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Aurora Alimentos: ações de cooperação com o meio ambiente

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“A Aurora, preocupada em produzir em harmonia com o meio ambiente, não poupa esforços para implantar programas ambientais em suas unidades, garantindo a sustentabilidade do empreendimento”, realça o presidente da Coopercentral Aurora Alimentos Mário Lanznaster, pelo Dia Mundial do Meio Ambiente e Ecologia, celebrado na última quarta-feira (5).
Neste contexto, diretores, funcionários e produtores estão engajados na defesa do meio ambiente e demonstram respeito e o compromisso da cooperativa por meio de ações do cotidiano, voltadas à preservação. “A cada ano, a Aurora reforça o compromisso com investimentos e melhorias contínuas em procedimentos operacionais, contribuindo para um desenvolvimento sustentável”, complementa.
A cooperativa utiliza o biogás, fonte de energia limpa, que substitui o gás liquefeito de petróleo consumido em grande quantidade na indústria. Esta energia autossustentável é armazenada em uma Central Geradora de Energia Elétrica e todo o seu potencial é retirado do gás produzido nas estufas pelos dejetos de suínos. “Esse fator traz à Aurora uma economia de recursos naturais, em especial da água, desta maneira é possível investir e aprimorar o sistema de energia sustentável colaborando com o meio ambiente”, ressalta Lanznaster.
As ações ambientais da Aurora são coordenadas pelo Departamento de Gestão Ambiental e praticadas nas unidades por equipes de trabalho, com o objetivo principal de produzir sem agredir o meio ambiente. A equipe de Gestão Ambiental realiza reuniões mensais para a tomada de decisões em relação à questão ambiental da empresa e para desenvolver programas internos de cuidado com o meio ambiente, desde do uso dos recursos naturais até o destino dos resíduos das fábricas. 
De acordo com a gerente de comunicação social da Aurora, Isabel Cristina Machado, as decisões são tomadas em conjunto e trabalhadas em todas as unidades da empresa. “Campanhas de conscientização e investimentos são debatidos e depois apresentados à direção da cooperativa, que tem na sua estratégia o cuidado e o zelo com os recursos naturais. Para trabalhar ainda mais a sustentabilidade, foi desenvolvido em 2012 um projeto para coletar óleo de cozinha usado. Todo o óleo coletado foi doado a entidades que produzem produtos derivados, como o sabão”, explica.
Resíduos Sólidos
No ano passado, os trabalho de gestão de resíduos sólidos tiveram continuidade em cumprimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Neste sentido, funcionários e a comunidade participaram de projetos em parceria com os Municípios para introduzir a coleta seletiva municipal. Também foram realizadas gincanas educativas, campanhas de arrecadação de materiais recicláveis, entre outras atividades para sensibilizar trabalhadores e familiares da necessidade em preservar o meio ambiente.
Água
Isabel enfatiza que a água utilizada na Aurora é tratada com respeito, pois é um recurso natural fundamental em cada etapa da produção, desde o campo até o produto final. “Campanhas de conscientização são desenvolvidas e os funcionários incentivados a reduzir o consumo de água, que após utilizada é tratada e devolvida ao meio ambiente com excelente qualidade”, ressalta. Além disso, um moderno laboratório é mantido para monitorar as águas e efluentes, demonstrando o cuidado com o meio ambiente.
Reciclagem
A cooperativa executa várias ações que visam o cuidado do meio ambiente. Entre elas, destaca-se o Programa Reciclagem Vida, que no ano de 2012 contribuiu com o recolhimento de 4.314.699,54 kg de materiais recicláveis, que seriam enviados aos aterros da região. Durante as datas comemorativas são desenvolvidas campanhas temáticas nas unidades da cooperativa. Na semana em que se celebra o Dia Internacional do Cooperativismo, a Aurora promove a campanha “Carona Amiga”, com o objetivo de incentivar os funcionários a deixar o carro em casa, para evitar o lançamento do gás carbônico na natureza. Estudos revelam que ao deixar de transitar com o veículo, uma pessoa deixa de lançar no ar, em um só dia, cerca de 6 kg de gás carbônico a cada 30 km percorridos.
