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Atualização da legislação de agrotóxicos é debatida no Paraná

Profissionais do setor apresentaram propostas ao projeto de lei. Também esteve em pauta o panorama da situação atual e fiscalização do uso de agrotóxicos

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Engenheiros agrônomos de cooperativas e empresas da região Oeste debateram, ontem (27), sobre a apresentação de propostas com relação aos desafios na prescrição do receituário agronômico. O evento promovido pela Câmara Especializada de Agronomia do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná (Crea-PR), por intermédio do Comitê de Estudos Temáticos sobre Agrotóxicos, reuniu em torno de 300 pessoas na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Toledo, abordando a necessidade para prescrição, uso e comércio de defensivos agrícolas no país.

A programação foi iniciada com a apresentação das propostas e ações realizadas após o 2º workshop desenvolvido ano passado em Cornélio Procópio. Em seguida, o engenheiro agrônomo da Adapar, Ricardo Watzel, ministrou palestra sobre o panorama da situação atual e fiscalização do uso de agrotóxicos na região Oeste do Paraná. “Todo sistema precisa de ajustes, desde o setor de registro dentro das empresas e o uso da informática, que não deixa o profissional preencher o receituário de maneira adequada, o que reflete no campo. Trabalhamos com exceções que precisam ser corrigidas para o sistema ser cada vez mais confiável, uma vez que nosso produto agrícola é importante para o Estado e devemos ter credibilidade para com os consumidores internos e externos, que desejam produtos seguros, sem resíduos e alimentos com boa qualidade”, enfatiza.

Orientação

O 1º vice-presidente do Crea-PR, engenheiro agrônomo Nilson Cardoso, enaltece que a agricultura evolui rapidamente, sendo que o profissional da área tem o papel de cuidar para que o produto chegue à mesa do consumidor com qualidade. “A Câmara Especializada de Agronomia do Crea-PR tem a função de fiscalizar e orientar. Eventos como este são realizados com o objetivo de atualizar o nosso trabalho, além do mais neste encontro todos os profissionais receberam o manual”, menciona.

Segundo ele, como em todas as áreas há os bons agricultores e os produtores que não estão muito ligados à parte legal na hora de usar defensivo agrícola, agrotóxico e produto fitossanitário. “Nós temos que orientar, cuja atualização do manual e do receituário agronômico fará com que o profissional tenha mais informações e detalhes sobre como recomendar o produto de maneira correta”, destaca.

Projeto de Lei

O deputado federal Luiz Nishimori é relator do projeto de lei nº 3.200/2015, que trata da lei dos agrotóxicos. Ao Jornal O Presente, o parlamentar expôs que o projeto de lei regulamenta a utilização dos defensivos fitossanitários com o objetivo de promover avanços ao segmento. “É lógico que isso deve ser feito em conjunto com o Ministério da Agricultura. A lei de defensivos continuou como estava desde 1989”, cita. “A agricultura brasileira foi modernizada com novos produtos e tecnologia, sendo que devemos tirar esta diferença, por isso foi criada uma comissão especial para análise deste projeto, da qual sou relator, e agora é o momento de ouvir cada segmento. Estamos realizando várias audiências, em Brasília e em todos os Estados, para ouvir dos agricultores e dos segmentos, pois o assunto envolve desde fabricante de defensivo até o consumidor final. Devemos ouvir indústrias, Crea, produtores e ambientalistas, Ministério da Agricultura, Anvisa e o consumidor final”, completa, acrescentando que esta fase deve durar mais dez meses para que a nova legislação tenha o texto finalizado e seja compatível com o nível internacional.

Na sequência, o engenheiro agrônomo do Ministério da Agricultura, Marcelo Bressan, apresentou propostas ao projeto de lei que contempla 85 artigos, entre eles a mudança de nomenclatura de agrotóxicos para defensivos fitossanitários e a criação da Comissão Técnica Nacional de Fitossanidade, reunindo especialistas para fazer análises de registros, marcas comerciais e situações novas.

