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Aumenta expectativa de vendas de tratores de alta potência e colheitadeiras

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de tratores, colheitadeiras, implementos, pulverizador e tecnologia de precisão. A marca participa da feira deste ano com expectativa de superar os bons resultados obtidos em 2013, e apresenta aos produtores da região a Fuse Technologies, uma nova estratégia de conectividade criada pela AGCO, fabricante da marca, que ajudará o produtor rural a obter ainda mais resultados com a agricultura de precisão. Destaca também a nacionalização da plataforma Draper, que equipa as colheitadeiras axiais MF 9690 e MF 9790 ATR II. A produção interna fará com que os modelos sejam entregues aos produtores de forma mais rápida e com a opção de serem comercializados pelo Finame, linha de crédito específica para aquisição de máquinas e equipamentos. 
 
“Os produtores goianos estão capitalizados e têm bons incentivos financeiros para manterem os investimentos em tecnologia, conquistando assim, resultados ainda melhores”, explica Carlito Eckert, Diretor Comercial da Massey Ferguson. Segundo ele, a feira é a oportunidade de apresentar aos clientes da marca a Fuse Technologies, plataforma que engloba, além do produtor rural, toda a gama de fornecedores e prestadores de serviço que fazem parte da cadeia produtiva. “Essa novidade vai fazer com que os clientes Massey Ferguson tirem maior proveito da agricultura de precisão, como redução de custos de produção, maior eficiência e rentabilidade”, finaliza.
 
De acordo com Rubens Moura, Gerente de Vendas da Massey Ferguson, a expectativa é de uma feira muito positiva em termos de negócios, com base nos indicadores econômicos que estimam bons preços das commodities, apesar da estiagem. “O mercado praticamente finalizou sua colheita e, apesar de médias de volume um pouco abaixo, a rentabilidade continua em alta”, explica. Esse cenário, associado a linhas de crédito atrativas – entre 4,5% a 6,5% de juros subsidiados – permitirá que o produtor goiano continue investindo em aquisições ou renovações para o seu parque instalado. “E a Massey está pronta para atender todas as demandas nesta tendência”, finaliza.
 
Estima-se que a produção nacional de grãos atinja 188,7 milhões de toneladas, ou seja, 0,4% de crescimento em relação ao ano anterior, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Quanto à renda agrícola nominal do Brasil na safra 2013/14, a região Centro-Oeste deverá ter 7% de aumento, índice idêntico ao médio do país. A área de cultivo de grãos segue em expansão acelerada, devendo crescer 4% em 2013/2014. Incremento acumulado de 17% nas últimas cinco safras, puxada pela soja e milho 2ª safra. 
 
 
Confira os destaques da marca para a Tecnoshow Comigo 2014: 
 
Tratores
Dotados de tecnologia de ponta, o MF 8670 e MF 8690 de 320cv e 370cv, respectivamente, são os primeiros no Brasil equipados com a transmissão CVT, o mesmo conceito que leva conforto e economia de combustível aos carros mais modernos vendidos no mercado. A transmissão garante maior precisão na aplicação e também gera economia de combustível, uma vez que consegue a manutenção da velocidade e rotação do motor em um nível ideal à aplicação. 
 
Colheitadeiras
Os produtores de Rio Verde e região poderão conferir as colheitadeiras axiais da Massey Ferguson MF 9690 ATR II e MF 9790 ATR II, que oferecem que se tem de mais moderno em termos de capacidade de colheita e qualidade de grãos. Com a nacionalização da plataforma de corte de grãos Draper DynaFlex 9250, disponíveis nas dimensões de 25’ a 40’, o produtor será a possibilidade de adquirir as máquinas através do Finame, linha de crédito específica para aquisição de máquinas e equipamentos, com taxas de 4,5%. Os visitantes ainda poderão conferir a colheitadeira mais versátil do mercado, a MF32 SR, habilitada tanto para a cultura de arroz quanto para grãos como soja, milho e trigo.  Equipada com um sistema híbrido de processamento, a máquina conta com dois rotores responsáveis pela separação, que substituem o convencional saca-palhas aumentando a capacidade de colheita. A colheitadeira é destaque na área de interatividade, em que os visitantes poderão testar sua capacidade de memorização. As pessoas que fizerem mais pontos em um jogo da memória sobre os benefícios da MF32SR levarão presentes especiais. 
 