O plantio de árvores também é incentivado pela Aurora nas unidades. “Essenciais para a vida, às árvores não só embelezam o ambiente como mantém a umidade do ar e ajudam a minimizar a poluição e proteger as margens dos rios”, observa Isabel. Por isso, em comemoração ao Dia da Árvore, foram distribuídas mudas de plantas nativas aos funcionários, em parceria com os viveiros municipais da região. No Dia da Água são promovidos encontros “Amigos do meio ambiente” para a limpeza de riachos próximos das unidades da cooperativa.
A cada ano, a Aurora, reforça o compromisso com o meio ambiente por meio do uso de energias renováveis, de investimentos e da melhoria contínua dos procedimentos operacionais, do desenvolvimento de novas tecnologias para o tratamento de seus resíduos e do cuidado com a água e o ar. “Desta maneira, a cooperativa contribui para a redução do aquecimento global e avança rumo a sustentabilidade. No ano passado foram investidos no meio ambiente R$ 7.555.833,05 e em reflorestamento R$ 559.080,00”, ressalta Lanznaster.
A Turminha da Reciclagem
A Fundação Aury Luiz Bodanese, por meio de sua mantenedora a Coopercentral Aurora Alimentos, mantém o programa “A Turminha da Reciclagem”, que sensibiliza crianças e adolescentes da rede municipal, estadual e particular, de 6 a 14 anos,  sobre a importância da separação correta de resíduos, com uma linguagem lúdica e divertida.
Os objetivos da iniciativa são: despertar o interesse e a consciência pelas questões ambientais; promover a reflexão sobre os problemas ambientais do planeta; conscientizar e sensibilizar que nosso modo de vida e hábitos são os principais responsáveis por esses problemas; promover uma relação mais responsável com o meio ambiente e as questões ambientais; criar novos conceitos e paradigmas em relação à natureza e ao manuseio e destinação dos resíduos; instigar o consumo consciente; despertar o interesse pelas questões comunitárias; criar um canal de comunicação entre escola e a comunidade e divulgar as ações de caráter cultural, educativo e ambiental realizadas pelas escolas e municípios. 
“As crianças são os agentes mais importantes no processo de conscientização da sociedade. É notória a influência que exercem sobre os adultos com hábitos já incorporados e consolidados. Os pequenos se adaptam e aprendem com facilidade”, observa Isabel. Durante as ações do programa são realizadas reuniões com as Secretarias de Educação para verificar o interesse de participar. Há apresentação de vídeo, bate-papo com os participantes e distribuição de materiais didáticos e personalizados.
A escola é convidada a participar de um projeto de responsabilidade social e ambiental. No final de cada ano, as unidades escolares inscrevem um case para seleção das melhores práticas. As escolas ganhadoras recebem um troféu e as demais participantes, certificados. Em 2012, foram inscritos 39 projetos. “Os resultados alcançados são satisfatórios, tanto no número de crianças quanto nas escolas atendidas e em especial pela mudança cultural ocorridas nas regiões por onde o programa passou”, ressalta Isabel.
No ano passado, o programa beneficiou 34.021 crianças e adolescentes, em 504 ações. Os municípios abrangidos foram do Estado de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul com total de 21.824 crianças e adolescentes em 286 ações. Além do Rio Grande do Sul, com um total de 12.197 crianças e adolescentes, em 218 ações. Também participaram do programa filhos de funcionários das unidades da Aurora Alimentos. 

