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Aurora Alimentos premia Destaques da Suinocultura de 2018
Técnicos e produtores rurais foram homenageados

A Cooperativa Central Aurora Alimentos abateu e processou 5 milhões e 80 mil cabeças de suínos em 2018, aumento de 7,7% em relação ao ano anterior. Esses números são resultado do empenho e da dedicação de centenas de produtores rurais que investem diariamente na suinocultura. Visando incentivar as melhorias na cadeia de produção, buscando sempre a competitividade sob os aspectos social, ambiental e econômico, a Aurora Alimentos valoriza o trabalho feito por técnicos de campo e produtores rurais que se destacaram na atividade Suicooper III e Creche Aurora. Nessa semana, a Coopercentral homenageou esses profissionais durante o evento “Destaques da Suinocultura”.
A diretoria da Aurora Alimentos e das cooperativas filiadas entregaram uma placa de agradecimento aos homenageados nas categorias de técnico destaque creche, produtor destaque creche, técnico destaque suicooper III com produção segregada e normal, técnico destaque suicooper III mercado Brasil, técnico destaque dos destaques, produtores destaques suicooper III produção segregada e mercado Brasil, além das cooperativas destaques suicooper III, produção segregada e mercado Brasil.
O diretor de agropecuária da Aurora Alimentos Marcos Antônio Zordan, salientou que os consumidores são os que ditam as regras de mercado e estabelecem as exigências e padrões desejados. “Para garantir a sobrevivência neste mercado competitivo temos que atender as exigências, atingir bons desempenhos zootécnicos com baixos custos de produção”.
Segundo Zordan, o programa Suíno Ideal é um processo de melhoria contínua e está sempre voltado para as demandas de mercado, buscando inovações tecnológicas que agreguem valor à cadeia. “Isso se consegue através da implantação de padrões de manejo e de assistência técnica. A aplicação destes procedimentos nas rotinas dos técnicos e produtores seguramente garante as melhorias que o mercado exige e por esse empenho diário desses profissionais é que reconhecemos a importante atuação de cada um nesse processo produtivo”, complementou.
O vice-presidente da Aurora Alimentos Neivor Canton observou que as cadeias produtivas de suínos das cooperativas associadas à Aurora têm um alto nível de qualidade. “O prêmio demonstra o resultado positivo alcançado pelos produtores, técnicos e, consequentemente, cooperativas. É a valorização da dedicação diária do produtor que se compromete em atender as exigências do mercado e em produzir suínos de qualidade, dentro dos padrões de sanidade e sustentabilidade”, observou.
Premiados
Pelo segundo ano consecutivo foi reconhecido como técnico destaque creche 2018 Juliano Perotoni, da Copérdia e da Aurora Alimentos com 9,38 pontos. O prêmio produtor destaque creche Aurora foi para Gebrair Tizatto, associado da Copérdia com 9,35 pontos. Na categoria de técnico destaque suicooper III produção segregada Elizeu Elias Padilha, da Coolacer, alcançou a segunda colocação com 8,8 prontos e o primeiro lugar foi para Mauro Krohn, da Copérdia também com 8,8 pontos, porém com mais tempo de empresa.
Em segundo lugar como técnico destaque suicooper III mercado Brasil ficou Vantuir Leoben, da Cooper A1, com 8,32 pontos. A primeira colocação na categoria foi para o técnico também da Cooper A1 Jucenir Perin, com 9,07 pontos. O técnico escolhido como destaque dos destaques foi Jucelino Dalla Nora, da Cooper A1.