Agricultura de precisão
Em agricultura de precisão, a Massey Ferguson segue inovando e apresenta na Tecnoshow Comigo a Fuse Technologies, uma nova estratégia de conectividade criada pela AGCO, fabricante da marca, para ajudar o produtor rural a direcionar o uso da tecnologia. A iniciativa global envolverá desenvolvimento de produtos, apoio e treinamento da equipe técnica e serviço especializado de atendimento ao cliente, abordando todos os aspectos da tecnologia de agricultura de precisão. A Fuse Technologies vai fazer com que os clientes Massey Ferguson tirem maior proveito da agricultura de precisão, como redução de custos de produção, maior eficiência e rentabilidade. Dessa forma, a marca oferece não só produtos com alta tecnologia agregada, mas soluções para todas as etapas do plantio. 
 
Implementos
A Massey Ferguson disponibiliza ao empresário rural brasileiro novidades nas plantadeiras Massey Ferguson MF500 e MF700. Os implementos contam agora com nova linha pneumática para sementes e a opção de taxa variável. O sistema permite o controle da dosagem de sementes e fertilizantes durante o plantio explorando ao máximo a potencialidade do solo oferecendo redução de custos ao produtor. Por meio de um sistema hidráulico independente, os equipamentos podem ser acoplados a qualquer modelo de trator. Já a nova linha pneumática de sementes oferece um trabalho eficaz mesmo em solos irregulares. As diferentes configurações que a linha apresenta permitem que o agricultor disponha sempre da maior precisão para qualquer tipo de solo. O aumento da capacidade do tanque de 55L para 65L, somado à redução de 85 mm na altura de abastecimento e com porta de fechamento inferior, faz com que o produto possua mais autonomia, garantindo um aumento na capacidade de plantio. 
 
Medidor de umidade
A Massey Ferguson oferece ao produtor rural ferramente para orientá-los na armazenagem do produto colhido. Com mais de 250 tipos de grãos na memória, o medidor de umidade Massey Ferguson é capaz de mostrar com precisão a temperatura, umidade e ph dos grãos para classificação do produto com precisão na colheita e comercialização.
 
Pulverizador
Também estará na feira o pulverizador MF 9030. O modelo conta agora com versões que possuem vão livre de 1,50m e 1,65m, uma das maiores alturas do mercado. O MF 9030, que possui o chassi flexível, conquistou produtores por todo o país por ser capaz de trabalhar nas mais variadas condições de solo e topografia, mantendo o conforto operacional e a tração durante toda a aplicação. 

Fonte: Assessoria

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ABPA abre inscrições para prêmio de pesquisa aplicada durante o SIAVS 2026

Reconhecimento valoriza estudos com impacto prático na avicultura e suinocultura e prevê experiência internacional aos vencedores.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverá durante o SIAVS 2026 – Salão Internacional de Proteína Animal, maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa contempla duas distinções, voltadas à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal:

  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas, destinado a trabalhos científicos com impacto nas áreas de produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.
  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos), voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal, tema estratégico para o setor e alinhado aos princípios internacionais de One Health – no âmbito da  campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.

O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora composta por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão:

  • Relevância estratégica para o setor
  • Grau de inovação
  • Consistência metodológica
  • Aplicabilidade prática
  • Potencial de impacto na cadeia produtiva

Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.

Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.

As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Abertura de 525 mercados para o agro gera oportunidade histórica ou risco de expansão sem margem?

Diversificação de destinos pode gerar até US$ 375 bilhões em exportações, mas exige gestão de custos e precificação para garantir rentabilidade.

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Fotos: Claudio Neves

A abertura de 525 novos mercados internacionais para o agronegócio brasileiro, com potencial estimado de até US$ 375 bilhões por ano em exportações, consolida o país como um dos principais fornecedores globais de alimentos e reforça sua relevância estratégica no comércio internacional. Do ponto de vista institucional e geopolítico, trata-se de um avanço inegável. Do ponto de vista empresarial, no entanto, o aumento do acesso não pode ser confundido com geração automática de valor econômico.

A experiência mostra que expansão de mercado, quando não acompanhada por gestão rigorosa de custos e precificação adequada, tende a pressionar margens e aumentar a exposição financeira das empresas.

Exportar implica estruturas logísticas mais complexas, exigências sanitárias específicas, custos regulatórios adicionais, riscos cambiais, prazos de recebimento mais longos e maior dependência de capital de giro. Esses fatores alteram substancialmente o custo total da operação e não podem ser tratados como extensões do mercado doméstico.

Um dos erros mais recorrentes nas estratégias de internacionalização do agro é a ausência de segregação clara entre custos locais e custos de exportação. Quando a empresa utiliza uma estrutura de custos média para formar preços em diferentes mercados, acaba diluindo despesas específicas de cada canal e comprometendo a leitura real da rentabilidade por contrato, por produto e por país. O resultado é a celebração de volumes crescentes de vendas acompanhada por deterioração gradual das margens operacionais, muitas vezes percebida apenas quando o caixa

Foto: Divulgação

começa a ficar mais pressionado.

