.
Leite e massas
O setor de lácteos enfrentou alguns transtornos. Foi afetado em 2022 pela estiagem nas regiões produtoras (que repercutiu na redução da produção), pela importação de lácteos (que aumentou a oferta no mercado doméstico), pelo achatamento do poder aquisitivo da população (que impediu a expansão do consumo de lácteos), entre outros fatores.
A Aurora Coop recebeu 507,5 milhões de litros de leite para processamento industrial, volume 8% abaixo do ano anterior. Essa matéria-prima permitiu, entre outros aproveitamentos, a produção 216,6 mil toneladas de industrializados (aumento de 2,3%) em oito linhas: bebida láctea, leite UHT, leite em pó, soro em pó, creme de leite, queijo em barra, queijo fatiado e requeijão. Primeiro leite do mundo a adotar o avançado sistema de rastreabilidade, essa matéria-prima é fornecida por 3.236 produtores rurais altamente treinados em estabelecimentos rurais tecnicamente qualificados situados em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A linha de industrializados de massas – formada por lasanhas, pizzas, pão de queijo, sanduíches e prato pronto – evoluiu 33,2% para 11,4 mil toneladas.
A Aurora Coop encerrou o ano com aumento de 2% no quadro geral de colaboradores que chegou a 40.398 empregados diretos – 23.177 homens e 17.221 mulheres. O aumento de 865 novos postos de trabalho buscou atender a ampliação do processo produtivo nas 18 unidades industriais e a expansão da atuação comercial.
Desenvolvimento regional
A Cooperativa prestou importante cooperação ao desenvolvimento econômico das comunidades locais nos cerca de 700 municípios onde atua direta ou

Vice-presidente da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan, diretor comercial Leomar Somensi, secretário Romeo Bet e o presidenteda Aurora Coop, Neivor Cantor
indiretamente. Essas regiões produtoras foram beneficiadas com a geração de R$ 2,1 bilhões em ICMS, R$ 11,7 bilhões em valor adicionado na atividade agropecuária, R$ 5,2 bilhões em valor adicionado na atividade industrial, além de R$ 2,5 bilhões em salários e encargos sobre a folha de pagamentos.
Mandatos renovados
A Assembleia Geral da Aurora Coop elegeu, nesta semana, o Conselho de Administração para o quadriênio 2023-2027. Foram renovados os mandatos do presidente Neivor Canton, do vice-presidente Marcos Antonio Zordan e do secretário Romeo Bet. Como conselheiros foram eleitos Luiz Vicente Suzin (Coopervil), Marcos Antonio Trintinalha (Cocari), Élio Casarin (Cooper A1) e Ademir Proner (Coolacer).
O Conselho Fiscal também foi renovado e passou a ser constituído por Sérgio Luiz Marcon (Cooasgo), Luiz Carlos Chiocca (Copercampos) e Cláudio Post (Auriverde) como membros efetivos; e Vanduir Luis Martini (Copérdia), Arno Pandolfo (Cooperitaipu) e Cládis Jorge Furlanetto (Cooperalfa) como conselheiros suplentes.

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Armazenamento correto garante qualidade e previne perdas de produtos pecuários
Boas práticas são essenciais para a produtividade da fazenda e envolvem higiene, controle de temperatura e organização física do espaço.