Deliberações

No período da tarde, o conselheiro do Crea e organizador do evento, Ricardo Palma, coordenou a deliberação sobre os assuntos da manhã. Depois foi confeccionada a Carta de Toledo com resultados dos eventos preparatórios somados às contribuições.

A engenheira agrônoma da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Elisangeles Baptista de Souza, discorreu sobre minor crops – culturas pequenas, consideradas de menor importância econômica -, que não têm defensivos registrados, mas com utilização comum. “São culturas com pouco ou nenhum agrotóxico registrado, como abobrinha, lichia e culturas menores. A Faep coordena um grupo formado por 14 instituições para fazer levantamento junto às associações de produtores, agrônomos e outras entidades, para encaminhar para as empresas registrantes analisar os processos para extrapolação de registros, o que acontece desde 2014. Hoje há 61 produtos extrapolados”, comenta.

“A partir do momento que você traz um produto importante para o controle de pragas ou doenças, você coloca o produtor na legalidade e oferece mais uma ferramenta para o profissional recomendar a este produtor. É importante priorizar as demandas das culturas, entre pragas, doenças e aí sim indicar os produtos fundamentais para auxiliar nesta recomendação para o produtor fazer o manejo e controle de pragas. Para este levantamento a gente precisa de mais empenho para extrapolação de produtos com qualidade, além da sensibilização das empresas registrantes para atender esta demanda”, finaliza. O evento terminou com o lançamento da cartilha de práticas para o uso de defensivos agrícolas.

Fonte: O Presente

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Exigências de mercado ampliam importância do bem-estar animal na pecuária

Sustentabilidade, rastreabilidade e certificações passam a influenciar decisões de compra e acesso a mercados internacionais.

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Foto: Divulgação/Minerva Foods

A competitividade da pecuária moderna está cada vez mais associada à adoção de práticas mais eficientes no campo. Sustentabilidade, rastreabilidade e responsabilidade socioambiental passaram a ter maior peso nas exigências de mercados internacionais, nas regras regulatórias e nas decisões de compra da cadeia da carne bovina.

Nesse contexto, o bem-estar animal deixou de ser tratado apenas como uma questão ética e passou a integrar estratégias de produtividade, eficiência operacional e acesso a mercados.

Artigo escrito por Tâmara Borges, Gerente Global de Bem-Estar Animal da Minerva Foods.

Há consenso técnico de que animais submetidos a manejo adequado apresentam menor nível de estresse, melhores índices sanitários, menor perda operacional e maior desempenho produtivo. O chamado manejo racional envolve técnicas que reduzem o estresse dos bovinos, utilizam o comportamento natural dos animais e buscam facilitar sua movimentação, ao mesmo tempo em que aumentam a segurança dos trabalhadores.

Grande parte desses resultados depende diretamente da capacitação das equipes envolvidas nas propriedades rurais e nas unidades industriais. Rotinas organizadas, com menor nível de estresse e maior controle operacional, tendem a melhorar o fluxo de manejo e a produtividade.

Por outro lado, práticas inadequadas ainda impactam o desempenho da atividade. Situações como gritos, sons intensos, agressividade no manejo, movimentações bruscas e superlotação de currais aumentam a reatividade dos animais e dificultam as operações. Estruturas inadequadas, excesso de estímulos externos e falhas no acesso à água e alimentação também afetam o bem-estar e a eficiência produtiva.

O avanço das boas práticas depende de uma integração entre ambiente, manejo e capacitação de pessoas, além da adoção contínua de melhorias ao longo da cadeia produtiva.

No mercado internacional, compradores e grandes redes varejistas vêm ampliando exigências relacionadas à rastreabilidade, sustentabilidade e bem-estar animal. Para países exportadores como o Brasil, essas demandas são consideradas um fator relevante para manutenção de competitividade e acesso a mercados mais exigentes.