Outro ponto crítico é a formação de preços em ambientes de maior volatilidade. Oscilações cambiais, variações nos custos de frete internacional, alterações em tarifas e mudanças nos prazos de pagamento impactam diretamente a margem final, especialmente em contratos de médio e longo prazo. Sem mecanismos de proteção financeira e sem modelos de precificação que incorporem cenários de risco, a empresa transfere parte significativa da incerteza para dentro do próprio resultado.

Também é preciso considerar o efeito financeiro do crescimento acelerado. A ampliação das exportações exige maior investimento em estoques, transporte, certificações e estrutura comercial, elevando a necessidade de capital de giro. Em um ambiente de juros estruturalmente mais altos, esse custo financeiro passa a ser componente relevante da margem e precisa ser tratado como parte integrante da estratégia de preço, não como despesa posterior absorvida pelo resultado.

Nesse contexto, cresce a importância da análise de margem real, e não apenas do faturamento ou da participação em novos mercados. Empresas que operam com foco exclusivo em volume tendem a mascarar ineficiências operacionais e decisões comerciais mal calibradas, sustentadas temporariamente por crescimento de receita, mas estruturalmente frágeis do ponto de vista financeiro. Crescer sem margem é, na prática, uma forma de destruição de valor em escala ampliada.

Para que a abertura de mercados se traduza em resultado sustentável, é indispensável avançar em três frentes: modelos de custeio mais precisos, que permitam identificar com clareza a rentabilidade por mercado e por canal; políticas de precificação que considerem riscos financeiros, fiscais e logísticos específicos de cada operação; e integração efetiva entre áreas comercial, financeira e operacional na tomada de decisão. Sem essa visão sistêmica, a empresa passa a competir apenas por preço, abrindo mão de margem para ganhar contratos que não se sustentam no médio prazo.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

O ano de 2026 tende a ser decisivo nesse processo. A ampliação do acesso a mercados cria oportunidades relevantes, mas também eleva o grau de exigência na gestão. Empresas que dominarem seus custos, entenderem sua estrutura de margem e tomarem decisões baseadas em dados terão condições de transformar expansão em rentabilidade. As demais correm o risco de crescer em complexidade, exposição financeira e dependência de crédito, sem a correspondente geração de valor econômico.

A abertura de 525 mercados é, sem dúvida, uma conquista estratégica para o país. Para as empresas do agro, porém, o verdadeiro diferencial competitivo não estará apenas na capacidade de vender mais, mas na competência de vender com margem, previsibilidade e sustentabilidade financeira. Em um cenário global cada vez mais competitivo, não será o tamanho da operação que definirá a perenidade dos negócios, mas a qualidade das decisões econômicas que sustentam essa expansão.

Fonte: Artigo escrito por Fabiano Coelho, PhD em Ciências Contábeis.
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Exportações agropecuárias ganham alternativa para evitar gargalos no Golfo Pérsico

Exigência sanitária turca levou à criação de certificado específico para cargas em trânsito, permitindo passagem e armazenagem temporária de produtos de origem animal sem interrupção do fluxo ao Oriente Médio e à Ásia Central, mesmo com as restrições no Estreito de Ormuz.

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Foto: Claudio Neves

O Brasil garantiu a continuidade de uma rota alternativa via Turquia para o envio de exportações agropecuárias, diante das restrições no Estreito de Ormuz. A solução foi negociada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Com isso, a estrutura portuária turca segue como opção importante para cargas brasileiras com destino ao Oriente Médio e à Ásia Central, permitindo que as mercadorias sigam viagem sem a necessidade de passar pelo Golfo Pérsico.

Foto: Vosmar Rosa/MPOR

Essa rota já era utilizada por exportadores brasileiros. No entanto, a Turquia passou a exigir novas regras sanitárias para produtos sujeitos ao controle veterinário oficial, como os de origem animal. Para evitar prejuízos ao fluxo das exportações, foi negociado o Certificado Veterinário Sanitário para Produtos Sujeitos a Controles Veterinários em Trânsito Direto pela República da Turquia ou para Armazenamento Temporário com Destino à Expedição para outro País/Navio.

Na prática, o documento permite que mercadorias brasileiras, especialmente produtos de origem animal, atravessem o território turco ou fiquem armazenadas temporariamente no país antes de seguirem para o destino final.

A medida confere mais segurança e previsibilidade aos exportadores brasileiros em um momento de instabilidade nas rotas internacionais e reforça a atuação do Mapa para manter o comércio agropecuário brasileiro em funcionamento.

Fonte: Assessoria Mapa
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