Na pecuária, o bom desempenho do rebanho está ligado a fatores como alimentação, controle de doenças e parasitas, cuidado com o bem-estar animal e monitoramento constante do gado. Além desses critérios, as boas práticas no armazenamento de produtos destinados aos animais também devem ser consideradas essenciais, uma vez que previnem perdas e garantem a produtividade da fazenda.
As boas práticas visam garantir a qualidade, segurança e valor dos produtos, prevenindo contaminações e perdas. Os procedimentos envolvem higiene, controle de temperatura e organização física do espaço, e variam conforme o tipo de produto (ração, suplementos, medicamentos). “Esses princípios mantêm a boa qualidade desses itens, evitando, além das perdas ligadas ao seu valor financeiro, chance de contaminar outros artigos ou provocar doenças no rebanho”, explica o zootecnista Bruno Marson.
Antes de armazenar os produtos, é importante observar qual tipo de espaço ele deve ser guardado. Rações e suplementos precisam ser armazenados em locais secos e arejados, preferencialmente em suas embalagens originais ou em recipientes herméticos, sobre paletes e afastados das paredes para evitar umidade e acesso de pragas. “No caso de medicamentos e vacinas veterinárias é preciso seguir rigorosamente as instruções do fabricante quanto à temperatura, uma vez que muitos desses produtos requerem refrigeração e condições de armazenamento em local seguro e separado de outros produtos químicos”, destaca Marson.
No caso de defensivos agrícolas e químicos, o armazenamento deve ser feito em local isolado, com ventilação adequada, piso impermeável e sinalização de perigo. A legislação brasileira dispõe sobre o sistema de armazenagem dos produtos agropecuários, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fornece cartilhas de boas práticas para serviços de alimentação que são relevantes para produtos de origem animal.
Princípios fundamentais
Marson enfatiza que a higiene rigorosa é essencial, por isso é necessário manter as instalações, equipamentos e utensílios sempre limpos e sanitizados, e que a higiene pessoal dos colaboradores também é crucial. Os locais de armazenamento devem ser limpos, organizados, bem ventilados e protegidos da luz solar direta, umidade, insetos, roedores e outros animais.
No caso da temperatura, seu controle é vital, especialmente para insumos como vacinas e medicamentos. Câmaras frias e refrigeradores devem ser usados conforme as especificações do fabricante. “As embalagens devem proteger o produto da umidade e de contaminações externas. No caso de rações e grãos a granel, deve-se prevenir o ataque de pragas através de iscas, evitar acesso livre ao material e bloquear possíveis abrigos”, orienta.
Outra dica de Marson é organizar os produtos de forma a permitir a fácil inspeção e limpeza e implementar a rotação de estoque (primeiro a entrar, primeiro a sair – PEPS) para garantir que os produtos mais antigos sejam usados antes de vencerem. Além disso, implementar um plano eficaz para a gestão de resíduos e controle de pragas para evitar a infestação das instalações. “Seguindo essas orientações, os produtos ficarão bem armazenados, garantindo assim a produtividade do rebanho e a rentabilidade da fazenda”, menciona Marson.
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Sobretaxas dos Estados Unidos derrubam exportações brasileiras em vários setores
Estudo mostra que apenas seis dos 21 segmentos conseguiram compensar, em outros mercados, a queda nas vendas ao mercado americano.

As sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros tiveram impacto amplo e negativo sobre as exportações do país. Um estudo da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) mostra que apenas seis dos 21 setores exportadores conseguiram compensar, em outros mercados, as perdas registradas nas vendas ao mercado americano.
Entre agosto e novembro de 2025, todos os setores analisados venderam menos para os Estados Unidos na comparação com o mesmo período de 2024. A queda somada alcançou US$ 1,5 bilhão. Em praticamente todos os segmentos, a retração das exportações para os EUA foi mais intensa do que a variação das vendas globais, o que evidencia o peso do mercado americano para a pauta exportadora brasileira.

Foto: Vosmar Rosa/MPOR
A tentativa de redirecionar exportações para outros países não foi suficiente para a maioria dos setores. Em 15 dos 21 segmentos avaliados, o crescimento das vendas ao restante do mundo não conseguiu compensar as perdas nos Estados Unidos. Juntas, essas áreas acumularam redução de US$ 1,2 bilhão.
Os impactos mais expressivos foram registrados nos setores de alimentos, como mel e pescados, além de plástico e borracha, madeira, metais e material de transporte. Apenas seis setores conseguiram equilibrar as perdas com vendas em outros mercados: produtos vegetais; gorduras e óleos; químicos; pedras preciosas; máquinas e aparelhos elétricos; e máquinas e instrumentos mecânicos.
Mesmo nesses casos, a compensação foi limitada. O estudo aponta que, muitas vezes, os produtos exportados para outros destinos não são os mesmos que tradicionalmente têm os Estados Unidos como principal mercado. Isso indica que a substituição do mercado americano ocorre de forma incompleta, tanto em valor quanto em perfil de produtos.
No setor de máquinas e aparelhos elétricos, por exemplo, as exportações para os Estados Unidos recuaram US$ 104,5 milhões no período analisado. Já as vendas para outros mercados cresceram US$ 650 milhões. Apesar do saldo positivo, itens específicos de maior valor agregado, como transformadores e geradores, também tiveram desempenho fraco fora dos EUA. As exportações de transformadores caíram tanto para o mercado americano quanto para o restante do mundo, enquanto os geradores registraram queda acentuada nos EUA e avanço modesto nos demais destinos.

