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Aurora apoia o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite, em Chapecó

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A Coopercentral Aurora Alimentos apoia o IV Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura Leiteira, que será realizado nesta semana dias 24 a 25 de outubro, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. O objetivo é trazer informações atuais sobre os aspectos mais importantes da cadeia leiteira, na busca de uma maior produtividade para o produtor e para a agroindústria.
Para o gerente de lácteos da Aurora, Selvino Giesel, o evento tem papel fundamental para a cadeia produtiva por ter a programação elaborada por profissionais da região, que estão atuando nas principais empresas do setor. “Neste sentido, serão transmitidos conhecimentos, supridos os anseios dos produtores e esclarecidas dúvidas dos técnicos com palestras”, complementou.
O evento é organizado pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). A entidade é responsável por dois simpósios técnicos anuais de suinocultura e avicultura, o que criou uma tradição no setor de eventos técnicos respeitados pelo mercado. “O núcleo está ligado a todas as empresas do agronegócio, por isso contribuirá com sua experiência e conhecimento, aglutinará esforços na busca de soluções para o segmento de bovinocultura de leite”, observou. 
De acordo com Giesel, a Aurora apoia todos os eventos relacionados ao agronegócio e vislumbra positivamente iniciativas voltadas a melhoria da qualidade dos produtos. “Sabemos da seriedade e da competência das pessoas comprometidas na organização da promoção”, complementou.

SIMPÓSIO

A programação do simpósio foi elaborada com foco nas demandas regionais, por isso foram pesquisados os principais profissionais de agroindústrias e cooperativas. Também foram convidados os palestrantes nos maiores e mais avançados centros de pesquisa do setor.
Durante o evento serão abordados temas como qualidade do leite com foco em fraudes, mercado do leite, estratégias para minimizar os efeitos negativos do período de transição de vacas leiteiras, higiene zootécnica em bovinocultura leiteira, cruzamento em gado leiteiro e gerenciamento da atividade leiteira. 

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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