Fonte: MB Comunicação

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Cadeia de suínos lança parceria com varejo brasileiro para impulsionar as vendas da proteína de 1 a 17 de junho

A Semana Nacional da Carne Suína chega a sua décima edição ao lado de 27 bandeiras de varejo, que irão impulsionar as vendas da proteína, impactando 145 milhões de consumidores em todo o país

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Representando produtores, associações, frigoríficos e empresas do setor em todo o Brasil, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), lança no dia primeiro de junho, a décima edição da Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), uma iniciativa consagrada no agronegócio brasileiro por estabelecer uma parceria de educação e engajamento, que leva as maiores e melhores redes de varejo do país a promoverem a carne suína, impactando consumidores e impulsionando as vendas e o consumo per capita, que já cresceu em 32% desde que a cadeia suinícola decidiu criar a estratégia para se comunicar com os consumidores brasileiros. Apenas no ano passado, a SNCS foi responsável por gerar 13 milhões de reais em vendas de carne suína no varejo nacional. 

Este ano, ao lado dos 9 maiores grupos de varejo do país, a SNCS estará nas gôndolas de 27 bandeiras, que irão alcançar 145 milhões de consumidores em todas as regiões brasileiras com o tema “Festival de Oferta? Suíno na Certa”. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que a ABCS utilizou o gancho da economia e preço baixo para se comunicar com os consumidores que passam por um momento onde é necessário priorizar a compra de proteínas com maior custo-benefício, e também para auxiliar a cadeia produtiva que precisa escoar o excedente de produção para equilibrar o mercado interno. “A nossa estratégia é democrática, assim como a nossa proteína. Consumidores, varejistas e a cadeia de suínos irão se beneficiar da SNCS, que está sendo antecipada para o período de junho justamente para atender a essa necessidade. Ampliamos o nosso alcance, levamos a SNCS para novas redes de varejo, treinamos os times de colaboradores e com o auxílio de todos os agentes envolvidos, estamos preparados para alavancar as vendas da proteína suína de norte a sul do Brasil”, conclui.

O lançamento acontecerá no dia 1 de junho, às 16:30 na Casa Bisutti em São Paulo, e contará com a presença do Ministro da Agricultura, Marcos Montes, de lideranças da suinocultura nacional e também dos diretores comerciais do Pão de Açúcar, Mercado Extra, Compre Bem, Oba Hortifruti, Carrefour, Hortifruti, Natural da Terra, Big, Big Bompreço, Super Bompreço, Nacional, Dia Supermercados, Prezunic, Super Nosso, Apoio Mineiro e da Companhia Sulamericana de Distribuição. O evento também será transmitido ao vivo pelo YouTube e poderá ser acessado neste link: sncs2022.link/lancamento

 

 

Serviço

1 de junho, às 16:30 

Presencial: Casa Bisutti: Rua Casa do Ator, 577, Vila Olímpia, São Paulo (SP)

Online: sncs2022.link/lancamento 

Fonte: ABCS
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ICMS dos combustíveis de 29% para 17%: uma luz

É preciso criar políticas públicas que sejam assertivas para reduzir a inflação no país e diminuir os gastos dos brasileiros com itens essenciais.

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Giuliano De Luca/OP Rural

O preço dos combustíveis tem sido um dos maiores vilões do brasileiro há um bom tempo. Os aumentos sucessivos registrados nos postos tornou a ação de encher o tanque praticamente uma ostentação. Pior que isso, a inflação dos combustíveis tem um efeito cascata, que desemboca nos alimentos, roupas, equipamentos, em tudo o que a sociedade consome, degradando a renda do brasileiro como fungo no pão velho.

Não resta dúvidas que os combustíveis são essenciais para viver em sociedade, assim como a energia elétrica, o gás natural, comunicações e transporte coletivo. São coisas básicas que fazem parte da natureza da vida em sociedade. Sem esses bens, praticamente nada do que se faz hoje existiria.

Mas, para a legislação brasileira, até agora, esses bens são considerados supérfluos. Ou seja: dispensáveis, desnecessários, entre outros sinônimos. No entanto, uma luz.

A Câmara dos Deputados aprovou, e agora segue para o Senado, o projeto que torna esses itens essenciais e necessários, impedindo que Estados cobrem taxa superior à alíquota geral do ICMS, que varia entre 17% e 18%. Ou seja, teórica e tecnicamente, caso aprovado e sancionado, o brasileiro vai começar a pagar menos impostos nesses itens essenciais.

No Paraná, para se ter uma ideia, o ICMS sobre os combustíveis é de 29%. Cairia pelo menos em 11%, o que reduziria substancialmente o preço pago na bomba do posto. Além disso, o projeto pode reduzir os gastos na hora de cozinhar, tomar um banho quente ou até mesmo fazer uma viagem de avião.

O projeto é uma iniciativa do governo federal e seus aliados para tentar reduzir a inflação no Brasil, além, é claro, de colaborar com as famílias brasileiras, reduzindo o peso dessas contas básicas no salário do mês.

Muitos vão dizer que o projeto é uma manobra para garantir a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, outros vão dizer que o problema do preço dos combustíveis é a política de preços da Petrobras, que segue o mercado internacional, ao invés de cobrar pelo que gasta para extrair mais algum lucro. E essas pessoas até podem ter razão.

Mas o fato é que reduzir o preço dos combustíveis e da energia elétrica são uma necessidade extrema e urgente para o Brasil. Esses dois itens têm elevado a inflação vertiginosamente nos últimos meses. É preciso criar políticas públicas que sejam assertivas para reduzir a inflação no país e diminuir os gastos dos brasileiros com itens essenciais, como alimentos, combustíveis e energia elétrica.

O cenário está longe do ideal, mas é importante comemorar cada avanço que o Brasil dá para tentar sair desse atoleiro. É muito complexo sair de uma situação de inflação, de preços nas alturas, mas parado não dá pra ficar.