Dalla Nora é técnico em agropecuária desde 2000, ano que também iniciou na Cooper A1. Desde 2004 trabalha na assistência técnica e em 2009 iniciou a assistência na produção de suínos terminados. O técnico acredita que o sucesso se dá através do foco nos objetivos. Para ele, sua maior satisfação está nas mudanças que consegue implantar nas propriedades em que atua, tanto nos resultados, como no desenvolvimento das pessoas envolvidas com as atividades.
Entre os produtores rurais o segundo lugar no prêmio de destaque suicooper III produção segregada ficou com Amarildo Chiamolera, associado à Coolacer, com a nota 9,80. Em primeiro lugar foi premiado Marcial Smaniotto, da Cooperalfa com 9,85 pontos.
Smaniotto começou na atividade de suinocultura aos 13 anos de idade, juntos com os pais, sempre buscando realizar um trabalho bem feito e melhorias para propriedade. Casou-se no ano de 2003 com Adriana Janini e juntos se dedicam as atividades da propriedade. A Granja Smaniotto conta com um plantel de aproximadamente 900 suínos. “Com o apoio da Aurora e Alfa sempre respeitando e ouvindo as ideias dos técnicos, nós nos sentimos orgulhosos de conquistar muitas vitórias. Hoje somos uma empresa rural produzindo alimentos com qualidade”.
Na categoria suicooper III mercado Brasil a segunda colocação ficou com o produtor rural Dirceu Saugo, associado da Cooper A1, com 9,85 pontos. Na primeira colocação ficou Lucimar Munslinger também da Cooper A1 com 9,97 pontos.
Entre as cooperativas destaque na categoria suicooper III produção segregada o segundo lugar ficou com a Copérdia que atingiu 8,21 pontos na avaliação. A primeira colocada foi a Coolacer com 8,33 pontos. Na categoria suicooper III mercado Brasil a segunda colocada foi a Cooperitaipu com 8,25 pontos e na primeira colocação ficou a Cooper A1 com 9,02 pontos.
Para o presidente da Cooper A1, Elio Casarin, esse reconhecimento é resultado de um trabalho desenvolvido pela cooperativa há mais de 20 anos visando o melhor desempenho da produção de suínos. “Por meio da assistência técnica procuramos oportunizar uma constantemente melhoria genética, nutritiva, sanitária e ambiental. Esse é um trabalho constante e conjunto com a Aurora Alimentos e os produtores rurais que nos possibilitam esses resultados. Estamos muito felizes com os índices alcançados”.
Os produtores destaques serão premiados com uma viagem para Brasília junto com a esposa no mês de agosto. Os técnicos ganharam um fim de semana em um resort em Piratuba também com as esposas e as cooperativas recebem R$ 22 mil e R$ 15,5 mil para a primeira e segunda colocadas, respectivamente.
Propriedade rural sustentável
O assessor em suinocultura da Aurora Alimentos Sandro Treméa também falou durante a premiação sobre os resultados alcançados por meio do programa Propriedade Rural Sustentável Aurora Alimentos (PRSA), que serve de base para a avaliação dos produtores e técnicos que são certificados. Segundo ele, o programa proporcionou evolução nas melhorias das propriedades desde o último ano. “Das propriedades certificadas em 2017, 93,34% também se certificaram em 2018, além disso identificamos um maior envolvimento dos técnicos na propriedade e com os produtores”, pontuou. O programa oportunizou, ainda, qualificação da integração Aurora e informações mais completas nas planilhas do PRSA.