Nos últimos anos, empresas do setor passaram a ampliar programas de treinamento, auditoria e monitoramento de fornecedores. Em 2024, mais de 7,8 mil pessoas, entre colaboradores, pecuaristas e motoristas, participaram de capacitações voltadas a boas práticas de manejo. Em 2025, esses treinamentos foram ampliados para outras cadeias de proteína animal, incluindo ovinos, suínos, frangos, pescado e leite como ingrediente.

Atualmente, cerca de 66,5% da cadeia global de fornecedores está mapeada, o que amplia o nível de rastreabilidade e permite maior controle e acompanhamento das práticas adotadas na produção.

Entre as iniciativas adotadas, estão programas de acompanhamento técnico e troca de informações com fornecedores, com foco em boas práticas de manejo e melhoria contínua de processos. Essas ações incluem monitoramento de indicadores, visitas técnicas e atividades de capacitação.

Também vêm sendo adotados protocolos e certificações internacionais voltados ao bem-estar animal e à conformidade das operações. Entre as ferramentas utilizadas estão auditorias técnicas, monitoramento operacional e certificações alinhadas a padrões globais.

Na indústria, unidades de processamento de bovinos possuem certificações específicas em bem-estar animal e passam por auditorias periódicas de conformidade com protocolos internacionais. Na etapa de produção primária, certificações como Global Animal Partnership (GAP) e Welfair são aplicadas em algumas operações, com base em critérios que envolvem alimentação, alojamento, saúde e comportamento dos animais.

Na produção orgânica, critérios adicionais incluem rastreabilidade, restrição ao uso de antibióticos e hormônios e atendimento a indicadores específicos de bem-estar animal. Esse tipo de produção representa parte da cadeia produtiva certificada.

Em termos gerais, o avanço do bem-estar animal está ligado às exigências de sustentabilidade e competitividade da pecuária brasileira. O setor tem direcionado esforços para qualificação de mão de obra, melhoria de processos produtivos e adoção de certificações, com o objetivo de atender às demandas de mercado e fortalecer a cadeia de produção de carne bovina.

Fonte: Artigo escrito por Tâmara Borges, Gerente Global de Bem-Estar Animal da Minerva Foods.
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Grupo Zanchetta anuncia aquisição da Ceratti e amplia atuação no mercado de alimentos processados

Negócio marca entrada da companhia no segmento de suínos e fortalece portfólio multiproteína. Operação ainda depende de aprovação do Cade.

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Foto: Divulgação/Grupo Zanchetta

O grupo Zanchetta, detentor das marcas Alliz, Mondelli e Frangoeste, e uma das líderes da indústria alimentícia brasileira, anuncia a aquisição da Ceratti, marca tradicional e do mercado de charcutaria com amplo portfolio de embutidos do país. A transação compreende a totalidade do negócio e da operação da Ceratti, com a transferência integral do controle societário, atualmente nas mãos do grupo americano Hormel Foods, para o grupo Zanchetta, com 30 anos de experiência no Brasil e forte presença internacional.

A operação representa um passo natural na trajetória de expansão que o grupo Zanchetta vem construindo nos últimos anos e marca sua entrada no segmento de suínos, ampliando o portfólio multiproteína do grupo com produtos processados de alto valor agregado. A aquisição também fortalece a presença do grupo no mercado B2C (Business To Consumer) abrindo caminho para atuação em novas ocasiões de consumo – ampliando sua conexão no dia a dia, nos momentos de celebração e das ceias de fim de ano com o consumidor brasileiro.

“A Ceratti é uma marca com história, alta qualidade e amplo portfólio. Tem uma conexão genuína com o paladar do brasileiro, especialmente dos paulistanos. Essa aquisição vai além da entrada em uma nova categoria. É sobre somar a um propósito que já é nosso: construir um grupo de alimentos reconhecido pela excelência, pela confiança e pela capacidade de levar proteínas de alta qualidade aos mais diversos momentos de consumo. É também sobre preservar os valores que fizeram do grupo Zanchetta uma referência para clientes e ampliar essa relação de confiança também com os consumidores”, afirma José Carlos Zanchetta, diretor presidente do grupo Zanchetta.