A sociedade brasileira tem que comemorar cada avanço (ainda não foi sancionado), mas especialmente cobrar ainda mais atitudes em prol da sociedade. É preciso agir, com pulso firme e coerência, para equilibrar precisamente a arrecadação dos governos e a renda da população brasileira.

Fonte: Por Giuliano De Luca, editor do Jornal O Presente Rural
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O negacionismo contra o agro tecnológico

Há duas espécies de negacionistas que desmerecem a moderna agropecuária no Brasil. Uma é formada por economistas ortodoxos. Outra pela esquerda caviar. Ambas ofendem a evolução tecnológica.

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Mesmo com dinamismo do agro puxando desenvolvimento de importantes setores secundários, ainda há economistas ortodoxos. Há duas espécies de negacionistas que desmerecem a moderna agropecuária no Brasil. Uma é formada por economistas ortodoxos. Outra pela esquerda caviar. Ambas ofendem a evolução tecnológica.

Nesse artigo, vou tratar dos primeiros. Depois, falo dos ideólogos do atraso.

Certos economistas do século passado, ligados ao pensamento tradicional, teimam em analisar o agronegócio como se a agricultura ainda funcionasse isolada na economia. Chamam-na de “setor primário”. Baseados no problema chamado de “doença holandesa”, criticam a “comoditização” da economia brasileira. Dizem que levará ao atraso do país.

Conforme relatada na literatura econômica, a doença holandesa é definida como a valorização permanente da taxa de câmbio de um país, devido à existência de vantagens comparativas naturais que favorecem suas exportações primárias.

Chama-se “holandesa” por ter sido analisada, inicialmente, na economia dos Países Baixos, onde a descoberta e exportação de gás natural no Mar do Norte apreciou o câmbio e prejudicou a indústria manufatureira do país. Isso ocorreu nos anos 1960.

O tempo passou, entramos na era tecnológica. Em pleno século 21, porém, os economistas ortodoxos ainda utilizam a teoria das vantagens comparativas– idealizada por David Ricardo em 1817– para condenar a exportação considerada “primária”.

Aonde está o equívoco?

No fato de que a competitividade agrícola do Brasil, frente ao mundo, não depende mais de “vantagens naturais”, mas sim de fortíssimos investimentos realizados no processo tecnológico de produção do agro.

Estudos referenciados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Ministério da Agricultura e Embrapa, elaborados por especialistas como José G. Gasquez, José Eustáquio R. Vieira e Eliseu Alves, mostram que a tecnologia passou, há 40 anos, a ser a variável básica para explicar, em 60%, o crescimento da produção rural no Brasil; o fator terra caiu para 20%, idem o fator trabalho.

Quer dizer, resumindo a história: cada tonelada de grão, ou carne, ou celulose e algodão, frutas ou o que for, oriundo do agro e exportado pelo país, contém tanta tecnologia nela embutida quanto um bem manufaturado. Ou muitas vezes mais.

Todo um pacote tecnológico elevou fortemente a produtividade da agropecuária: variedades de plantas geneticamente adaptadas aos trópicos, raças e cruzamentos de animais precoces e super produtivos, controle fitossanitário rigoroso, correção e fertilização do solo, maquinários controlados por GPS e gestão sustentável. A média de crescimento da PTF (Produtividade Total dos Fatores) foi de 3,8% a.a nos últimos 20 anos.

Conclusão: é grave erro, conceitual e metodológico, tratar os produtos da exportação do atual agronegócio como os daquela época do modelo exportador de açúcar colonial ou do café latifundiário.

Se a indústria ficou para trás, o problema nada tem a ver com as exportações agrícolas, mas com sua incapacidade de inovação tecnológica. Preferiu depender de benefícios públicos para manter competitividade. E perdeu. …

O agro, pressionado pelos acordos de livre comércio da OMC (Organização Mundial do Comércio) desde a rodada Doha, conseguiu alterar a política agrícola, a partir da estabilidade trazida pelo Plano Real, e correu atrás da produtividade, contando com a ajuda das incríveis “Embrapas” da vida.

Nos complexos produtivos atuais, onde se mescla o campo com a cidade, pode-se até dizer que a equação histórica do desenvolvimento se inverteu: é o dinamismo do agro, impulsionado pelas exportações, que puxa importantes setores secundários e terciários da economia.

A realidade está aí para comprovar: o agronegócio se tornou o melhor negócio do país

Fonte: Por Xico Graziano, Conselheiro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)
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