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MBRF integra Índice Carbono Eficiente da B3
Empresa passa a integrar o ICO2 após fusão entre Marfrig e BRF, com reconhecimento à gestão das emissões de gases de efeito estufa.

A MBRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, integra a carteira 2026 do Índice Carbono Eficiente da B3 (ICO2 B3), que reconhece empresas com desempenho consistente na gestão e na transparência das emissões de gases de efeito estufa (GEE), contribuindo para o avanço da transição para uma economia de baixo carbono. No processo de avaliação, 94 companhias foram analisadas, das quais 65 foram selecionadas para compor a nova carteira.
Esta é a primeira avaliação da companhia como MBRF, após a fusão entre Marfrig e BRF, concluída em 2025. No ciclo anterior, a Marfrig integrou o ICO2 B3 pelo quinto ano consecutivo, enquanto a BRF participou da carteira pela 14ª vez.
“A inclusão da MBRF na carteira do ICO2 B3 evidencia a robustez das práticas para mitigação e adaptação climáticas da companhia e reflete a consolidação de uma trajetória construída por Marfrig e BRF, já reconhecidas individualmente pela eficiência na gestão das emissões. Agora, ampliamos esse legado, com uma atuação integrada, em maior escala e com compromisso permanente com a agenda climática”, afirma Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da MBRF.
Criado pela B3 em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ICO2 avalia indicadores como metas de mudanças climáticas atreladas a remuneração variável dos executivos, reporte público de emissões de gases de efeito estufa, estudo de identificação de riscos e/ou oportunidades relacionados ao clima, plano de transição alinhado à ambição de limitar o aquecimento global a 1,5°C (conforme preconizado pelo Acordo de Paris), metas de descarbonização da cadeia de valor, entre outros.
Mudança do clima
Para mitigar os efeitos da mudança do clima e contribuir para o fortalecimento de uma economia de baixo carbono, a MBRF estabeleceu compromissos e metas de redução das emissões de gases de efeito estufa. Os desafios climáticos foram validados pela Science Based Targets initiative (SBTi) e estão alinhados com o objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5º C, conforme estabelecido no Acordo de Paris. O plano de ação está baseado em quatro frentes de ação: cadeia livre de desmatamento, agropecuária de baixo carbono, transição energética e eficiência operacional.
Entre as ações, destacam-se a geração de créditos de carbono certificados, com rentabilidade compartilhada ao longo da cadeia; o desenvolvimento de sistemas integrados de lavoura-pecuária-floresta (ILPF), certificados em parceria com a Embrapa; o uso de fontes renováveis, que já respondem por cerca de 50% da eletricidade consumida nas operações industriais, além da adoção de energia solar em aproximadamente 60% da criação de aves e suínos. A empresa também atua na intensificação e no manejo adequado de pastagens, evitando a supressão de vegetação nativa, investe no Programa de Produção Sustentável de Bezerros da IDH – The Sustainable Trade Initiative, e promove o melhoramento genético integrado que reduz o tempo de preparo dos animais para o abate, contribuindo para a diminuição das emissões.
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Florescimento da soja define potencial produtivo da lavoura
Fatores climáticos, nutrição equilibrada e manejo adequado são decisivos para o pegamento de flores e a formação de vagens.

O florescimento da soja marca uma das fases mais estratégicas do ciclo da cultura, pois é nesse período que se define grande parte dos componentes de produtividade. Aspectos fisiológicos, ambientais e de manejo atuam de forma integrada e podem favorecer ou limitar o pegamento de flores e a formação de vagens, refletindo no rendimento final da lavoura.
Entre os principais fatores que influenciam o florescimento estão o fotoperíodo, a temperatura, a disponibilidade hídrica e a nutrição da planta. Fotoperíodo e temperatura atuam conjuntamente sobre o desenvolvimento da soja, sendo que cada cultivar apresenta exigências específicas de soma térmica para completar seu ciclo.

Foto: Shutterstock
Já o déficit hídrico reduz a divisão e o alongamento celular, diminui a área foliar e o porte das plantas, resultando em menor formação de nós. Como consequência, ocorre redução no número de flores, vagens e grãos, afetando diretamente os componentes de produção.
A nutrição equilibrada também é determinante nessa fase. Todos os macro e micronutrientes são importantes, mas alguns se destacam durante o florescimento da soja, como fósforo, potássio, cálcio, boro, magnésio, cobalto e molibdênio. Esses nutrientes estão diretamente ligados à formação das flores, à polinização, ao transporte de carboidratos, à nodulação e ao enchimento de grãos. Deficiências nutricionais, especialmente de cálcio e boro, podem provocar baixa formação de flores e vagens.
Segundo o PhD em Agronomia em Ciência do Solo, Roni Fernandes Guareschi, além dos fatores abióticos, questões de manejo também interferem no florescimento e, por isso, requerem planejamento e correta execução das práticas agrícolas neste momento. “As análises de solo e foliar permitem identificar e corrigir desequilíbrios nutricionais que comprometem o desenvolvimento da planta e aumentam o risco de abortamento. A escolha de sementes de alta qualidade, de variedades adaptadas à região, o respeito à janela de plantio e um manejo eficiente de pragas e doenças são fundamentais para garantir um florescimento uniforme e dentro do potencial de cada cultivar”, afirma.
Florescimento e o início do verão
A qualidade da semente utilizada na implantação da lavoura exerce forte influência no florescimento. Sementes com alto vigor, boa germinação e sanidade favorecem um estabelecimento mais rápido e uniforme, com sistema radicular mais desenvolvido e maior eficiência na absorção de água e nutrientes, resultando em maior número de flores, vagens e grãos.