A transação contou com a assessoria do Banco Santander.

Uma marca icônica, de volta às mãos brasileiras

Com mais de 90 anos de presença nos lares brasileiros, a Ceratti construiu uma posição emblemática no mercado de frios, sendo a mortadela Bologna um símbolo afetivo da gastronomia paulistana. Desde 2017 sob controle da Hormel Foods, a marca passa agora, com a aquisição da totalidade do negócio, à gestão de um grupo nacional, o que é motivo de orgulho para ambas as companhias.

Valores em comum como base da transação

A aproximação entre as duas empresas é sustentada por valores compartilhados. Origem e gestão de raízes familiares, herança italiana, compromisso histórico com qualidade e excelência de produtos e relações de longo prazo com clientes varejistas e parceiros de food service.

A agenda de sustentabilidade é outro ponto de convergência relevante. A unidade industrial da Ceratti em Vinhedo (SP) já opera com iniciativas consolidadas de ESG, incluindo estação de tratamento de efluentes de alta eficiência, eliminação do envio de lodo a aterros sanitários e caldeira operando com combustível renovável, em linha direta com diversos compromissos ambientais que já orientam a operação do grupo Zanchetta.

Continuidade operacional e times complementares

A estratégia da transação visa fortalecer o negócio no longo prazo, ampliando capacidades, competitividade, com aproveitamento das expertises complementares da liderança e colaboradores, gerando novas oportunidades de crescimento.

Até a aprovação da operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e demais órgãos competentes, Ceratti e grupo Zanchetta continuarão operando de forma independente, preservando integralmente suas dinâmicas atuais com colaboradores, parceiros comerciais e clientes.

Fonte: Assessoria Grupo Zanchetta
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Lar Cooperativa entrega obras de R$ 50,5 milhões e amplia capacidade operacional no Paraná

Investimentos fortalecem o atendimento aos associados, ampliam a armazenagem de grãos e elevam a capacidade da produção de leitões.

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Fotos: Divulgação

A Lar Cooperativa entregou oficialmente as obras de revitalização e ampliação estratégica de importantes unidades em Serranópolis do Iguaçu (PR). O marco foi celebrado na manhã do último sábado (27) em um evento simbólico que reuniu lideranças, funcionários e a família associada. Com um investimento de R$ 50,5 milhões, essas melhorias estruturais vão transformar o atendimento, o fluxo operacional e a produtividade da suinocultura regional.

Os investimentos foram divididos em três grandes frentes. “Estamos celebrando a entrega da ampliação e revitalização da Unidade de Atendimento ao Produtor, a transformação da UPL (Unidade Produtora de Leitões) para UPD (Unidade Produtora de Desmamados), com ampliação para 8 mil matrizes, além da modernização do fluxo e sistema de secagem de grãos. Este último inclui um novo secador, silo pulmão, queimador a cavaco, máquinas de limpeza e melhorias estruturais na unidade operacional”, afirmou o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues.

Com esse pacote de investimentos, a Lar Cooperativa direciona atenção para atualizar pontos estratégicos da sua estrutura no município. “É importante ressaltar que não são locais antigos, mas estruturas construídas nos últimos 20 anos que agora recebem esses investimentos para melhorar ainda mais o atendimento ao associado e o ambiente de trabalho dos funcionários”, acrescentou Irineo da Costa Rodrigues.

O reflexo dessas melhorias contribui para o desenvolvimento socioeconômico da região, gerando emprego e renda, movimentando o comércio local. “A Lar é a empresa que mais investe em nossa cidade. A soma de todos esses esforços faz com que a economia siga um ciclo constante de crescimento, impactando até mesmo a vida de pessoas que não estão ligadas diretamente à cooperativa. Somos muito gratos por acreditarem em nosso município”, destacou o prefeito de Serranópolis do Iguaçu (PR), Gilberto Marsaro.