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná
O levantamento reforça que o mercado dos Estados Unidos segue difícil de substituir. Além do volume, o país importa produtos mais diversificados e com maior valor agregado, o que limita a capacidade de redirecionamento das exportações brasileiras no curto prazo.
Para a Amcham, os dados mostram que a diversificação de mercados ajuda, mas não resolve. A entidade avalia que, para grande parte da indústria brasileira, as perdas provocadas pelas sobretaxas não podem ser plenamente revertidas sem avanços nas negociações comerciais com os Estados Unidos.
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Preços dos grãos terminam 2025 sob pressão e incerteza no mercado
Soja, milho e trigo enfrentaram um ano de ajustes ao longo da cadeia global.

O mercado global de commodities encerrou 2025 marcado por preços pressionados, oferta elevada em várias cadeias e forte influência de fatores externos. Para 2026, o cenário segue condicionado a decisões políticas, tensões comerciais, clima e ajustes entre oferta e demanda, aponta a análise da Hedgepoint Global Markets.
No plano internacional, as políticas tarifárias dos Estados Unidos continuam no radar, com potencial para alterar fluxos comerciais, especialmente na relação com a China. A disputa entre as duas potências segue como um dos principais focos de atenção dos mercados. Em países emergentes, eleições também devem influenciar o ambiente econômico. No Brasil, o processo eleitoral previsto para outubro tende a aumentar a volatilidade ao longo do ano.
Na política monetária, a expectativa é de um período de maior equilíbrio. Após cortes de juros em 2025, bancos centrais como o Federal Reserve e o Banco Central Europeu se aproximam de uma fase de estabilização. No Brasil, há espaço para redução da taxa Selic ao longo de 2026, desde que as expectativas de inflação permaneçam controladas, com projeção de encerrar o ano em torno de 12%.
Esse pano de fundo macroeconômico e geopolítico se soma aos desafios específicos de cada mercado agrícola, especialmente ligados ao clima, à produção e ao consumo.
Complexo soja
O mercado de soja viveu em 2025 um cenário de forças opostas. A safra recorde da América do Sul contrastou com a redução de área nos Estados Unidos. A guerra comercial reduziu a demanda pela soja americana, ao mesmo tempo em que o crescimento do esmagamento e a perspectiva de maior uso de biocombustíveis ajudaram a sustentar o mercado. Uma trégua nas tensões entre EUA e China deu algum fôlego aos preços no fim do ano.
Em 2026, quatro pontos concentram as atenções. O primeiro é o volume de compras da China de soja norte-americana, após o compromisso de aquisição de pelo menos 25 milhões de toneladas. O segundo envolve o biodiesel nos Estados Unidos, cujas definições adiadas em 2025 devem impactar óleos vegetais e farelo no próximo ano. O terceiro fator é o clima na América do Sul, com incertezas sobre o potencial produtivo de Brasil e Argentina. Por fim, a decisão sobre a área de plantio nos EUA para a safra 26/27 dependerá do comportamento dos preços, com possibilidade de migração de área do milho para a soja.
Milho e trigo
No milho, 2025 foi marcado por produção recorde nos Estados Unidos, resultado da combinação entre aumento de área e condições climáticas favoráveis. As exportações surpreenderam positivamente, sustentadas pela competitividade dos preços. No trigo, grandes produtores também ampliaram a oferta, levando a produção global a níveis elevados.
Para 2026, o clima na América do Sul será determinante. Brasil e Argentina podem elevar a produção se as condições forem favoráveis, embora o fenômeno La Niña traga riscos, especialmente para a safra argentina. No Brasil, atrasos no plantio da soja podem comprometer o calendário do milho safrinha, elevando a exposição a riscos climáticos. Ainda assim, há tendência de aumento de área, impulsionada pela demanda crescente por etanol de milho, com novas plantas previstas para entrar em operação.
Nos Estados Unidos, a definição da área entre milho e soja dependerá da relação de preços no primeiro trimestre de 2026. Apesar da possibilidade de redução de área do milho, a demanda aquecida pode limitar cortes mais significativos. No trigo, as atenções se voltam ao clima no desenvolvimento da safra de inverno do Hemisfério Norte, em um contexto de transição do La Niña para condições neutras ao longo do primeiro semestre.