Foto: Gilson Abreu
Nesse contexto, o suporte técnico especializado contribui para decisões mais assertivas ao longo do ciclo. “Além de auxiliar na escolha da variedade mais adequada para cada região e condição climática, o time de campo orienta o produtor durante toda a safra com análises de solo e foliar e na seleção correta dos insumos para promover estandes mais uniformes e maior segurança na floração e formação de vagens”, destaca Guareschi.
Com a lavoura em fase reprodutiva e sob condições típicas do início do verão, o produtor deve ter ainda mais atenção ao manejo. “Monitorar a nodulação da soja, acompanhar pragas e doenças de forma contínua e adotar estratégias para estimular o máximo potencial fisiológico da planta são cuidados essenciais para minimizar os efeitos dos estresses abióticos e preservar o desempenho da cultura”, reforça.
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Dia de Campo da Copacol apresenta pesquisas e tecnologias para elevar a produtividade
Evento reúne cooperados no CPA, em Cafelândia (PR), e destaca manejo, cultivares e cenário do mercado de commodities.

Com o objetivo de potencializar a produção e preparar cada vez mais os cooperados, o 35° Dia de Campo de Verão Copacol apresentou estudos exclusivos realizados pelo Centro de Pesquisa Agrícola (CPA). “É muito bom receber nossos cooperados para compartilhar novidades e apresentar tecnologias que, se aplicadas nas propriedades, trarão uma melhor produtividade. Além de preparar nossos cooperados para bons resultados no campo, aqui também queremos trazer uma visão comercial, afinal, essas duas coisas precisam estar alinhadas na busca de melhores resultados”, afirma o diretor-presidente, Valter Pitol.
- Valter Pitol fez a abertura do Dia de Campo de Verão da Copacol
- O secretário Márcio Nunes foi recebido por Valter Pitol

Cooperado Lucas visitou o CPA com o filho Gustavo: “Aqui no evento podemos ver o comparativo das cultivares que depois vamos levar para dentro das nossas lavouras”
Entre os temas abordados estiveram os resultados de pesquisa referente a compactação do solo e seus feitos sobre o sistema de produção; plantas daninhas: o custo oculto no sistema de produção; milho safrinha: os desafios para altas produtividades; manejo de doenças da soja: estratégias de aplicação para preservar o potencial produtivo e um painel de cultivares de soja recomendadas pelo CPA. A abertura do evento também contou com uma palestra especial sobre tendências do mercado de commodities com o palestrante Étore Baroni, da Stone-X Brasil.
Para o cooperado Lucas Antunes Jasper, de Cafelândia, essa é uma oportunidade imperdível para quem produz no campo. “Aqui no evento podemos ver o comparativo das cultivares que depois vamos levar para dentro das nossas lavouras. Conseguimos ver lado a lado todos os testes e tudo fica bem claro para nós. O CPA consegue nos orientar sobre os melhores manejos e isso faz com a que ganhemos tempo e estejamos sempre a frente com a nossa produtividade”, comenta o produtor que participou do evento no primeiro dia.
Além da presença dos cooperados e cooperadas, colaboradores e pesquisadores do CPA, o secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Márcio Nunes, também prestigiou o evento. “A Copacol é uma das cooperativas mais importantes do mundo com produtos exportados para muitos países. E ela faz um trabalho sensacional com os produtores, um exemplo é esse Dia de Campo. A Copacol treina, adapta e coloca o produtor em situações de competitividade, tudo isso visando a melhoria da qualidade de vida através do aumento da renda do produtor, estimulando que as famílias fiquem no campo”, completa o secretário.
Nesta sexta-feira (09) um novo grupo de produtores participa do Dia de Campo de Verão da Copacol. As atividades começam a partir das 08 horas no CPA, em Cafelândia (PR).
- Cooperados puderam tirar dúvidas sobre os resultados das pesquisas
- A equipe técnica da Copacol recebeu os cooperados em cada etapa
- O secretário de Agricultura e do Abastecimento do Paraná conheceu as áreas de pesquisa do CPA