Conforto e Modernização no Atendimento

Com um investimento de R$ 2,5 milhões, a Unidade de Atendimento ao Produtor de Serranópolis do Iguaçu (PR) passou por uma completa reforma e ampliação. A iniciativa visa oferecer mais conforto, agilidade e um ambiente totalmente revitalizado para estreitar o relacionamento e a assistência aos produtores rurais.

O ambiente foi totalmente revitalizado e recebeu novos mobiliários, planejados tanto para o conforto do público quanto para otimizar a exposição e a comercialização de ferramentas, equipamentos e insumos agropecuários. A unidade passou por uma modernização completa em suas infraestruturas hidráulica e elétrica, além de melhorias nos demais setores operacionais.

Melhorias na Capacidade Operacional de Grãos

A unidade operacional recebeu investimentos na ordem de R$ 20 milhões, totalmente focados em tecnologia e eficiência para a recepção das safras. Com a instalação de um novo silo de 15.000 toneladas, a capacidade estática da unidade foi expandida de 24.340 para 39.340 toneladas, representando um aumento expressivo superior a 60% no potencial de armazenagem. Além disso, o sistema de secagem ganhou um salto significativo de potência com a substituição do secador antigo por um novo sistema de 200 t/h, fazendo com que a capacidade total da unidade dobrasse, passando de 160 t/h para 320 t/h.

Buscando ainda mais agilidade e eficiência nos processos de limpeza, secagem e armazenagem, a Lar Cooperativa implantou um silo pulmão de 1.300 toneladas, um silo de resíduos de 450 toneladas e um queimador a cavaco 100% automatizado. Todo o fluxo operacional de caminhões também foi aprimorado através da instalação de máquinas de limpeza mecanizadas de 240 t/h, da adequação do pátio com pavimentação asfáltica para melhor tráfego e de uma reestruturação elétrica completa, garantindo um recebimento de safra muito mais rápido e organizado.

Transformação na Suinocultura

O maior aporte financeiro do pacote, no valor de R$ 28 milhões, foi destinado à transformação da UPL em uma UPD. Com foco estratégico, a unidade deixará de operar o setor de creche para focar exclusivamente nas fases de Gestação e Maternidade. Com a readequação, a capacidade saltará das atuais 5 mil matrizes para 8 mil matrizes em produção.

A mudança altera o perfil do produto final e a unidade passará a entregar leitões desmamados de 7kg, em vez dos antigos animais de 24kg da creche. Na prática, o aumento de matrizes fará a produtividade da Lar saltar de 160.000 para 256.000 leitões por ano.

Para suportar esse crescimento, serão construídos dois barracões de recria para as futuras matrizes e a maternidade ganhará o acréscimo de 900 celas, entre ampliações e um novo barracão. O projeto completo desta transição tem prazo final de execução previsto para 2027 e deve gerar cerca de 10 novos postos de trabalho diretos na unidade.

Avaliação do Associado

“A Lar nunca deixou de investir em Serranópolis do Iguaçu, mas hoje entrega um pacote de obras que aprimora o atendimento e o fluxo de operacional. Hoje temos uma estrutura de referência motivo pelo qual o associado celebra muito este momento. Além do foco na infraestrutura, a cooperativa investe em seu quadro social por meio de treinamentos, e esse conjunto de ações faz toda a diferença”, avaliou a conselheira de administração Simoni Tessaro Niehues, representando a família associada do município.

O evento contou ainda com a bênção especial do Padre Sidnei Fielski, que trouxe palavras de reflexão e fé ao abençoar as novas instalações, desejando prosperidade ao trabalho que será desenvolvido nos locais.

Com essas entregas, a Lar Cooperativa reforça seu compromisso com o desenvolvimento econômico de Serranópolis do Iguaçu, garantindo aos seus associados uma estrutura de ponta para a armazenagem de grãos e abrindo novas fronteiras de produtividade para a suinocultura regional.

Fonte: O Presente Rural com Lar Cooperativa
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