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Notícias Balanço de 2019

Aurora Alimentos apresenta resultados do ano do cinquentenário

Aurora encerrou 2019 com uma receita operacional bruta de R$ 10,9 bilhões e sobras da ordem de 5,48%

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Divulgação/Assessoria

O exercício de 2019 oportunizou dois eventos emblemáticos para a Cooperativa Central Aurora Alimentos: assinalou o seu 50º aniversário de fundação e constituiu-se no ano de melhor resultado econômico das suas cinco décadas de trajetória. A Aurora encerrou 2019 com uma receita operacional bruta de 10,9 bilhões de reais (elevação de 20% em relação a 2018) e sobras da ordem de 5,48 %. Os resultados são surpreendentes, especialmente se comparados aos do ano anterior, quando foram contabilizados 153 milhões de perdas.

Os números do desempenho da Aurora foram apresentados nesta semana pelo presidente Mário Lanznaster, pelo vice-presidente Neivor Canton, pelo diretor de agropecuária Marcos Antônio Zordan e pelo diretor comercial Leomar Somensi.

Apesar dos desafios e ameaças habituais ao complexo universo da indústria mundial de alimentação, o ano de 2019 foi esplêndido no sentido de que o Sistema Aurora (a Cooperativa Central e suas 11 cooperativas filiadas) atuou como uma orquestra extremamente afinada e harmonizada e conquistou resultados inusitados. A estrutura operacional – 32 unidades produtoras, 28 unidades comerciais, 2 centros logísticos, 1 sede corporativa comercial em Guarulhos e a sede administrativa em Chapecó – funcionou à pleno vapor, otimizando e inovando em todos os processos.

O mercado interno continuou absorvendo a maior parte da produção, porém, o mercado externo exerceu um papel exponencial nos resultados da Aurora e respondeu por 30% das receitas obtidas em 2019 e 26% dos volumes produzidos. As vendas no mercado doméstico cresceram 12% e atingiram 7,9 bilhões de reais com destaque para carnes suínas, carnes de aves, derivados lácteos, derivados vegetais, massas, peixes, depois reprodutores, pintos, ovos, matrizes.

Exportações

De outra parte, as exportações totalizam 3,27 bilhões de reais em receita líquida, o que representa um crescimento de 46,8% em relação a 2018. O negócio aves respondeu por 62,4% das vendas externas, com 2,04 bilhões de reais; o negócio suíno participou com 37,6%, com faturamento de 1,23 bilhão de reais. Os embarques, em volumes, totalizaram 387.131 toneladas, embutindo avanço de 15,8%. Carnes de aves representaram 67,8% do volume e carnes suínas 32,2%.

O comportamento do mercado externo foi determinante para os bons resultados alcançados. As epizootias que se alastraram pela Ásia e agora ameaçam o Leste Europeu – especialmente a Peste Suína Africana (PSA) – provocaram uma demanda sem precedentes por proteína animal no mercado mundial, beneficiando os países produtores. A Aurora otimizou as ações comerciais e inseriu-se com competência nesse cenário, direcionando para o mercado asiático 56,95% de suas cargas.

Suinocultura, avicultura e leite

A suinocultura continuou a principal atividade. No campo, 2.261 produtores rurais cooperados utilizaram a melhor genética e as melhores práticas de produção para oferecer essa matéria-prima para processamento industrial. Em 2019 foram abatidos 5,26 milhões de suínos nas sete unidades industriais com incremento de 3,54% em relação ao ano anterior. Todas as plantas operaram à plena capacidade. A produção in natura totalizou 448,2 mil toneladas (aumento de 5,5%) e a industrialização fechou 365,4 mil toneladas (crescimento de 5,2%).

