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Aurora amplia exportações em 2014

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A Cooperativa Central Aurora Alimentos – um dos três maiores conglomerados  brasileiros da indústria de carnes – ampliou neste ano em 21% o volume e em 27% as receitas com exportação de carnes. Ao transmitir a informação, o presidente Mário Lanznaster destacou que, no período de janeiro a julho, a empresa embarcou 143 mil toneladas, ou seja, mais de 20 mil toneladas em média por mês. Os principais mercados atendidos pela Aurora são Hong Kong, China, Japão, Oriente Médio, Cingapura e Rússia. 
         Neste mês a Rússia aprovou novas plantas da Aurora para importação de carne. Atualmente, estão homologadas as unidades de Sarandi (RS) e Chapecó (FACH 1) para suínos e Abelardo Luz (SC) para aves. Além dessas, já estavam aprovadas duas unidades de aves: Maravilha e Xaxim, ambas de Santa Catarina.
         O gerente geral de exportação Dilvo Casagranda expõe que as vendas para a Rússia sofrem muitas variações, mas a demanda não é temporária, uma vez que o país depende da importação de volumes significativos para abastecer o consumo interno. Normalmente há uma diminuição do volume exportado a partir da segunda quinzena de novembro, em razão de vários fatores:  esgotamento das cotas de importação as quais serão redistribuídas no ano seguinte, fechamento do ano fiscal, rigoroso inverno com previsível congelamento dos portos e paralisação das operações de desembarque.
A Aurora não exporta suínos para Rússia desde 2011, pois tinha  planta habilitada somente para carne de aves. Agora, a empresa tem expectativa de voltar a exportar significativos volumes mensais de carne suína para aquele mercado. Neste momento, os preços estão atrativos em relação a outros mercados, devido ao desabastecimento de carne suína na Rússia e a necessidade de cumprimento de cotas de importação por parte dos importadores daquele país. Os produtos da pauta de exportação incluem os seguintes cortes: meia-carcaça, pernil, paleta, sobrepaleta, lombo, barriga, filezinho, recortes magros, recortes gordos e carré.
Na área de aves, a Aurora exporta atualmente para a Rússia uma média de 2.000 toneladas por mês. A expectativa de crescimento da exportação de aves é de  mais 1.000 toneladas por mês (crescimento de 50%), chegando a embarques totais mensais de 3.000 toneladas/mês. Os preços estão superiores a outros mercados devido ao desabastecimento interno na Rússia. Os produtos exportados são meio-peito, asas, coxas, sobrecoxas e leg quarter (perna com dorso), além de miúdos (moela).
         

Evolução

         As vendas da Aurora no mercado externo, em 2013,  representaram 1 bilhão e 55 milhões ou  18,63% da receita bruta, tendo sua maior expressão nas carnes de aves (com 762,4 milhões de reais) e nas carnes suínas (com 300,3 milhões de reais). Neste ano, crescerão para pelo menos 20% das receita operacional bruta. O montante das divisas que serão obtidas com as vendas externas em 2014 não foi revelado.
         O desempenho da Aurora no comércio exterior evolui fortemente: em 2012 contribuía em 15,77% no faturamento global e em 2013 passou a 18,63%. O volume exportado em 2013 cresceu 34,8% para 196.272 toneladas e as divisas obtidas no exterior aumentaram 46,7% para 1 bilhão e 63 milhões de reais.
         Os principais destinos no ano passado foram Ásia (absorveu 27% das exportações), Japão (15%), África (12%), Europa (11%) e Oriente Médio (10%), seguindo-se Ucrânia (6%), Rússia (5%), Eurásia e Cingapura, ambos com 3%. No total, mais de 60 países compram produtos da Aurora. 
 

Fonte: MB

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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