A avicultura também foi intensa e beneficamente impactada pelo aquecimento do mercado doméstico e pelas compras asiáticas em 2019. Os 2.158 estabelecimentos rurais de avicultores cooperados e integrados produziram 242,6 milhões de frangos. Esse plantel de avicultura de corte foi abatido e processado nas sete indústrias avícolas – que utilizaram toda a capacidade produtiva instalada – e representa, em volume, um avanço de 5,71% em relação a 2018. A produção in natura de carnes de aves atingiu 489,6 mil toneladas (+4,8%) e a industrialização 56 mil toneladas (+4,3%).

No segmento de lácteos, a Aurora captou 511 milhões de litros de leite, mantendo o nível do ano precedente. O volume de industrialização – em razão das condicionantes comerciais de cada linha e das paradas temporárias para manutenção e substituição de equipamentos – foi reduzido em 2,8% e ficou em 482,6 milhões de litros. Os principais produtos foram leite UHT, queijos, leite em pó, soro em pó, creme de leite, iogurte, requeijão, nata e bebidas lácteas.

A produção total de rações em 2019 manteve o patamar do ano anterior: foram 1 milhão 634 mil toneladas entre rações para aves de corte, aves matrizes e suínos. A cooperativa Central mantém seis fábricas de rações (Chapecó, Erechim, Cunha Porã, Guatambu, Xaxim e Mandaguari) e duas unidades armazenadoras de grãos (Chapecó e São Gabriel do Oeste/MS).

As estratégias de marketing e o esforço comercial renderam uma expressiva participação no mercado nacional, de acordo a Nielsen Retail, principal instituto de pesquisa e auditoria do mercado. A Aurora detém 13,7% do segmento de industrializados de carnes e 7,4% em carnes congeladas. Na média, a participação da empresa (em volume) no mercado brasileiro de proteína animal é de expressivos 12,7%.

Empregos e benefícios

Para atender às demandas de aumento da produção foi ampliado em 7% o quadro de recursos humanos que fechou o ano com 30.331 empregados diretos. A Aurora despendeu 214 milhões de reais no plano de benefícios a esses trabalhadores, o que inclui plano de saúde, transporte, prêmio assiduidade, alimentação, previdência privada, prêmio tempo de serviço, auxílio creche e assistência odontológica. Os investimentos totais nos empregados somaram 1 bilhão 607 milhões de reais incluindo salários e encargos, benefícios, segurança e saúde, capacitação e desenvolvimento, auxílio escola.

Para premiar os esforços dos trabalhadores na melhoria dos níveis de qualidade, produtividade e resultados globais do negócio, a Cooperativa distribuirá por meio do Programa de Participação nos Resultados (PPR) 2,5 salários.Dessa forma, o empregado receberá no ano 15,5 salários.

A atuação da Aurora em todo o território nacional proporcionou importante contribuição ao desenvolvimento econômico de centenas de municípios brasileiros, destacando-se a geração de ICMS (1,3 bilhão de reais), valor adicionado na atividade agropecuária (4,5 bilhões de reais), valor adicionado nas atividades comercial e industrial (4 bilhões de reais) e remuneração e encargos sobre a folha de pagamento (1,6 bilhão de reais).

Os diretores anteciparam que em 2020 a Aurora implementará um programa de investimentos – já formatado e aprovado – da ordem de 400 milhões de reais. Essa decisão reflete otimismo com as condições “extremamente favoráveis do comércio internacional” e com as perspectivas de retomada do desenvolvimento econômico.

Fonte: Assessoria
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Notícias Piscicultura

Copacol anuncia parceria com frigorífico de peixes Tilápia Pisces

Segundo nota, com esta aquisição a Copacol tem o intuito de ampliar a estrutura voltada a piscicultura

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A Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol), com sede em Cafelândia, PR, anunciou essa semana a transação comercial das instalações da unidade industrial de peixes do Frigorífico Tilápia Pisces, que fica em Toledo, no Oeste do Paraná.

Segundo uma nota encaminhada pela Copacol, com esta aquisição a cooperativa tem o intuito de ampliar a estrutura voltada a piscicultura. “A Copacol está alicerçada na missão de implantar ações de cooperação ao agronegócio, com o propósito de fomentar o desenvolvimento regional por meio da diversificação de renda, impulsionar a geração de emprego e proporcionar oportunidades aos cooperados”, diz a nota.

As instalações do frigorífico possuem capacidade de abate de 40 mil tilápias/dia e ficam em uma área de 57 mil metros quadrados na estrada rural de acesso ao Distrito de São Luís do Oeste. “O acordo firmado entre o presidente da Copacol, Valter Pitol, e o sócio proprietário da Tilápia Pisces, Sidney Godinho, preserva o atual quadro de colaboradores e as demais ações da unidade industrial de peixes”, finaliza a nota.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Comércio Exterior

Esmagamento de soja nos EUA bate recorde mensal em junho, diz Nopa

Membros da Nopa, que realizam cerca de 95% de todo o processamento de soja nos EUA, esmagaram 167,263 milhões de bushels de soja no mês passado

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REUTERS/Dan Koeck

O esmagamento de soja nos Estados Unidos recuou pelo terceiro mês consecutivo em junho, mas a queda de 1,4% foi menor do que o esperado e o volume atingiu um recorde para meses de junho, disse a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (Nopa, na sigla em inglês) na quarta-feira (15).

Os membros da Nopa, que realizam cerca de 95% de todo o processamento de soja nos EUA, esmagaram 167,263 milhões de bushels de soja no mês passado, volume inferior aos 169,584 milhões de bushels processados em maio, mas que supera os 148,843 milhões de bushels esmagados em junho de 2019.

Esse foi o maior volume processado em um mês de junho na história, superando o nível de junho de 2018, segundo dados da Nopa. O resultado também ficou acima de todas as estimativas do mercado compiladas pela Reuters.

Em média, era esperado um processamento de 162,168 milhões de toneladas, de acordo com estimativas de nove analistas. As previsões variavam de 157 milhões a 166 milhões de bushels.

Os estoques de óleo de soja entre os membros da Nopa tiveram queda maior do que a projetada pelo mercado, para 1,778 bilhão de libras-peso — a média das expectativas de analistas para os estoques no mês era de 1,813 bilhão de libras-peso.

Já as exportações de farelo de soja avançaram em junho, atingindo 835.403 toneladas, ante 776.677 toneladas em maio e 554.867 toneladas em junho de 2019.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Exportações de 6 frigoríficos argentinos à China são suspensas por casos de Covid-19

China é o principal destino das exportações de carne bovina da Argentina

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REUTERS/Marcos Brindicci

Seis frigoríficos da Argentina tiveram suas exportações de carne para a China suspensas temporariamente depois de registrarem casos de coronavírus entre trabalhadores, disse na quarta-feira (15) o presidente do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) argentino.

A China é o principal destino das exportações de carne bovina da Argentina e, segundo Carlos Alberto Paz, chefe do Senasa, a decisão de deslistar as empresas foi tomada depois de Pequim pedir para o governo argentino oferecer garantias de segurança em meio à pandemia de coronavírus.

Seis dos 88 frigoríficos autorizados a exportar para a China, entre eles unidades da FRIAR e da Frigorífico Rioplatense, “não estão exportando temporariamente”, disse Paz, acrescentando que “assim que as fábricas estiverem em condições de voltar a exportar, voltaremos a habilitá-las”.

Segundo o Ministério da Agricultura argentino, 76% das 328.170 toneladas de carne bovina embarcadas pelo país sul-americano entre janeiro e maio tiveram como destino a China. “Eles (China) nos perguntaram que garantias poderíamos dar para que tivessem a segurança com os produtos que importam, e nós demos essas garantias”, afirmou Paz.

Até a quarta-feira, a Argentina registrou 106.910 casos de coronavírus, com 1.987 mortes, de acordo com dados oficiais.

Fonte: Reuters
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